Tamanho e Participa??o do Mercado de Prote¨ªna Animal da Am¨¦rica do Sul

Mercado de Prote¨ªna Animal da Am¨¦rica do Sul (2026 - 2031)
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

An¨¢lise do Mercado de Prote¨ªna Animal da Am¨¦rica do Sul por ºÚÁϲ»´òìÈ

Espera-se que o mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul cres?a de USD 647,51 milh?es em 2026 para USD 818,16 milh?es at¨¦ 2031, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 4,79% durante o per¨ªodo de previs?o. Esse crescimento ¨¦ impulsionado pelo papel da regi?o como grande consumidora e exportadora de produtos de prote¨ªna animal. Os processadores dos setores de latic¨ªnios, carne e aquicultura est?o utilizando mat¨¦rias-primas excedentes para produzir produtos de valor agregado, como soro de leite, case¨ªna, col¨¢geno, gelatina e ingredientes ¨¤ base de ovos. O Brasil lidera o mercado devido ¨¤s suas cadeias de suprimentos de aves, carne bovina e latic¨ªnios bem estabelecidas e verticalmente integradas, que garantem qualidade consistente do produto a pre?os competitivos. Enquanto isso, o Chile est¨¢ experimentando o crescimento mais r¨¢pido da regi?o, pois suas defici¨ºncias de prote¨ªna est?o impulsionando a demanda por importa??es. O mercado permanece moderadamente fragmentado, com oportunidades de crescimento impulsionadas pela inova??o e pela crescente demanda por produtos de prote¨ªna animal de alta qualidade.

Principais Conclus?es do Relat¨®rio

  • Por tipo de prote¨ªna, case¨ªna e caseinatos detinham 37,54% da participa??o do mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul em 2025, enquanto o col¨¢geno avan?a a uma CAGR de 5,46% at¨¦ 2031.
  • Por categoria, os produtos convencionais representavam 85,25% do mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul em 2025, mas o segmento org?nico est¨¢ se expandindo a uma CAGR de 6,43% at¨¦ 2031.
  • Por aplica??o, alimentos e bebidas lideraram com uma participa??o de 52,83% do mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul em 2025; cuidados pessoais e cosm¨¦ticos s?o os de crescimento mais r¨¢pido, com uma CAGR de 6,44% at¨¦ 2031.
  • Por pa¨ªs, o Brasil respondeu por 55,63% da participa??o do mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul em 2025, enquanto o Chile deve registrar uma CAGR de 5,17% entre 2026 e 2031.

Nota: O tamanho do mercado e os n¨²meros de previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e percep??es mais recentes dispon¨ªveis em janeiro de 2026.

An¨¢lise de Segmentos

Por Tipo de Prote¨ªna: O °ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç Avan?a em Beleza e ³§²¹¨²»å±ð Articular

A case¨ªna e os caseinatos responderam por 37,54% do mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul em 2025, tornando-os o maior segmento por valor. Essa domin?ncia se deve ¨¤s extensas instala??es de pecu¨¢ria leiteira e processamento de leite em pa¨ªses como Argentina e Brasil, que permitem a produ??o consistente de ingredientes ¨¤ base de case¨ªna. Essas prote¨ªnas s?o amplamente utilizadas em setores como produ??o de queijos, panifica??o, bebidas e nutri??o esportiva, garantindo uma demanda est¨¢vel. O segmento se beneficia de cadeias de suprimentos confi¨¢veis e aplica??es industriais estabelecidas em toda a regi?o, consolidando ainda mais sua posi??o.

O col¨¢geno ¨¦ o segmento de prote¨ªna de crescimento mais r¨¢pido, com uma CAGR projetada de 5,46% entre 2026 e 2031. Esse crescimento ¨¦ impulsionado pelo uso crescente em suplementos diet¨¦ticos, alimentos funcionais, produtos de beleza e nutri??o para animais de estima??o. Os consumidores est?o se tornando mais conscientes dos benef¨ªcios do col¨¢geno, como a melhoria da sa¨²de articular, elasticidade da pele e recupera??o, o que est¨¢ impulsionando sua popularidade. Al¨¦m disso, as inova??es em col¨¢geno hidrolisado e formatos de f¨¢cil utiliza??o est?o tornando-o mais acess¨ªvel, contribuindo para sua r¨¢pida ado??o em toda a Am¨¦rica do Sul.

Mercado de Prote¨ªna Animal da Am¨¦rica do Sul: Participa??o de Mercado por Tipo de Prote¨ªna
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

Por Categoria: A Certifica??o Org?nica Impulsiona o Crescimento Premium

Os produtos de prote¨ªna animal convencional detinham a maior participa??o do mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul em 2025, respondendo por 85,25% do mercado total. Isso se deve principalmente ao uso de sistemas eficientes de ra??o e produ??o que dependem de culturas de alto rendimento, como milho e soja, que ajudam os grandes produtores a manter os custos baixos. A prote¨ªna animal convencional se beneficia de cadeias de suprimentos bem estabelecidas, ampla disponibilidade nas lojas de varejo e pre?os competitivos. Esses fatores a tornam a escolha mais popular para os consumidores de diversas faixas de renda na regi?o.

Por outro lado, a prote¨ªna animal org?nica ¨¦ um segmento menor, mas est¨¢ crescendo rapidamente, com uma CAGR projetada de 6,43% at¨¦ 2031. Esse crescimento ¨¦ impulsionado pelo crescente interesse dos consumidores em produtos com r¨®tulo limpo, tratamento ¨¦tico dos animais e m¨¦todos de agricultura sustent¨¢vel. Os consumidores urbanos e de renda mais alta est?o dispostos a pagar mais por carnes, latic¨ªnios e produtos proteicos org?nicos certificados. ? medida que os processos de certifica??o melhoram e as redes de distribui??o se expandem, a prote¨ªna animal org?nica est¨¢ se tornando mais acess¨ªvel, apesar de seus maiores custos de produ??o, e est¨¢ ganhando popularidade entre os compradores preocupados com a sa¨²de.

Por Aplica??o: Cuidados Pessoais Supera os Usos Alimentares Tradicionais

O setor de alimentos e bebidas det¨¦m a maior participa??o no mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul, respondendo por 52,83% da participa??o total do mercado em 2025. Essa domin?ncia se deve ao uso crescente de prote¨ªnas animais, como prote¨ªnas do soro de leite, case¨ªna e prote¨ªnas derivadas de ovos, em produtos como bebidas l¨¢cteas, produtos de panifica??o, lanches e refei??es prontas para consumo. Essas prote¨ªnas n?o apenas melhoram o valor nutricional dos alimentos, mas tamb¨¦m proporcionam benef¨ªcios funcionais, como melhora da textura, emulsifica??o aprimorada e maior saciedade. Como resultado, as prote¨ªnas animais tornaram-se um ingrediente essencial nos produtos aliment¨ªcios do dia a dia, impulsionando uma demanda consistente em toda a regi?o.

O setor de cuidados pessoais e cosm¨¦ticos est¨¢ emergindo como uma ¨¢rea de aplica??o de crescimento r¨¢pido, com uma CAGR projetada de 6,44% at¨¦ 2031. Ingredientes como col¨¢geno, gelatina e prote¨ªnas do leite est?o sendo cada vez mais incorporados em produtos de cuidados com a pele, cabelo e nutricosm¨¦ticos devido aos seus benef¨ªcios, incluindo hidrata??o, fortalecimento e propriedades antienvelhecimento. A crescente popularidade dos conceitos de beleza de dentro para fora e dos produtos premium de cuidados pessoais est¨¢ impulsionando ainda mais a demanda por essas prote¨ªnas. Essa tend¨ºncia est¨¢ expandindo o uso de ingredientes de prote¨ªna animal al¨¦m das aplica??es aliment¨ªcias, criando novas oportunidades de crescimento no setor de cosm¨¦ticos.

Mercado de Prote¨ªna Animal da Am¨¦rica do Sul: Participa??o de Mercado por Aplica??o
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

An¨¢lise Geogr¨¢fica

O Brasil ¨¦ o maior contribuinte para o mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul, respondendo por 55,63% da participa??o do mercado regional. Essa posi??o de destaque se deve ao seu avan?ado setor de aves, latic¨ªnios e gr?os para ra??o, que permite uma produ??o econ?mica e robustas capacidades de exporta??o. O Brasil tem uma alta demanda dom¨¦stica por prote¨ªna animal, impulsionada pelo seu crescente setor de processamento de alimentos, pelo foco crescente em nutri??o e pela expans?o do setor de ra??o para animais de estima??o. Ao longo do per¨ªodo de previs?o, espera-se que o Brasil mantenha sua posi??o de lideran?a, com sua taxa de crescimento acompanhando de perto a m¨¦dia regional.

Embora menor em tamanho de mercado, o Chile ¨¦ um dos mercados de crescimento mais r¨¢pido da Am¨¦rica do Sul, com uma CAGR projetada de 5,17% ao longo do per¨ªodo de previs?o. O pa¨ªs depende fortemente de importa??es de prote¨ªnas do leite e ingredientes ¨¤ base de ovos devido ¨¤ sua limitada produ??o dom¨¦stica de latic¨ªnios. No entanto, as inova??es em aquicultura e nutri??o funcional est?o impulsionando o crescimento, ¨¤ medida que os consumidores urbanos preferem cada vez mais produtos como alimentos e bebidas enriquecidos com col¨¢geno. Esses desenvolvimentos tornam o Chile um mercado promissor com significativo potencial de crescimento, mesmo que seu tamanho de mercado geral seja menor do que o de outros pa¨ªses da regi?o.

Col?mbia, Peru e Argentina juntos comp?em a participa??o restante do mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul, cada um oferecendo contribui??es ¨²nicas. O setor av¨ªcola da Col?mbia desempenha um papel fundamental no atendimento ¨¤ demanda local e no apoio ao com¨¦rcio regional. O Peru ¨¦ um importante player na produ??o de prote¨ªna marinha e farinha de peixe, que s?o componentes essenciais da cadeia de suprimentos de prote¨ªnas. A Argentina, conhecida por sua produ??o de latic¨ªnios e carne bovina, enfrenta desafios como quest?es clim¨¢ticas e restri??es comerciais que impactam seu crescimento. Apesar desses desafios, espera-se que esses mercados cres?am de forma constante, apoiados por melhorias na efici¨ºncia produtiva e uma mudan?a gradual em dire??o a produtos proteicos de maior valor.

Cen¨¢rio Competitivo

O mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul ¨¦ moderadamente fragmentado, com grandes empresas multinacionais de latic¨ªnios como Fonterra, Glanbia e Arla Foods liderando a produ??o de prote¨ªnas de soro de leite e caseinato de alta qualidade, essenciais para nutri??o e f¨®rmulas infantis. Ao mesmo tempo, os fornecedores regionais desempenham um papel significativo ao atender tanto os mercados locais quanto os de exporta??o com produtos proteicos padr?o e especializados. Essa combina??o de players globais e regionais cria um ambiente competitivo em diversas categorias de produtos, garantindo op??es diversificadas para consumidores e empresas.

Os produtores regionais, particularmente no Brasil, se beneficiam de sua proximidade com os principais polos pecu¨¢rios e de latic¨ªnios, o que ajuda a reduzir os custos de mat¨¦ria-prima e melhora a efici¨ºncia da cadeia de suprimentos. Essas vantagens permitem que respondam rapidamente ¨¤s demandas dos clientes. Nos segmentos de col¨¢geno e gelatina, as empresas globais dominam o mercado premium, fornecendo produtos de alto valor para aplica??es farmac¨ºuticas, nutrac¨ºuticas e de beleza. Sua expertise em formula??es e aplica??es avan?adas torna desafiador para novos players entrar nesses segmentos de alto padr?o, mantendo sua posi??o dominante no mercado.

O futuro do mercado ¨¦ cada vez mais impulsionado pela inova??o e escalabilidade, e n?o apenas pelo volume de produ??o. As oportunidades est?o crescendo em ¨¢reas como prote¨ªnas alternativas, fermenta??o de precis?o e solu??es avan?adas de ra??o, especialmente para aquicultura e nutri??o animal. A ado??o de tecnologias como sele??o gen?mica, gest?o de granjas baseada em intelig¨ºncia artificial e sistemas de rastreabilidade digital est¨¢ ajudando os fornecedores a atender a requisitos regulat¨®rios mais rigorosos, ao mesmo tempo em que praticam pre?os mais elevados. O aumento dos custos de conformidade e certifica??es tamb¨¦m est¨¢ impulsionando a consolida??o do mercado, favorecendo empresas verticalmente integradas que gerenciam toda a cadeia de suprimentos, desde o melhoramento gen¨¦tico e produ??o de ra??o at¨¦ o processamento e extra??o de ingredientes.

L¨ªderes do Setor de Prote¨ªna Animal da Am¨¦rica do Sul

  1. Arla Foods amba

  2. Darling Ingredients Inc.

  3. GELITA AG

  4. Wilmar International

  5. Hilmar Cheese Company Inc.

  6. *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica
Mercado de Prote¨ªna Animal da Am¨¦rica do Sul
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

Desenvolvimentos Recentes do Setor

  • Dezembro de 2025: O MAPA do Brasil aprovou o Lacprodan MFGM-10 para uso em alimentos e bebidas contendo prote¨ªna do soro de leite, o que representou um marco significativo nos esfor?os da Arla Foods Ingredients para expandir para o mercado brasileiro.
  • Setembro de 2025: A Nestl¨¦ Brasil anunciou planos de investir BRL 1 bilh?o at¨¦ 2028 para expandir e modernizar sua f¨¢brica de caf¨¦ sol¨²vel em Araras, S?o Paulo. Essa iniciativa representou o maior investimento entre as 18 unidades operacionais da empresa no Brasil. O investimento fez parte de um pacote mais amplo de BRL 7 bilh?es alocado para o per¨ªodo 2025-2028. Al¨¦m disso, a empresa visava fortalecer suas capacidades de produ??o de diversos produtos l¨¢cteos, incluindo queijos prato e mussarela, prote¨ªna do soro de leite, manteiga, cream cheese e misturas l¨¢cteas, em suas instala??es em Iju¨ª, Teut?nia, Santa Rosa e Tr¨ºs de Maio.
  • Janeiro de 2025: A Piracanjuba anunciou um investimento de BRL 499 milh?es para estabelecer uma nova instala??o de processamento de prote¨ªna do soro de leite e latic¨ªnios no Brasil. Essa iniciativa visava aumentar significativamente a capacidade dom¨¦stica de produ??o de soro de leite do pa¨ªs para atender ¨¤ crescente demanda por produtos l¨¢cteos de alta qualidade.

Sum¨¢rio do Relat¨®rio do Setor de Prote¨ªna Animal da Am¨¦rica do Sul

1. INTRODU??O

  • 1.1 Premissas do Estudo e Defini??o do Mercado
  • 1.2 Escopo do Estudo

2. METODOLOGIA DE PESQUISA

3. SUM?RIO EXECUTIVO

4. CEN?RIO DE MERCADO

  • 4.1 Vis?o Geral do Mercado
  • 4.2 Impulsionadores do Mercado
    • 4.2.1 A crescente conscientiza??o sobre sa¨²de e nutri??o est¨¢ incentivando maior ingest?o de prote¨ªnas
    • 4.2.2 Uso crescente de prote¨ªna animal em alimentos processados, lanches e refei??es prontas
    • 4.2.3 Demanda crescente por produtos c¨¢rneos processados e de valor agregado
    • 4.2.4 Consumo crescente de fontes de prote¨ªna acess¨ªveis, como aves e ovos
    • 4.2.5 Demanda crescente por ingredientes de prote¨ªna animal em ra??o para animais de estima??o e nutri??o animal
    • 4.2.6 Avan?os tecnol¨®gicos em melhoramento gen¨¦tico, sa¨²de animal e efici¨ºncia alimentar
  • 4.3 Restri??es do Mercado
    • 4.3.1 Alta exposi??o a surtos de doen?as animais, como influenza avi¨¢ria e febre aftosa
    • 4.3.2 Press?o crescente de prote¨ªnas vegetais e alternativas
    • 4.3.3 Aumento dos custos de conformidade relacionados a padr?es de seguran?a alimentar, bem-estar animal e sustentabilidade
    • 4.3.4 Escassez de ¨¢gua e variabilidade clim¨¢tica est?o impactando a produtividade pecu¨¢ria
  • 4.4 An¨¢lise da Cadeia de Valor
  • 4.5 Perspectiva Regulat¨®ria
  • 4.6 Perspectiva Tecnol¨®gica
  • 4.7 Cinco For?as de Porter
    • 4.7.1 Amea?a de Novos Entrantes
    • 4.7.2 Poder de Barganha dos Compradores
    • 4.7.3 Poder de Barganha dos Fornecedores
    • 4.7.4 Amea?a de Produtos Substitutos
    • 4.7.5 Intensidade da Rivalidade Competitiva

5. PREVIS?ES DE TAMANHO E CRESCIMENTO DO MERCADO (VALOR E VOLUME)

  • 5.1 Por Tipo de Prote¨ªna
    • 5.1.1 Case¨ªna e Caseinatos
    • 5.1.2 °ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç
    • 5.1.3 Prote¨ªna de Ovo
    • 5.1.4 Gelatina
    • 5.1.5 Prote¨ªna de Inseto
    • 5.1.6 Prote¨ªna do Leite
    • 5.1.7 Prote¨ªna do Soro de Leite
    • 5.1.8 Outros
  • 5.2 Por Categoria
    • 5.2.1 Org?nico
    • 5.2.2 Convencional
  • 5.3 Por Aplica??o
    • 5.3.1 Ra??o
    • 5.3.2 Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
    • 5.3.3 Alimentos e Bebidas
    • 5.3.3.1 Panifica??o
    • 5.3.3.2 Bebidas
    • 5.3.3.3 Cereais Matinais
    • 5.3.3.4 Condimentos/Molhos
    • 5.3.3.5 Confeitaria
    • 5.3.3.6 Produtos L¨¢cteos e Alternativas L¨¢cteas
    • 5.3.3.7 Produtos Aliment¨ªcios Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
    • 5.3.3.8 Lanches
    • 5.3.4 Suplementos Nutricionais
    • 5.3.4.1 Alimentos para Beb¨ºs e Nutri??o Infantil
    • 5.3.4.2 Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
    • 5.3.4.3 Nutri??o Esportiva/de Desempenho
  • 5.4 Por Pa¨ªs
    • 5.4.1 Brasil
    • 5.4.2 Col?mbia
    • 5.4.3 Chile
    • 5.4.4 Peru
    • 5.4.5 Argentina
    • 5.4.6 Restante da Am¨¦rica do Sul

6. CEN?RIO COMPETITIVO

  • 6.1 Concentra??o do Mercado
  • 6.2 Movimentos Estrat¨¦gicos
  • 6.3 An¨¢lise de Participa??o de Mercado
  • 6.4 Perfis de Empresas (inclui Vis?o Geral em N¨ªvel Global, Vis?o Geral em N¨ªvel de Mercado, Segmentos Principais, Dados Financeiros (quando dispon¨ªveis), Informa??es Estrat¨¦gicas, Classifica??o/Participa??o de Mercado, Produtos e Servi?os, Desenvolvimentos Recentes)
    • 6.4.1 Arla Foods amba
    • 6.4.2 Darling Ingredients Inc. (Rousselot)
    • 6.4.3 GELITA AG
    • 6.4.4 Wilmar International Ltd.
    • 6.4.5 Hilmar Cheese Company Inc.
    • 6.4.6 Kerry Group plc
    • 6.4.7 Lactoprot Deutschland GmbH
    • 6.4.8 Royal FrieslandCampina N.V.
    • 6.4.9 Saputo Inc.
    • 6.4.10 Tyson Foods Inc.
    • 6.4.11 Tangar¨¢ Foods S.A.
    • 6.4.12 Fonterra Co-operative Group
    • 6.4.13 Glanbia plc
    • 6.4.14 Archer Daniels Midland Company
    • 6.4.15 Agropur Inc.
    • 6.4.16 CJ Selecta
    • 6.4.17 BRF Ingredients
    • 6.4.18 Novus International
    • 6.4.19 Bunge Ltd.
    • 6.4.20 Lauridsen Group Inc.

7. OPORTUNIDADES DE MERCADO E PERSPECTIVAS FUTURAS

Escopo do Relat¨®rio do Mercado de Prote¨ªna Animal da Am¨¦rica do Sul

O mercado de prote¨ªna animal da Am¨¦rica do Sul ¨¦ segmentado por tipo de prote¨ªna, categoria, aplica??o e pa¨ªs. Com base no tipo de prote¨ªna, o mercado ¨¦ classificado em case¨ªna e caseinatos, col¨¢geno, prote¨ªna de ovo, gelatina, prote¨ªna de inseto, prote¨ªna do leite, prote¨ªna do soro de leite e outros. Com base na categoria, o mercado ¨¦ classificado em org?nico e convencional. Com base na aplica??o, o mercado ¨¦ classificado em ra??o, cuidados pessoais e cosm¨¦ticos, alimentos e bebidas e suplementos nutricionais. Por pa¨ªs, o mercado abrange Argentina, Brasil, Col?mbia, Chile, Peru e Restante da Am¨¦rica do Sul. As previs?es de mercado s?o fornecidas em termos de valor (USD).   

Por Tipo de Prote¨ªna
Case¨ªna e Caseinatos
°ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç
Prote¨ªna de Ovo
Gelatina
Prote¨ªna de Inseto
Prote¨ªna do Leite
Prote¨ªna do Soro de Leite
Outros
Por Categoria
Org?nico
Convencional
Por Aplica??o
Ra??o
Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
Alimentos e BebidasPanifica??o
Bebidas
Cereais Matinais
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Produtos L¨¢cteos e Alternativas L¨¢cteas
Produtos Aliment¨ªcios Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
Lanches
Suplementos NutricionaisAlimentos para Beb¨ºs e Nutri??o Infantil
Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
Nutri??o Esportiva/de Desempenho
Por Pa¨ªs
Brasil
Col?mbia
Chile
Peru
Argentina
Restante da Am¨¦rica do Sul
Por Tipo de Prote¨ªnaCase¨ªna e Caseinatos
°ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç
Prote¨ªna de Ovo
Gelatina
Prote¨ªna de Inseto
Prote¨ªna do Leite
Prote¨ªna do Soro de Leite
Outros
Por CategoriaOrg?nico
Convencional
Por Aplica??oRa??o
Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
Alimentos e BebidasPanifica??o
Bebidas
Cereais Matinais
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Produtos L¨¢cteos e Alternativas L¨¢cteas
Produtos Aliment¨ªcios Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
Lanches
Suplementos NutricionaisAlimentos para Beb¨ºs e Nutri??o Infantil
Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
Nutri??o Esportiva/de Desempenho
Por Pa¨ªsBrasil
Col?mbia
Chile
Peru
Argentina
Restante da Am¨¦rica do Sul

Defini??o de mercado

  • Usu¨¢rio Final - O Mercado de Ingredientes Proteicos opera em base B2B. Fabricantes de Alimentos, Bebidas, Suplementos, Ra??o e Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos s?o considerados os consumidores finais no mercado estudado. O escopo exclui fabricantes que adquirem soro de leite l¨ªquido/em p¨® para uso como agente ligante, espessante ou outras aplica??es n?o proteicas.
  • Taxa de Penetra??o - A Taxa de Penetra??o ¨¦ definida como o percentual do Volume do Mercado de Usu¨¢rio Final Enriquecido com Prote¨ªna em rela??o ao Volume Total do Mercado de Usu¨¢rio Final.
  • Teor ²Ñ¨¦»å¾±´Ç de Prote¨ªna - O teor m¨¦dio de prote¨ªna ¨¦ o conte¨²do m¨¦dio de prote¨ªna presente por 100 g de produto fabricado por todas as empresas de usu¨¢rio final consideradas no escopo deste relat¨®rio.
  • Volume do Mercado de Usu¨¢rio Final - O volume do mercado de usu¨¢rio final ¨¦ o volume consolidado de todos os tipos e formas de produtos de usu¨¢rio final no pa¨ªs ou regi?o.
Palavra-chaveDefini??o
Alfa-lactoalbumina (¦Á-Lactoalbumina)? uma prote¨ªna que regula a produ??o de lactose no leite de quase todas as esp¨¦cies de mam¨ªferos.
´¡³¾¾±²Ô´Ç¨¢³¦¾±»å´Ç? um composto org?nico que cont¨¦m grupos funcionais tanto amino quanto ¨¢cido carbox¨ªlico, necess¨¢rios para a s¨ªntese de prote¨ªnas corporais e outros compostos importantes contendo nitrog¨ºnio, como creatina, horm?nios pept¨ªdicos e alguns neurotransmissores.
Branqueamento? o processo de aquecimento breve de vegetais com vapor ou ¨¢gua fervente.
BRCCons¨®rcio Brit?nico de Varejo
Melhorador de p?o? uma mistura ¨¤ base de farinha de v¨¢rios componentes com propriedades funcionais espec¨ªficas, projetada para modificar as caracter¨ªsticas da massa e conferir atributos de qualidade ao p?o.
BSFMosca-soldado-negra
Caseinato? uma subst?ncia produzida pela adi??o de um ¨¢lcali ¨¤ case¨ªna ¨¢cida, um derivado da case¨ªna.
Doen?a cel¨ªacaA doen?a cel¨ªaca ¨¦ uma rea??o imunol¨®gica ¨¤ ingest?o de gl¨²ten, uma prote¨ªna encontrada no trigo, cevada e centeio.
Colostro? um fluido leitoso liberado por mam¨ªferos que deram ¨¤ luz recentemente, antes do in¨ªcio da produ??o de leite materno.
Concentrado? a forma menos processada de prote¨ªna e tem um teor proteico que varia de 40 a 90% em peso.
Base de prote¨ªna secaRefere-se ao percentual de "prote¨ªna pura" presente em um suplemento ap¨®s a remo??o completa da ¨¢gua por meio de calor.
Soro de leite em p¨®? o produto resultante da secagem do soro de leite fresco que foi pasteurizado e ao qual nada foi adicionado como conservante.
Prote¨ªna de ovo? uma mistura de prote¨ªnas individuais, incluindo ovalbumina, ovomuc¨®ide, ovoglobulina, conalbumina, vitelina e vitelenina.
Emulsificante? um aditivo alimentar que facilita a mistura de alimentos imisc¨ªveis entre si, como ¨®leo e ¨¢gua.
Enriquecimento? o processo de adi??o de micronutrientes perdidos durante o processamento do produto.
ERSServi?o de Pesquisa Econ?mica do USDA
Extrus?o? o processo de for?ar ingredientes misturados e macios atrav¨¦s de uma abertura em uma placa perfurada ou matriz projetada para produzir a forma desejada. O alimento extrudado ¨¦ ent?o cortado em um tamanho espec¨ªfico por l?minas.
FavaTamb¨¦m conhecida como faba, ¨¦ outro nome para feij?o-fava amarelo partido.
FDAAg¨ºncia de Vigil?ncia Sanit¨¢ria e Alimentar dos Estados Unidos
Flocula??o? um processo no qual tipicamente um gr?o de cereal (como milho, trigo ou arroz) ¨¦ quebrado em gr?nulos, cozido com aromas e xaropes e, em seguida, prensado em flocos entre rolos resfriados.
Agente espumante? um ingrediente alimentar que possibilita a forma??o ou manuten??o de uma dispers?o uniforme de uma fase gasosa em um alimento l¨ªquido ou s¨®lido.
Servi?o de alimenta??oRefere-se ¨¤ parte do setor aliment¨ªcio que inclui empresas, institui??es e companhias que preparam refei??es fora de casa. Inclui restaurantes, cantinas escolares e hospitalares, opera??es de catering e muitos outros formatos.
Fortifica??o? a adi??o deliberada de micronutrientes que n?o s?o encontrados naturalmente nos alimentos ou que s?o perdidos durante o processamento, para melhorar o valor nutricional de um produto aliment¨ªcio.
FSANZPadr?es Alimentares Austr¨¢lia Nova Zel?ndia
FSISServi?o de Inspe??o e Seguran?a Alimentar
FSSAIAutoridade de Seguran?a e Padr?es Alimentares da ?ndia
Agente gelificante? um ingrediente que funciona como estabilizante e espessante para proporcionar espessamento sem rigidez por meio da forma??o de gel.
GHGG¨¢s de Efeito Estufa
³Ò±ô¨²³Ù±ð²Ô? uma fam¨ªlia de prote¨ªnas encontradas em gr?os, incluindo trigo, centeio, espelta e cevada.
C?nhamo? uma classe bot?nica de cultivares de Cannabis sativa cultivados especificamente para uso industrial ou medicinal.
Hidrolisado? uma forma de prote¨ªna fabricada pela exposi??o da prote¨ªna a enzimas que podem quebrar parcialmente as liga??es entre os amino¨¢cidos da prote¨ªna e decompor prote¨ªnas grandes e complexas em partes menores. Seu processamento facilita e acelera a digest?o.
±á¾±±è´Ç²¹±ô±ð°ù²µ¨º²Ô¾±³¦´ÇRefere-se a uma subst?ncia que causa menos rea??es al¨¦rgicas.
Isolado? a forma mais pura e mais processada de prote¨ªna, que passou por separa??o para obter uma fra??o proteica pura. Tipicamente cont¨¦m ¡Ý 90% de prote¨ªna em peso.
Queratina? uma prote¨ªna que ajuda a formar cabelos, unhas e a camada externa da pele.
Lactoalbumina? a albumina contida no leite e obtida do soro de leite.
Lactoferrina? uma glicoprote¨ªna ligante de ferro presente no leite da maioria dos mam¨ªferos.
Tremo?oS?o as sementes de leguminosas amarelas do g¨ºnero Lupinus.
MillennialTamb¨¦m conhecido como Gera??o Y ou Gen Y, refere-se ¨¤s pessoas nascidas entre 1981 e 1996.
²Ñ´Ç²Ô´Ç²µ¨¢²õ³Ù°ù¾±³¦´ÇRefere-se a um animal com est?mago de compartimento ¨²nico. Exemplos de monog¨¢stricos incluem humanos, aves, su¨ªnos, cavalos, coelhos, c?es e gatos. A maioria dos monog¨¢stricos geralmente ¨¦ incapaz de digerir muitos materiais alimentares celul¨®sicos, como gram¨ªneas.
MPCConcentrado de prote¨ªna do leite
MPIIsolado de prote¨ªna do leite
MSPIIsolado de prote¨ªna de soja metilada
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹A micoprote¨ªna ¨¦ uma forma de prote¨ªna unicelular, tamb¨¦m conhecida como prote¨ªna f¨²ngica, derivada de fungos para consumo humano.
±·³Ü³Ù°ù¾±³¦´Ç²õ³¾¨¦³Ù¾±³¦´Ç²õ? uma categoria de produtos e ingredientes que atuam como suplementos nutricionais para cuidar da beleza natural da pele, unhas e cabelos.
Osteoporose? uma condi??o m¨¦dica na qual os ossos se tornam fr¨¢geis e quebradi?os devido ¨¤ perda de tecido, tipicamente como resultado de altera??es hormonais ou defici¨ºncia de c¨¢lcio ou vitamina D.
PDCAASO escore de amino¨¢cidos corrigido pela digestibilidade proteica (PDCAAS) ¨¦ um m¨¦todo de avalia??o da qualidade de uma prote¨ªna com base tanto nos requisitos de amino¨¢cidos dos humanos quanto na sua capacidade de digeri-la.
Consumo per capita de prote¨ªna animal? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna animal (como leite, soro de leite, gelatina, col¨¢geno e prote¨ªnas de ovo) prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa em uma popula??o real.
Consumo per capita de prote¨ªna vegetal? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna vegetal (como prote¨ªnas de soja, trigo, ervilha, aveia e c?nhamo) prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa em uma popula??o real.
Quorn? uma prote¨ªna microbiana fabricada usando micoprote¨ªna como ingrediente, na qual a cultura f¨²ngica ¨¦ seca e misturada com albumina de ovo ou prote¨ªna de batata, que atua como aglutinante, e ent?o tem sua textura ajustada e ¨¦ prensada em diversas formas.
Pronto para CozinharRefere-se a produtos aliment¨ªcios que incluem todos os ingredientes, onde alguma prepara??o ou cozimento ¨¦ necess¨¢rio por meio de um processo indicado na embalagem.
Pronto para ConsumoRefere-se a um produto aliment¨ªcio preparado ou cozido com anteced¨ºncia, sem necessidade de cozimento ou prepara??o adicional antes de ser consumido.
RTDPronto para Beber
RTSPronto para Servir
Gordura saturada? um tipo de gordura em que as cadeias de ¨¢cidos graxos possuem apenas liga??es simples. ? geralmente considerada prejudicial ¨¤ sa¨²de.
Salsicha? um produto c¨¢rneo feito de carne finamente picada e temperada, que pode ser fresca, defumada ou em conserva e que geralmente ¨¦ recheada em uma tripa.
Seitan? um substituto de carne ¨¤ base de plantas feito de gl¨²ten de trigo.
C¨¢psula mole? uma c¨¢psula ¨¤ base de gelatina com preenchimento l¨ªquido.
SPCConcentrado de prote¨ªna de soja
SPIIsolado de prote¨ªna de soja
Espirulina? uma biomassa de cianobact¨¦rias que pode ser consumida por humanos e animais.
Estabilizante? um ingrediente adicionado a produtos aliment¨ªcios para ajudar a manter ou melhorar sua textura original e caracter¨ªsticas f¨ªsicas e qu¨ªmicas.
Suplementa??o? o consumo ou fornecimento de fontes concentradas de nutrientes ou outras subst?ncias destinadas a complementar os nutrientes da dieta e corrigir defici¨ºncias nutricionais.
Texturizante? um tipo espec¨ªfico de ingrediente alimentar usado para controlar e alterar a sensa??o na boca e a textura de produtos aliment¨ªcios e bebidas.
Espessante? um ingrediente usado para aumentar a viscosidade de um l¨ªquido ou massa e torn¨¢-lo mais espesso, sem alterar substancialmente suas outras propriedades.
Gordura transTamb¨¦m chamada de ¨¢cidos graxos trans-insaturados ou ¨¢cidos graxos trans, ¨¦ um tipo de gordura insaturada que ocorre naturalmente em pequenas quantidades na carne.
TSPProte¨ªna de soja texturizada
TVPProte¨ªna vegetal texturizada
WPCConcentrado de prote¨ªna do soro de leite
WPIIsolado de prote¨ªna do soro de leite

Metodologia de Pesquisa

A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.

  • Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis-Chave: As vari¨¢veis-chave quantific¨¢veis (do setor e externas) pertencentes ao segmento de produto espec¨ªfico e ao pa¨ªs s?o selecionadas a partir de um grupo de vari¨¢veis e fatores relevantes com base em pesquisa documental e revis?o bibliogr¨¢fica, juntamente com contribui??es de especialistas prim¨¢rios. Essas vari¨¢veis s?o posteriormente confirmadas por meio de modelagem de regress?o (quando necess¨¢rio).
  • Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: A fim de construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e os fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos de mercado dispon¨ªveis. Por meio de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o de mercado s?o definidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
  • Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e avalia??es dos analistas s?o validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em diferentes n¨ªveis e fun??es para gerar uma vis?o hol¨ªstica do mercado estudado.
  • Etapa 4: Resultados da Pesquisa: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Consultorias Personalizadas, Bases de Dados e Plataformas de Assinatura
Metodologia de Pesquisa
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.