Tamanho e Participa??o do Mercado de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Sul

Tamanho do Mercado de Prote¨ªnas da Am¨¦rica do Sul
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

An¨¢lise do Mercado de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Sul por ºÚÁϲ»´òìÈ

O tamanho do mercado de prote¨ªnas da Am¨¦rica do Sul foi avaliado em 1,87 bilh?es de USD em 2025 e estima-se que cres?a de 1,98 bilh?es de USD em 2026 para atingir 2,61 bilh?es de USD at¨¦ 2031, a um CAGR de 5,73% durante o per¨ªodo de previs?o (2026-2031). Essa trajet¨®ria moderada segue o CAGR de 5,77% da regi?o entre 2020 e 2025 e sinaliza uma transi??o da recupera??o p¨®s-pandemia para um crescimento mais est¨¢vel, ancorado na cadeia de suprimentos. As prote¨ªnas vegetais, lideradas pela soja, j¨¢ dominam o mercado, mas ainda registram os ganhos mais r¨¢pidos ¨¤ medida que as dietas flexitarianas urbanas se expandem de S?o Paulo e Buenos Aires para cidades secund¨¢rias. As cadeias de valor integradas de oleaginosas a prote¨ªnas moldam agora a captura de margens, com a fus?o Bunge-Viterra de 2025 e a aquisi??o da SJC Bioenergia pela Cargill ilustrando como as multinacionais aproveitam a escala para gerenciar a volatilidade das mat¨¦rias-primas. Enquanto isso, a conformidade com a sustentabilidade, especialmente o Regulamento de Desmatamento da Uni?o Europeia, eleva os custos de rastreabilidade, o que inclina a vantagem competitiva para os processadores com monitoramento por sat¨¦lite e sistemas digitais de abastecimento.

Principais Conclus?es do Relat¨®rio

  • Por fonte, as prote¨ªnas vegetais lideraram com 62,29% de participa??o no mercado de prote¨ªna da Am¨¦rica do Sul em 2025 e t¨ºm proje??o de registrar uma CAGR de 7,34% at¨¦ 2031.
  • Por usu¨¢rio final, alimentos e bebidas capturaram 61,83% do tamanho do mercado de prote¨ªna da Am¨¦rica do Sul em 2025, enquanto cuidados pessoais e cosm¨¦ticos est?o posicionados para a CAGR mais r¨¢pida de 7,04% at¨¦ 2031.
  • Por pa¨ªs, o Brasil deteve 60,18% de participa??o no mercado de prote¨ªna da Am¨¦rica do Sul em 2025 e tem previs?o de expandir a uma CAGR de 6,75% at¨¦ 2031.

Nota: O tamanho do mercado e os n¨²meros de previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e percep??es mais recentes dispon¨ªveis em janeiro de 2026.

An¨¢lise de Segmentos

Por Fonte: A Domin?ncia da Soja Mascara o Surgimento da Prote¨ªna Microbiana

As prote¨ªnas vegetais representaram 62,29% da participa??o de mercado em 2025 e t¨ºm proje??o de crescer a uma CAGR de 7,34% at¨¦ 2031. A prote¨ªna de soja, incluindo prote¨ªna de soja texturizada, isolados de soja e concentrados de soja, beneficia-se da posi??o do Brasil como o maior produtor de soja. A prote¨ªna de ervilha est¨¢ ganhando impulso na Argentina, impulsionada pelas pr¨¢ticas de rota??o de culturas para aumentar os n¨ªveis de nitrog¨ºnio no solo e pelas oportunidades de exporta??o premium de ervilhas amarelas utilizadas na produ??o europeia de carne ¨¤ base de plantas. No entanto, a capacidade limitada de processamento dom¨¦stico na Argentina restringe a produ??o de concentrados proteicos de valor agregado, com a maioria das ervilhas exportadas como produto bruto. A prote¨ªna de trigo, particularmente o gl¨²ten de trigo vital, enfrenta concorr¨ºncia do gl¨²ten europeu importado com propriedades funcionais superiores, enquanto as prote¨ªnas de arroz, batata e c?nhamo permanecem nichos devido a restri??es regulat¨®rias e funcionais.

As prote¨ªnas animais, incluindo prote¨ªna de soro de leite, col¨¢geno e prote¨ªna de ovo, detiveram uma participa??o significativa em 2025. A prote¨ªna de soro de leite beneficia-se da expans?o do setor l¨¢cteo do Brasil, enquanto o col¨¢geno e a gelatina, derivados do processamento regional de carne bovina e su¨ªna, s?o cada vez mais utilizados em aplica??es de cuidados pessoais e nutrac¨ºuticos. A prote¨ªna de ovo permanece um segmento premium, mas ¨¦ limitada pela capacidade dom¨¦stica restrita de fracionamento e pela depend¨ºncia de importa??es para p¨® de clara de ovo de alta pureza. As prote¨ªnas microbianas, como algas e micoprote¨ªna, s?o o segmento de crescimento mais r¨¢pido, embora a escalabilidade e os obst¨¢culos regulat¨®rios limitem sua ado??o mais ampla. A prote¨ªna de algas ¨¦ utilizada em ra??o para aquicultura e na fortifica??o de alimentos funcionais, enquanto a micoprote¨ªna, derivada da fermenta??o f¨²ngica, requer extensa documenta??o de seguran?a para aprova??o nos principais mercados.

Participa??o do Mercado de Prote¨ªnas da Am¨¦rica do Sul por Fonte, 2025
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Por Usu¨¢rio Final: Cuidados Pessoais Superam o Crescimento de Alimentos

Alimentos e bebidas responderam por 61,83% da demanda de usu¨¢rios finais em 2025, enquanto cuidados pessoais e cosm¨¦ticos emergiram como o segmento de crescimento mais r¨¢pido, com uma CAGR de 7,04%. Esse crescimento ¨¦ atribu¨ªdo ao uso crescente de hidrolisados de col¨¢geno e queratina provenientes de abatedouros regionais para atender aos requisitos de r¨®tulo limpo e rastreabilidade nos mercados de exporta??o. A categoria de carnes, aves, frutos do mar e alternativas est¨¢ se expandindo rapidamente, apoiada pela joint venture Marfrig-ADM PlantPlus Foods, que fornece prote¨ªna de soja texturizada para redes de servi?os de alimenta??o brasileiras. As bebidas, particularmente sucos enriquecidos com prote¨ªna e shakes prontos para beber, est?o ganhando tra??o nos centros urbanos, com inova??es como a solu??o de bebida de suco proteico da Arla Foods Ingredients introduzida em agosto de 2025. Panifica??o, cereais matinais e lanches est?o incorporando prote¨ªnas de soja e soro de leite para fortifica??o, embora desafios de sabor e textura limitem o carregamento de prote¨ªna a 10-15% em peso. Os alimentos prontos para consumo/prontos para cozinhar e condimentos/molhos est?o usando cada vez mais prote¨ªnas como ligantes e emulsificantes funcionais, com as tend¨ºncias de r¨®tulo limpo favorecendo prote¨ªnas de ovo e ervilha em detrimento de amidos modificados.

Os suplementos representam uma participa??o de mercado significativa, liderados por suplementos esportivos e diet¨¦ticos, seguidos por alimentos para beb¨ºs, f¨®rmulas infantis e nutri??o para idosos e nutri??o m¨¦dica. As f¨®rmulas infantis enfrentam requisitos composicionais rigorosos sob os padr?es do Codex Alimentarius (CXS 72-1981), limitando o uso de novas prote¨ªnas vegetais sem ensaios cl¨ªnicos para demonstrar equival¨ºncia nutricional. No Chile, o segmento de nutri??o para idosos e nutri??o m¨¦dica est¨¢ crescendo devido ao envelhecimento da popula??o, impulsionando a demanda por prote¨ªnas hidrolisadas e misturas de amino¨¢cidos. Al¨¦m disso, a ra??o animal permanece um segmento-chave, com o farelo de soja dominando as ra??es de aves e su¨ªnos. Em cuidados pessoais e cosm¨¦ticos, pept¨ªdeos de col¨¢geno e hidrolisados de queratina s?o amplamente utilizados em formula??es antienvelhecimento e de cuidados capilares, com fornecedores brasileiros atendendo aos requisitos de rastreabilidade do Regulamento de Desmatamento da UE para mercados de exporta??o.

Participa??o do Mercado de Prote¨ªnas da Am¨¦rica do Sul por Usu¨¢rio Final, 2025
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An¨¢lise Geogr¨¢fica

Espera-se que o Brasil mantenha uma posi??o dominante no mercado de prote¨ªna, com uma participa??o de mercado projetada de 60,18% em 2025 e uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 6,75% at¨¦ 2031. Essa lideran?a ¨¦ impulsionada por seu status como o maior produtor global de soja e um crescente polo para ingredientes proteicos de valor agregado. O Panorama Agr¨ªcola OCDE-FAO 2025-2034 prev¨º que a produ??o de soja do Brasil atingir¨¢ 169 milh?es de toneladas at¨¦ 2034, garantindo uma vantagem de custo em mat¨¦ria-prima que os concorrentes n?o conseguem replicar. Al¨¦m disso, o Paran¨¢ e Santa Catarina emergiram como regi?es-chave para a fabrica??o contratada de prote¨ªnas vegetais extrusadas.

A Argentina, o segundo maior mercado, beneficia-se de pol¨ªticas de imposto de exporta??o que favorecem produtos processados, com o farelo de soja tributado a 31% em compara??o com 33% para a soja bruta. Isso incentiva o esmagamento dom¨¦stico e a produ??o de concentrado de prote¨ªna. No entanto, a incerteza pol¨ªtica sob o governo Milei levanta preocupa??es sobre a estabilidade das pol¨ªticas de longo prazo. Os agricultores est?o incorporando cada vez mais ervilhas amarelas nas rota??es de culturas para capturar pre?os de exporta??o premium de fabricantes europeus de carne ¨¤ base de plantas. Apesar dessa diversifica??o, a capacidade limitada de esmagamento dom¨¦stico resulta na exporta??o da maior parte da produ??o de ervilha amarela como ervilhas brutas, em vez de concentrados proteicos processados.

Mercados menores como Peru, Col?mbia e Chile dependem fortemente de importa??es para prote¨ªnas especiais. O USDA FAS Peru relata que a soja e o farelo de soja s?o principalmente provenientes do Brasil e da Argentina, com os fluxos comerciais influenciados pela produ??o regional de culturas e pela log¨ªstica. No Chile, a crescente demanda dos consumidores por produtos ricos em prote¨ªna e convenientes est¨¢ impulsionando a expans?o de ofertas de marca pr¨®pria e capacidade de processamento, criando oportunidades para prote¨ªnas de soro de leite premium e prote¨ªnas l¨¢cteas especializadas. Enquanto isso, pa¨ªses como Paraguai, Uruguai, Equador e Bol¨ªvia exibem crescimento modesto, impulsionado pela expans?o dos setores de avicultura e aquicultura, mas permanecem dependentes de importa??es devido ¨¤s limitadas capacidades de processamento dom¨¦stico.

Cen¨¢rio Competitivo

O mercado de ingredientes proteicos na Am¨¦rica do Sul ¨¦ caracterizado por fragmenta??o moderada. Processadores multinacionais como ADM, Cargill e Ingredion dominam os ingredientes proteicos de soja, trigo e milho em grandes volumes por meio de redes integradas de origina??o e esmagamento. Essas empresas aproveitam sua escala, laborat¨®rios globais de aplica??o e infraestrutura de exporta??o para atender ¨¤s demandas dos fabricantes multinacionais de alimentos por qualidade consistente e seguran?a de fornecimento. Enquanto isso, especialistas regionais como a Gelnex no Brasil estabeleceram posi??es s¨®lidas em pept¨ªdeos de col¨¢geno ao utilizar a proximidade com mat¨¦rias-primas bovinas e aderir a padr?es de processamento de grau farmac¨ºutico. Essa coexist¨ºncia de efici¨ºncia orientada pela escala e especializa??o em nichos molda as estrat¨¦gias de aquisi??o em aplica??es de alimentos, bebidas e nutri??o.

Os processadores regionais est?o cada vez mais focados em segmentos de nicho, incluindo pept¨ªdeos de col¨¢geno de r¨®tulo limpo, isolados de soja n?o transg¨ºnicos e fabrica??o contratada para an¨¢logos de carne ¨¤ base de plantas. Empresas como a Caramuru Alimentos expandiram suas ofertas de isolados de prote¨ªna de soja n?o transg¨ºnica com identidade preservada para atender a aplica??es de r¨®tulo limpo orientadas ¨¤ exporta??o, particularmente para os mercados da UE e da Am¨¦rica do Norte. Esses players regionais se diferenciam por meio de funcionalidade personalizada, rastreabilidade e ciclos mais r¨¢pidos de itera??o de produtos, em vez de competir por volume. Essa especializa??o permite que se integrem mais profundamente nos pipelines de pesquisa e desenvolvimento dos clientes, fomentando parcerias de longo prazo. Como resultado, a concorr¨ºncia est¨¢ migrando de din?micas baseadas em pre?o para desempenho em aplica??es e conformidade com padr?es de r¨®tulo limpo, refor?ando a import?ncia estrat¨¦gica dos fabricantes regionais de m¨¦dio porte.

As oportunidades em prote¨ªnas microbianas, como algas e micoprote¨ªna, permanecem subdesenvolvidas devido aos altos custos de produ??o e desafios regulat¨®rios. No entanto, essas prote¨ªnas oferecem potencial de diferencia??o para formula??es sem al¨¦rgenos e focadas em sustentabilidade. Startups no Brasil e na Argentina est?o aproveitando a pesquisa da EMBRAPA sobre concentrados de prote¨ªna de lentilha e gr?o-de-bico para desenvolver novas prote¨ªnas vegetais com perfis de al¨¦rgenos mais baixos do que a soja. Escalar essas inova??es al¨¦m da produ??o piloto requer investimento significativo, infraestrutura de fermenta??o e parcerias com processadores estabelecidos. Grupos de ingredientes como a Tereos, com expertise existente em amidos e prote¨ªnas ¨¤ base de plantas, est?o bem posicionados para integrar essas novas prote¨ªnas em suas cadeias de suprimentos. Essa din?mica destaca o papel da colabora??o na condu??o da evolu??o de longo prazo do mercado de ingredientes proteicos da Am¨¦rica do Sul.

L¨ªderes do Setor de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Sul

  1. Archer Daniels Midland Company

  2. Kerry Group plc

  3. Ingredion Incorporated

  4. BRF S.A.

  5. Cargill Incorporated

  6. *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica
Concentra??o do Mercado de Prote¨ªnas da Am¨¦rica do Sul
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

Desenvolvimentos Recentes do Setor

  • Dezembro de 2025: A empresa brasileira de tecnologia alimentar Typcal estabeleceu a primeira instala??o de fermenta??o de mic¨¦lio em grande escala da Am¨¦rica Latina em Pinhais, pr¨®ximo a Curitiba. Esse desenvolvimento seguiu-se a uma rodada de capta??o de recursos de USD 2 milh?es (BRL 10 milh?es) apoiada por investidores locais e pelo acelerador belga Biotope. A instala??o permitiu ¨¤ Typcal fazer a transi??o para a produ??o em escala comercial de ingredientes proteicos ¨¤ base de mic¨¦lio, com planos de iniciar as vendas na Am¨¦rica Latina e na Europa at¨¦ 2026. Essa iniciativa visou impulsionar a expans?o de produtos e a inova??o em solu??es proteicas sustent¨¢veis.
  • Dezembro de 2025: As autoridades brasileiras aprovaram o Lacprodan MFGM-10 da Arla Foods Ingredients para inclus?o em produtos aliment¨ªcios e bebidas onde o concentrado de prote¨ªna de soro de leite era permitido. O Lacprodan MFGM-10 fazia parte da linha de produtos MFGM da Arla Foods Ingredients, combinando prote¨ªna de soro de leite com lip¨ªdios complexos do leite e nutrientes adicionais.
  • Fevereiro de 2025: A Arla Foods Ingredients introduziu um conjunto de ferramentas destinado a apoiar os fabricantes de alimentos funcionais da Am¨¦rica do Sul no desenvolvimento de sobremesas l¨¢cteas ricas em prote¨ªna. Essa solu??o inclu¨ªa 12 receitas utilizando sua linha Nutrilac ProteinBoost, viabilizando a produ??o de sobremesas com baixo teor de gordura e textura cremosa e suave.

?ndice do relat¨®rio da ind¨²stria de prote¨ªnas da am¨¦rica do sul

1. INTRODU??O

  • 1.1 Premissas do Estudo e Defini??o do Mercado
  • 1.2 Escopo do Estudo

2. METODOLOGIA DE PESQUISA

3. SUM?RIO EXECUTIVO

4. DIN?MICA DE MERCADO

  • 4.1 Vis?o Geral do Mercado
  • 4.2 Impulsionadores do Mercado
    • 4.2.1 Crescente demanda por alternativas ¨¤ base de plantas e veganas impulsionada pela transi??o para dietas flexitarianas
    • 4.2.2 Tend¨ºncias de nutri??o esportiva e sa¨²de preventiva
    • 4.2.3 Incentivos governamentais para expandir a capacidade de processamento de soja e ervilha
    • 4.2.4 Impacto das tend¨ºncias de r¨®tulo limpo nas prefer¨ºncias por prote¨ªnas
    • 4.2.5 Aumento na fabrica??o contratada de prote¨ªna vegetal extrusada no Paran¨¢ e em Santa Catarina
    • 4.2.6 Investimentos em instala??es de processamento e aquisi??es locais
  • 4.3 Restri??es do Mercado
    • 4.3.1 Pre?os vol¨¢teis de mat¨¦rias-primas
    • 4.3.2 Altos custos de processamento de prote¨ªna vegetal premium
    • 4.3.3 Interrup??es na cadeia de suprimentos por volatilidade macroecon?mica
    • 4.3.4 Encargos rigorosos de conformidade com a sustentabilidade
  • 4.4 An¨¢lise da Cadeia de Valor
  • 4.5 Cen¨¢rio Regulat¨®rio
  • 4.6 An¨¢lise das Cinco For?as de Porter
    • 4.6.1 Amea?a de Novos Entrantes
    • 4.6.2 Poder de Barganha dos Fornecedores
    • 4.6.3 Poder de Barganha dos Compradores
    • 4.6.4 Amea?a de Substitutos
    • 4.6.5 Intensidade da Rivalidade Competitiva

5. TAMANHO E PREVIS?ES DE CRESCIMENTO DO MERCADO (VALOR E VOLUME)

  • 5.1 Por Fonte
    • 5.1.1 Animal
    • 5.1.1.1 Case¨ªna e Caseinatos
    • 5.1.1.2 °ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç
    • 5.1.1.3 Prote¨ªna de Ovo
    • 5.1.1.4 Gelatina
    • 5.1.1.5 Prote¨ªna de Inseto
    • 5.1.1.6 Prote¨ªna do Leite
    • 5.1.1.7 Prote¨ªna de Soro de Leite
    • 5.1.1.8 Outra Prote¨ªna Animal
    • 5.1.2 Microbiana
    • 5.1.2.1 Prote¨ªna de Algas
    • 5.1.2.2 ²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹
    • 5.1.3 Vegetal
    • 5.1.3.1 Prote¨ªna de C?nhamo
    • 5.1.3.2 Prote¨ªna de Ervilha
    • 5.1.3.3 Prote¨ªna de Batata
    • 5.1.3.4 Prote¨ªna de Arroz
    • 5.1.3.5 Prote¨ªna de Soja
    • 5.1.3.6 Prote¨ªna de Trigo
    • 5.1.3.7 Outra Prote¨ªna Vegetal
  • 5.2 Por Usu¨¢rio Final
    • 5.2.1 Ra??o Animal
    • 5.2.2 Alimentos e Bebidas
    • 5.2.2.1 Panifica??o
    • 5.2.2.2 Bebidas
    • 5.2.2.3 Cereais Matinais
    • 5.2.2.4 Condimentos/Molhos
    • 5.2.2.5 Confeitaria
    • 5.2.2.6 Latic¨ªnios e Alternativas L¨¢cteas
    • 5.2.2.7 Carnes/Aves/Frutos do Mar e Alternativas
    • 5.2.2.8 Alimentos Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
    • 5.2.2.9 Lanches
    • 5.2.3 Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
    • 5.2.4 Suplementos
    • 5.2.4.1 Alimentos para Beb¨ºs e F¨®rmulas Infantis
    • 5.2.4.2 Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
    • 5.2.4.3 Suplementos Esportivos e Diet¨¦ticos
  • 5.3 Por Pa¨ªs
    • 5.3.1 Brasil
    • 5.3.2 Argentina
    • 5.3.3 Peru
    • 5.3.4 Col?mbia
    • 5.3.5 Chile
    • 5.3.6 Restante da Am¨¦rica do Sul

6. CEN?RIO COMPETITIVO

  • 6.1 Concentra??o do Mercado
  • 6.2 Movimentos Estrat¨¦gicos
  • 6.3 An¨¢lise de Participa??o de Mercado
  • 6.4 Perfis de Empresas (inclui Vis?o Geral em N¨ªvel Global, Vis?o Geral em N¨ªvel de Mercado, Segmentos Principais, Dados Financeiros quando dispon¨ªveis, Informa??es Estrat¨¦gicas, Classifica??o/Participa??o de Mercado para empresas-chave, Produtos e Servi?os e Desenvolvimentos Recentes)
    • 6.4.1 Archer Daniels Midland Company
    • 6.4.2 Arla Foods amba
    • 6.4.3 Bremil Group
    • 6.4.4 BRF S.A.
    • 6.4.5 Gelnex
    • 6.4.6 Ingredion Incorporated
    • 6.4.7 International Flavors & Fragrances Inc.
    • 6.4.8 Kerry Group plc
    • 6.4.9 Lactoprot Deutschland GmbH
    • 6.4.10 Tereos SCA
    • 6.4.11 Cargill Inc.
    • 6.4.12 Bunge Limited
    • 6.4.13 Roquette Fr¨¨res
    • 6.4.14 Fonterra Co-operative Group
    • 6.4.15 Rousselot (Darling Ingredients)
    • 6.4.16 Gelita AG
    • 6.4.17 Herbrasilis Produtos Naturais
    • 6.4.18 Biospringer (Lesaffre)
    • 6.4.19 Algaia
    • 6.4.20 ProTerra Ingredients

7. OPORTUNIDADES DE MERCADO E PERSPECTIVAS FUTURAS

Escopo do Relat¨®rio do Mercado de Prote¨ªna da Am¨¦rica do Sul

Animal, Microbiana, Vegetal s?o cobertos como segmentos por Fonte. Ra??o Animal, Alimentos e Bebidas, Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos, Suplementos s?o cobertos como segmentos por Usu¨¢rio Final. Argentina, Brasil s?o cobertos como segmentos por Pa¨ªs.
Por Fonte
AnimalCase¨ªna e Caseinatos
°ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç
Prote¨ªna de Ovo
Gelatina
Prote¨ªna de Inseto
Prote¨ªna do Leite
Prote¨ªna de Soro de Leite
Outra Prote¨ªna Animal
MicrobianaProte¨ªna de Algas
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹
VegetalProte¨ªna de C?nhamo
Prote¨ªna de Ervilha
Prote¨ªna de Batata
Prote¨ªna de Arroz
Prote¨ªna de Soja
Prote¨ªna de Trigo
Outra Prote¨ªna Vegetal
Por Usu¨¢rio Final
Ra??o Animal
Alimentos e BebidasPanifica??o
Bebidas
Cereais Matinais
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Latic¨ªnios e Alternativas L¨¢cteas
Carnes/Aves/Frutos do Mar e Alternativas
Alimentos Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
Lanches
Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
SuplementosAlimentos para Beb¨ºs e F¨®rmulas Infantis
Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
Suplementos Esportivos e Diet¨¦ticos
Por Pa¨ªs
Brasil
Argentina
Peru
Col?mbia
Chile
Restante da Am¨¦rica do Sul
Por FonteAnimalCase¨ªna e Caseinatos
°ä´Ç±ô¨¢²µ±ð²Ô´Ç
Prote¨ªna de Ovo
Gelatina
Prote¨ªna de Inseto
Prote¨ªna do Leite
Prote¨ªna de Soro de Leite
Outra Prote¨ªna Animal
MicrobianaProte¨ªna de Algas
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹
VegetalProte¨ªna de C?nhamo
Prote¨ªna de Ervilha
Prote¨ªna de Batata
Prote¨ªna de Arroz
Prote¨ªna de Soja
Prote¨ªna de Trigo
Outra Prote¨ªna Vegetal
Por Usu¨¢rio FinalRa??o Animal
Alimentos e BebidasPanifica??o
Bebidas
Cereais Matinais
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Latic¨ªnios e Alternativas L¨¢cteas
Carnes/Aves/Frutos do Mar e Alternativas
Alimentos Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
Lanches
Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
SuplementosAlimentos para Beb¨ºs e F¨®rmulas Infantis
Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
Suplementos Esportivos e Diet¨¦ticos
Por Pa¨ªsBrasil
Argentina
Peru
Col?mbia
Chile
Restante da Am¨¦rica do Sul

Defini??o de mercado

  • Usu¨¢rio Final - O Mercado de Ingredientes Proteicos opera em base B2B. Fabricantes de Alimentos, Bebidas, Suplementos, Ra??o Animal e Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos s?o considerados consumidores finais no mercado estudado. O escopo exclui fabricantes que adquirem soro de leite l¨ªquido/seco para uso como agente ligante, espessante ou outras aplica??es n?o proteicas.
  • Taxa de Penetra??o - A Taxa de Penetra??o ¨¦ definida como o percentual do Volume do Mercado de Usu¨¢rio Final Enriquecido com Prote¨ªna em rela??o ao Volume Total do Mercado de Usu¨¢rio Final.
  • Teor ²Ñ¨¦»å¾±´Ç de Prote¨ªna - O teor m¨¦dio de prote¨ªna ¨¦ o conte¨²do m¨¦dio de prote¨ªna presente por 100 g de produto fabricado por todas as empresas de usu¨¢rio final consideradas no escopo deste relat¨®rio.
  • Volume do Mercado de Usu¨¢rio Final - O volume do mercado de usu¨¢rio final ¨¦ o volume consolidado de todos os tipos e formas de produtos de usu¨¢rio final no pa¨ªs ou regi?o.
Palavra-chaveDefini??o
Alfa-lactoalbumina (¦Á-Lactoalbumina)? uma prote¨ªna que regula a produ??o de lactose no leite de quase todas as esp¨¦cies de mam¨ªferos.
´¡³¾¾±²Ô´Ç¨¢³¦¾±»å´Ç? um composto org?nico que cont¨¦m grupos funcionais tanto amino quanto ¨¢cido carbox¨ªlico, necess¨¢rios para a s¨ªntese de prote¨ªnas corporais e outros compostos importantes contendo nitrog¨ºnio, como creatina, horm?nios pept¨ªdicos e alguns neurotransmissores.
Branqueamento? o processo de aquecimento breve de vegetais com vapor ou ¨¢gua fervente.
BRCBritish Retail Consortium
Melhorador de p?o? uma mistura ¨¤ base de farinha de v¨¢rios componentes com propriedades funcionais espec¨ªficas, projetada para modificar as caracter¨ªsticas da massa e conferir atributos de qualidade ao p?o.
BSFMosca-soldado-negra
Caseinato? uma subst?ncia produzida pela adi??o de um ¨¢lcali ¨¤ case¨ªna ¨¢cida, um derivado da case¨ªna.
Doen?a cel¨ªacaA doen?a cel¨ªaca ¨¦ uma rea??o imunol¨®gica ¨¤ ingest?o de gl¨²ten, uma prote¨ªna encontrada no trigo, na cevada e no centeio.
Colostro? um fluido leitoso liberado por mam¨ªferos que deram ¨¤ luz recentemente, antes do in¨ªcio da produ??o de leite materno.
Concentrado? a forma menos processada de prote¨ªna e possui um teor proteico que varia de 40-90% em peso.
Base de prote¨ªna secaRefere-se ao percentual de "prote¨ªna pura" presente em um suplemento ap¨®s a remo??o completa da ¨¢gua por meio de calor.
Soro de leite seco? o produto resultante da secagem do soro de leite fresco que foi pasteurizado e ao qual nada foi adicionado como conservante.
Prote¨ªna de ovo? uma mistura de prote¨ªnas individuais, incluindo ovalbumina, ovomuc¨®ide, ovoglobulina, conalbumina, vitelina e vitelenina.
Emulsificante? um aditivo alimentar que facilita a mistura de alimentos imisc¨ªveis entre si, como ¨®leo e ¨¢gua.
Enriquecimento? o processo de adi??o de micronutrientes perdidos durante o processamento do produto.
ERSServi?o de Pesquisa Econ?mica do USDA
Extrus?o? o processo de for?ar ingredientes misturados e macios atrav¨¦s de uma abertura em uma placa perfurada ou matriz projetada para produzir a forma desejada. O alimento extrusado ¨¦ ent?o cortado em um tamanho espec¨ªfico por l?minas.
FavaTamb¨¦m conhecida como faba, ¨¦ outro nome para feij?o-fava partido amarelo.
FDAAg¨ºncia de Alimentos e Medicamentos
Flocula??o? um processo no qual tipicamente um gr?o de cereal (como milho, trigo ou arroz) ¨¦ quebrado em gr?nulos, cozido com aromas e xaropes e, em seguida, prensado em flocos entre rolos resfriados.
Agente espumante? um ingrediente alimentar que torna poss¨ªvel formar ou manter uma dispers?o uniforme de uma fase gasosa em um alimento l¨ªquido ou s¨®lido.
Servi?os de alimenta??oRefere-se ¨¤ parte da ind¨²stria aliment¨ªcia que inclui empresas, institui??es e companhias que preparam refei??es fora de casa. Inclui restaurantes, cantinas escolares e hospitalares, opera??es de catering e muitos outros formatos.
Fortifica??o? a adi??o deliberada de micronutrientes que n?o s?o encontrados naturalmente nos alimentos ou que s?o perdidos durante o processamento, para melhorar o valor nutricional de um produto aliment¨ªcio.
FSANZPadr?es Alimentares Austr¨¢lia Nova Zel?ndia
FSISServi?o de Inspe??o e Seguran?a Alimentar
FSSAIAutoridade de Seguran?a e Padr?es Alimentares da ?ndia
Agente gelificante? um ingrediente que funciona como estabilizante e espessante para proporcionar espessamento sem rigidez por meio da forma??o de gel.
GHGG¨¢s de Efeito Estufa
³Ò±ô¨²³Ù±ð²Ô? uma fam¨ªlia de prote¨ªnas encontradas em gr?os, incluindo trigo, centeio, espelta e cevada.
C?nhamo? uma classe bot?nica de cultivares de Cannabis sativa cultivados especificamente para uso industrial ou medicinal.
Hidrolisado? uma forma de prote¨ªna fabricada pela exposi??o da prote¨ªna a enzimas que podem quebrar parcialmente as liga??es entre os amino¨¢cidos da prote¨ªna e decompor prote¨ªnas grandes e complexas em partes menores. Seu processamento facilita e acelera a digest?o.
±á¾±±è´Ç²¹±ô±ð°ù²µ¨º²Ô¾±³¦´ÇRefere-se a uma subst?ncia que causa menos rea??es al¨¦rgicas.
Isolado? a forma mais pura e mais processada de prote¨ªna, que passou por separa??o para obter uma fra??o proteica pura. Tipicamente cont¨¦m ¡Ý 90% de prote¨ªna em peso.
Queratina? uma prote¨ªna que ajuda a formar cabelos, unhas e a camada externa da pele.
Lactoalbumina? a albumina contida no leite e obtida do soro de leite.
Lactoferrina? uma glicoprote¨ªna ligante de ferro presente no leite da maioria dos mam¨ªferos.
Tremo?oS?o as sementes de leguminosas amarelas do g¨ºnero Lupinus.
MillennialTamb¨¦m conhecido como Gera??o Y ou Gen Y, refere-se ¨¤s pessoas nascidas entre 1981 e 1996.
²Ñ´Ç²Ô´Ç²µ¨¢²õ³Ù°ù¾±³¦´ÇRefere-se a um animal com est?mago de compartimento ¨²nico. Exemplos de monog¨¢stricos incluem humanos, aves, su¨ªnos, cavalos, coelhos, c?es e gatos. A maioria dos monog¨¢stricos geralmente ¨¦ incapaz de digerir grande parte dos materiais alimentares celul¨®sicos, como gram¨ªneas.
MPCConcentrado de prote¨ªna do leite
MPIIsolado de prote¨ªna do leite
MSPIIsolado de prote¨ªna de soja metilada
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹A micoprote¨ªna ¨¦ uma forma de prote¨ªna unicelular, tamb¨¦m conhecida como prote¨ªna f¨²ngica, derivada de fungos para consumo humano.
±·³Ü³Ù°ù¾±³¦´Ç²õ³¾¨¦³Ù¾±³¦´Ç²õ? uma categoria de produtos e ingredientes que atuam como suplementos nutricionais para cuidar da beleza natural da pele, unhas e cabelos.
Osteoporose? uma condi??o m¨¦dica na qual os ossos se tornam fr¨¢geis e quebradi?os devido ¨¤ perda de tecido, tipicamente como resultado de mudan?as hormonais ou defici¨ºncia de c¨¢lcio ou vitamina D.
PDCAASO escore de amino¨¢cidos corrigido pela digestibilidade proteica (PDCAAS) ¨¦ um m¨¦todo de avalia??o da qualidade de uma prote¨ªna com base tanto nos requisitos de amino¨¢cidos dos humanos quanto em sua capacidade de digeri-la.
Consumo per capita de prote¨ªna animal? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna animal (como leite, soro de leite, gelatina, col¨¢geno e prote¨ªnas de ovo) prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa em uma popula??o real.
Consumo per capita de prote¨ªna vegetal? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna vegetal (como prote¨ªnas de soja, trigo, ervilha, aveia e c?nhamo) prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa em uma popula??o real.
Quorn? uma prote¨ªna microbiana fabricada usando micoprote¨ªna como ingrediente, na qual a cultura f¨²ngica ¨¦ seca e misturada com albume de ovo ou prote¨ªna de batata, que atua como ligante, e ent?o ¨¦ ajustada em textura e prensada em v¨¢rias formas.
Pronto para Cozinhar (RTC)Refere-se a produtos aliment¨ªcios que incluem todos os ingredientes, nos quais alguma prepara??o ou cozimento ¨¦ necess¨¢rio por meio de um processo indicado na embalagem.
Pronto para Consumo (RTE)Refere-se a um produto aliment¨ªcio preparado ou cozido com anteced¨ºncia, sem necessidade de cozimento ou prepara??o adicional antes de ser consumido.
RTDPronto para Beber
RTSPronto para Servir
Gordura saturada? um tipo de gordura na qual as cadeias de ¨¢cidos graxos possuem apenas liga??es simples. ? geralmente considerada prejudicial ¨¤ sa¨²de.
Salsicha? um produto de carne feito de carne finamente picada e temperada, que pode ser fresca, defumada ou em conserva e que geralmente ¨¦ ent?o embutida em uma tripa.
Seitan? um substituto de carne ¨¤ base de plantas feito de gl¨²ten de trigo.
C¨¢psula mole? uma c¨¢psula ¨¤ base de gelatina com preenchimento l¨ªquido.
SPCConcentrado de prote¨ªna de soja
SPIIsolado de prote¨ªna de soja
Espirulina? uma biomassa de cianobact¨¦rias que pode ser consumida por humanos e animais.
Estabilizante? um ingrediente adicionado a produtos aliment¨ªcios para ajudar a manter ou aprimorar sua textura original e suas caracter¨ªsticas f¨ªsicas e qu¨ªmicas.
Suplementa??o? o consumo ou fornecimento de fontes concentradas de nutrientes ou outras subst?ncias destinadas a complementar os nutrientes da dieta e corrigir defici¨ºncias nutricionais.
Texturizante? um tipo espec¨ªfico de ingrediente alimentar utilizado para controlar e alterar a sensa??o na boca e a textura de produtos aliment¨ªcios e bebidas.
Espessante? um ingrediente utilizado para aumentar a viscosidade de um l¨ªquido ou massa e torn¨¢-lo mais espesso, sem alterar substancialmente suas outras propriedades.
Gordura transTamb¨¦m chamada de ¨¢cidos graxos trans-insaturados ou ¨¢cidos graxos trans, ¨¦ um tipo de gordura insaturada que ocorre naturalmente em pequenas quantidades na carne.
TSPProte¨ªna de soja texturizada
TVPProte¨ªna vegetal texturizada
WPCConcentrado de prote¨ªna de soro de leite
WPIIsolado de prote¨ªna de soro de leite

Metodologia de Pesquisa

A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.

  • Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis-Chave: As vari¨¢veis-chave quantific¨¢veis (do setor e externas) pertinentes ao segmento de produto espec¨ªfico e ao pa¨ªs s?o selecionadas a partir de um grupo de vari¨¢veis e fatores relevantes com base em pesquisa documental e revis?o bibliogr¨¢fica, juntamente com contribui??es de especialistas prim¨¢rios. Essas vari¨¢veis s?o posteriormente confirmadas por meio de modelagem de regress?o (quando necess¨¢rio).
  • Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: A fim de construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e os fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos de mercado dispon¨ªveis. Por meio de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o de mercado s?o definidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
  • Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e avalia??es dos analistas s?o validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em diferentes n¨ªveis e fun??es para gerar uma vis?o hol¨ªstica do mercado estudado.
  • Etapa 4: Resultados da Pesquisa: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Consultorias Personalizadas, Bases de Dados e Plataformas de Assinatura
Metodologia de Pesquisa
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.