Tamanho e Participa??o do Mercado de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Norte

Mercado de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Norte (2026 - 2031)
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

An¨¢lise do Mercado de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Norte por ºÚÁϲ»´òìÈ

O tamanho do mercado de prote¨ªna da Am¨¦rica do Norte ¨¦ avaliado em USD 8,73 bilh?es em 2026 e est¨¢ projetado para alcan?ar USD 10,83 bilh?es at¨¦ 2031, traduzindo-se em um CAGR de 4,39% para o per¨ªodo de previs?o. O crescimento constante est¨¢ agora menos vinculado ao volume bruto e mais a estrat¨¦gias de premiumiza??o que combinam altas pontua??es DIAAS com alega??es de r¨®tulo limpo cobi?adas por varejistas e compradores do setor de alimenta??o fora do lar. A mudan?a do Comit¨º Consultivo das Diretrizes Alimentares de 2025 em dire??o ¨¤ digestibilidade de amino¨¢cidos eleva o valor dos ingredientes que demonstram absor??o ileal superior, abrindo espa?o para precifica??o mais elevada para fornecedores que conseguem validar a funcionalidade por meio de estudos cl¨ªnicos. Os subs¨ªdios incorporados no Farm Bill de 2025 reduziram os custos dom¨¦sticos de mat¨¦rias-primas de ervilha e c?nhamo, estreitando assim a diferen?a hist¨®rica de pre?os em rela??o aos isolados asi¨¢ticos e incentivando o fornecimento localizado para processadores dos Estados Unidos e do °ä²¹²Ô²¹»å¨¢. As prote¨ªnas produzidas por fermenta??o de precis?o est?o ganhando tra??o regulat¨®ria ap¨®s a Health Canada aprovar a ¦Â-lactoglobulina de levedura e a Prote¨ªna Fy, o que encorajou o capital de risco a direcionar investimentos para capacidade de fermenta??o em Ont¨¢rio e Qu¨¦bec. Ao mesmo tempo, medidas antidumping sobre importa??es de ervilha com alto teor proteico est?o redirecionando a demanda para instala??es regionais de processamento, impulsionando as margens de processamento no Meio-Oeste e nas Pradarias, ao mesmo tempo que restringem as op??es de formula??o offshore.

Principais Conclus?es do Relat¨®rio

  • Por fonte, as prote¨ªnas vegetais lideraram com 65,17% de participa??o na receita em 2025, enquanto as prote¨ªnas microbianas t¨ºm previs?o de expans?o a um CAGR de 6,35% at¨¦ 2031.
  • Por usu¨¢rio final, alimentos e bebidas absorveram 51,23% dos volumes de ingredientes em 2025, enquanto as aplica??es de cuidados pessoais e cosm¨¦ticos avan?am a um CAGR de 6,16% at¨¦ 2031.
  • Por pa¨ªs, os Estados Unidos capturaram 81,49% da participa??o do mercado de prote¨ªna da Am¨¦rica do Norte em 2025, enquanto o ²Ñ¨¦³æ¾±³¦´Ç est¨¢ projetado para registrar o maior CAGR de 6,54% no mesmo horizonte.

Nota: O tamanho do mercado e os n¨²meros de previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e percep??es mais recentes dispon¨ªveis em janeiro de 2026.

An¨¢lise de Segmentos

Por Fonte:

Plataformas Microbianas Ganham Tra??o Regulat¨®ria

As prote¨ªnas vegetais representaram 65,17% do valor de mercado em 2025, com as prote¨ªnas microbianas projetadas para crescer a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 6,35% at¨¦ 2031, marcando o crescimento mais r¨¢pido entre as categorias de fonte. Os isolados de prote¨ªna de ervilha dominam os volumes de prote¨ªna ¨¤ base de plantas, utilizados principalmente em an¨¢logos de carne e alternativas a latic¨ªnios devido aos seus perfis de sabor neutro e alta solubilidade. O lan?amento em outubro de 2024 pela Ingredion de prote¨ªna de ervilha com dispersibilidade aprimorada aborda os persistentes desafios de formula??o em bebidas prontas para beber. Os concentrados e isolados de prote¨ªna de soja mant¨ºm vantagens de custo, apoiados por dados do USDA indicando que a produ??o de soja em 2024 atingiu 4,37 bilh?es de bushels, um aumento de 5% em rela??o ao ano anterior. No entanto, essas prote¨ªnas enfrentam desafios decorrentes de preocupa??es com al¨¦rgenos e requisitos de certifica??o n?o transg¨ºnica, que aumentam os custos de aquisi??o em 10 a 15%. Os isolados de prote¨ªna de c?nhamo alcan?aram suas primeiras vendas comerciais em abril de 2024 por meio da parceria Burcon-HPS, aproveitando os programas de produ??o de c?nhamo do USDA que fornecem seguro de colheita federal e assist¨ºncia t¨¦cnica aos produtores.

As prote¨ªnas de origem animal, incluindo case¨ªna, soro de leite, col¨¢geno, gelatina e prote¨ªnas do ovo, s?o utilizadas em aplica??es premium onde seu desempenho funcional justifica custos mais elevados. Os isolados de prote¨ªna de soro de leite comandam um pr¨ºmio de pre?o de 15 a 20% sobre os concentrados devido ¨¤ remo??o da lactose e maior pureza proteica (¡Ý90%), atributos aproveitados pelas marcas de nutri??o esportiva para diferenciar seus produtos. A aquisi??o em fevereiro de 2025 pela Arla Foods Ingredients do neg¨®cio de Nutri??o de Soro de Leite da Volac consolida o fornecimento em um segmento onde tr¨ºs fornecedores controlam aproximadamente 40% da capacidade de isolado de soro de leite da Am¨¦rica do Norte, levantando preocupa??es sobre poder de precifica??o e depend¨ºncia de clientes. Al¨¦m disso, as prote¨ªnas microbianas, incluindo farinhas derivadas de algas e plataformas de fermenta??o de micoprote¨ªna, oferecem alternativas sustent¨¢veis e de alta qualidade ¨¤s prote¨ªnas convencionais. Fornecedores como AlgaVia (da Corbion) e Marlow Foods est?o avan?ando nesses segmentos ¨¤ medida que marcas e fabricantes se voltam para prote¨ªnas inovadoras e sustent¨¢veis que se alinham com as expectativas evolutivas dos consumidores e reguladores.

Mercado de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Norte: Participa??o de Mercado por Fonte
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Por Usu¨¢rio Final:

Cuidados Pessoais Emerge como Canal de Alta Margem

O segmento de alimentos e bebidas representou 51,23% dos volumes de ingredientes em 2025, com as aplica??es de cuidados pessoais e cosm¨¦ticos projetadas para crescer a uma taxa anual de 6,16% at¨¦ 2031, marcando o crescimento mais r¨¢pido entre os segmentos de usu¨¢rio final. Dentro de alimentos e bebidas, latic¨ªnios e alternativas a latic¨ªnios representam o maior subsegmento, impulsionado por reformula??es de iogurte grego e pela fortifica??o de leite ¨¤ base de plantas, exigindo de 8 a 12 gramas de prote¨ªna por por??o para corresponder ao perfil nutricional do leite bovino. Carnes, aves, frutos do mar e suas alternativas utilizam prote¨ªnas vegetais texturizadas e isolados para replicar estruturas fibrosas semelhantes a cortes de m¨²sculo inteiro. Os fabricantes de panifica??o e snacks aumentaram as taxas de inclus?o de prote¨ªna entre 2024 e 2025 para atender ¨¤ demanda dos consumidores por produtos que promovem saciedade e suportam precifica??o premium. Os shakes proteicos prontos para beber e o caf¨¦ fortificado na categoria de bebidas enfrentam desafios t¨¦cnicos relacionados ¨¤ estabilidade ao calor e ¨¤ sensibilidade ao pH, limitando as op??es de fonte proteica a isolados altamente sol¨²veis.

Os suplementos, incluindo suplementos esportivos e diet¨¦ticos, alimentos para beb¨ºs e f¨®rmulas infantis, e nutri??o para idosos e nutri??o m¨¦dica, dependem de tipos espec¨ªficos de prote¨ªna para atender aos requisitos regulat¨®rios e funcionais. Os suplementos esportivos priorizam isolados e hidrolisados de soro de leite para absor??o r¨¢pida, enquanto as regulamenta??es de f¨®rmulas infantis favorecem prote¨ªnas ¨¤ base de latic¨ªnios devido aos seus perfis de seguran?a estabelecidos. As aplica??es de cuidados pessoais e cosm¨¦ticos, crescendo a um CAGR de 6,16%, utilizam pept¨ªdeos de col¨¢geno, hidrolisados de queratina e prote¨ªnas de seda para biodisponibilidade e refor?o estrutural em cuidados capilares, cuidados com a pele e cosm¨¦ticos coloridos. Enquanto isso, a ra??o animal permanece um canal significativo para farinhas proteicas de menor qualidade e coprodutos, embora seu crescimento seja mais lento ¨¤ medida que os produtores de gado otimizam as taxas de convers?o alimentar e adotam amino¨¢cidos sint¨¦ticos.

Mercado de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Norte: Participa??o de Mercado por Usu¨¢rio Final
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An¨¢lise Geogr¨¢fica

Mercado de Prote¨ªnas dos Estados Unidos

Projeta-se que os Estados Unidos respondam por 81,49% da receita do mercado de prote¨ªnas da Am¨¦rica do Norte em 2025. Essa lideran?a ¨¦ impulsionada por cadeias de suprimentos verticalmente integradas que abrangem a produ??o de gr?os no Centro-Oeste, processos de esmagamento, fracionamento e extrus?o, garantindo uma entrega eficiente just-in-time aos fabricantes de alimentos. O crescente foco na consci¨ºncia sobre sa¨²de, particularmente para recupera??o muscular e condicionamento f¨ªsico, refor?a ainda mais essa domin?ncia. Opera??es simplificadas, como a racionaliza??o da rede de prote¨ªna de soja da Archer Daniels Midland em agosto de 2025, consolidam plantas de alta efici¨ºncia para atender ¨¤ demanda por prote¨ªnas com r¨®tulo limpo e n?o transg¨ºnicas, alinhando-se ¨¤ transi??o para dietas flexitarianas. Al¨¦m disso, a aplica??o pela FDA das Boas Pr¨¢ticas de Fabrica??o Atuais (CGMP) nos termos do 21 CFR Parte 110 aprimora a higieniza??o, o controle de al¨¦rgenos e a rastreabilidade, conferindo aos fornecedores dom¨¦sticos uma vantagem competitiva sobre concorrentes estrangeiros e fomentando inova??es de produtos em nutri??o esportiva e fortifica??o de produtos de panifica??o e snacks.

Mercado de Prote¨ªnas do ²Ñ¨¦³æ¾±³¦´Ç

Projeta-se que o ²Ñ¨¦³æ¾±³¦´Ç cres?a a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 6,54% at¨¦ 2031, tornando-o o segmento nacional de crescimento mais r¨¢pido na regi?o. Esse crescimento ¨¦ impulsionado pelo aumento do consumo de produtos de panifica??o fortificados, bebidas prontas para consumo e carnes processadas, que utilizam isolados proteicos para melhorar a nutri??o e a textura. Fabricantes como a Bunge North America est?o atendendo a aplica?es sem al¨¦rgenos ao fornecer hidrolisados de prote¨ªna de ervilha, equilibrando os elevados custos de produ??o com as exig¨ºncias de r¨®tulo limpo e a acessibilidade pelo com¨¦rcio eletr?nico. A expans?o da nutri??o esportiva e de produtos que apoiam o envelhecimento saud¨¢vel contribui ainda mais para esse crescimento.

Mercado de Prote¨ªnas do °ä²¹²Ô²¹»å¨¢

O °ä²¹²Ô²¹»å¨¢ desempenha um papel estrategicamente significativo no mercado de prote¨ªnas, apoiado por iniciativas federais para o processamento de prote¨ªnas vegetais e aprova??es aceleradas de novos produtos alimentares. A contribui??o do pa¨ªs est¨¢ alinhada com as tend¨ºncias de r¨®tulo limpo e produtos n?o transg¨ºnicos, bem como com os esfor?os de sustentabilidade, incluindo o desenvolvimento de prote¨ªnas de algas ecologicamente corretas por fornecedores como a Merit Functional Foods. Essas inova??es abordam preocupa??es com alergenicidade e desafios de processamento relacionados ao sabor em suplementos, atendendo ¨¤s demandas flexitarianas e ¨¤s combina??es voltadas para o condicionamento f¨ªsico. Pr¨¢ticas agr¨ªcolas robustas mitigam os impactos clim¨¢ticos sobre a produtividade, enquanto o crescimento do com¨¦rcio eletr?nico fortalece ainda mais a posi??o do °ä²¹²Ô²¹»å¨¢ como fonte premium de produtos proteicos. Isso complementa a efici¨ºncia dos Estados Unidos e o crescimento orientado pelo consumo do ²Ñ¨¦³æ¾±³¦´Ç em um mercado cada vez mais focado em rastreabilidade e produtos orientados para a sa¨²de.

Cen¨¢rio Competitivo

O cen¨¢rio competitivo reflete uma fragmenta??o moderada, com processadores multinacionais estabelecidos e players especializados emergentes competindo por participa??o de mercado. Fabricantes de ingredientes proeminentes, incluindo Archer Daniels Midland e Cargill, utilizam amplas capacidades de produ??o e portf¨®lios de produtos diversificados abrangendo prote¨ªnas de soja, trigo e ervilha para atender a v¨¢rios segmentos de alimentos e bebidas. Essas empresas estabelecidas se beneficiam de cadeias de suprimentos integradas e relacionamentos de longo prazo com clientes, permitindo-lhes permanecer competitivas mesmo com a mudan?a da demanda dos consumidores em dire??o a fontes proteicas alternativas.

Empresas focadas em nutri??o, como Glanbia e Kerry Group, trazem expertise significativa em aplica??es, particularmente em nutri??o esportiva e formula??es de alimentos funcionais. Sua capacidade de adaptar isolados de soro de leite, leite e prote¨ªnas ¨¤ base de plantas para atender a requisitos espec¨ªficos de uso final destaca a import?ncia dos ingredientes orientados para o desempenho. Essa capacidade as posiciona como parceiras preferenciais para marcas que buscam produtos de alta qualidade e suporte t¨¦cnico no desenvolvimento de produtos.

Entrantes especializados com foco em prote¨ªnas derivadas de algas, insetos e fermenta??o est?o transformando o cen¨¢rio competitivo ao abordar a sustentabilidade e as tend¨ºncias emergentes de nutri??o. Empresas como a Arbiom, com seus ingredientes proteicos ¨¤ base de fermenta??o, e a Allmicroalgae, que produz solu??es de prote¨ªna de microalgas, est?o ganhando tra??o entre os formuladores que buscam alternativas inovadoras e ecologicamente conscientes. A coexist¨ºncia de l¨ªderes tradicionais do setor e inovadores de nicho demonstra como o mercado equilibra escala, funcionalidade e prefer¨ºncias evolutivas dos consumidores.

L¨ªderes do Setor de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Norte

  1. Archer Daniels Midland Company

  2. Bunge Limited

  3. Kerry Group PLC

  4. Cargill Incorporated

  5. Roquette Fr¨¨res

  6. *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica
Mercado de Prote¨ªnas da Am¨¦rica do Norte
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Mercado de Prote¨ªnas da Am¨¦rica do Norte

  • Archer Daniels Midland Company
  • Arla Foods amba
  • Bunge Limited
  • CHS Inc.
  • Cargill Incorporated
  • Darling Ingredients Inc.
  • Farbest-Tallman Foods Corporation
  • Fonterra Co-operative Group Ltd.
  • Gelita AG
  • Glanbia PLC
  • Groupe Lactalis
  • Ingredion Incorporated
  • International Flavors & Fragrances Inc.
  • Kerry Group PLC
  • MGP Ingredients Inc.
  • Milk Specialties Global
  • Roquette Fr¨¨res
  • S¨¹dzucker Group
  • Tessenderlo Group
  • The Scoular Company

Recent Industry Developments in Mercado de Prote¨ªnas da Am¨¦rica do Norte

  • Setembro de 2025: A Burcon NutraScience Corp. concluiu sua primeira venda comercial de Puratein C, um isolado de prote¨ªna de canola. Derivado de sementes de canola n?o transg¨ºnicas cultivadas na Am¨¦rica do Norte, o Puratein C continha todos os nove amino¨¢cidos essenciais e alcan?ou uma pontua??o de digestibilidade proteica corrigida por amino¨¢cidos (PDCAAS) de 1,0. Suas potenciais aplica??es inclu¨ªam produtos de panifica??o, alternativas a latic¨ªnios, bebidas prontas para beber, substitutos de carne e molhos.
  • Mar?o de 2025: A Arla Foods Ingredients celebrou um contrato de fabrica??o terceirizada com a Valley Queen para ampliar sua capacidade de produ??o e atender ¨¤ crescente demanda por produtos l¨¢cteos enriquecidos com prote¨ªna nos Estados Unidos. Sediada em Dakota do Sul, a Valley Queen fabrica ingredientes da linha Nutrilac ProteinBoost. Este concentrado de prote¨ªna de soro de leite microparticulado patenteado foi desenvolvido para aumentar o teor proteico em alimentos e bebidas, mantendo sua textura e sabor.
  • Mar?o de 2025: A Vivici, uma startup holandesa de ingredientes, introduziu o ViviteinTM BLG no mercado dos Estados Unidos. Como ingrediente principal dentro de sua plataforma de prote¨ªna ViviteinTM, o ViviteinTM BLG tornou-se dispon¨ªvel, permitindo que clientes B2B desenvolvam produtos inovadores e diferenciados para os consumidores nos Estados Unidos.

?ndice do relat¨®rio da ind¨²stria de Mercado de Prote¨ªnas da Am¨¦rica do Norte

1. INTRODU??O

  • 1.1 Premissas do Estudo e Defini??o do Mercado
  • 1.2 Escopo do Estudo

2. METODOLOGIA DE PESQUISA

3. SUM?RIO EXECUTIVO

4. DIN?MICA DE MERCADO

  • 4.1 Vis?o Geral do Mercado
  • 4.2 Impulsionadores do Mercado
    • 4.2.1 A demanda por alternativas ¨¤ base de plantas e veganas cresce devido a mudan?as alimentares em dire??o a estilos de vida flexitarianos
    • 4.2.2 Expans?o do mercado de nutri??o esportiva e de desempenho
    • 4.2.3 Fortifica??o proteica de produtos aliment¨ªcios e bebidas convencionais
    • 4.2.4 Tend¨ºncias de r¨®tulo limpo favorecem prote¨ªnas naturais e n?o transg¨ºnicas em meio ¨¤ conscientiza??o sobre os potenciais danos dos transg¨ºnicos
    • 4.2.5 Incentivos do Farm Bill dos EUA de 2025 para o processamento dom¨¦stico de ervilha e c?nhamo
    • 4.2.6 Prefer¨ºncias de sustentabilidade por prote¨ªnas ecologicamente corretas, como insetos ou algas, apoiam o fornecimento ¨¦tico
  • 4.3 Restri??es do Mercado
    • 4.3.1 Os altos custos de produ??o de prote¨ªnas ¨¤ base de plantas e alternativas limitam a acessibilidade em compara??o com fontes animais
    • 4.3.2 Preocupa??es com alergenicidade de certas prote¨ªnas (por exemplo, soja, latic¨ªnios) restringem o uso
    • 4.3.3 Interrup??es na cadeia de suprimentos decorrentes da volatilidade das mat¨¦rias-primas afetam a disponibilidade de ingredientes especializados
    • 4.3.4 Regulamenta??es rigorosas sobre rotulagem, alega??es e novos alimentos atrasam o lan?amento de produtos
  • 4.4 An¨¢lise da Cadeia de Valor
  • 4.5 Cen¨¢rio Regulat¨®rio
  • 4.6 An¨¢lise das Cinco For?as de Porter
    • 4.6.1 Amea?a de Novos Entrantes
    • 4.6.2 Poder de Barganha dos Fornecedores
    • 4.6.3 Poder de Barganha dos Compradores
    • 4.6.4 Amea?a de Substitutos
    • 4.6.5 Intensidade da Rivalidade Competitiva

5. TAMANHO DO MERCADO E PREVIS?ES DE CRESCIMENTO (VALOR)

  • 5.1 Por Fonte
    • 5.1.1 Animal
    • 5.1.1.1 Case¨ªna e Caseinatos
    • 5.1.1.2 °ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç
    • 5.1.1.3 Prote¨ªna do Ovo
    • 5.1.1.4 Gelatina
    • 5.1.1.5 Prote¨ªna de Inseto
    • 5.1.1.6 Prote¨ªna do Leite
    • 5.1.1.7 Prote¨ªna de Soro de Leite
    • 5.1.1.8 Outras Prote¨ªnas Animais
    • 5.1.2 Microbiana
    • 5.1.2.1 Prote¨ªna de Algas
    • 5.1.2.2 ²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹
    • 5.1.3 Vegetal
    • 5.1.3.1 Prote¨ªna de C?nhamo
    • 5.1.3.2 Prote¨ªna de Ervilha
    • 5.1.3.3 Prote¨ªna de Batata
    • 5.1.3.4 Prote¨ªna de Arroz
    • 5.1.3.5 Prote¨ªna de Soja
    • 5.1.3.6 Prote¨ªna de Trigo
    • 5.1.3.7 Outras Prote¨ªnas Vegetais
  • 5.2 Por Usu¨¢rio Final
    • 5.2.1 Ra??o Animal
    • 5.2.2 Alimentos e Bebidas
    • 5.2.2.1 Panifica??o
    • 5.2.2.2 Bebidas
    • 5.2.2.3 Cereais Matinais
    • 5.2.2.4 Condimentos/Molhos
    • 5.2.2.5 Confeitaria
    • 5.2.2.6 Latic¨ªnios e Alternativas a Latic¨ªnios
    • 5.2.2.7 Carnes/Aves/Frutos do Mar e Alternativas
    • 5.2.2.8 Alimentos Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
    • 5.2.2.9 Snacks
    • 5.2.3 Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
    • 5.2.4 Suplementos
    • 5.2.4.1 Alimentos para Beb¨ºs e F¨®rmulas Infantis
    • 5.2.4.2 Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
    • 5.2.4.3 Suplementos Esportivos e Diet¨¦ticos
  • 5.3 Por Pa¨ªs
    • 5.3.1 Estados Unidos
    • 5.3.2 °ä²¹²Ô²¹»å¨¢
    • 5.3.3 ²Ñ¨¦³æ¾±³¦´Ç
    • 5.3.4 Restante da Am¨¦rica do Norte

6. CEN?RIO COMPETITIVO

  • 6.1 Concentra??o do Mercado
  • 6.2 Movimentos Estrat¨¦gicos
  • 6.3 An¨¢lise de Participa??o de Mercado
  • 6.4 Perfis de Empresas (inclui Vis?o Geral em N¨ªvel Global, Vis?o Geral em N¨ªvel de Mercado, Segmentos Principais, Dados Financeiros quando dispon¨ªveis, Informa??es Estrat¨¦gicas, Classifica??o/Participa??o de Mercado para empresas-chave, Produtos e Servi?os e Desenvolvimentos Recentes)
    • 6.4.1 Archer Daniels Midland Company
    • 6.4.2 Arla Foods amba
    • 6.4.3 Bunge Limited
    • 6.4.4 CHS Inc.
    • 6.4.5 Cargill Incorporated
    • 6.4.6 Darling Ingredients Inc.
    • 6.4.7 Farbest-Tallman Foods Corporation
    • 6.4.8 Fonterra Co-operative Group Ltd.
    • 6.4.9 Gelita AG
    • 6.4.10 Glanbia PLC
    • 6.4.11 Groupe Lactalis
    • 6.4.12 Ingredion Incorporated
    • 6.4.13 International Flavors & Fragrances Inc.
    • 6.4.14 Kerry Group PLC
    • 6.4.15 MGP Ingredients Inc.
    • 6.4.16 Milk Specialties Global
    • 6.4.17 Roquette Fr¨¨res
    • 6.4.18 S¨¹dzucker Group
    • 6.4.19 Tessenderlo Group
    • 6.4.20 The Scoular Company

7. OPORTUNIDADES DE MERCADO E PERSPECTIVAS FUTURAS

Escopo do Relat¨®rio do Mercado de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Norte

Animal, Microbiana, Vegetal s?o cobertos como segmentos por Fonte. Ra??o Animal, Alimentos e Bebidas, Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos, Suplementos s?o cobertos como segmentos por Usu¨¢rio Final. °ä²¹²Ô²¹»å¨¢, ²Ñ¨¦³æ¾±³¦´Ç, Estados Unidos s?o cobertos como segmentos por Pa¨ªs.
Por Fonte
AnimalCase¨ªna e Caseinatos
°ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç
Prote¨ªna do Ovo
Gelatina
Prote¨ªna de Inseto
Prote¨ªna do Leite
Prote¨ªna de Soro de Leite
Outras Prote¨ªnas Animais
MicrobianaProte¨ªna de Algas
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹
VegetalProte¨ªna de C?nhamo
Prote¨ªna de Ervilha
Prote¨ªna de Batata
Prote¨ªna de Arroz
Prote¨ªna de Soja
Prote¨ªna de Trigo
Outras Prote¨ªnas Vegetais
Por Usu¨¢rio Final
Ra??o Animal
Alimentos e BebidasPanifica??o
Bebidas
Cereais Matinais
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Latic¨ªnios e Alternativas a Latic¨ªnios
Carnes/Aves/Frutos do Mar e Alternativas
Alimentos Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
Snacks
Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
SuplementosAlimentos para Beb¨ºs e F¨®rmulas Infantis
Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
Suplementos Esportivos e Diet¨¦ticos
Por Pa¨ªs
Estados Unidos
°ä²¹²Ô²¹»å¨¢
²Ñ¨¦³æ¾±³¦´Ç
Restante da Am¨¦rica do Norte
Por FonteAnimalCase¨ªna e Caseinatos
°ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç
Prote¨ªna do Ovo
Gelatina
Prote¨ªna de Inseto
Prote¨ªna do Leite
Prote¨ªna de Soro de Leite
Outras Prote¨ªnas Animais
MicrobianaProte¨ªna de Algas
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹
VegetalProte¨ªna de C?nhamo
Prote¨ªna de Ervilha
Prote¨ªna de Batata
Prote¨ªna de Arroz
Prote¨ªna de Soja
Prote¨ªna de Trigo
Outras Prote¨ªnas Vegetais
Por Usu¨¢rio FinalRa??o Animal
Alimentos e BebidasPanifica??o
Bebidas
Cereais Matinais
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Latic¨ªnios e Alternativas a Latic¨ªnios
Carnes/Aves/Frutos do Mar e Alternativas
Alimentos Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
Snacks
Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
SuplementosAlimentos para Beb¨ºs e F¨®rmulas Infantis
Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
Suplementos Esportivos e Diet¨¦ticos
Por Pa¨ªsEstados Unidos
°ä²¹²Ô²¹»å¨¢
²Ñ¨¦³æ¾±³¦´Ç
Restante da Am¨¦rica do Norte

Defini??o de mercado

  • Usu¨¢rio Final - O Mercado de Ingredientes Proteicos opera em base B2B. Fabricantes de Alimentos, Bebidas, Suplementos, Ra??o Animal e Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos s?o considerados os consumidores finais no mercado estudado. O escopo exclui fabricantes que compram soro de leite l¨ªquido/seco para uso como agente ligante, espessante ou outras aplica??es n?o proteicas.
  • Taxa de Penetra??o - A Taxa de Penetra??o ¨¦ definida como o percentual do Volume do Mercado de Usu¨¢rio Final Fortificado com Prote¨ªna em rela??o ao Volume Total do Mercado de Usu¨¢rio Final.
  • Teor ²Ñ¨¦»å¾±´Ç de Prote¨ªna - O teor m¨¦dio de prote¨ªna ¨¦ o conte¨²do m¨¦dio de prote¨ªna presente por 100 g de produto fabricado por todas as empresas de usu¨¢rio final consideradas no escopo deste relat¨®rio.
  • Volume do Mercado de Usu¨¢rio Final - O volume do mercado de usu¨¢rio final ¨¦ o volume consolidado de todos os tipos e formas de produtos de usu¨¢rio final no pa¨ªs ou regi?o.
Palavra-chaveDefini??o
Alfa-lactalbumina (¦Á-Lactalbumina)? uma prote¨ªna que regula a produ??o de lactose no leite de quase todas as esp¨¦cies de mam¨ªferos.
´¡³¾¾±²Ô´Ç¨¢³¦¾±»å´Ç? um composto org?nico que cont¨¦m grupos funcionais tanto amino quanto ¨¢cido carbox¨ªlico, necess¨¢rios para a s¨ªntese de prote¨ªnas corporais e outros compostos importantes contendo nitrog¨ºnio, como creatina, horm?nios pept¨ªdicos e alguns neurotransmissores.
Branqueamento? o processo de aquecimento breve de vegetais com vapor ou ¨¢gua fervente.
BRCBritish Retail Consortium
Melhorador de p?o? uma mistura ¨¤ base de farinha de v¨¢rios componentes com propriedades funcionais espec¨ªficas, desenvolvida para modificar as caracter¨ªsticas da massa e conferir atributos de qualidade ao p?o.
BSFMosca Soldado Negra
Caseinato? uma subst?ncia produzida pela adi??o de um ¨¢lcali ¨¤ case¨ªna ¨¢cida, um derivado da case¨ªna.
Doen?a cel¨ªacaA doen?a cel¨ªaca ¨¦ uma rea??o imunol¨®gica ao consumo de gl¨²ten, uma prote¨ªna encontrada no trigo, cevada e centeio.
Colostro? um fluido leitoso liberado por mam¨ªferos que deram ¨¤ luz recentemente, antes do in¨ªcio da produ??o de leite materno.
Concentrado? a forma menos processada de prote¨ªna e possui um teor proteico que varia de 40 a 90% em peso.
Base de prote¨ªna secaRefere-se ao percentual de "prote¨ªna pura" presente em um suplemento ap¨®s a remo??o completa da ¨¢gua por meio de calor.
Soro de leite seco? o produto resultante da secagem do soro de leite fresco que foi pasteurizado e ao qual nenhum conservante foi adicionado.
Prote¨ªna do ovo? uma mistura de prote¨ªnas individuais, incluindo ovalbumina, ovomuc¨®ide, ovoglobulina, conalbumina, vitelina e vitelenina.
Emulsificante? um aditivo alimentar que facilita a mistura de alimentos imisc¨ªveis entre si, como ¨®leo e ¨¢gua.
Enriquecimento? o processo de adi??o de micronutrientes perdidos durante o processamento do produto.
ERSServi?o de Pesquisa Econ?mica do USDA
Extrus?o? o processo de for?ar ingredientes misturados e macios atrav¨¦s de uma abertura em uma placa perfurada ou matriz projetada para produzir a forma desejada. O alimento extrudado ¨¦ ent?o cortado em um tamanho espec¨ªfico por l?minas.
FavaTamb¨¦m conhecida como Faba, ¨¦ outro nome para feij?o amarelo partido.
FDAAdministra??o de Alimentos e Medicamentos
Flocula??o? um processo no qual tipicamente um gr?o de cereal (como milho, trigo ou arroz) ¨¦ quebrado em gr?nulos, cozido com aromas e xaropes e, em seguida, prensado em flocos entre rolos resfriados.
Agente espumante? um ingrediente alimentar que possibilita a forma??o ou manuten??o de uma dispers?o uniforme de uma fase gasosa em um alimento l¨ªquido ou s¨®lido.
Servi?o de alimenta??o fora do larRefere-se ¨¤ parte da ind¨²stria aliment¨ªcia que inclui empresas, institui??es e companhias que preparam refei??es fora de casa. Inclui restaurantes, cantinas escolares e hospitalares, opera??es de catering e muitos outros formatos.
Fortifica??o? a adi??o deliberada de micronutrientes que n?o est?o presentes naturalmente nos alimentos ou que s?o perdidos durante o processamento, para melhorar o valor nutricional de um produto aliment¨ªcio.
FSANZPadr?es Alimentares Austr¨¢lia Nova Zel?ndia
FSISServi?o de Inspe??o e Seguran?a Alimentar
FSSAIAutoridade de Seguran?a e Padr?es Alimentares da ?ndia
Agente gelificante? um ingrediente que funciona como estabilizante e espessante para proporcionar espessamento sem rigidez por meio da forma??o de gel.
GHGG¨¢s de Efeito Estufa
³Ò±ô¨²³Ù±ð²Ô? uma fam¨ªlia de prote¨ªnas encontradas em gr?os, incluindo trigo, centeio, espelta e cevada.
C?nhamo? uma classe bot?nica de cultivares de Cannabis sativa cultivados especificamente para uso industrial ou medicinal.
Hidrolisado? uma forma de prote¨ªna fabricada pela exposi??o da prote¨ªna a enzimas que podem quebrar parcialmente as liga??es entre os amino¨¢cidos da prote¨ªna e decompor prote¨ªnas grandes e complexas em partes menores. Seu processamento facilita e acelera a digest?o.
±á¾±±è´Ç²¹±ô±ð°ù²µ¨º²Ô¾±³¦´ÇRefere-se a uma subst?ncia que causa menos rea??es al¨¦rgicas.
Isolado? a forma mais pura e mais processada de prote¨ªna, que passou por separa??o para obter uma fra??o proteica pura. Tipicamente cont¨¦m ¡Ý 90% de prote¨ªna em peso.
Queratina? uma prote¨ªna que ajuda a formar cabelos, unhas e a camada externa da pele.
Lactalbumina? a albumina contida no leite e obtida do soro de leite.
Lactoferrina? uma glicoprote¨ªna ligante de ferro presente no leite da maioria dos mam¨ªferos.
Tremo?oS?o as sementes de leguminosas amarelas do g¨ºnero Lupinus.
MillennialTamb¨¦m conhecido como Gera??o Y ou Gen Y, refere-se ¨¤s pessoas nascidas entre 1981 e 1996.
²Ñ´Ç²Ô´Ç²µ¨¢²õ³Ù°ù¾±³¦´ÇRefere-se a um animal com est?mago de compartimento ¨²nico. Exemplos de monog¨¢stricos incluem humanos, aves, su¨ªnos, cavalos, coelhos, c?es e gatos. A maioria dos monog¨¢stricos geralmente ¨¦ incapaz de digerir grandes quantidades de materiais alimentares ricos em celulose, como gram¨ªneas.
MPCConcentrado de prote¨ªna do leite
MPIIsolado de prote¨ªna do leite
MSPIIsolado de prote¨ªna de soja metilada
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹A micoprote¨ªna ¨¦ uma forma de prote¨ªna unicelular, tamb¨¦m conhecida como prote¨ªna f¨²ngica, derivada de fungos para consumo humano.
±·³Ü³Ù°ù¾±³¦´Ç²õ³¾¨¦³Ù¾±³¦²¹? uma categoria de produtos e ingredientes que atuam como suplementos nutricionais para cuidar da beleza natural da pele, unhas e cabelos.
Osteoporose? uma condi??o m¨¦dica na qual os ossos se tornam fr¨¢geis e quebradi?os devido ¨¤ perda de tecido, tipicamente como resultado de altera??es hormonais ou defici¨ºncia de c¨¢lcio ou vitamina D.
PDCAASA pontua??o de digestibilidade proteica corrigida por amino¨¢cidos (PDCAAS) ¨¦ um m¨¦todo de avalia??o da qualidade de uma prote¨ªna com base tanto nos requisitos de amino¨¢cidos dos humanos quanto na capacidade de digeri-la.
Consumo per capita de prote¨ªna animal? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna animal (como leite, soro de leite, gelatina, col¨¢geno e prote¨ªnas do ovo) prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa em uma popula??o real.
Consumo per capita de prote¨ªna vegetal? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna vegetal (como prote¨ªnas de soja, trigo, ervilha, aveia e c?nhamo) prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa em uma popula??o real.
Quorn? uma prote¨ªna microbiana fabricada usando micoprote¨ªna como ingrediente, na qual a cultura f¨²ngica ¨¦ seca e misturada com albume de ovo ou prote¨ªna de batata, que atua como aglutinante, e ent?o tem sua textura ajustada e ¨¦ prensada em diversas formas.
Pronto para Cozinhar (RTC)Refere-se a produtos aliment¨ªcios que incluem todos os ingredientes, onde alguma prepara??o ou cozimento ¨¦ necess¨¢rio por meio de um processo indicado na embalagem.
Pronto para Consumo (RTE)Refere-se a um produto aliment¨ªcio preparado ou cozido com anteced¨ºncia, sem necessidade de cozimento ou prepara??o adicional antes de ser consumido.
RTDPronto para Beber
RTSPronto para Servir
Gordura saturada? um tipo de gordura em que as cadeias de ¨¢cidos graxos possuem apenas liga??es simples. ? geralmente considerada prejudicial ¨¤ sa¨²de.
Salsicha? um produto c¨¢rneo feito de carne finamente picada e temperada, que pode ser fresca, defumada ou em conserva e que geralmente ¨¦ embutida em uma tripa.
Seitan? um substituto de carne ¨¤ base de plantas feito de gl¨²ten de trigo.
C¨¢psula mole? uma c¨¢psula ¨¤ base de gelatina com preenchimento l¨ªquido.
SPCConcentrado de prote¨ªna de soja
SPIIsolado de prote¨ªna de soja
Espirulina? uma biomassa de cianobact¨¦rias que pode ser consumida por humanos e animais.
Estabilizante? um ingrediente adicionado a produtos aliment¨ªcios para ajudar a manter ou melhorar sua textura original e suas caracter¨ªsticas f¨ªsicas e qu¨ªmicas.
Suplementa??o? o consumo ou fornecimento de fontes concentradas de nutrientes ou outras subst?ncias destinadas a complementar os nutrientes da dieta e corrigir defici¨ºncias nutricionais.
Texturizante? um tipo espec¨ªfico de ingrediente alimentar usado para controlar e alterar a sensa??o na boca e a textura de produtos aliment¨ªcios e bebidas.
Espessante? um ingrediente usado para aumentar a viscosidade de um l¨ªquido ou massa e torn¨¢-lo mais espesso, sem alterar substancialmente suas outras propriedades.
Gordura transTamb¨¦m chamada de ¨¢cidos graxos trans-insaturados ou ¨¢cidos graxos trans, ¨¦ um tipo de gordura insaturada que ocorre naturalmente em pequenas quantidades na carne.
TSPProte¨ªna de soja texturizada
TVPProte¨ªna vegetal texturizada
WPCConcentrado de prote¨ªna de soro de leite
WPIIsolado de prote¨ªna de soro de leite

Metodologia de Pesquisa

A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.

  • Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis-Chave: As vari¨¢veis-chave quantific¨¢veis (do setor e externas) pertinentes ao segmento de produto espec¨ªfico e ao pa¨ªs s?o selecionadas a partir de um grupo de vari¨¢veis e fatores relevantes com base em pesquisa documental e revis?o bibliogr¨¢fica, juntamente com contribui??es de especialistas prim¨¢rios. Essas vari¨¢veis s?o posteriormente confirmadas por meio de modelagem de regress?o (quando necess¨¢rio).
  • Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: A fim de construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e os fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos dispon¨ªveis do mercado. Por meio de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o de mercado s?o definidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
  • Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e avalia??es dos analistas s?o validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em diferentes n¨ªveis e fun??es para gerar uma vis?o hol¨ªstica do mercado estudado.
  • Etapa 4: Resultados da Pesquisa: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Consultorias Personalizadas, Bases de Dados e Plataformas de Assinatura
Metodologia de Pesquisa
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.