Tamanho e Participa??o do Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas do Reino Unido

Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas do Reino Unido (2026 - 2031)
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An¨¢lise do Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas do Reino Unido por ºÚÁϲ»´òìÈ

O tamanho do Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas do Reino Unido est¨¢ projetado em USD 53,88 bilh?es em 2025, USD 57,5 bilh?es em 2026, e dever¨¢ atingir USD 75,95 bilh?es at¨¦ 2031, crescendo a um CAGR de 5,72% de 2026 a 2031.

O Escopo 3 corporativo molda cada vez mais os mandatos de sele??o de transportadoras, recompensando frotas certificadas de baixo carbono com pr¨ºmios de tarifa de 12 a 18%, enquanto um piloto de comboio rodovi¨¢rio de 60 toneladas produz ganhos de produtividade de 15%, mas permanece restrito ¨¤s principais autoestradas. A escassez aguda de estacionamento seguro para ve¨ªculos pesados de mercadorias e a r¨¢pida escalada dos alugu¨¦is de armaz¨¦ns no Tri?ngulo Dourado s?o os principais freios estruturais ao crescimento, elevando os custos operacionais e ampliando a diferen?a entre operadores de grande escala e transportadores menores.

Principais Conclus?es do Relat¨®rio

  • Por usu¨¢rio final, a ind¨²stria manufatureira reteve 40,65% da participa??o do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto o com¨¦rcio atacadista e varejista tem previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,90% at¨¦ 2031. 
  • Por destino, os movimentos internacionais apresentaram uma perspectiva de CAGR de 3,10%, superando o frete dom¨¦stico, apesar de deter apenas 34,43% dos volumes de 2025 ap¨®s as reformas digitais de fronteira terem reduzido pela metade os tempos de perman¨ºncia nas fronteiras. 
  • Por carga, os servi?os de carga completa por caminh?o representaram 83,36% do tamanho do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto a carga fracionada tem previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,93% at¨¦ 2031.
  • Por conteineriza??o, o segmento n?o conteinerizado reteve 88,62% do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto o conteinerizado tem previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,67% at¨¦ 2031.
  • Por dist?ncia, as rotas de longa dist?ncia comandaram 71,70% de participa??o no mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025 e lideraram o crescimento com um CAGR de 2,74% impulsionado pela demanda de materiais de grandes projetos de infraestrutura. 
  • Por configura??o de mercadorias, as mercadorias s¨®lidas retiveram 73,52% do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto as mercadorias fluidas t¨ºm previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,83% at¨¦ 2031.
  • Por controle de temperatura, o segmento sem controle de temperatura reteve 94,76% do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto o segmento com controle de temperatura tem previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,88% at¨¦ 2031.

Nota: O tamanho do mercado e os n¨²meros de previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e percep??es mais recentes dispon¨ªveis em janeiro de 2026.

An¨¢lise de Segmentos

Por Setor de Usu¨¢rio Final: O Investimento Farmac¨ºutico Remodela o Mix de Frete

Por usu¨¢rio final, a ind¨²stria manufatureira reteve 40,65% da participa??o do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto o com¨¦rcio atacadista e varejista tem previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,90% at¨¦ 2031. A ind¨²stria manufatureira permaneceu como o segmento l¨ªder, apoiada pela produ??o automotiva nas Midlands e pela expans?o dos clusters de biofarmac¨ºuticos, enquanto o crescimento do com¨¦rcio atacadista e varejista ¨¦ impulsionado por modelos omnicanal que exigem remessas mais frequentes e de menor volume.

A log¨ªstica com controle de temperatura para terapias avan?adas continua a apoiar servi?os premium e a fortalecer a demanda farmac¨ºutica. Ao mesmo tempo, projetos de infraestrutura como o HS2 e a Travessia do Baixo T?misa est?o impulsionando o movimento de materiais de constru??o, enquanto as mudan?as p¨®s-Brexit em dire??o ao abastecimento dom¨¦stico na agricultura e o descomissionamento cont¨ªnuo do Mar do Norte sustentam a demanda por frete especializado. Os emergentes desenvolvimentos de centros de dados ao longo do corredor Londres-Dublin tamb¨¦m est?o criando oportunidades para transporte de alto valor e sens¨ªvel ao tempo, incentivando as frotas a expandir suas capacidades de servi?o.

Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas do Reino Unido: Participa??o de Mercado por Setor de Usu¨¢rio Final
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Por Destino: As Fronteiras Digitais Catalisam a Expans?o Internacional

Por destino, os movimentos internacionais apresentaram uma perspectiva de CAGR de 3,10%, superando o frete dom¨¦stico, apesar de deter apenas 34,43% dos volumes de 2025 ap¨®s as reformas digitais de fronteira terem reduzido significativamente os atrasos nas fronteiras. O transporte dom¨¦stico continuou a dominar o mercado, apoiado por centros populacionais densos e pela estrutura geogr¨¢fica do pa¨ªs, enquanto a melhoria da efici¨ºncia nas fronteiras e os incentivos das Zonas Francas est?o encorajando mais empresas a participar do com¨¦rcio transfronteiri?o.

As opera??es dom¨¦sticas tamb¨¦m est?o se beneficiando de ganhos de produtividade nos principais corredores de autoestradas, ajudando a compensar a cont¨ªnua escassez de motoristas. No entanto, restri??es regulat¨®rias como os limites de cabotagem e as complexidades adicionais de conformidade na Irlanda do Norte est?o pesando sobre as margens nas rotas do Canal da Mancha. Em resposta, alguns expedidores est?o adotando cada vez mais solu??es de reboques desacompanhados via ferry para melhorar a flexibilidade e reduzir os riscos de agendamento.

Por Especifica??o de Carga: Reboques Mais Longos Melhoram a Economia da Carga Completa

Por carga, os servi?os de carga completa por caminh?o representaram 83,36% do tamanho do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto a carga fracionada tem previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,93% at¨¦ 2031. A atividade de carga completa por caminh?o continua a dominar, apoiada pelo reabastecimento de varejo em grande escala, pelas cadeias de suprimentos just-in-sequence automotivas e pela log¨ªstica de constru??o, com maiores efici¨ºncias de carga ¨²til fortalecendo ainda mais sua vantagem de custo em rotas mais longas.

A carga fracionada est¨¢ se expandindo devido ao aumento nas devolu??es do com¨¦rcio eletr?nico e ¨¤ crescente fragmenta??o das remessas impulsionada pelas pr¨¢ticas de economia circular. A ado??o de plataformas digitais de frete est¨¢ melhorando o aproveitamento de cargas de retorno e reduzindo as milhas percorridas sem carga, ajudando a diminuir as diferen?as de custo em rela??o ¨¤s cargas completas. No entanto, embora as estrat¨¦gias de frota h¨ªbrida de carga completa e fracionada ofere?am melhor utiliza??o de ativos, elas exigem capacidades avan?adas de planejamento que muitos operadores de m¨¦dio porte ainda est?o desenvolvendo.

Por Conteineriza??o: As Zonas Francas Agilizam a Movimenta??o de Cont¨ºineres

Por conteineriza??o, o segmento n?o conteinerizado reteve 88,62% do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto o conteinerizado tem previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,67% at¨¦ 2031. O frete n?o conteinerizado continua a dominar devido aos padr?es de distribui??o de curta dist?ncia do Reino Unido e ¨¤ necessidade de carregamento flex¨ªvel em setores como constru??o, mercearia e entrega de encomendas, onde as remessas diretas ao destino evitam as complexidades relacionadas aos portos.

O transporte conteinerizado est¨¢ se expandindo gradualmente, apoiado por uma conectividade ferrovi¨¢ria intermodal mais forte e por processos alfandeg¨¢rios simplificados nas Zonas Francas que melhoram a efici¨ºncia dos terminais. As melhorias na infraestrutura portu¨¢ria est?o ajudando a reduzir os tempos de rotatividade dos caminh?es, embora os custos de reposicionamento de cont¨ºineres no interior ainda representem um desafio para os operadores. Com o tempo, o relaxamento das restri??es de equipamentos pode moderar o crescimento dos cont¨ºineres, mantendo o equil¨ªbrio atual entre o frete conteinerizado e o n?o conteinerizado.

Por Dist?ncia: Os Megaprojetos Sustentam a Primazia da Longa Dist?ncia

Por dist?ncia, as rotas de longa dist?ncia comandaram 71,70% de participa??o no mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025 e lideraram o crescimento com um CAGR de 2,74%, apoiado pela demanda sustentada de grandes projetos de infraestrutura e pelos fluxos de frete inter-regionais. Essas rotas permanecem essenciais para o transporte de materiais a granel, como agregados de constru??o, bem como de mercadorias sens¨ªveis ao tempo, como exporta??es de frutos do mar, refor?ando sua import?ncia na log¨ªstica nacional e transfronteiri?a.

As entregas de curta dist?ncia e de ¨²ltima milha urbana est?o se expandindo, particularmente dentro das zonas de baixas e zero emiss?es, onde os ve¨ªculos el¨¦tricos s?o cada vez mais adotados. No entanto, as limita??es de carga ¨²til associadas ao peso das baterias continuam a impactar a efici¨ºncia e o custo por entrega, desacelerando a eletrifica??o generalizada. Como resultado, o mix geral de dist?ncias permanece inclinado para as opera??es de longa dist?ncia, que continuam a oferecer economias de escala mais fortes para os operadores de transporte.

Por Configura??o de Mercadorias: Os Biocombust¨ªveis Impulsionam o Potencial de Alta do Frete Fluido

Por configura??o de mercadorias, as mercadorias s¨®lidas retiveram 73,52% do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto as mercadorias fluidas t¨ºm previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,83% at¨¦ 2031. As mercadorias s¨®lidas continuam a dominar, abrangendo uma ampla gama de remessas, desde produtos de consumo embalados at¨¦ materiais de constru??o, com melhorias cont¨ªnuas no manuseio e na efici¨ºncia do transporte apoiando sua forte base de volume.

As mercadorias fluidas est?o ganhando impulso, impulsionadas pela demanda por distribui??o de biocombust¨ªveis e por l¨ªquidos farmac¨ºuticos especializados que exigem transporte em tanques isolados. Embora os requisitos adicionais de limpeza e manuseio prolonguem os tempos de rotatividade, as tarifas de servi?o mais altas ajudam a manter a rentabilidade. Os avan?os em equipamentos, como os sistemas de piso m¨®vel, tamb¨¦m est?o melhorando a efici¨ºncia da carga ¨²til para s¨®lidos a granel, refor?ando sua cont¨ªnua import?ncia no mercado.

Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas do Reino Unido: Participa??o de Mercado por Configura??o de Mercadorias
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Por Controle de Temperatura: A Conformidade com as Boas Pr¨¢ticas de Distribui??o Impulsiona a Precifica??o Premium

Por controle de temperatura, o segmento sem controle de temperatura reteve 94,76% do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido em 2025, enquanto o segmento com controle de temperatura tem previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 2,88% at¨¦ 2031. O frete sem controle de temperatura continua a dominar devido ¨¤ sua ampla aplicabilidade em segmentos de carga geral, varejo e constru??o, formando a espinha dorsal das opera??es log¨ªsticas cotidianas.

O transporte com controle de temperatura est¨¢ se expandindo rapidamente, impulsionado pela demanda de produtos farmac¨ºuticos avan?ados, como terapias celulares e g¨ºnicas. Equipamentos especializados e padr?es de conformidade permitem a precifica??o premium, incentivando o investimento em reboques de alta especifica??o. Inova??es como ve¨ªculos multizona e sistemas de monitoramento em tempo real est?o melhorando a efici¨ºncia e reduzindo os riscos de deteriora??o, elevando os padr?es operacionais e aumentando as barreiras de entrada no mercado.

An¨¢lise Geogr¨¢fica

O frete dom¨¦stico permanece fundamental, trocando mercadorias entre Londres, a espinha dorsal manufatureira das Midlands e os centros de consumo do norte em um raio de 200 milhas. O HS2 e a Travessia do Baixo T?misa garantem fluxos de agregados e a?o at¨¦ 2030, ancorando uma demanda consistente de longa dist?ncia nas art¨¦rias M1, M6 e A1(M). O piloto de comboio rodovi¨¢rio amplifica a efici¨ºncia nessas rotas principais, adicionando 15% de capacidade de carga por hora de motorista e refor?ando a primazia da rodovia sobre a ferrovia. 

O tr¨¢fego internacional acelera mais rapidamente, impulsionado pelo GVMS e pelo BTOM, que reduzem a burocracia e o tempo de perman¨ºncia, e pelas oito Zonas Francas inglesas que processaram USD 10,9 bilh?es em com¨¦rcio com 35% mais rapidez no desembara?o em 2025. As rotas Dover-Calais recuperam volumes perdidos com o atrito do Brexit ¨¤ medida que os processos digitais amadurecem. O adicional de dupla conformidade da Irlanda do Norte de USD 163 por carga modera os fluxos intra-ilha do Reino Unido, mas ¨¦ parcialmente compensado pelo tr?nsito fronteiri?o previs¨ªvel sob o Quadro de Windsor. 

As restri??es de capacidade espreitam nos d¨¦ficits de estacionamento transfronteiri?o e nos limites de cabotagem que retiram 22% dos caminh?es na alta temporada. No entanto, os operadores certificados de baixo carbono conquistam licita??es em Londres e no Sudeste, onde o escrut¨ªnio do Escopo 3 ¨¦ mais elevado. No geral, a geografia continua a evoluir de uma base centrada no mercado dom¨¦stico para uma divis?o equilibrada, remodelando a densidade das rotas e a implanta??o de ativos dentro do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido[4]Savills Research, "Relat¨®rio do Mercado de Im¨®veis Log¨ªsticos do Reino Unido 2025," savills.com .

Cen¨¢rio Competitivo

O mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido ¨¦ moderadamente fragmentado. Os cinco principais players respondem por uma estimativa de 34 a 38% da receita do setor, enquanto centenas de PMEs competem na subcontrata??o spot. A aquisi??o da DB Schenker pela DSV por USD 15,4 bilh?es em abril de 2025 criou o maior grupo de log¨ªstica da Europa e expandiu instantaneamente o alcance da frota certificada pelas Boas Pr¨¢ticas de Distribui??o nos pontos de biotecnologia do Reino Unido. O lan?amento de 85 frigor¨ªficos el¨¦tricos pela Culina em mar?o de 2025 estabelece um referencial de sustentabilidade e garante contratos de mercearia urbana imunes ¨¤s cobran?as de Emiss?o Zero. 

As aquisi??es estrat¨¦gicas visam capacidades de nicho em vez de escala pura. Os sites farmac¨ºuticos automatizados da GXO por USD 230 milh?es integram rob¨®tica de m¨²ltiplas temperaturas, reduzindo os tempos de separa??o ao caminh?o e garantindo a prontid?o para auditorias das Boas Pr¨¢ticas de Distribui??o. A compra de frota de 45 unidades pela Howard Tenens concentra-se nos fluxos a granel do HS2, revelando um movimento horizontal para a log¨ªstica de constru??o. A capacidade de comprovar redu??es de carbono e fornecer dados em tempo real impulsiona as vit¨®rias em licita??es premium, marginalizando os operadores que carecem de telem¨¢tica ou trilhas de auditoria do Escopo 3. 

A disrup??o digital avan?a por meio da otimiza??o de rotas com intelig¨ºncia artificial na Kinaxia, que reduziu as viagens sem carga de 27% para 16% em 2024. Os pilotos de comboios aut?nomos na M6 sinalizam um potencial adicional de compress?o de custos, embora a aprova??o regulat¨®ria ainda esteja a anos de dist?ncia. A escassez de armaz¨¦ns no Tri?ngulo Dourado impulsiona a diversifica??o regional para as Midlands Orientais e Yorkshire, for?ando as transportadoras a redesenhar redes para percursos de ¨²ltima milha mais longos, mas beneficiando aquelas com presen?a de dep¨®sitos em todo o pa¨ªs. No geral, a competi??o agora orbita em torno de certifica??o, transpar¨ºncia de dados e especializa??o de ativos, em vez de escala bruta de frota.

L¨ªderes do Setor de Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas do Reino Unido

  1. Culina Group

  2. Turners (Soham) Ltd.

  3. Wincanton PLC

  4. DSV A/S (incluindo DB Schenker)

  5. DHL Group

  6. *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica
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Desenvolvimentos Recentes do Setor

  • Mar?o de 2026: A DHL Global Forwarding assinou Memorandos de Entendimento (MoUs) com as empresas chinesas JA Solar e Haier RRS na c¨²pula DHL NOW & NEXT. Esses acordos abrangem colabora??o em log¨ªstica multimodal, armazenagem, integra??o de TMS, otimiza??o de rotas e iniciativas de sustentabilidade.
  • Mar?o de 2026: A Maritime Transport iniciou a implanta??o em todo o Reino Unido de ve¨ªculos pesados de mercadorias el¨¦tricos, apoiada por investimentos significativos em infraestrutura de carregamento de alta pot¨ºncia. Isso sinaliza um grande impulso de descarboniza??o nas opera??es de transporte rodovi¨¢rio de cargas do Reino Unido.
  • Fevereiro de 2026: A Maritime Transport inaugurou oficialmente seu novo Terminal Ferrovi¨¢rio Estrat¨¦gico de Frete no SEGRO Northampton Gateway, fortalecendo a conectividade intermodal na rede de frete do Reino Unido.
  • Maio de 2025: A Maersk anunciou tarifas internas atualizadas para o Reino Unido, com o objetivo de garantir a sustentabilidade do servi?o e a capacidade do mercado.

Sum¨¢rio do Relat¨®rio do Setor de Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas do Reino Unido

1. Introdu??o

  • 1.1 Premissas do Estudo e Defini??o do Mercado
  • 1.2 Escopo do Estudo

2. Metodologia de Pesquisa

3. Sum¨¢rio Executivo

4. Cen¨¢rio de Mercado

  • 4.1 Vis?o Geral do Mercado
  • 4.2 Distribui??o do Produto Interno Bruto (PIB) por Atividade Econ?mica
  • 4.3 Crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) por Atividade Econ?mica
  • 4.4 Desempenho e Perfil Econ?mico
    • 4.4.1 Tend¨ºncias no Setor de Com¨¦rcio Eletr?nico
    • 4.4.2 Tend¨ºncias no Setor Industrial
  • 4.5 PIB do Setor de Transporte e Armazenagem
  • 4.6 Desempenho Log¨ªstico
  • 4.7 Extens?o das Estradas
  • 4.8 Tend¨ºncias de Exporta??o
  • 4.9 Tend¨ºncias de Importa??o
  • 4.10 Tend¨ºncias de Pre?os de Combust¨ªvel
  • 4.11 Custos Operacionais do Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas
  • 4.12 Tamanho da Frota de Caminh?es por Tipo
  • 4.13 Principais Fornecedores de Caminh?es
  • 4.14 Tend¨ºncias de Tonelagem do Frete Rodovi¨¢rio
  • 4.15 Tend¨ºncias de Pre?os do Frete Rodovi¨¢rio
  • 4.16 Participa??o Modal
  • 4.17 Infla??o
  • 4.18 Quadro Regulat¨®rio
  • 4.19 An¨¢lise da Cadeia de Valor e do Canal de Distribui??o
  • 4.20 Impulsionadores do Mercado
    • 4.20.1 A moderniza??o digital de fronteiras e alf?ndegas (GVMS, BTOM) acelera os ciclos transfronteiri?os
    • 4.20.2 Megaprojetos de infraestrutura (HS2, Travessia do Baixo T?misa) impulsionam o frete de constru??o
    • 4.20.3 O crescimento dos clusters de biofabrica??o farmac¨ºutica impulsiona a demanda por transporte com controle de temperatura
    • 4.20.4 O piloto de comboio rodovi¨¢rio de 60 toneladas aumenta a produtividade nas rotas principais
    • 4.20.5 Os mandatos corporativos do Escopo 3 deslocam volumes para transportadoras certificadas de baixo carbono
    • 4.20.6 As leis de economia circular e devolu??o de produtos expandem os fluxos de log¨ªstica reversa
  • 4.21 Restri??es do Mercado
    • 4.21.1 Escassez de estacionamento noturno seguro para ve¨ªculos pesados de mercadorias em conformidade com as regras de descanso da UE 561/2006
    • 4.21.2 Escassez de im¨®veis log¨ªsticos; alugu¨¦is de armaz¨¦ns com CAGR >12% no Tri?ngulo Dourado
    • 4.21.3 Limites de cabotagem p¨®s-Brexit e restri??es de visto limitando a capacidade na alta temporada
    • 4.21.4 Interrup??es no fornecimento de pe?as e pneus prolongando o tempo de inatividade de ve¨ªculos pesados de mercadorias
  • 4.22 Inova??es Tecnol¨®gicas no Mercado
  • 4.23 An¨¢lise das Cinco For?as de Porter
    • 4.23.1 Amea?a de Novos Entrantes
    • 4.23.2 Poder de Barganha dos Compradores
    • 4.23.3 Poder de Barganha dos Fornecedores
    • 4.23.4 Amea?a de Substitutos
    • 4.23.5 Rivalidade Competitiva

5. Previs?es de Tamanho e Crescimento do Mercado (Valor, USD)

  • 5.1 Setor de Usu¨¢rio Final
    • 5.1.1 Agricultura, Pesca e Silvicultura
    • 5.1.2 Constru??o
    • 5.1.3 Ind¨²stria Manufatureira
    • 5.1.4 Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o
    • 5.1.5 Com¨¦rcio Atacadista e Varejista
    • 5.1.6 Outros
  • 5.2 Destino
    • 5.2.1 ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç
    • 5.2.2 Internacional
  • 5.3 Especifica??o de Carga
    • 5.3.1 Carga Completa por Caminh?o (FTL)
    • 5.3.2 Carga Fracionada por Caminh?o (LTL)
  • 5.4 Conteineriza??o
    • 5.4.1 Conteinerizado
    • 5.4.2 N?o Conteinerizado
  • 5.5 Dist?ncia
    • 5.5.1 Longa Dist?ncia
    • 5.5.2 Curta Dist?ncia
  • 5.6 Configura??o de Mercadorias
    • 5.6.1 Mercadorias Fluidas
    • 5.6.2 Mercadorias S¨®lidas
  • 5.7 Controle de Temperatura
    • 5.7.1 Sem Controle de Temperatura
    • 5.7.2 Com Controle de Temperatura

6. Cen¨¢rio Competitivo

  • 6.1 Concentra??o do Mercado
  • 6.2 Principais Movimentos Estrat¨¦gicos
  • 6.3 An¨¢lise de Participa??o de Mercado
  • 6.4 Perfis de Empresas (Inclui Vis?o Geral em N¨ªvel Global, Vis?o Geral em N¨ªvel de Mercado, Segmentos Principais, Dados Financeiros quando Dispon¨ªveis, Informa??es Estrat¨¦gicas, Classifica??o/Participa??o de Mercado para Empresas-Chave, Produtos e Servi?os e Desenvolvimentos Recentes)
    • 6.4.1 A.P. Moller-Maersk
    • 6.4.2 Culina Group
    • 6.4.3 DACHSER
    • 6.4.4 DFDS
    • 6.4.5 DHL Group
    • 6.4.6 DSV A/S
    • 6.4.7 Girteka
    • 6.4.8 Gist Ltd
    • 6.4.9 Gregory Distribution Ltd
    • 6.4.10 GXO Logistics (Wincanton PLC)
    • 6.4.11 Howard Tenens
    • 6.4.12 Hoyer GmbH
    • 6.4.13 Kinaxia Logistics Ltd
    • 6.4.14 Marshalls Logistics
    • 6.4.15 Nordic Transport Group A/S
    • 6.4.16 Palletways
    • 6.4.17 Turners (Soham) Ltd
    • 6.4.18 United Parcel Service of America, Inc. (UPS)
    • 6.4.19 W H Malcolm Ltd
    • 6.4.20 XPO, Inc.

7. Oportunidades de Mercado e Perspectivas Futuras

  • 7.1 Avalia??o de Espa?os em Branco e Necessidades N?o Atendidas

Escopo do Relat¨®rio do Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas do Reino Unido

Setor de Usu¨¢rio Final
Agricultura, Pesca e Silvicultura
Constru??o
Ind¨²stria Manufatureira
Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o
Com¨¦rcio Atacadista e Varejista
Outros
Destino
¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç
Internacional
Especifica??o de Carga
Carga Completa por Caminh?o (FTL)
Carga Fracionada por Caminh?o (LTL)
Conteineriza??o
Conteinerizado
N?o Conteinerizado
Dist?ncia
Longa Dist?ncia
Curta Dist?ncia
Configura??o de Mercadorias
Mercadorias Fluidas
Mercadorias S¨®lidas
Controle de Temperatura
Sem Controle de Temperatura
Com Controle de Temperatura
Setor de Usu¨¢rio FinalAgricultura, Pesca e Silvicultura
Constru??o
Ind¨²stria Manufatureira
Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o
Com¨¦rcio Atacadista e Varejista
Outros
Destino¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç
Internacional
Especifica??o de CargaCarga Completa por Caminh?o (FTL)
Carga Fracionada por Caminh?o (LTL)
Conteineriza??oConteinerizado
N?o Conteinerizado
Dist?nciaLonga Dist?ncia
Curta Dist?ncia
Configura??o de MercadoriasMercadorias Fluidas
Mercadorias S¨®lidas
Controle de TemperaturaSem Controle de Temperatura
Com Controle de Temperatura

Defini??o de mercado

  • Agricultura, Pesca e Silvicultura (AFF) - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos players do setor AFF em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de cargas. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados no cultivo de lavouras, cria??o de animais, colheita de madeira, colheita de peixes e outros animais de seus habitats naturais e na presta??o de atividades de suporte relacionadas. Nesse contexto, ao longo da cadeia de valor, os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial nas atividades de aquisi??o, armazenagem, manuseio, transporte e distribui??o para o fluxo ¨®timo e cont¨ªnuo de insumos (sementes, pesticidas, fertilizantes, equipamentos e ¨¢gua) dos fabricantes ou fornecedores para os produtores e o fluxo tranquilo de produtos (produ??o, bens agr¨ªcolas) para distribuidores/consumidores. Isso inclui tanto a log¨ªstica com controle de temperatura quanto sem controle de temperatura, conforme necess¨¢rio de acordo com a vida ¨²til das mercadorias transportadas ou armazenadas.
  • Constru??o - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos players do setor de constru??o em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de cargas. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados na constru??o, reparo e renova??o de edif¨ªcios residenciais e comerciais, infraestrutura, obras de engenharia, parcelamento e desenvolvimento de terrenos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial no aumento da rentabilidade dos projetos de constru??o, mantendo o estoque de mat¨¦rias-primas e equipamentos, suprimentos cr¨ªticos no tempo e fornecendo outros servi?os de valor agregado para o gerenciamento eficaz de projetos.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas Conteinerizado - O segmento captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de cargas em servi?os de Carga Completa por Caminh?o (FTL). O transporte rodovi¨¢rio de cargas FTL ¨¦ caracterizado como uma carga ¨²nica completa n?o combinada com outras remessas. Compreende remessas (i) dedicadas ¨¤s mercadorias de um ¨²nico expedidor (ii) transportadas diretamente de um ponto de origem para um ou mais pontos de destino (iii) compreendendo transporte de correspond¨ºncia a granel por caminh?o (iv) compreendendo servi?os de transporte por caminh?o tanto em Cont¨ºiner (Carga Completa de Cont¨ºiner, FCL) quanto sem cont¨ºiner (v) compreendendo mercadorias que exigem servi?os de transporte com ou sem controle de temperatura (vi) compreendendo transporte de l¨ªquidos a granel em tanques (vii) envolvendo transporte de res¨ªduos por caminh?o (viii) transporte de materiais perigosos por caminh?o. Os servi?os de valor agregado (SVA) relacionados de triagem, consolida??o e desconsolida??o est?o inclu¨ªdos no segmento de outros servi?os do mercado de frete e log¨ªstica.
  • Tend¨ºncias de Exporta??o e Tend¨ºncias de Importa??o - O desempenho log¨ªstico geral de uma economia est¨¢ positiva e significativamente (estatisticamente) correlacionado ao seu desempenho comercial (exporta??es e importa??es). Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, o valor total do com¨¦rcio, as principais commodities/grupos de commodities e os principais parceiros comerciais, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), foram analisados juntamente com o impacto dos principais investimentos em infraestrutura de com¨¦rcio/log¨ªstica e o ambiente regulat¨®rio.
  • Mercadorias Fluidas - O segmento captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de cargas para o transporte de l¨ªquidos a granel, frequentemente utilizados nos setores de extra??o, manufatura, processamento de alimentos e agricultura, entre outros. Inclui o transporte de l¨ªquidos como (i) Produtos qu¨ªmicos/mercadorias perigosas (por exemplo, ¨¢cidos) (ii) ?gua (pot¨¢vel e residual) (iii) Petr¨®leo e g¨¢s (upstream e downstream, como gasolina, combust¨ªvel, petr¨®leo bruto ou propano), (iv) L¨ªquidos a granel para uso alimentar (como leite ou suco), (v) Borracha, (vi) Produtos agroqu¨ªmicos, entre outros. Essas mercadorias s?o geralmente transportadas por caminh?es-tanque.
  • Pre?o do Combust¨ªvel - Os picos no pre?o do combust¨ªvel podem causar atrasos e interrup??es para os prestadores de servi?os log¨ªsticos (PSLs), enquanto as quedas no mesmo podem resultar em maior rentabilidade de curto prazo e aumento da rivalidade de mercado para oferecer aos consumidores as melhores condi??es. Portanto, as varia??es no pre?o do combust¨ªvel foram estudadas ao longo do per¨ªodo de revis?o e apresentadas juntamente com as causas e os impactos no mercado.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Carga Completa por Caminh?o (FTL) - O segmento captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de cargas em servi?os de Carga Completa por Caminh?o (FTL). O transporte rodovi¨¢rio de cargas FTL ¨¦ caracterizado como uma carga ¨²nica completa n?o combinada com outras remessas. Compreende remessas (i) dedicadas ¨¤s mercadorias de um ¨²nico expedidor (ii) transportadas diretamente de um ponto de origem para um ou mais pontos de destino (iii) compreendendo transporte de correspond¨ºncia a granel por caminh?o (iv) compreendendo servi?os de transporte por caminh?o tanto em Cont¨ºiner (Carga Completa de Cont¨ºiner, FCL) quanto sem cont¨ºiner (v) compreendendo mercadorias que exigem servi?os de transporte com ou sem controle de temperatura (vi) compreendendo transporte de l¨ªquidos a granel em tanques (vii) envolvendo transporte de res¨ªduos por caminh?o (viii) transporte de materiais perigosos por caminh?o. Os servi?os de valor agregado (SVA) relacionados de triagem, consolida??o e desconsolida??o est?o inclu¨ªdos no segmento de outros servi?os do mercado de frete e log¨ªstica.
  • Distribui??o do Produto Interno Bruto (PIB) por Atividade Econ?mica - O Produto Interno Bruto (PIB) nominal e sua distribui??o entre os principais setores econ?micos na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Como o PIB est¨¢ positivamente relacionado ¨¤ rentabilidade e ao crescimento do setor de log¨ªstica, esses dados foram utilizados em conjunto com as tabelas de insumo-produto/tabelas de oferta e utiliza??o para analisar os principais setores contribuintes potenciais para a demanda log¨ªstica.
  • Crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) por Atividade Econ?mica - O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nominal nos principais setores econ?micos, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), foi apresentado nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram utilizados para avaliar o crescimento da demanda log¨ªstica de todos os usu¨¢rios finais do mercado (setores econ?micos aqui considerados).
  • Infla??o - As varia??es tanto na Infla??o de Pre?os no Atacado (varia??o anual no ¨ªndice de pre?os ao produtor) quanto na Infla??o de Pre?os ao Consumidor foram apresentadas nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram utilizados para avaliar o ambiente inflacion¨¢rio, pois desempenha um papel vital no funcionamento tranquilo da cadeia de suprimentos, impactando diretamente os componentes de custo operacional da log¨ªstica, como pre?os de pneus, sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de energia/combust¨ªvel, custos de manuten??o, ped¨¢gios, alugu¨¦is de armaz¨¦ns, corretagem aduaneira, taxas de expedi??o, tarifas de courier, etc., impactando assim o mercado geral de frete e log¨ªstica.
  • Principais Tend¨ºncias do Setor - A se??o do relat¨®rio denominada "Principais Tend¨ºncias do Setor" inclui todas as vari¨¢veis/par?metros-chave estudados para melhor analisar as estimativas e previs?es do tamanho do mercado. Todas as tend¨ºncias foram apresentadas na forma de pontos de dados (s¨¦ries temporais ou pontos de dados mais recentes dispon¨ªveis) juntamente com a an¨¢lise do par?metro na forma de coment¨¢rios concisos e relevantes para o mercado, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
  • Principais Movimentos Estrat¨¦gicos - A a??o tomada por uma empresa para se diferenciar de seus concorrentes ou utilizada como estrat¨¦gia geral ¨¦ denominada movimento estrat¨¦gico-chave (MSC). Isso inclui (1) Acordos (2) Expans?es (3) Reestrutura??o Financeira (4) Fus?es e Aquisi??es (5) Parcerias e (6) Inova??es de Produtos. Os principais players (Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos, PSLs) do mercado foram selecionados, seus MSCs foram estudados e apresentados nesta se??o.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Carga Fracionada por Caminh?o (LTL) - O segmento captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de cargas em servi?os de Carga Fracionada por Caminh?o (LTL). O transporte rodovi¨¢rio de cargas LTL ¨¦ caracterizado por m¨²ltiplas remessas combinadas em um ¨²nico caminh?o para m¨²ltiplas entregas dentro de uma rede. Compreende estabelecimentos (i) primariamente engajados no transporte de cargas gerais e especializadas de menos de cargas completas de caminh?o, (ii) caracterizados pelo uso de terminais para consolidar remessas, geralmente de v¨¢rios expedidores, em um ¨²nico caminh?o para transporte entre um terminal de montagem de carga e um terminal de desmontagem, onde a carga ¨¦ triada e as remessas s?o redirecionadas para entrega (iv) Envio de Carga Fracionada de Cont¨ºiner (LCL)/Envio de Grupagem no caso de servi?os de transporte por caminh?o. As atividades no escopo incluem (i) coleta local, (ii) transporte de longa dist?ncia e (iii) entrega local. Os servi?os de valor agregado (SVA) relacionados de triagem, consolida??o e desconsolida??o est?o inclu¨ªdos no segmento de outros servi?os do mercado de frete e log¨ªstica.
  • Desempenho Log¨ªstico - O Desempenho Log¨ªstico e os Custos Log¨ªsticos s?o a espinha dorsal do com¨¦rcio e influenciam os custos comerciais, tornando os pa¨ªses competitivos globalmente. O desempenho log¨ªstico ¨¦ influenciado por estrat¨¦gias de gest?o da cadeia de suprimentos adotadas em todo o mercado, servi?os governamentais, investimentos e pol¨ªticas, custos de combust¨ªvel/energia, ambiente inflacion¨¢rio, etc. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, o desempenho log¨ªstico da geografia estudada (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foi analisado e apresentado ao longo do per¨ªodo de revis?o.
  • Principais Fornecedores de Caminh?es - A participa??o de mercado das marcas de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, portf¨®lio de tipos de caminh?es, pre?os de caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, inova??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos), efici¨ºncia de combust¨ªvel, op??es de financiamento, custos anuais de manuten??o, disponibilidade de substitutos, estrat¨¦gias de marketing, etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano base do estudo) do volume de vendas de caminh?es para as principais marcas e o coment¨¢rio sobre o cen¨¢rio atual do mercado e as perspectivas para o per¨ªodo de previs?o foram apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Ind¨²stria Manufatureira - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos players do setor industrial em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de cargas. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados na transforma??o qu¨ªmica, mec?nica ou f¨ªsica de materiais ou subst?ncias em novos produtos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na manuten??o de um fluxo tranquilo de mat¨¦rias-primas ao longo da cadeia de suprimentos, permitindo a entrega pontual de produtos acabados a distribuidores ou clientes finais e armazenando e fornecendo as mat¨¦rias-primas aos clientes para a manufatura just-in-time.
  • Participa??o Modal - A Participa??o Modal do Frete ¨¦ influenciada por fatores como produtividade modal, regulamenta??es governamentais, conteineriza??o, dist?ncia da remessa, requisitos de controle de temperatura, tipo de mercadorias, com¨¦rcio internacional, terreno, velocidade de entrega, peso da remessa, remessas a granel, etc. Al¨¦m disso, a participa??o modal por tonelagem (toneladas) e a participa??o modal por giro de frete (tonelada-km) diferem conforme a dist?ncia m¨¦dia das remessas, o peso dos principais grupos de commodities transportados na economia e o n¨²mero de viagens. Esta tend¨ºncia do setor representa a distribui??o do frete transportado por modo de transporte (toneladas e tonelada-km), para o ano base do estudo.
  • Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos players do setor de extra??o em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de cargas. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos que extraem s¨®lidos minerais de ocorr¨ºncia natural, como carv?o e min¨¦rios; minerais l¨ªquidos, como petr¨®leo bruto; e gases, como g¨¢s natural. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) cobrem todas as fases, do upstream ao downstream, e desempenham um papel crucial no transporte de maquin¨¢rio, equipamentos de perfura??o, minerais extra¨ªdos, petr¨®leo bruto e g¨¢s natural e produtos refinados/processados de um lugar para outro.
  • Outros Usu¨¢rios Finais - O segmento de outros usu¨¢rios finais captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos servi?os financeiros (BFSI), im¨®veis, servi?os educacionais, sa¨²de e servi?os profissionais (administrativos, gest?o de res¨ªduos, jur¨ªdicos, arquitet?nicos, de engenharia, design, consultoria, P&D cient¨ªfica) em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de cargas. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na movimenta??o confi¨¢vel de suprimentos e documentos de/para esses setores, como o transporte de qualquer equipamento ou recurso necess¨¢rio, o envio de documentos e arquivos confidenciais, a movimenta??o de bens e suprimentos m¨¦dicos (suprimentos e instrumentos cir¨²rgicos, incluindo luvas, m¨¢scaras, seringas, equipamentos), entre outros.
  • Infla??o de Pre?os ao Produtor - Indica a infla??o do ponto de vista dos produtores, ou seja, o pre?o m¨¦dio de venda recebido por sua produ??o ao longo de um per¨ªodo de tempo. A varia??o anual (varia??o anual) do ¨ªndice de pre?os ao produtor ¨¦ reportada como infla??o de pre?os no atacado na tend¨ºncia do setor "Infla??o". Como o ?ndice de Pre?os no Atacado (IPA) captura os movimentos din?micos de pre?os da forma mais abrangente, ¨¦ amplamente utilizado por governos, bancos, setores industriais e empresariais e ¨¦ considerado importante na formula??o de pol¨ªticas comerciais, fiscais e outras pol¨ªticas econ?micas. Os dados foram utilizados em conjunto com a infla??o de pre?os ao consumidor para melhor compreens?o do ambiente inflacion¨¢rio.
  • Tend¨ºncias de Pre?os do Frete Rodovi¨¢rio - Os pre?os do frete por modo de transporte (USD/tonelada-km), ao longo do per¨ªodo de revis?o, foram apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram utilizados para avaliar o ambiente inflacion¨¢rio, o impacto no com¨¦rcio, o giro de frete (tonelada-km), a demanda do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas e, consequentemente, o tamanho do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas.
  • Tend¨ºncias de Tonelagem do Frete Rodovi¨¢rio - A tonelagem de frete (peso das mercadorias em toneladas) manuseada por modo de transporte, ao longo do per¨ªodo de revis?o, foi apresentada nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram utilizados como um dos par?metros, al¨¦m da dist?ncia m¨¦dia por remessa (km), volume de frete (tonelada-km) e pre?os de frete (USD/tonelada-km), para avaliar o tamanho do mercado de transporte de cargas.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas - A contrata??o de um prestador de servi?os log¨ªsticos (PSL) de transporte rodovi¨¢rio de cargas ou transportador (log¨ªstica terceirizada) para o transporte de commodities constitui o mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas. O escopo do estudo inclui (i) transporte rodovi¨¢rio de mercadorias reportado por transportadores registrados nos pa¨ªses relatores (ii) transporte de mat¨¦rias-primas ou produtos manufaturados (s¨®lidos e fluidos) (iii) transporte utilizando ve¨ªculos motorizados comerciais (caminh?es r¨ªgidos ou tratores com semirreboque) (iv) transporte de Carga Completa por Caminh?o (FTL) ou Carga Fracionada por Caminh?o (LTL) (v) transporte conteinerizado ou n?o conteinerizado (vi) transporte com ou sem controle de temperatura (vii) transporte de curta ou longa dist?ncia (transporte rodovi¨¢rio, OTR) (viii) transporte de bens de escrit¨®rio ou dom¨¦sticos usados (mudan?as e embalagens) (ix) outro transporte especializado de carga (mercadorias perigosas, carga superdimensionada) e (x) remessas de entrega de primeira milha/milha intermedi¨¢ria/¨²ltima milha terceirizadas realizadas por players de transporte rodovi¨¢rio de cargas. O escopo n?o inclui (i) transporte realizado por transportadores registrados em outros pa¨ªses (ii) mercado de entrega de refei??es de ¨²ltima milha (iii) mercado de entrega de mercearia (iv) transporte via rede rodovi¨¢ria realizado/reportado por players de Courier, Expresso e Encomendas (CEP).
  • Extens?o das Estradas - Como a infraestrutura desempenha um papel vital no desempenho log¨ªstico de uma economia, vari¨¢veis como extens?o das estradas, distribui??o da extens?o das estradas por categoria de superf¨ªcie (pavimentada vs. n?o pavimentada), distribui??o da extens?o das estradas por classifica??o de estrada (vias expressas vs. rodovias vs. outras estradas) foram analisadas e apresentadas nesta tend¨ºncia do setor.
  • Receita Segmental - A Receita Segmental foi triangulada ou calculada e apresentada para todos os principais players do mercado. Refere-se ¨¤ receita espec¨ªfica do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas obtida pela empresa, ao longo do ano base do estudo, na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio). ? calculada por meio do estudo e an¨¢lise dos principais par?metros como dados financeiros, portf¨®lio de servi?os, quadro de funcion¨¢rios, tamanho da frota, investimentos, n¨²mero de pa¨ªses em que est¨¢ presente, principais economias de interesse, etc., que foram reportados pela empresa em seus relat¨®rios anuais e p¨¢ginas da web. Para empresas com escassas divulga??es financeiras, foram utilizados bancos de dados pagos como D&B Hoovers e Dow Jones Factiva, verificados por meio de intera??es com o setor/especialistas.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas de Curta Dist?ncia - O segmento captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de cargas no transporte local por caminh?o (menos de 100 milhas). Inclui o transporte rodovi¨¢rio de mercadorias (i) dentro de uma ¨²nica ¨¢rea administrativa e seu hinterland, (ii) por caminh?es menores e caminhonetes (iii) por meio de servi?os conteinerizados e de gran¨¦is secos (iv) intermodal a partir de portos, terminais de cont¨ºineres ou aeroportos e (v) remessas de entrega de primeira milha/¨²ltima milha terceirizadas realizadas por players de transporte rodovi¨¢rio de cargas.
  • PIB do Setor de Transporte e Armazenagem - O valor e o crescimento do PIB do Setor de Transporte e Armazenagem t¨ºm uma rela??o direta com o tamanho do mercado de frete e log¨ªstica e, consequentemente, com o tamanho do mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas. Portanto, esta vari¨¢vel foi estudada e apresentada ao longo do per¨ªodo de revis?o, em termos de valor (USD) e como participa??o % do PIB total, nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram apoiados por coment¨¢rios concisos e relevantes sobre os investimentos, desenvolvimentos e o cen¨¢rio atual do mercado.
  • Tend¨ºncias no Setor de Com¨¦rcio Eletr?nico - A melhoria da conectividade ¨¤ internet e o boom na penetra??o de smartphones, aliados ao aumento da renda dispon¨ªvel, levaram a um crescimento fenomenal no mercado de com¨¦rcio eletr?nico globalmente. Os compradores online exigem entrega r¨¢pida e eficiente de seus pedidos, levando a um aumento na demanda por servi?os log¨ªsticos, especialmente servi?os de atendimento de com¨¦rcio eletr?nico. Portanto, o Valor Bruto de Mercadoria (GMV), o crescimento hist¨®rico e projetado, o detalhamento dos principais grupos de commodities no setor de com¨¦rcio eletr?nico para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Tend¨ºncias no Setor Industrial - O setor industrial envolve a transforma??o de mat¨¦rias-primas em produtos acabados, enquanto o setor de log¨ªstica garante o fluxo eficiente de mat¨¦rias-primas para a f¨¢brica e o transporte dos produtos manufaturados para os distribuidores e consumidores. A oferta e a demanda de ambos os setores s?o altamente interligadas e cr¨ªticas para uma cadeia de suprimentos cont¨ªnua. Portanto, o Valor Adicionado Bruto (VAB), o detalhamento do VAB nos principais setores industriais e o crescimento do setor industrial ao longo do per¨ªodo de revis?o foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Tamanho da Frota de Caminh?es por Tipo - A participa??o de mercado dos tipos de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, principais setores de usu¨¢rios finais, pre?os de caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, disrup??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos), etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano base do estudo) do volume do parque de caminh?es por tipo de caminh?o, os disruptores do mercado, os investimentos em fabrica??o de caminh?es, as especifica??es de caminh?es, as regulamenta??es de uso e importa??o de caminh?es e as perspectivas para o per¨ªodo de previs?o foram apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Custos Operacionais do Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas - As principais raz?es para medir/comparar o desempenho log¨ªstico de qualquer empresa de transporte rodovi¨¢rio de cargas s?o reduzir os custos operacionais e aumentar a rentabilidade. Por outro lado, a medi??o dos custos operacionais ajuda a identificar se e onde fazer mudan?as operacionais para controlar despesas e identificar ¨¢reas para melhorar o desempenho. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, os custos operacionais do transporte rodovi¨¢rio de cargas e as vari¨¢veis envolvidas, como sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de combust¨ªvel, custos de reparos e manuten??o, custos de pneus, etc., foram estudados ao longo do ano base do estudo e apresentados para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
  • Com¨¦rcio Atacadista e Varejista - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) com log¨ªstica incorridos pelos atacadistas e varejistas em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de cargas. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados na venda no atacado ou no varejo de mercadorias, geralmente sem transforma??o, e na presta??o de servi?os incidentais ¨¤ venda de mercadorias. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na movimenta??o confi¨¢vel de suprimentos e produtos acabados das casas de produ??o para os distribuidores e, finalmente, para o cliente final, cobrindo atividades como sourcing de materiais, transporte, atendimento de pedidos, armazenagem e estocagem, previs?o de demanda, gest?o de estoque, etc.
Palavra-chaveDefini??o
CabotagemTransporte rodovi¨¢rio por um ve¨ªculo motorizado registrado em um pa¨ªs realizado no territ¨®rio nacional de outro pa¨ªs.
Cross-DockingO cross-docking ¨¦ um procedimento log¨ªstico em que os produtos de um fornecedor ou planta de fabrica??o s?o distribu¨ªdos diretamente a um cliente ou rede varejista com tempo m¨ªnimo ou nenhum tempo de manuseio ou armazenagem. O cross-docking ocorre em um terminal de distribui??o; geralmente composto por caminh?es e portas de doca em dois lados (entrada e sa¨ªda) com espa?o m¨ªnimo de armazenagem. O nome 'cross-docking' explica o processo de recebimento de produtos por meio de uma doca de entrada e, em seguida, transferi-los pela doca para a doca de transporte de sa¨ªda.
Com¨¦rcio CruzadoTransporte rodovi¨¢rio internacional entre dois pa¨ªses diferentes realizado por um ve¨ªculo motorizado rodovi¨¢rio registrado em um terceiro pa¨ªs. Um terceiro pa¨ªs ¨¦ um pa¨ªs diferente do pa¨ªs de carregamento/embarque e do pa¨ªs de descarregamento/desembarque.
Mercadorias PerigosasAs classes de mercadorias perigosas transportadas por estrada s?o aquelas definidas pela d¨¦cima quinta edi??o revisada das Recomenda??es das Na??es Unidas sobre o Transporte de Mercadorias Perigosas, Na??es Unidas, Genebra 2007. Incluem Classe 1: Explosivos; Classe 2: Gases; Classe 3: L¨ªquidos Inflam¨¢veis; Classe 4: S¨®lidos inflam¨¢veis - subst?ncias sujeitas a combust?o espont?nea; subst?ncias que, em contato com a ¨¢gua, emitem gases inflam¨¢veis; Classe 5: Subst?ncias oxidantes e per¨®xidos org?nicos; Classe 6: Subst?ncias t¨®xicas e infecciosas; Classe 7: Material radioativo e Classe 8: Subst?ncias corrosivas, Classe 9: Subst?ncias e artigos perigosos diversos.
Remessa DiretaA remessa direta ¨¦ um m¨¦todo de entrega de mercadorias do fornecedor ou do propriet¨¢rio do produto diretamente ao cliente. Na maioria dos casos, o cliente encomenda as mercadorias ao propriet¨¢rio do produto. Este esquema de entrega reduz os custos de transporte e armazenagem, mas requer planejamento e administra??o adicionais.
DrayageO drayage ¨¦ uma forma de servi?o de transporte por caminh?o que conecta os diferentes modos de envio (intermodal), como frete mar¨ªtimo ou a¨¦reo. ? uma viagem de curta dist?ncia que transporta mercadorias de um lugar para outro, geralmente antes ou depois do processo de envio de longa dist?ncia. Os caminh?es de drayage movem cargas de e para v¨¢rios destinos, como navios porta-cont¨ºineres, p¨¢tios de armazenagem, armaz¨¦ns de atendimento de pedidos e p¨¢tios ferrovi¨¢rios. Normalmente, o drayage transporta mercadorias apenas em curtas dist?ncias e opera apenas em uma ¨¢rea metropolitana. Tamb¨¦m requer apenas um motorista em um ¨²nico turno. Mas, apesar disso, desempenha um papel importante no envio de longa dist?ncia porque leva as mercadorias ¨¤ carga e vice-versa. Torna o transporte intermodal muito mais eficiente e permite a transfer¨ºncia cont¨ªnua de mercadorias ao cliente final.
Furg?o SecoUm furg?o seco ¨¦ um tipo de semirreboque totalmente fechado para proteger as remessas dos elementos externos. Projetado para transportar cargas paletizadas, encaixotadas ou soltas, os furg?es secos n?o t¨ºm controle de temperatura (ao contr¨¢rio das unidades refrigeradas "reefer") e n?o podem transportar remessas superdimensionadas (ao contr¨¢rio dos reboques de plataforma).
Demanda FinalA demanda final inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidos como uso final e pode incluir consumo pessoal, ou consumo pelo governo, por empresas como investimento de capital e como exporta??es. Inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidos como uso final e pode incluir consumo pessoal, ou consumo pelo governo, por empresas como investimento de capital e como exporta??es.
Caminh?o de PlataformaUm caminh?o de plataforma ¨¦ um tipo de caminh?o com design r¨ªgido. Possui uma carroceria traseira em formato plano para facilitar o carregamento e descarregamento de mercadorias. O caminh?o de plataforma ¨¦ usado principalmente para transportar mercadorias pesadas, superdimensionadas, largas e n?o delicadas, como maquin¨¢rio, materiais de constru??o ou equipamentos. Devido ¨¤ carroceria aberta do caminh?o, as mercadorias transportadas com ele n?o devem ser vulner¨¢veis ¨¤ chuva. Por funcionalidade, o caminh?o de plataforma ¨¦ compar¨¢vel a um reboque de plataforma.
³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ de EntradaA log¨ªstica de entrada ¨¦ a forma como os materiais e outros bens s?o trazidos para uma empresa. Este processo inclui as etapas para encomendar, receber, armazenar, transportar e gerenciar os suprimentos recebidos. A log¨ªstica de entrada concentra-se na parte de oferta da equa??o oferta-demanda.
Demanda Intermedi¨¢riaA demanda intermedi¨¢ria inclui bens, servi?os e constru??o de manuten??o e reparo vendidos a empresas, excluindo investimento de capital.
Carregado InternacionalmenteLocal de carregamento de mercadorias no pa¨ªs relator (ou seja, pa¨ªs em que o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de descarregamento em um pa¨ªs diferente.
Descarregado InternacionalmenteLocal de descarregamento de mercadorias no pa¨ªs relator (ou seja, pa¨ªs em que o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de carregamento em um pa¨ªs diferente.
Carga Fora de Padr?oA carga Fora de Padr?o (OOG) ¨¦ qualquer carga que n?o pode ser carregada em cont¨ºineres de seis lados simplesmente porque ¨¦ muito grande. O termo ¨¦ uma classifica??o muito ampla de toda a carga com dimens?es al¨¦m das dimens?es m¨¢ximas do cont¨ºiner 40HC. Ou seja, um comprimento superior a 12,05 metros ¨C uma largura superior a 2,33 metros ¨C ou uma altura superior a 2,59 metros.
PaletesPlataforma elevada, destinada a facilitar o levantamento e o empilhamento de mercadorias.
Carga ParcialUma carga parcial descreve mercadorias que preenchem apenas parcialmente um caminh?o. Em ess¨ºncia, a quantidade da remessa ¨¦ maior do que a remessa de Carga Fracionada por Caminh?o (LTL). Al¨¦m disso, a remessa n?o pode ocupar totalmente um caminh?o, ou seja, sua capacidade ¨¦ muito menor do que uma remessa de Carga Completa por Caminh?o (FTL).
Estrada PavimentadaEstrada com superf¨ªcie de pedra britada (macadame) com ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminosos, com concreto ou com paralelep¨ªpedos.
³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ ReversaA log¨ªstica reversa compreende o setor das cadeias de suprimentos que processa qualquer coisa que retorna para dentro da cadeia de suprimentos ou que viaja 'para tr¨¢s' pela cadeia de suprimentos.
Servi?o de Transporte Rodovi¨¢rio de CargasA contrata??o de uma ag¨ºncia de transporte por caminh?o para o transporte de commodities (mat¨¦rias-primas ou produtos manufaturados, incluindo s¨®lidos e l¨ªquidos) da origem a um destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional) constitui o mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas. O servi?o pode ser de Carga Completa por Caminh?o ou Carga Fracionada por Caminh?o, conteinerizado ou n?o conteinerizado, com ou sem controle de temperatura, de curta ou longa dist?ncia.
Ve¨ªculo TautlinerTautliner e cortineiro s?o usados como nomes gen¨¦ricos para caminh?es/reboques com cortinas laterais. As cortinas s?o fixadas permanentemente a um trilho no topo e a trilhos/postes remov¨ªveis na frente e na traseira, permitindo que as cortinas sejam abertas e empilhadeiras usadas ao longo dos lados para carregamento e descarregamento f¨¢cil e eficiente. Quando fechadas para viagem, as correias de reten??o de carga vertical s?o fixadas a um trilho de corda sob a plataforma do caminh?o, conectando a plataforma do caminh?o e a cortina ao longo de ambos os lados. Guindastes em cada extremidade da cortina a tensionam, da¨ª o nome 'Tautliner'. Isso impede que a cortina bata ou tamborilem no vento e tamb¨¦m pode ajudar a reter cargas leves de deslizarem lateralmente.
Transporte por Aluguel ou Remunera??oO transporte de mercadorias mediante remunera??o.
Estrada N?o PavimentadaEstrada com base estabilizada n?o revestida com pedra britada, ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminosos, concreto ou paralelep¨ªpedos.

Metodologia de Pesquisa

A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.

  • Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis-Chave: A fim de construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e os fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos dispon¨ªveis do mercado. Por meio de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o do mercado s?o definidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
  • Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: As estimativas de tamanho de mercado para os anos de previs?o s?o em termos nominais. A infla??o ¨¦ considerada parte da precifica??o, e o pre?o m¨¦dio de venda (PMS) varia ao longo do per¨ªodo de previs?o para cada pa¨ªs.
  • Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e avalia??es dos analistas s?o validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em diferentes n¨ªveis e fun??es para gerar uma vis?o hol¨ªstica do mercado estudado.
  • Etapa 4: Resultados da Pesquisa: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Projetos de Consultoria Personalizada, Bancos de Dados e Plataformas de Assinatura
Metodologia de Pesquisa
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.