Tamanho e Participa??o do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Austr¨¢lia

An¨¢lise do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Austr¨¢lia por ºÚÁϲ»´òìÈ
O tamanho do mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia foi avaliado em USD 99,08 bilh?es em 2025 e estima-se que cres?a de USD 103,2 bilh?es em 2026 para atingir USD 126,52 bilh?es at¨¦ 2031, a uma CAGR de 4,16% durante o per¨ªodo de previs?o (2026-2031). O crescimento reflete a resili¨ºncia do setor durante os choques na cadeia de suprimentos e sua r¨¢pida adapta??o ao atendimento do com¨¦rcio eletr?nico, modelos de estoque descentralizados e redes de distribui??o regionais. Os gastos do setor p¨²blico, liderados pelo programa Inland Rail de USD 14,5 bilh?es, est?o reduzindo os custos de rotas em at¨¦ 20% e catalisando uma mudan?a de longo prazo do modal rodovi¨¢rio para o ferrovi¨¢rio no corredor estrat¨¦gico Melbourne-Brisbane. Projetos paralelos de automa??o portu¨¢ria, juntamente com plataformas digitais de visibilidade de cargas, est?o reduzindo o tempo ocioso e ampliando a utiliza??o dos ativos. A ado??o de tecnologia ¡ª desde a otimiza??o de rotas baseada em IA at¨¦ a automa??o de armaz¨¦ns ¡ª est¨¢ comprimindo os prazos de entrega enquanto modera as press?es salariais e de pre?os de combust¨ªvel. Ao mesmo tempo, os mandatos de sustentabilidade est?o orientando grandes operadores para caminh?es el¨¦tricos, ferrovias aut?nomas e armaz¨¦ns de baixo carbono, criando novos caminhos para a diferencia??o competitiva.
Principais Conclus?es do Relat¨®rio
- Por fun??o log¨ªstica, o transporte de cargas detinha 64,10% da participa??o de mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia em 2025, enquanto courier, expresso e encomendas (CEP) registrou a CAGR mais r¨¢pida de 4,92% entre 2026-2031.
- Por modal de transporte de cargas, o frete rodovi¨¢rio dominou com uma participa??o de receita de 67,10% em 2025, enquanto os dutos est?o projetados para crescer mais rapidamente com uma CAGR de 5,94% entre 2026-2031.
- Por setor de usu¨¢rio final, a manufatura liderou com 24,45% do tamanho do mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia em 2025; o com¨¦rcio atacadista e varejista deve registrar a CAGR mais alta de 4,55% entre 2026-2031.
- Por servi?o de agenciamento de cargas, o agenciamento de cargas a¨¦reas representou 40,70% da participa??o de receita em 2025, enquanto o agenciamento de cargas mar¨ªtimas e por hidrovias interiores deve expandir-se a uma CAGR de 4,52% entre 2026-2031.
- Por servi?o de courier, expresso e encomendas, os fluxos dom¨¦sticos de CEP comandaram uma participa??o de 62,40% em 2025, enquanto o CEP internacional est¨¢ no caminho para a CAGR mais r¨¢pida de 5,05% entre 2026-2031.
- Por tipo de armazenagem e estocagem, as instala??es sem controle de temperatura capturam uma participa??o de 91,60% em 2025, com a armazenagem com controle de temperatura avan?ando a uma CAGR de 4,10% entre 2026-2031.
Nota: Os n¨²meros de tamanho de mercado e previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e insights mais recentes dispon¨ªveis at¨¦ 2026.
Tend¨ºncias e Perspectivas do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Austr¨¢lia
An¨¢lise de Impacto dos Impulsionadores*
| Impulsionador | (~) % de Impacto na Previs?o de CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Prazo de Impacto |
|---|---|---|---|
| Boom do com¨¦rcio eletr?nico acelerando os volumes de encomendas B2C | +0.8% | Nacional ¡ª metr¨®poles de Sydney, Melbourne, Brisbane | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Grande pipeline de infraestrutura p¨²blica (ferrovia interior, automa??o portu¨¢ria) | +0.6% | Corredor QLD-NSW-VIC mais portos de SA e WA | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Migra??o das PMEs para a terceiriza??o log¨ªstica (3PL) | +0.5% | Nacional ¡ª polos de manufatura regionais | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Expans?o de acordos comerciais bilaterais e multilaterais | +0.4% | Nacional ¡ª rotas comerciais da ?sia-Pac¨ªfico | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| R¨¢pida ado??o de plataformas digitais de correspond¨ºncia e visibilidade de cargas | +0.3% | Nacional ¡ª corredores de frete urbanos | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Corredores de log¨ªstica por drones para minera??o em ¨¢reas remotas | +0.2% | Regi?es de minera??o de WA, NT, QLD | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
Boom do Com¨¦rcio Eletr?nico Acelerando os Volumes de Encomendas B2C
O tr¨¢fego de encomendas do com¨¦rcio eletr?nico cresceu 15% em 2024, levando o Australia Post Group a estender a cobertura de entrega no mesmo dia para 85% dos c¨®digos postais de Sydney e Melbourne. Marketplaces chineses como o Temu adicionaram 1,66 milh?o de usu¨¢rios locais, injetando novos picos de demanda que sobrecarregam a capacidade da ¨²ltima milha. Os modelos de atendimento est?o se deslocando para micro-armaz¨¦ns pr¨®ximos a centros populacionais, reduzindo a ¨¢rea das instala??es em 30%, mas elevando o rendimento por metro quadrado em 25%. As transportadoras regionais responderam com redes de hub-and-spoke que contornam a triagem metropolitana legada, reduzindo os prazos de entrega interestaduais em at¨¦ um dia. Essas din?micas devem manter os volumes de CEP em uma trajet¨®ria anual superior a 5%, refor?ando as perspectivas de crescimento para o mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia[1]"Vis?o Geral do Projeto Inland Rail," Departamento de Infraestrutura, infrastructure.gov.au .
Grande Pipeline de Infraestrutura P¨²blica
O Inland Rail de 1.700 km, previsto para conclus?o em 2027, reduzir¨¢ o tempo de tr?nsito Melbourne-Brisbane em 10 horas e os custos ponta a ponta em 20% para cargas a granel e em cont¨ºineres. Paralelamente, a Expans?o Ferrovi¨¢ria de Botany em Sydney est¨¢ aumentando a capacidade de movimenta??o de cont¨ºineres portu¨¢rios em 40% por meio de guindastes de empilhamento automatizados. Esses projetos, juntamente com melhorias vi¨¢rias direcionadas, elevam a participa??o do modal ferrovi¨¢rio no frete intercapitais de 49% em 2024 para uma proje??o de 55% at¨¦ 2030. O monitoramento em tempo real da sa¨²de dos ativos e a manuten??o preditiva reduzem ainda mais o tempo de inatividade n?o programado em aproximadamente um ter?o, sustentando o crescimento est¨¢vel da capacidade[2]"Atualiza??o do Progresso do Inland Rail," Corpora??o Australiana de Infraestrutura Ferrovi¨¢ria, artc.com.au.
Migra??o das PMEs para a Terceiriza??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ (3PL)
Trinta e cinco por cento das PMEs australianas implantaram solu??es log¨ªsticas habilitadas por IA em 2024, obtendo economias m¨¦dias de custos de 18% e redu??es no prazo de entrega de 22%. Fabricantes de menor porte est?o cada vez mais terceirizando a armazenagem e o transporte para operadores 3PL para evitar a implanta??o intensiva em capital de redes pr¨®prias. As plataformas de log¨ªstica em nuvem reduzem a lacuna tecnol¨®gica urbano-regional, permitindo que empresas rurais orquestrem remessas multimodais com custo operacional m¨ªnimo. Os contratos baseados em resultados levam os prestadores a incorporar an¨¢lises de desempenho que otimizam o posicionamento de estoque e o roteamento da ¨²ltima milha, fortalecendo o valor estrat¨¦gico do canal 3PL no setor de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia.
Expans?o de Acordos Comerciais Bilaterais e Multilaterais
O ChAFTA ajudou as exporta??es australianas para a China a crescerem 149,5% ao longo de sua primeira d¨¦cada, aumentando a demanda por espa?os em cont¨ºineres e capacidade de cadeia de frio. O RCEP est¨¢ padronizando os processos alfandeg¨¢rios em 15 economias, reduzindo os tempos de ciclo de documenta??o em 30% e apoiando modelos just-in-time para produtos perec¨ªveis. Os certificados fitossanit¨¢rios digitais j¨¢ est?o reduzindo o tempo de perman¨ºncia em porto em 2,5 dias para carnes e produtos agr¨ªcolas. Os investimentos em armazenamento de grau farmac¨ºutico e frotas de cont¨ºineres frigor¨ªficos est?o acompanhando esse aumento de volumes impulsionado pelo com¨¦rcio, refor?ando o papel do agenciamento internacional no mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia[3]"Ado??o de IA pelas PMEs pelo Centro Nacional de IA 2024," Departamento de Ind¨²stria, Ci¨ºncia e Recursos, industry.gov.au .
An¨¢lise de Impacto das Restri??es*
| Restri??o | (~) % de Impacto na Previs?o de CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Prazo de Impacto |
|---|---|---|---|
| Escassez aguda de motoristas de caminh?o e envelhecimento da for?a de trabalho | ¨C0.7% | Nacional ¡ª regi?es regionais e remotas | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Alta volatilidade dos pre?os de combust¨ªvel e limites de repasse de sobretaxas | ¨C0.4% | Nacional ¡ª rotas de longa dist?ncia | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Inspe??es r¨ªgidas de biosseguran?a retardando os fluxos transfronteiri?os | ¨C0.3% | Portos e aeroportos ¡ª QLD, NSW | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Perturba??es nas rela??es de trabalho nos principais portos | ¨C0.2% | Sydney, Melbourne, Brisbane, Adelaide, Fremantle | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
Escassez Aguda de Motoristas de Caminh?o e Envelhecimento da For?a de Trabalho
Oitenta por cento dos operadores de frete rodovi¨¢rio relatam vagas n?o preenchidas, com um d¨¦ficit nacional de 26.000 motoristas projetado para 2030. A idade m¨¦dia do motorista ¨¦ de 52 anos e apenas 12% t¨ºm menos de 35 anos, criando risco de sucess?o. As exig¨ºncias obrigat¨®rias de licenciamento de v¨¢rios anos e os obst¨¢culos de seguro desencorajam os candidatos mais jovens, especialmente em regi?es remotas onde as condi??es das rotas adicionam complexidade ao treinamento. A infla??o salarial atingiu 8,5% em 2024, corroendo as margens operacionais em todo o mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia. Os pilotos de caminh?es aut?nomos na minera??o oferecem um vislumbre de al¨ªvio, mas escalar al¨¦m de corredores controlados exigir¨¢ legisla??o harmonizada de seguran?a rodovi¨¢ria e infraestrutura de sensores ¨¤ beira da estrada.
Alta Volatilidade dos Pre?os de Combust¨ªvel e Restri??es de Sobretaxas
Oscila??es do diesel de at¨¦ 35% durante 2024 reduziram 2,3 pontos percentuais das margens de todo o setor. Os contratos geralmente repassam as mudan?as de custos com uma defasagem de 30 a 60 dias, pressionando o fluxo de caixa das PMEs. Embora caminh?es el¨¦tricos de grande porte estejam entrando nas frotas metropolitanas, as limita??es de alcance e carregamento confinam a implanta??o ¨¤s rotas de curta dist?ncia. Os operadores maiores protegem a exposi??o ao combust¨ªvel por meio de derivativos financeiros, mas as transportadoras menores frequentemente carecem de linhas de cr¨¦dito ou capacidades de gest?o financeira, refor?ando a fragmenta??o do setor[4]"Relat¨®rio de Revis?o do ChAFTA," Comit¨º Conjunto Parlamentar Permanente sobre Tratados, aph.gov.au .
*Nossas previs?es tratam os impactos dos impulsionadores e restri??es como direcionais, e n?o aditivos. As previs?es de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composi??o e as intera??es entre vari¨¢veis.
An¨¢lise de Segmentos
Por Setor de Usu¨¢rio Final: Lideran?a da Manufatura com Acelera??o do Varejo
A manufatura captou 24,45% da receita de 2025, aproveitando a capacidade multimodal para os fluxos de entrada de mat¨¦rias-primas e exporta??es de produtos acabados. A log¨ªstica de constru??o expandiu-se junto com os pipelines de infraestrutura p¨²blica, estimulando a demanda por expertise em transporte de cargas pesadas e cargas de projeto.
O com¨¦rcio atacadista e varejista est¨¢ projetado para crescer a uma CAGR de 4,55% (2026-2031), espelhando o crescimento omnicanal que multiplica os n¨®s de micro-atendimento. Os volumes da cadeia de frio provenientes de produtos farmac¨ºuticos e da agricultura est?o crescendo rapidamente, sustentados por padr?es mais rigorosos de integridade de temperatura; espera-se que sua participa??o no tamanho do mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia se amplie consideravelmente at¨¦ 2031.

Por Fun??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹: Domin?ncia do Transporte em Meio ¨¤ Acelera??o do CEP
O transporte de cargas representou 64,10% do mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia em 2025, uma vez que commodities a granel e rotas de reabastecimento interestaduais impulsionaram a demanda de alta tonelagem. O CEP, embora menor, avan?a a uma CAGR de 4,92% entre 2026-2031 sob as press?es de ¨²ltima milha do com¨¦rcio eletr?nico. A armazenagem com controle de temperatura cresceu de forma constante a uma CAGR de 4,10% (2026-2031), impulsionada pela descentraliza??o que aproxima o estoque dos compradores.
As crescentes densidades de encomendas e as expectativas dos clientes por janelas de entrega no mesmo dia est?o levando os varejistas a terceirizar o atendimento, expandindo a base de receita do CEP mais rapidamente do que o tamanho geral do mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia. Enquanto isso, a CAGR de 4,52% do agenciamento de cargas reflete a complexidade da conformidade transfronteiri?a e o apetite por servi?os integrados de visibilidade e corretagem.
Por Courier, Expresso e Encomendas: For?a Dom¨¦stica com Impulso Internacional
Os fluxos dom¨¦sticos de encomendas controlavam 62,40% da receita de CEP de 2025 gra?as ¨¤ profunda rede de ¨²ltima milha do Australia Post Group. O CEP internacional est¨¢ em um caminho de CAGR de 5,05% (2026-2031) ¨¤ medida que os marketplaces transfronteiri?os se expandem. Os modelos de motoristas gig colaborativos est?o colmatando as lacunas de capacidade nos picos de feriados e em cidades regionais, reduzindo as janelas de entrega em 15-20%.
Os investimentos em triagem automatizada e planejamento de rotas guiado por IA est?o aumentando a produtividade de encomendas por courier, garantindo que o CEP continue superando o mercado mais amplo de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia.
Por Armazenagem e Estocagem: Controle sem Temperatura com Crescimento da Cadeia de Frio
Os armaz¨¦ns sem controle de temperatura reinam com 91,60% de participa??o na receita em 2025, mas o espa?o com controle de temperatura ¨¦ o que cresce mais rapidamente, a uma CAGR de 4,10% (2026-2031), impulsionado pela distribui??o de vacinas e exporta??es de alimentos frescos. Os sistemas automatizados de armazenagem e recupera??o aumentam o rendimento das instala??es em at¨¦ 40%, ao mesmo tempo que reduzem os gastos com m?o de obra em 25%.
Telhados solares e resfriadores com efici¨ºncia energ¨¦tica est?o surgindo como caracter¨ªsticas padr?o ¨¤ medida que os operadores buscam metas de neutralidade de carbono. A Lineage Logistics sozinha aumentou a capacidade nacional de frio em 25% em 2024, sublinhando a confian?a na tend¨ºncia de alta da demanda com controle de temperatura dentro do mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia.
Por Transporte de Cargas: Domin?ncia Rodovi¨¢ria com Inova??o em Dutos
O frete rodovi¨¢rio manteve uma participa??o de receita de 67,10% em 2025 devido ¨¤ sua versatilidade porta a porta em todo o territ¨®rio disperso da Austr¨¢lia. A participa??o ferrovi¨¢ria aumentar¨¢ quando o Inland Rail entrar em opera??o, mas permanece ancorada aos corredores de gran¨¦is. Os dutos, embora partindo de uma base menor, est?o programados para uma CAGR de 5,94% (2026-2031) ¨¤ medida que os projetos de GNL, hidrog¨ºnio e polpa de minera??o entram em opera??o.
As vias mar¨ªtimas e hidrovias interiores mant¨ºm crescimento na cabotagem costeira e nas exporta??es agr¨ªcolas em cont¨ºineres, diversificando a escolha modal e moderando o congestionamento rodovi¨¢rio ao longo da costa leste. Mercadorias de alto valor e pe?as sobressalentes urgentes sustentam o nicho do frete a¨¦reo, refor?ando sua fatia de 40,70% da receita de agenciamento de cargas em 2025 no mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia.

Por Agenciamento de Cargas: Lideran?a A¨¦rea com Crescimento Mar¨ªtimo
O agenciamento de cargas a¨¦reas garantiu uma participa??o de mercado de 40,70% em 2025, impulsionado por produtos farmac¨ºuticos, eletr?nicos e perec¨ªveis que valorizam a velocidade acima do custo. O agenciamento mar¨ªtimo est¨¢ acelerando a uma CAGR de 4,52% (2026-2031) ¨¤ medida que os sistemas digitais de conhecimento de embarque comprimem os ciclos alfandeg¨¢rios e o RCEP impulsiona os volumes da ?sia-Pac¨ªfico.
Os pilotos de blockchain em finan?as comerciais e liquida??o por contratos inteligentes est?o reduzindo os custos de documenta??o e aprimorando a rastreabilidade de carga. Os operadores de nicho que dominam a carga de projeto, mercadorias perigosas e corretagem alfandeg¨¢ria est?o conquistando posi??es defens¨¢veis em meio ¨¤ transpar¨ºncia de pre?os impulsionada por plataformas que permeia o setor de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia.
An¨¢lise Geogr¨¢fica
Nova Gales do Sul, Victoria e Queensland trataram coletivamente cerca de 74,80% dos volumes nacionais de frete em 2025, refletindo suas densas popula??es, clusters de manufatura e infraestrutura portu¨¢ria. Sydney e Melbourne ancoram as redes dom¨¦sticas de hub-and-spoke, beneficiando-se de rodovias de m¨²ltiplas faixas, terminais intermodais e abundante m?o de obra.
A Austr¨¢lia Ocidental det¨¦m a maior parte das exporta??es de minera??o; seus corredores de min¨¦rio de ferro e GNL fomentam sistemas ferrovi¨¢rios e portu¨¢rios especializados que se integram perfeitamente ¨¤s rotas de navega??o com destino ¨¤ ?sia. A Austr¨¢lia do Sul e a Tasm?nia, embora menores, preenchem fun??es de nicho: Adelaide em log¨ªstica automotiva e de vinhos; Hobart e Launceston em fluxos de cadeia de frio para produtos agr¨ªcolas.
Os corredores regionais e remotos sofrem desproporcionalmente com a escassez de motoristas e os choques nos pre?os de combust¨ªvel. Os marketplaces digitais de frete est?o aliviando parcialmente as taxas de retorno vazio, enquanto os fundos federais de melhorias rodovi¨¢rias e os pilotos de drones no Pilbara prometem al¨ªvio incremental nos custos. Essas interven??es ir?o reduzir gradualmente as disparidades nos n¨ªveis de servi?o, fortalecendo a conectividade nacional para o mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia.
Panorama Competitivo
A estrutura do setor ¨¦ fragmentada: o Australia Post Group domina o CEP, mas o frete rodovi¨¢rio est¨¢ dividido entre milhares de PMEs. O Toll Group, a Linfox e a Aurizon Holdings Limited est?o usando investimentos em tecnologia e sustentabilidade ¡ª como a frota de ve¨ªculos el¨¦tricos de USD 200 milh?es do Toll Group e a parceria de ferrovia aut?noma entre a Aurizon Holdings Limited e a BHP ¡ª para garantir contratos plurianuais.
As plataformas digitais de frete representam uma amea?a emergente ao contornar as margens dos corretores tradicionais. Enquanto isso, a integra??o vertical ¡ª combinando transporte, armazenagem e an¨¢lises de valor agregado ¡ª aumenta a fideliza??o dos clientes e eleva as barreiras para os entrantes de servi?o ¨²nico. Os nichos especializados, particularmente a cadeia de frio farmac¨ºutica e a log¨ªstica de minera??o remota, oferecem retornos acima da m¨¦dia, mas exigem elevado capital e expertise regulat¨®ria, restringindo a entrada r¨¢pida de seguidores.
A intensidade competitiva ¨¦, portanto, maior nas rotas de longa dist?ncia comoditizadas e em encomendas urbanas, enquanto os segmentos tecnologicamente complexos ou intensivos em infraestrutura exibem maior concentra??o. Esse espectro de rivalidade molda o poder de precifica??o e influencia as estrat¨¦gias de aloca??o de capital em todo o mercado de frete e log¨ªstica da Austr¨¢lia.
L¨ªderes do Setor de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Austr¨¢lia
Australia Post Group
Japan Post Holdings Co., Ltd.
Linfox Pty Ltd.
Aurizon Holdings Limited
Qube Holdings, Ltd.
- *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica

Desenvolvimentos Recentes do Setor
- Dezembro de 2024: O Toll Group concluiu seu lan?amento de ve¨ªculos el¨¦tricos de USD 200 milh?es, adicionando 500 caminh?es a bateria e telem¨¢tica baseada em IA ¨¤s frotas metropolitanas.
- Novembro de 2024: A Aurizon Holdings Limited garantiu um pacto log¨ªstico de USD 1,5 bilh?o com a BHP, conectando ferrovia aut?noma a sistemas de automa??o portu¨¢ria para ganhos de efici¨ºncia de 25%.
- Outubro de 2024: A Linfox encomendou 200 caminh?es el¨¦tricos Volvo ¡ª o maior neg¨®cio comercial ¨²nico de ve¨ªculos el¨¦tricos do pa¨ªs ¡ª al¨¦m de hubs de carregamento em cinco capitais.
- Setembro de 2024: O Australia Post Group inaugurou um hub automatizado de encomendas internacionais de USD 150 milh?es em Melbourne, aumentando a capacidade de triagem em 40%.
Escopo do Relat¨®rio do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Austr¨¢lia
Agricultura, Pesca e Silvicultura, Constru??o, Manufatura, Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o, Com¨¦rcio Atacadista e Varejista, Outros s?o cobertos como segmentos por Setor de Usu¨¢rio Final. Courier, Expresso e Encomendas (CEP), Agenciamento de Cargas, Transporte de Cargas, Armazenagem e Estocagem s?o cobertos como segmentos por Fun??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹.| Agricultura, Pesca e Silvicultura |
| Constru??o |
| Manufatura |
| Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o |
| Com¨¦rcio Atacadista e Varejista |
| Outros |
| Courier, Expresso e Encomendas (CEP) | Por Tipo de Destino | ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç |
| Internacional | ||
| Agenciamento de Cargas | Por Modal de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç |
| Mar¨ªtimo e Hidrovias Interiores | ||
| Outros | ||
| Transporte de Cargas | Por Modal de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç |
| Dutos | ||
| ¹ó±ð°ù°ù´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | ||
| ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | ||
| Mar¨ªtimo e Hidrovias Interiores | ||
| Armazenagem e Estocagem | Por Controle de Temperatura | Sem Controle de Temperatura |
| Com Controle de Temperatura | ||
| Outros Servi?os | ||
| Setor de Usu¨¢rio Final | Agricultura, Pesca e Silvicultura | ||
| Constru??o | |||
| Manufatura | |||
| Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o | |||
| Com¨¦rcio Atacadista e Varejista | |||
| Outros | |||
| Fun??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ | Courier, Expresso e Encomendas (CEP) | Por Tipo de Destino | ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç |
| Internacional | |||
| Agenciamento de Cargas | Por Modal de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç | |
| Mar¨ªtimo e Hidrovias Interiores | |||
| Outros | |||
| Transporte de Cargas | Por Modal de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç | |
| Dutos | |||
| ¹ó±ð°ù°ù´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | |||
| ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | |||
| Mar¨ªtimo e Hidrovias Interiores | |||
| Armazenagem e Estocagem | Por Controle de Temperatura | Sem Controle de Temperatura | |
| Com Controle de Temperatura | |||
| Outros Servi?os | |||
Defini??o de mercado
- Agricultura, Pesca e Silvicultura (AFF) - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos players do setor AFF. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos principalmente envolvidos no cultivo de lavouras, cria??o de animais, extra??o de madeira, extra??o de peixes e outros animais de seus habitats naturais e na presta??o de atividades de suporte relacionadas. Nesse contexto, os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel fundamental nas atividades de aquisi??o, armazenagem, manuseio, transporte e distribui??o para o fluxo otimizado e cont¨ªnuo de insumos (sementes, pesticidas, fertilizantes, equipamentos e ¨¢gua) dos fabricantes ou fornecedores aos produtores, e para o fluxo fluido de produtos (colheitas, produtos agr¨ªcolas) aos distribuidores/consumidores. Isso inclui tanto a log¨ªstica com controle de temperatura quanto sem controle de temperatura, conforme necess¨¢rio de acordo com a vida ¨²til dos bens transportados ou armazenados.
- Constru??o - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos players do setor de constru??o. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos principalmente envolvidos na constru??o, reparo e renova??o de edif¨ªcios residenciais e comerciais, infraestrutura, obras de engenharia, parcelamento e desenvolvimento de terrenos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel fundamental no aumento da rentabilidade dos projetos de constru??o, mantendo o estoque de mat¨¦rias-primas e equipamentos, suprimentos com prazos cr¨ªticos e fornecendo outros servi?os de valor agregado para a gest?o eficaz de projetos.
- Courier, Expresso e Encomendas - Os servi?os de Courier, Expresso e Encomendas, frequentemente denominados Mercado CEP, referem-se aos prestadores de servi?os log¨ªsticos e postais especializados no transporte de pequenas mercadorias (encomendas/pacotes). Captura o tamanho total do mercado (USD) e o volume de mercado (n¨²mero de encomendas) de (1) remessas/encomendas/pacotes com peso inferior a 70 kg/154 lbs, (2) pacotes de clientes empresariais, a saber, Business-to-Business (B2B) e Business-to-Consumer (B2C), bem como pacotes de clientes privados (C2C), (3) servi?os de entrega de encomendas n?o expressos (Padr?o e Diferido) e servi?os de entrega de encomendas expressos (Expresso com Data Definida e Expresso com Hora Definida), (4) encomendas dom¨¦sticas e internacionais.
- Demografia - Para analisar a demanda total do mercado endere?¨¢vel, o crescimento populacional e as previs?es foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Representa a distribui??o populacional entre categorias como g¨ºnero (masculino/feminino), ¨¢rea de desenvolvimento (urbana/rural), principais cidades, entre outros par?metros-chave como densidade populacional e despesa de consumo final (crescimento e participa??o % do PIB). Esses dados foram utilizados para avaliar as flutua??es na demanda e nos gastos de consumo, e os principais pontos de concentra??o (cidades) de demanda potencial.
- Tend¨ºncias de Exporta??o e Tend¨ºncias de Importa??o - O desempenho log¨ªstico geral de uma economia est¨¢ positiva e significativamente (estatisticamente) correlacionado ao seu desempenho comercial (exporta??es e importa??es). Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, foram analisados o valor total do com¨¦rcio, as principais commodities/grupos de commodities e os principais parceiros comerciais, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), juntamente com o impacto dos principais investimentos em infraestrutura de com¨¦rcio/log¨ªstica e o ambiente regulat¨®rio.
- Agenciamento de Cargas - O agenciamento de cargas, que aqui se refere ao setor de arranjo de transporte de cargas (ATC), inclui estabelecimentos principalmente envolvidos no arranjo e rastreamento do transporte de cargas entre embarcadores e transportadoras. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) considerados s?o agentes de cargas, NVOCCs, despachantes aduaneiros e agentes de navega??o mar¨ªtima. O segmento Outros no ?mbito do Agenciamento de Cargas captura a receita obtida por meio de servi?os de valor agregado do ATC, como atividades de despachamento aduaneiro/desembara?o alfandeg¨¢rio, prepara??o de documenta??o relacionada a cargas, consolida??o e desconsolida??o de mercadorias, seguro de carga e conformidade, arranjo de armazenagem e estocagem, intermedia??o com embarcadores e agenciamento de cargas por outros modais de transporte, a saber, rodovi¨¢rio e ferrovi¨¢rio.
- Tend¨ºncias de Pre?os de Frete - Os pre?os de frete por modal de transporte (USD/ton-km), ao longo do per¨ªodo de revis?o, s?o apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram utilizados na avalia??o do ambiente inflacion¨¢rio, impacto sobre o com¨¦rcio, giro de frete (ton-km), demanda do mercado de frete e log¨ªstica por segmentos modais de transporte e, portanto, o tamanho geral do mercado de frete e log¨ªstica.
- Tend¨ºncias de Tonelagem de Frete - A tonelagem de frete (peso das mercadorias em toneladas) tratada por modal de transporte, ao longo do per¨ªodo de revis?o, ¨¦ apresentada nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram utilizados como um dos par?metros, al¨¦m da dist?ncia m¨¦dia por remessa (km), volume de frete (ton-km) e pre?os de frete (USD/ton-km), para avaliar o tamanho do mercado de transporte de cargas.
- Transporte de Cargas - O Transporte de Cargas refere-se ¨¤ contrata??o de um prestador de servi?os log¨ªsticos (log¨ªstica terceirizada) para o transporte de commodities (mat¨¦rias-primas/produtos finais/intermedi¨¢rios/acabados, incluindo tanto s¨®lidos quanto fluidos) da origem para um destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional).
- Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ - Os gastos externos (ou terceirizados) para a facilita??o do transporte de cargas (transporte de cargas), o arranjo do transporte de cargas por meio de um agente (agenciamento de cargas), armazenagem e estocagem (com ou sem controle de temperatura), CEP (courier, expresso e encomendas dom¨¦sticos ou internacionais) e outros servi?os log¨ªsticos de valor agregado envolvidos no transporte de commodities (mat¨¦rias-primas ou produtos acabados, incluindo tanto s¨®lidos quanto fluidos) da origem para um destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional), por um ou mais modais de transporte, a saber, rodovi¨¢rio, ferrovi¨¢rio, mar¨ªtimo, a¨¦reo e dutos, constituem o mercado de frete e log¨ªstica.
- Pre?o de Combust¨ªvel - Os picos nos pre?os de combust¨ªvel podem causar atrasos e perturba??es para os prestadores de servi?os log¨ªsticos (PSLs), enquanto as quedas nos mesmos podem resultar em maior rentabilidade de curto prazo e aumento da rivalidade de mercado para oferecer aos consumidores as melhores ofertas. Portanto, as varia??es nos pre?os de combust¨ªvel foram estudadas ao longo do per¨ªodo de revis?o e apresentadas juntamente com as causas e os impactos no mercado.
- Distribui??o do PIB por Atividade Econ?mica - O Produto Interno Bruto Nominal e a distribui??o do mesmo entre os principais setores econ?micos na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Como o PIB est¨¢ positivamente relacionado ¨¤ rentabilidade e ao crescimento do setor log¨ªstico, esses dados foram utilizados em conjunto com as tabelas insumo-produto/tabelas de oferta e uso para analisar os potenciais setores contribuintes para a demanda log¨ªstica.
- Crescimento do PIB por Atividade Econ?mica - O crescimento do Produto Interno Bruto Nominal entre os principais setores econ?micos, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), ¨¦ apresentado nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram utilizados para avaliar o crescimento da demanda log¨ªstica de todos os usu¨¢rios finais do mercado (setores econ?micos aqui considerados).
- Infla??o - As varia??es tanto na Infla??o de Pre?os no Atacado (varia??o anual no ¨ªndice de pre?os ao produtor) quanto na Infla??o de Pre?os ao Consumidor s?o apresentadas nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram utilizados para avaliar o ambiente inflacion¨¢rio, pois desempenha um papel vital no funcionamento fluido da cadeia de suprimentos, impactando diretamente os componentes de custo operacional log¨ªstico, como pre?os de pneus, sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de energia/combust¨ªvel, custos de manuten??o, ped¨¢gios, alugu¨¦is de armaz¨¦ns, despachantes aduaneiros, taxas de agenciamento, tarifas de courier, etc., impactando assim o mercado geral de frete e log¨ªstica.
- Infraestrutura - Como a infraestrutura desempenha um papel vital no desempenho log¨ªstico de uma economia, vari¨¢veis como extens?o de rodovias, distribui??o do comprimento das rodovias por categoria de superf¨ªcie (pavimentada vs. n?o pavimentada), distribui??o do comprimento das rodovias por classifica??o vi¨¢ria (vias expressas vs. rodovias vs. outras estradas), extens?o de ferrovias, volume de cont¨ºineres movimentados pelos principais portos e tonelagem movimentada pelos principais aeroportos foram analisadas e apresentadas nesta tend¨ºncia do setor.
- Principais Tend¨ºncias do Setor - A se??o do relat¨®rio denominada "Principais Tend¨ºncias do Setor" inclui todas as principais vari¨¢veis/par?metros estudados para melhor analisar as estimativas e previs?es de tamanho do mercado. Todas as tend¨ºncias s?o apresentadas na forma de pontos de dados (s¨¦ries temporais ou pontos de dados mais recentes dispon¨ªveis) juntamente com a an¨¢lise do par?metro na forma de coment¨¢rios concisos e relevantes para o mercado, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
- Principais Movimentos Estrat¨¦gicos - A a??o tomada por uma empresa para se diferenciar de seu concorrente ou usada como estrat¨¦gia geral ¨¦ denominada movimento estrat¨¦gico-chave (MSC). Isso inclui (1) Acordos, (2) Expans?es, (3) Reestrutura??o Financeira, (4) Fus?es e Aquisi??es, (5) Parcerias e (6) Inova??es de Produtos. Os principais players (Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos, PSLs) no mercado foram selecionados, seus MSCs foram estudados e apresentados nesta se??o.
- ?ndice de Conectividade Bilateral de Navega??o de Linha Regular - Indica o n¨ªvel de integra??o de um par de pa¨ªses nas redes globais de navega??o de linha regular e desempenha um papel fundamental na determina??o do com¨¦rcio bilateral, que por sua vez contribui potencialmente para a prosperidade de um pa¨ªs e sua regi?o circundante. Portanto, as principais economias conectadas ao pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio foram analisadas e apresentadas na tend¨ºncia do setor "Conectividade de Navega??o de Linha Regular".
- Conectividade de Navega??o de Linha Regular - Esta tend¨ºncia do setor analisa o estado de conectividade ¨¤s redes globais de navega??o com base no estado do setor de transporte mar¨ªtimo. Inclui a an¨¢lise dos ¨ªndices de conectividade de navega??o de linha regular, conectividade bilateral de navega??o e conectividade de navega??o de linha regular de porto para a geografia (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) ao longo do per¨ªodo de revis?o.
- ?ndice de Conectividade de Navega??o de Linha Regular - Indica o qu?o bem os pa¨ªses est?o conectados ¨¤s redes globais de navega??o com base no estado de seu setor de transporte mar¨ªtimo. Baseia-se em cinco componentes do setor de transporte mar¨ªtimo: (1) O n¨²mero de linhas de navega??o que atendem um pa¨ªs, (2) O tamanho da maior embarca??o utilizada nesses servi?os (em TEUs), (3) O n¨²mero de servi?os que conectam um pa¨ªs a outros pa¨ªses, (4) O n¨²mero total de embarca??es implantadas em um pa¨ªs, (5) A capacidade total dessas embarca??es (em TEUs).
- Desempenho Log¨ªstico - O Desempenho Log¨ªstico e os Custos Log¨ªsticos s?o a espinha dorsal do com¨¦rcio e influenciam os custos comerciais, tornando os pa¨ªses competitivos globalmente. O desempenho log¨ªstico ¨¦ influenciado pelas estrat¨¦gias de gest?o da cadeia de suprimentos adotadas pelo mercado, pelos servi?os governamentais, investimentos e pol¨ªticas, custos de combust¨ªvel/energia, ambiente inflacion¨¢rio, etc. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, o desempenho log¨ªstico da geografia estudada (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foi analisado e apresentado ao longo do per¨ªodo de revis?o.
- Principais Fornecedores de Caminh?es - A participa??o de mercado das marcas de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, portf¨®lio de tipos de caminh?es, pre?os de caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, inova??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos), efici¨ºncia de combust¨ªvel, op??es de financiamento, custos anuais de manuten??o, disponibilidade de substitutos, estrat¨¦gias de marketing, etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano base do estudo) do volume de vendas de caminh?es para as principais marcas e coment¨¢rios sobre o cen¨¢rio de mercado atual e as perspectivas de mercado ao longo do per¨ªodo de previs?o s?o apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Manufatura - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos players do setor de manufatura. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos principalmente envolvidos na transforma??o qu¨ªmica, mec?nica ou f¨ªsica de materiais ou subst?ncias em novos produtos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel fundamental na manuten??o de um fluxo fluido de mat¨¦rias-primas ao longo da cadeia de suprimentos, possibilitando a entrega pontual de produtos acabados a distribuidores ou clientes finais e armazenando e fornecendo mat¨¦rias-primas aos clientes para a manufatura just-in-time.
- Capacidade de Carga da Frota Mar¨ªtima - A capacidade de carga da frota mar¨ªtima retrata o estado de desenvolvimento da infraestrutura mar¨ªtima e do com¨¦rcio de uma economia. ? influenciada por fatores como volume de produ??o, com¨¦rcio internacional, principais setores de usu¨¢rios finais, conectividade mar¨ªtima, regulamentos ambientais, investimentos no desenvolvimento de infraestrutura portu¨¢ria, capacidade de manuseio de carga em cont¨ºineres de porto, etc. Esta tend¨ºncia do setor representa a capacidade de carga da frota mar¨ªtima por tipo de embarca??o, a saber, navios porta-cont¨ºineres, petroleiros, graneleiros, carga geral, entre outros tipos, juntamente com os fatores influenciadores para a geografia estudada (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), ao longo do per¨ªodo de revis?o.
- Participa??o Modal - A Participa??o Modal de Frete ¨¦ influenciada por fatores como produtividade modal, regulamentos governamentais, conteineriza??o, dist?ncia da remessa, requisitos de controle de temperatura, tipo de mercadorias, com¨¦rcio internacional, terreno, velocidade de entrega, peso da remessa, remessas a granel, etc. Al¨¦m disso, a participa??o modal por tonelagem (toneladas) e a participa??o modal por giro de frete (ton-km) diferem conforme a dist?ncia m¨¦dia das remessas, o peso dos principais grupos de commodities transportadas na economia e o n¨²mero de viagens. Esta tend¨ºncia do setor representa a distribui??o do frete transportado por modal de transporte (toneladas e ton-km), para o ano base do estudo.
- Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos players do setor de extra??o. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos que extraem minerais s¨®lidos naturais, como carv?o e min¨¦rios; minerais l¨ªquidos, como petr¨®leo bruto; e gases, como g¨¢s natural. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) cobrem todas as fases, do upstream ao downstream, e desempenham um papel fundamental no transporte de maquin¨¢rio, equipamentos de perfura??o, minerais extra¨ªdos, petr¨®leo bruto e g¨¢s natural e produtos refinados/processados de um lugar para outro.
- Outros Usu¨¢rios Finais - O segmento de outros usu¨¢rios finais captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos servi?os financeiros (BFSI), im¨®veis, servi?os educacionais, sa¨²de e servi?os profissionais (administrativos, gest?o de res¨ªduos, jur¨ªdicos, arquitet?nicos, de engenharia, design, consultoria, P&D cient¨ªfica). Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel fundamental na movimenta??o confi¨¢vel de suprimentos e documentos de/para esses setores, como o transporte de qualquer equipamento ou recurso necess¨¢rio, o envio de documentos e arquivos confidenciais, a movimenta??o de mercadorias e suprimentos m¨¦dicos (materiais cir¨²rgicos e instrumentos, incluindo luvas, m¨¢scaras, seringas, equipamentos), para citar alguns.
- Outros Servi?os - O segmento de Outros Servi?os captura a receita obtida por meio de (1) servi?os de valor agregado (SVA) para o transporte de cargas por rodovia, ferrovia, via a¨¦rea e mar¨ªtima e hidrovias interiores, (2) SVA para o transporte de carga mar¨ªtima (opera??o de instala??es terminais, como portos e cais, opera??o de eclusas de canais, navega??o, pilotagem e atividades de atraca??o, barcagem, atividades de salvamento, atividades de farol, entre outras atividades de suporte diversas), (3) SVA para o transporte de cargas terrestres (opera??o de instala??es terminais, como esta??es ferrovi¨¢rias, esta??es de manuseio de mercadorias, opera??o de infraestrutura ferrovi¨¢ria, manobras e classifica??o, reboque e assist¨ºncia ¨¤ beira da estrada, liquefa??o de g¨¢s para fins de transporte, entre outras atividades de suporte diversas), (4) SVA para o transporte de carga a¨¦rea (opera??o de instala??es terminais, como terminais a¨¦reos, atividades de aeroportos e controle de tr¨¢fego a¨¦reo, atividades de servi?os terrestres em aer¨®dromos, manuten??o de pistas, inspe??o/translado/manuten??o/teste de aeronaves, servi?os de abastecimento de aeronaves, entre outras atividades de suporte diversas), (5) SVA para servi?os de armazenagem e estocagem (opera??o de silos de gr?os, armaz¨¦ns de mercadorias gerais, armaz¨¦ns frigor¨ªficos, tanques de armazenagem, etc., armazenagem de mercadorias em zonas de com¨¦rcio exterior, congelamento r¨¢pido, engradamento de mercadorias para envio, embalagem e prepara??o de mercadorias para envio, etiquetagem e/ou impress?o na embalagem, montagem de kits e servi?os de embalagem, entre outras atividades de suporte diversas) e (6) SVA para servi?os de courier, expresso e encomendas (coleta, triagem).
- Chamadas de Porto e Desempenho - O desempenho dos portos ¨¦ fundamental para a movimenta??o de cargas de uma economia, o com¨¦rcio, a conectividade global, as estrat¨¦gias de crescimento bem-sucedidas, a atratividade para investimentos em sistemas de produ??o e distribui??o e, portanto, afeta o PIB, o emprego, a renda per capita e o crescimento industrial. Portanto, os par?metros de desempenho portu¨¢rio como o tempo mediano gasto pelas embarca??es nos portos; a idade m¨¦dia, o tamanho, a capacidade de carga, a capacidade de transporte de cont¨ºineres das embarca??es que entram nos portos, as chamadas de porto e a movimenta??o de cont¨ºineres nos portos foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- ?ndice de Conectividade de Navega??o de Linha Regular de Porto - Reflete a posi??o de um porto na rede global de navega??o de linha regular, onde um valor mais alto do ¨ªndice est¨¢ associado a uma melhor conectividade. Portos eficientes e bem conectados (1) contribuem para minimizar os custos de transporte, vinculando as cadeias de suprimentos e apoiando o com¨¦rcio internacional, (2) abrem caminho para economias de escala e desenvolvimento de expertise ao permitir que os produtores explorem melhor as possibilidades nos mercados dom¨¦sticos e estrangeiros. Portanto, os principais portos de import?ncia estrat¨¦gica, no pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio, foram analisados e apresentados na tend¨ºncia do setor "Conectividade de Navega??o de Linha Regular".
- Movimenta??o de Porto - Reflete a quantidade de carga ou o n¨²mero de embarca??es que um porto movimenta anualmente. Pode estar relacionada a (1) tonelagem de carga, (2) TEU de cont¨ºineres e (3) chamadas de embarca??es. A movimenta??o portu¨¢ria em termos de total de cont¨ºineres movimentados (TEUs) ¨¦ apresentada na tend¨ºncia do setor "Chamadas de Porto e Desempenho".
- Infla??o de Pre?os ao Produtor - Indica a infla??o do ponto de vista dos produtores, ou seja, o pre?o m¨¦dio de venda recebido por sua produ??o ao longo de um per¨ªodo de tempo. A varia??o anual (varia??o ano a ano) do ¨ªndice de pre?os ao produtor ¨¦ reportada como infla??o de pre?os no atacado na tend¨ºncia do setor "Infla??o". Como o ?ndice de Pre?os no Atacado (IPA) captura os movimentos din?micos de pre?os da forma mais abrangente, ¨¦ amplamente utilizado por governos, bancos, setores industriais e meios empresariais, sendo considerado importante na formula??o de pol¨ªticas comerciais, fiscais e de outras pol¨ªticas econ?micas. Os dados foram utilizados em conjunto com a infla??o de pre?os ao consumidor para melhor compreens?o do ambiente inflacion¨¢rio.
- Receita Segmentar - A Receita Segmentar foi triangulada ou calculada e apresentada para todos os principais players do mercado. Refere-se ¨¤ receita espec¨ªfica do mercado de frete e log¨ªstica obtida pela empresa, ao longo do ano base do estudo, na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio). ? calculada por meio do estudo e an¨¢lise dos principais par?metros como dados financeiros, portf¨®lio de servi?os, quadro de funcion¨¢rios, tamanho da frota, investimentos, n¨²mero de pa¨ªses em que atua, principais economias de interesse, etc., que foram divulgados pela empresa em seus relat¨®rios anuais e p¨¢ginas na web. Para empresas com escassas divulga??es financeiras, recorreu-se a bancos de dados pagos como D&B Hoovers e Dow Jones Factiva, com verifica??o por meio de intera??es com o setor/especialistas.
- PIB do Setor de Transporte e Armazenagem - O valor e o crescimento do PIB do Setor de Transporte e Armazenagem t¨ºm uma rela??o direta com o tamanho do mercado de frete e log¨ªstica. Portanto, essa vari¨¢vel foi estudada e apresentada ao longo do per¨ªodo de revis?o, em termos de valor (USD) e como participa??o % do PIB total, nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram apoiados por coment¨¢rios concisos e relevantes sobre os investimentos, desenvolvimentos e o cen¨¢rio de mercado atual.
- Tend¨ºncias no Setor de Com¨¦rcio Eletr?nico - A conectividade ¨¤ internet aprimorada e o boom na penetra??o de smartphones, aliados ao aumento da renda dispon¨ªvel, levaram a um crescimento fenomenal do mercado de com¨¦rcio eletr?nico globalmente. Os compradores on-line exigem entrega r¨¢pida e eficiente de seus pedidos, levando ao aumento da demanda por servi?os log¨ªsticos, especialmente servi?os de atendimento de com¨¦rcio eletr?nico. Portanto, o Valor Bruto de Mercadoria (GMV), o crescimento hist¨®rico e projetado, a distribui??o dos principais grupos de commodities no setor de com¨¦rcio eletr?nico para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Tend¨ºncias no Setor de Manufatura - O setor de manufatura envolve a transforma??o de mat¨¦rias-primas em produtos acabados, enquanto o setor log¨ªstico garante o fluxo eficiente de mat¨¦rias-primas para a f¨¢brica e o transporte dos produtos manufaturados para os distribuidores e consumidores. A oferta e a demanda de ambos os setores est?o altamente interligadas e s?o fundamentais para uma cadeia de suprimentos sem interrup??es. Portanto, o Valor Adicionado Bruto (VAB), a distribui??o do VAB entre os principais setores de manufatura e o crescimento do setor de manufatura ao longo do per¨ªodo de revis?o foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Tamanho da Frota de Caminh?es por Tipo - A participa??o de mercado dos tipos de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, principais setores de usu¨¢rios finais, pre?os de caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, perturba??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos), etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano base do estudo) do volume do parque de caminh?es por tipo de caminh?o, fatores disruptivos do mercado, investimentos na fabrica??o de caminh?es, especifica??es de caminh?es, regulamentos de uso e importa??o de caminh?es e perspectivas de mercado ao longo do per¨ªodo de previs?o s?o apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Custos Operacionais de Caminhonagem - As principais raz?es para medir/comparar o desempenho log¨ªstico de qualquer empresa de caminhonagem s?o reduzir os custos operacionais e aumentar a rentabilidade. Por outro lado, medir os custos operacionais ajuda a identificar se e onde fazer mudan?as operacionais para controlar as despesas e identificar ¨¢reas de desempenho melhorado. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, os custos operacionais de caminhonagem e as vari¨¢veis envolvidas, a saber, sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de combust¨ªvel, custos de reparos e manuten??o, custos de pneus, etc., foram estudados ao longo do ano base do estudo e apresentados para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
- Armazenagem e Estocagem - O segmento de armazenagem e estocagem captura a receita obtida por meio da opera??o de armaz¨¦ns e instala??es de estocagem de mercadorias gerais, frigorificados e de outros tipos. Esses estabelecimentos assumem a responsabilidade de armazenar as mercadorias e mant¨º-las seguras em troca de encargos. Os servi?os de valor agregado (SVA) que possam fornecer s?o considerados parte do segmento de "outros servi?os". Aqui, os SVA referem-se a uma gama de servi?os relacionados ¨¤ distribui??o das mercadorias de um cliente e podem incluir etiquetagem, fracionamento, controle e gest?o de estoque, montagem leve, entrada e atendimento de pedidos, embalagem, separa??o e embalagem, marca??o de pre?os e etiquetagem e arranjo de transporte.
- Com¨¦rcio Atacadista e Varejista - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos atacadistas e varejistas. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos principalmente envolvidos na venda por atacado ou varejo de mercadorias, geralmente sem transforma??o, e na presta??o de servi?os incidentais ¨¤ venda de mercadorias. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel fundamental na movimenta??o confi¨¢vel de suprimentos e produtos acabados das casas de produ??o para os distribuidores e, finalmente, para o cliente final, cobrindo atividades como sourcing de materiais, transporte, atendimento de pedidos, armazenagem e estocagem, previs?o de demanda, gest?o de estoque, etc.
| Palavra-chave | Defini??o |
|---|---|
| Carga por Eixo | A carga por eixo de um ve¨ªculo com rodas ¨¦ o peso total suportado pela via para todas as rodas conectadas a um determinado eixo. |
| Retorno de Carga | O retorno de carga ¨¦ o movimento de retorno de um ve¨ªculo de transporte do seu destino original para o seu ponto de partida original. |
| Conhecimento de Embarque | Um conhecimento de embarque ¨¦ um documento legal emitido por uma transportadora a um embarcador que detalha o tipo, a quantidade e o destino das mercadorias sendo transportadas. |
| Fornecimento de Combust¨ªvel para Navios (Bunkering) | O fornecimento de combust¨ªvel para navios (bunkering) ¨¦ o processo de fornecer combust¨ªvel e/ou ¨®leo diesel para ser usado para acionar o sistema de propuls?o de um navio (tal combust¨ªvel ¨¦ denominado bunker). Inclui a log¨ªstica de carga e distribui??o do combust¨ªvel entre os tanques dispon¨ªveis a bordo do navio. Uma pessoa que atua no com¨¦rcio de bunker (combust¨ªvel) ¨¦ denominada trader de bunker. |
| Servi?o de Fornecimento de Combust¨ªvel para Navios | O servi?o de fornecimento de combust¨ªvel para navios ¨¦ o fornecimento de uma qualidade e quantidade solicitadas de bunkers a um navio. |
| Com¨¦rcio Colaborativo (C-commerce) | O com¨¦rcio colaborativo (C-commerce) descreve intera??es comerciais habilitadas eletronicamente entre o pessoal interno de uma empresa, parceiros comerciais e clientes em toda uma comunidade de negocia??o. A comunidade de negocia??o pode ser um setor, um segmento de setor, uma cadeia de suprimentos ou um segmento de cadeia de suprimentos. |
| Cabotagem | Transporte por um ve¨ªculo registrado em um pa¨ªs realizado no territ¨®rio nacional de outro pa¨ªs. |
| Agente de Transporte Local (Cartage Agent) | Um servi?o de transporte terrestre que fornece coleta e entrega de cargas em localidades n?o atendidas diretamente por uma transportadora a¨¦rea ou mar¨ªtima. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Contratada | A log¨ªstica contratada refere-se ¨¤ terceiriza??o de tarefas de gest?o de recursos por uma empresa a uma empresa terceirizada especializada em quest?es log¨ªsticas, como transporte, armazenagem e atendimento de pedidos. |
| Courier | Uma empresa utilizada para enviar mensagens, pacotes, etc. O servi?o de courier refere-se ao servi?o de coleta e entrega r¨¢pida ou ¨¢gil, porta a porta, de mercadorias ou documentos. Pode ser local ou internacional. Uma empresa que fornece tais servi?os de entrega ¨¦ chamada de empresa de courier. Uma empresa de courier contrata pessoas para fornecer seus servi?os. Tal pessoa contratada pela empresa de servi?o de courier ¨¦ chamada de courier. |
| Transbordo Direto (Cross Docking) | O transbordo direto (cross docking) ¨¦ uma pr¨¢tica na gest?o log¨ªstica que inclui a descarga de ve¨ªculos de entrega recebidos e o carregamento dos materiais diretamente em ve¨ªculos de entrega de sa¨ªda, omitindo as pr¨¢ticas log¨ªsticas tradicionais de armaz¨¦m e economizando tempo e dinheiro. |
| Com¨¦rcio Cruzado (Cross Trade) | Transporte internacional entre dois pa¨ªses diferentes realizado por um ve¨ªculo registrado em um terceiro pa¨ªs. Um terceiro pa¨ªs ¨¦ um pa¨ªs diferente do pa¨ªs de carregamento/embarque e do pa¨ªs de descarga/desembarque. |
| Desembara?o Aduaneiro | Os procedimentos envolvidos na libera??o da carga pela Alf?ndega por meio de formalidades designadas, como apresenta??o de licen?a/autoriza??o de importa??o, pagamento de impostos de importa??o e demais documenta??es exigidas pela natureza da carga, como aprova??o da FCC ou FDA. |
| Lacre Aduaneiro | Lacre aduaneiro significa um lacre, carimbo ou qualquer outro meio preventivo afixado por funcion¨¢rios aduaneiros para garantir a inviolabilidade de mercadorias, meios de transporte comerciais ou armaz¨¦ns. |
| Mercadorias Perigosas | Mercadorias perigosas (ou materiais perigosos ou HAZMAT) incluem l¨ªquidos/s¨®lidos inflam¨¢veis, gases comprimidos, liquefeitos, dissolvidos sob press?o, corrosivos, subst?ncias oxidantes, subst?ncias e artigos explosivos, subst?ncias que, em contato com a ¨¢gua, emitem gases inflam¨¢veis, per¨®xidos org?nicos, subst?ncias t¨®xicas, subst?ncias infecciosas, materiais radioativos, mercadorias e artigos perigosos diversos. |
| Remessa Direta | A remessa direta ¨¦ um m¨¦todo de entrega de mercadorias do fornecedor ou do propriet¨¢rio do produto diretamente ao cliente. Na maioria dos casos, o cliente encomenda as mercadorias ao propriet¨¢rio do produto. Esse esquema de entrega reduz os custos de transporte e armazenagem, mas requer planejamento e administra??o adicionais. |
| Translado Intermodal (Drayage) | O translado intermodal (drayage) ¨¦ uma forma de servi?o de caminhonagem que conecta os diferentes modais de envio (intermodal), como frete mar¨ªtimo ou a¨¦reo. ? uma viagem de curta dist?ncia que transporta mercadorias de um lugar para outro, geralmente antes ou depois do processo de envio de longa dist?ncia. Os caminh?es de translado movem carga de e para v¨¢rios destinos, como navios porta-cont¨ºineres, p¨¢tios de armazenagem, armaz¨¦ns de atendimento de pedidos e p¨¢tios ferrovi¨¢rios. Normalmente, o translado apenas transporta mercadorias em curtas dist?ncias e opera apenas em uma ¨¢rea metropolitana. Tamb¨¦m requer apenas um motorista em um ¨²nico turno. |
| Dique Seco (Dry Docking) | O dique seco (dry docking) ¨¦ um termo usado para reparos ou quando um navio ¨¦ levado ao estaleiro de servi?o. Durante o dique seco, o navio inteiro ¨¦ levado para terra firme para que as partes submersas do casco possam ser limpas ou inspecionadas. |
| Ba¨² Seco (Dry Van) | Um ba¨² seco (dry van) ¨¦ um tipo de semirreboque totalmente fechado para proteger as remessas de elementos externos. Projetado para transportar cargas paletizadas, encaixotadas ou soltas, os ba¨²s secos n?o t¨ºm controle de temperatura (ao contr¨¢rio das unidades frigorificadas "reefer") e n?o podem transportar remessas superdimensionadas (ao contr¨¢rio dos reboques de plataforma). |
| Alimenta??o (Feedering) | Servi?o de transporte pelo qual cont¨ºineres carregados ou vazios em uma regi?o s?o transferidos para um "navio-m?e" para uma viagem oce?nica de longa dist?ncia. |
| Demanda Final | A demanda final inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidas como uso final e pode incluir consumo pessoal, ou consumo pelo governo, por empresas como investimento de capital e como exporta??es. Inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidas como uso final e pode incluir consumo pessoal, ou consumo pelo governo, por empresas como investimento de capital e como exporta??es. |
| Entrega da Primeira Milha | A entrega da primeira milha refere-se ao primeiro est¨¢gio do transporte. ? quando a encomenda sai do armaz¨¦m do vendedor e ¨¦ levada pelo agente de coleta do courier para ser processada ou levada para o armaz¨¦m. Uma vez que o pacote chega aos correios ou ao hub do courier, ¨¦ ent?o triado e transportado at¨¦ chegar ¨¤ porta do cliente. |
| Servi?os de Armazenagem Fiscal | Significa uma instala??o, claramente separada de outras depend¨ºncias, onde os produtos sujeitos a impostos especiais de consumo s?o produzidos, processados, mantidos, recebidos ou expedidos sob um regime de suspens?o de impostos por um depositante autorizado, no ?mbito de sua atividade, sob condi??es estabelecidas pelas autoridades aduaneiras. |
| Plataforma Fixa (Flat Bed) | Possui uma carroceria traseira de formato plano para f¨¢cil carregamento e descarregamento de mercadorias. O caminh?o plataforma ¨¦ usado principalmente para transportar mercadorias pesadas, superdimensionadas, largas e n?o delicadas. |
| Caminh?o Plataforma (Flatbed Truck) | Um caminh?o plataforma (flatbed truck) ¨¦ um tipo de caminh?o de design r¨ªgido. Possui uma carroceria traseira de formato plano para f¨¢cil carregamento e descarregamento de mercadorias. O caminh?o plataforma ¨¦ usado principalmente para transportar mercadorias pesadas, superdimensionadas, largas e n?o delicadas, como maquin¨¢rio, materiais de constru??o ou equipamentos. Devido ¨¤ carroceria aberta do caminh?o, as mercadorias transportadas n?o devem ser vulner¨¢veis ¨¤ chuva. Por funcionalidade, o caminh?o plataforma ¨¦ compar¨¢vel a um reboque plataforma. |
| Tempo de Tr?nsito de Frete | O tempo de tr?nsito ¨¦ quanto tempo leva para uma remessa ser entregue ao seu destino final ap¨®s ser coletada de um ponto de coleta designado. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Halal | Refere-se ao processo de gest?o das opera??es log¨ªsticas como gest?o de frotas, armazenagem/estocagem e manuseio de materiais de acordo com os princ¨ªpios da lei Sharia, garantindo a integridade dos produtos halal no momento do consumo. |
| Transporte de Cargas (Haulage) | O transporte comercial de mercadorias. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ de Entrada (Inbound Logistics) | A log¨ªstica de entrada ¨¦ a forma como materiais e outras mercadorias s?o trazidos para uma empresa. Esse processo inclui as etapas para encomendar, receber, armazenar, transportar e gerenciar suprimentos recebidos. A log¨ªstica de entrada foca na parte de oferta da equa??o oferta-demanda. |
| Demanda Intermedi¨¢ria | A demanda intermedi¨¢ria inclui bens, servi?os e constru??o de manuten??o e reparo vendidos a empresas, excluindo o investimento de capital. |
| Carga Internacional Carregada | Local de carregamento de mercadorias no pa¨ªs declarante (ou seja, o pa¨ªs em que o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de descarga em um pa¨ªs diferente. |
| Carga Internacional Descarregada | Local de descarga de mercadorias no pa¨ªs declarante (ou seja, o pa¨ªs em que o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de carregamento em um pa¨ªs diferente. |
| Entrega da ?ltima Milha | A entrega da ¨²ltima milha refere-se ao ¨²ltimo passo do processo de entrega, quando uma encomenda ¨¦ movida de um hub de transporte para o seu destino final ¡ª que, geralmente, ¨¦ uma resid¨ºncia particular ou loja varejista. |
| Carga Menor que Caminh?o Completo (LTL) | Carga menor que caminh?o completo, tamb¨¦m conhecida como carga parcial (LTL), ¨¦ um servi?o de envio para cargas ou quantidades de frete relativamente pequenas. Um prestador de servi?o LTL combina as cargas e os requisitos de envio de v¨¢rias empresas diferentes em seus caminh?es, usando um sistema de hub-and-spoke para levar as mercadorias aos seus destinos. |
| Transporte por Locomotiva | O transporte de carv?o, min¨¦rio, trabalhadores e materiais subterr?neos por meio de carros de mina tracionados por locomotiva. A locomotiva pode ser movida a bateria, diesel, ar comprimido, pant¨®grafo, ou alguma combina??o como bateria-pant¨®grafo ou pant¨®grafo-cabo enrolador. |
| Rota Leiteira (Milk Run) | Uma rota leiteira (milk run) ¨¦ um m¨¦todo de entrega usado para transportar cargas mistas de v¨¢rios fornecedores para um cliente. Em vez de cada fornecedor enviar um caminh?o toda semana para atender ¨¤s necessidades de um cliente, um caminh?o (ou ve¨ªculo) visita os fornecedores para recolher as cargas para aquele cliente. Esse m¨¦todo de transporte recebeu seu nome da pr¨¢tica do setor leiteiro, onde um tanque costumava coletar leite de v¨¢rias fazendas leiteiras para entrega a uma empresa de processamento de leite. |
| Consolida??o Multipa¨ªs | A Consolida??o Multipa¨ªs (MCC) ¨¦ uma solu??o econ?mica que consolida a carga de diferentes pa¨ªses de origem para formar Cont¨ºineres Completos (FCL). A MCC ¨¦ mais adequada para empresas que importam pequenos volumes de mercadorias de v¨¢rios pa¨ªses, mas desejam aproveitar as tarifas de frete FCL mais econ?micas. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Multimodal | O transporte multimodal ou envio multimodal refere-se a processos log¨ªsticos e de frete que requerem m¨²ltiplos modais de transporte. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Omnicanal | A distribui??o omnicanal ¨¦ uma abordagem multicanal adotada pelas empresas para oferecer aos clientes uma maneira de comprar e receber pedidos de v¨¢rios canais de vendas com integra??o perfeita em um ¨²nico toque. Algumas das formas incluem: 1. Comprar online e retirar na loja f¨ªsica; 2. Comprar online e receber em casa ou em outro local; 3. Compra na loja, com entrega em casa ou em outro local; 4. Entrega direta de um armaz¨¦m ou centro de manufatura para a loja, resid¨ºncia ou outro local; 5. Comprar online e devolver na loja ou online; 6. Comprar online e devolver online. |
| Carga Fora de Medida (OOG) | A carga fora de medida (OOG ¡ª Out of Gauge) ¨¦ qualquer carga que n?o pode ser carregada em cont¨ºineres de seis lados simplesmente porque ¨¦ grande demais. O termo ¨¦ uma classifica??o muito ampla de toda a carga com dimens?es al¨¦m das dimens?es m¨¢ximas de um cont¨ºiner 40HC. Isto ¨¦, um comprimento superior a 12,05 metros ¡ª uma largura superior a 2,33 metros ¡ª ou uma altura superior a 2,59 metros. |
| Outras embarca??es | Outras embarca??es incluem: transportadores de g¨¢s liquefeito de petr¨®leo, transportadores de g¨¢s natural liquefeito, tanques parcel (qu¨ªmicos), tanques especializados, navios frigor¨ªficos (reefers), embarca??es de suporte offshore, rebocadores, dragas, cruzeiros, balsas, outros navios sem carga |
| Outra Carga Especializada | Outros bens especializados incluem bens pr¨¦-eslingados (mercadorias, um ou mais itens, fornecidos com uma ou mais eslingas), unidades m¨®veis (Unidades M¨®veis Autopropelidas, Unidades N?o Autopropelidas, ve¨ªculos n?o enrolados), carga de equipamento superdimensionado (maquin¨¢rio leve e pesado que geralmente ¨¦ grande ou pesado demais), frete de alto valor que necessita de prote??o extra, como eletr?nicos, frete rodovi¨¢rio de servi?os financeiros. |
| Transporte de Frete Terceirizado | Transporte por aluguel ou remunera??o; o transporte de mercadorias mediante remunera??o. |
| Paletes | Plataforma elevada destinada a facilitar o levantamento e o empilhamento de mercadorias. |
| Carga Parcial | Uma carga parcial descreve mercadorias que ocupam apenas parcialmente um caminh?o. Em ess¨ºncia, a quantidade da remessa ¨¦ maior do que a remessa de Carga Menor que Caminh?o Completo (LTL). Al¨¦m disso, a remessa n?o pode ocupar totalmente um caminh?o, ou seja, sua capacidade ¨¦ muito menor do que uma remessa de Caminh?o Completo (FTL). |
| Estrada Pavimentada | Estrada com superf¨ªcie de pedra britada (macadame) com ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminosos, com concreto ou com paralelep¨ªpedos. |
| Com¨¦rcio R¨¢pido (Q-commerce) | O com¨¦rcio r¨¢pido (Q-commerce), tamb¨¦m referido como quick commerce, ¨¦ um tipo de com¨¦rcio eletr?nico em que a ¨ºnfase est¨¢ nas entregas r¨¢pidas, tipicamente em menos de uma hora. |
| Cais | Uma plataforma de pedra ou metal situada ao longo ou projetada sobre a ¨¢gua para o carregamento e descarregamento de navios. |
| Recom¨¦rcio (Recommerce) | O recom¨¦rcio (recommerce) ¨¦ a venda de itens previamente possu¨ªdos por meio de marketplaces online para compradores que os reutilizam, reciclam ou revendem. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Reversa | A log¨ªstica reversa ¨¦ um tipo de gest?o da cadeia de suprimentos que move mercadorias dos clientes de volta para os vendedores ou fabricantes. |
| Servi?o de Transporte de Cargas Rodovi¨¢rias | A contrata??o de uma ag¨ºncia de caminhonagem para o transporte de commodities (mat¨¦rias-primas ou mercadorias manufaturadas, incluindo tanto s¨®lidos quanto l¨ªquidos) da origem para um destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional) constitui o mercado de transporte de cargas rodovi¨¢rias. O servi?o pode ser de Caminh?o Completo (FTL) ou Carga Menor que Caminh?o Completo (LTL), conteinerizado ou n?o conteinerizado, com controle de temperatura ou sem controle de temperatura, de curta ou longa dist?ncia. |
| Carga Roll-on/Roll-off | Navios Roll-on/Roll-off (RORO ou ro-ro) s?o navios de carga projetados para transportar carga com rodas, como autom¨®veis, motocicletas, caminh?es, caminh?es com semirreboque, ?nibus, reboques e vag?es ferrovi¨¢rios, que s?o conduzidos para dentro e para fora do navio com suas pr¨®prias rodas ou usando um ve¨ªculo de plataforma, como um transportador modular autopropelido. |
| Caixas Intercambi¨¢veis (Swap Bodies) | Uma caixa intercambi¨¢vel (swap body), tamb¨¦m denominada swop body, cont¨ºiner intercambi¨¢vel ou unidade intercambi¨¢vel, ¨¦ um dos tipos de cont¨ºineres de frete padr?o para transporte rodovi¨¢rio e ferrovi¨¢rio. |
| Balsa-Tanque (Tank Barge) | Uma embarca??o sem propuls?o pr¨®pria constru¨ªda ou adaptada principalmente para transportar commodities ou cargas l¨ªquidas, s¨®lidas ou gasosas a granel em por?es de carga (ou tanques) por rios e hidrovias interiores, podendo ocasionalmente transportar commodities ou cargas por oceanos e mares quando em tr?nsito de uma hidrovia interior para outra. As commodities ou cargas transportadas est?o em contato direto com o interior do tanque. |
| Ve¨ªculo Lona Tensionada (Tautliner) | Tautliner e curtainsider s?o usados como nomes gen¨¦ricos para caminh?es/reboques com cortinas laterais. As cortinas s?o permanentemente fixadas a um trilho no topo e a trilhos/pinos destac¨¢veis na frente e na parte traseira, permitindo que as cortinas sejam abertas e empilhadeiras sejam utilizadas ao longo das laterais para carregamento e descarregamento f¨¢cil e eficiente. Quando fechadas para o transporte, cintas verticais de conten??o de carga s?o fixadas a um trilho de cabo sob a carroceria do caminh?o, conectando a carroceria e a cortina ao longo de ambos os lados. Guinchos em cada extremidade da cortina a tensionam, da¨ª o nome "Tautliner". Isso impede que a cortina bata ou vibre com o vento e tamb¨¦m pode ajudar a reter cargas leves de deslizar lateralmente. |
| Transbordo (Transloading) | O transbordo (transloading) ¨¦ um termo de envio que se refere ¨¤ transfer¨ºncia de mercadorias de um modal de transporte para outro a caminho de seu destino final. |
| Tsubo | Uma unidade japonesa de ¨¢rea equivalente a 35,58 p¨¦s quadrados. |
| Estrada N?o Pavimentada | Estrada com base estabilizada n?o revestida com pedra britada, ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminosos, concreto ou paralelep¨ªpedos. |
| Servi?os de Gest?o de Embarca??es | Inclui manuten??o de navios, reparos, limpeza, conserva??o do casco, aparelhamento e equipamentos. |
Metodologia de Pesquisa
A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.
- Etapa 1: Identificar Vari¨¢veis-Chave: A fim de construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e os fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos dispon¨ªveis do mercado. Por meio de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o de mercado s?o estabelecidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
- Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: As estimativas de tamanho de mercado para os anos de previs?o est?o em termos nominais. A infla??o n?o faz parte da precifica??o, e o pre?o m¨¦dio de venda (PMP) ¨¦ mantido constante ao longo do per¨ªodo de previs?o para cada pa¨ªs.
- Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta importante etapa, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e avalia??es de analistas s?o validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em diferentes n¨ªveis e fun??es para gerar um quadro hol¨ªstico do mercado estudado.
- Etapa 4: Resultados da Pesquisa: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Consultorias Personalizadas, Bancos de Dados e Plataformas de Assinatura






