Tamanho e Participa??o do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Pol?nia

An¨¢lise do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Pol?nia por ºÚÁϲ»´òìÈ
O tamanho do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia deve crescer de USD 52,05 bilh?es em 2025 para USD 53,46 bilh?es em 2026 e est¨¢ previsto para atingir USD 61,18 bilh?es at¨¦ 2031 a um CAGR de 2,71% no per¨ªodo 2026-2031. O crescimento depende do papel da Pol?nia como principal ponte terrestre entre a Europa Ocidental e a ?sia, da cont¨ªnua expans?o do com¨¦rcio eletr?nico e da moderniza??o de ativos rodovi¨¢rios, ferrovi¨¢rios e portu¨¢rios apoiada pela Uni?o Europeia. O mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia tamb¨¦m se beneficia de sua participa??o de 88,6% nos fluxos ferrovi¨¢rios da China para a Uni?o Europeia em 2024, o que se traduz em 292.950 TEU e refor?a o papel estrat¨¦gico do pa¨ªs como corredor de cargas. Enquanto isso, a escassez de m?o de obra e a acelerada infla??o salarial pressionam as margens de lucro, levando os prestadores de servi?os a investir em automa??o, planejamento de rotas habilitado por intelig¨ºncia artificial e programas de reten??o de motoristas. O mercado de frete e log¨ªstica polon¨ºs tornou-se, portanto, um campo de testes para plataformas digitais que simplificam reservas, rastreamento e pagamentos, especialmente para pequenos e m¨¦dios embarcadores.
Principais Conclus?es do Relat¨®rio
- Por fun??o log¨ªstica, o transporte de cargas representou 72,88% da participa??o no mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia em 2025; o agenciamento de cargas deve expandir-se a um CAGR de 3,54% entre 2026-2031.
- Por modal de transporte de cargas, o frete rodovi¨¢rio deteve 86,73% da participa??o na receita em 2025, enquanto o a¨¦reo deve avan?ar a um CAGR de 5,28% entre 2026-2031.
- Por agenciamento de cargas, o agenciamento de cargas mar¨ªtimas e por vias naveg¨¢veis interiores capturou uma participa??o de 42,98% em 2025; o agenciamento de cargas a¨¦reas est¨¢ previsto para o crescimento mais r¨¢pido, a um CAGR de 4,72% entre 2026-2031.
- Por setor de usu¨¢rio final, a manufatura liderou com 28,41% do tamanho do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia em 2025; o com¨¦rcio atacadista e varejista apresenta o maior CAGR previsto de 2,86% entre 2026-2031.
- Por CEP, os servi?os dom¨¦sticos de courier, expresso e encomendas (CEP) responderam por 65,12% dos volumes de encomendas em 2025; o CEP internacional deve registrar um CAGR de 3,22% entre 2026-2031.
- Por armazenagem e estocagem, a armazenagem sem controle de temperatura deteve 88,44% de participa??o em 2025, enquanto a armazenagem com controle de temperatura deve crescer a um CAGR de 2,58% entre 2026-2031.
Nota: Os n¨²meros de tamanho de mercado e previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e insights mais recentes dispon¨ªveis at¨¦ 2026.
Tend¨ºncias e Perspectivas do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Pol?nia
An¨¢lise de Impacto dos Impulsionadores*
| Impulsionador | (~) % de Impacto no CAGR Previsto | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Expans?o do volume do com¨¦rcio eletr?nico | +0.5% | Regi?es metropolitanas de Vars¨®via, Crac¨®via e Gdansk | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Moderniza??o de rodovias e ferrovias financiada pela Uni?o Europeia | +0.4% | Corredores TEN-T B¨¢ltico-Adri¨¢tico e Mar do Norte-B¨¢ltico | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Onda de relocaliza??o/reshoring da manufatura | +0.4% | ?¨®d?, Sil¨¦sia, Grande Pol?nia | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Efeito de gateway dos portos mar¨ªtimos b¨¢lticos | +0.3% | Tri?ngulo Gdansk-Gdynia-Szczecin | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Ado??o de plataformas digitais de frete por PMEs | +0.3% | Nacional, ado??o antecipada nas principais cidades | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Expans?o do corredor ferrovi¨¢rio China¨CUni?o Europeia | +0.2% | Regi?es da fronteira oriental, hub de Vars¨®via, corredores ocidentais | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
A Expans?o do Volume do Com¨¦rcio Eletr?nico Impulsiona a Inova??o na ?ltima Milha
O com¨¦rcio eletr?nico capturou 15,2% do total das vendas no varejo em 2024, alimentando um aumento sem precedentes no tr¨¢fego de encomendas e for?ando os prestadores de servi?os log¨ªsticos a repensar as redes de ¨²ltima milha. A InPost processou 709,3 milh?es de encomendas domesticamente em 2024, um salto de 20% que planeja apoiar com 3.000 novos arm¨¢rios de encomendas em 2025[1]InPost, "Ano Recorde para o Grupo InPost," inpost.pl. A alta densidade de arm¨¢rios automatizados reduz os custos de entrega por encomenda ao mesmo tempo que atende ¨¤s prefer¨ºncias dos consumidores por retirada sem contato. O mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia agora integra ferramentas de previs?o de demanda habilitadas por intelig¨ºncia artificial e de visibilidade em tempo real que comprimem as janelas de entrega e mitigam as restri??es de m?o de obra. As zonas de baixa emiss?o urbanas, j¨¢ ativas em Vars¨®via, aceleram ainda mais a eletrifica??o da frota e as estrat¨¦gias de micro-fulfillment, remodelando as pegadas de distribui??o para as ¨¢reas metropolitanas.
Moderniza??es de Infraestrutura Financiadas pela Uni?o Europeia Ampliam a Capacidade dos Corredores
A Uni?o Europeia alocou EUR 1,4 bilh?o (USD 1,5 bilh?o) para modernizar segmentos ferrovi¨¢rios poloneses estrat¨¦gicos at¨¦ 2030, o maior compromisso desse tipo desde a ades?o da Pol?nia[2]Comiss?o Europeia, "Portal de Infraestrutura TEN-T," ec.europa.eu. As moderniza??es visam gargalos nos corredores B¨¢ltico-Adri¨¢tico e Mar do Norte-B¨¢ltico, onde os volumes de carga cresceram 35% desde 2020 sem a correspondente expans?o da infraestrutura. O Terminal T3 do Porto de Gdansk, com capacidade de 1,5 milh?o de TEU, que abre em 2025, adiciona capacidade significativa para cont¨ºineres que se complementa com as melhorias ferrovi¨¢rias no interior. Os operadores ferrovi¨¢rios esperam redu??es de 15-20% nos tempos de tr?nsito, possibilitando trens mais longos e pesados que melhoram a economia por unidade e diversificam as ofertas modais dentro do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
A Onda de Reshoring da Manufatura Estimula a ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Industrial
A Zona Econ?mica Especial de ?¨®d? registrou crescimento de 40% nos compromissos de investimento durante 2024, ¨¤ medida que multinacionais deslocaram a produ??o para mais perto dos mercados finais europeus[3]Zona de Investimento Polonesa, "Oportunidades de Investimento na Pol?nia," paiz.gov.pl. Os setores automotivo, eletr?nico e farmac¨ºutico impulsionam fluxos complexos de frete de entrada e sa¨ªda que exigem servi?os integrados de armazenagem, transporte e valor agregado. A aquisi??o da PEKAES pela GEODIS em 2024 exemplifica como players globais ampliam servi?os de ponta a ponta ao adquirir especialistas dom¨¦sticos. A log¨ªstica com controle de temperatura ganha for?a ¨¤ medida que a Pol?nia se torna um polo de produ??o de biol¨®gicos, elevando ainda mais a demanda por capacidade de cadeia de frio em conformidade com as Boas Pr¨¢ticas de Distribui??o (BPD).
A Ado??o de Plataformas Digitais de Frete por PMEs Acelera a Efici¨ºncia do Mercado
O uso de plataformas entre as PMEs de log¨ªstica polonesas cresceu 45% em 2024, refletindo um impulso para reduzir a sobrecarga administrativa e acessar capacidade em tempo real[4]Funda??o Digital Poland, "Relat¨®rio de Digitaliza??o da ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ 2024," digitalpoland.org . Ferramentas integradas de reserva, rastreamento e pagamento nivelam o campo de atua??o em rela??o a operadores maiores, ao mesmo tempo que facilitam a colabora??o em redes de transportadoras fragmentadas. A KPMG constatou que 60% dos prestadores implantaram previs?o de demanda baseada em intelig¨ºncia artificial em 2024, sublinhando a r¨¢pida transforma??o digital do setor. ? medida que os efeitos de rede se aprofundam, espera-se que o mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia capture mais ganhos de produtividade e reduza os quil?metros rodados em vazio.
An¨¢lise de Impacto das Restri??es*
| Restri??o | (~) % de Impacto no CAGR Previsto | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Escassez de motoristas e infla??o salarial | ¨C0.5% | Nacional, aguda nas regi?es orientais e rotas transfronteiri?as | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Congestionamento rodovi¨¢rio fora dos corredores TEN-T | ¨C0.3% | Liga??es secund¨¢rias para zonas industriais | M¨¦dio prazo (2-4 years) |
| Gargalos no manuseio portu¨¢rio da cadeia de frio | ¨C0.2% | Portos mar¨ªtimos b¨¢lticos, principalmente Gdansk e Gdynia | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Incerteza na pol¨ªtica de zonas de baixa emiss?o (ZBE) | ¨C0.3% | Vars¨®via em vigor, Crac¨®via prevista para 2026 | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
A Escassez de Motoristas e a Infla??o Salarial Pressionam as Margens Operacionais
A Pol?nia pode ter uma escassez de 124.000 motoristas de caminh?o at¨¦ 2026, com os sal¨¢rios de 2024 subindo 15-20%, for?ando as transportadoras a renegociar tarifas e acelerar a automa??o do planejamento de rotas. As restri??es do Pacote de Mobilidade da Uni?o Europeia restringem ainda mais a oferta de motoristas transfronteiri?os. Para reter talentos, os operadores introduzem turnos flex¨ªveis e benef¨ªcios ampliados, ao mesmo tempo que investem em tratores de p¨¢tio aut?nomos baseados em dep¨®sitos e solu??es avan?adas de Sistema de Gerenciamento de Transporte (TMS). Essas estrat¨¦gias compensam parcialmente os custos mais elevados com folha de pagamento, mas exigem desembolsos de capital que comprimem as frotas menores dentro do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
A Incerteza na Pol¨ªtica de Zonas de Baixa Emiss?o Cria Hesita??o nos Investimentos
A Zona de Baixa Emiss?o de Vars¨®via entrou em vigor em 2024, restringindo caminh?es Euro 5 e mais antigos durante os hor¨¢rios de pico. A cidade planeja ampliar os limites ap¨®s 2026, e Crac¨®via deve seguir o mesmo caminho, levando muitas transportadoras a adiar a substitui??o da frota at¨¦ que surja clareza regulat¨®ria. O financiamento para caminh?es Euro VI ou el¨¦tricos, portanto, desacelera, complicando o planejamento de capacidade para entregas urbanas. Operadores de m¨²ltiplas cidades enfrentam regras de conformidade fragmentadas que dificultam a implanta??o padronizada de frotas em todo o mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
*Nossas previs?es tratam os impactos dos impulsionadores e restri??es como direcionais, e n?o aditivos. As previs?es de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composi??o e as intera??es entre vari¨¢veis.
An¨¢lise de Segmentos
Por Setor de Usu¨¢rio Final: O Varejo Supera o Crescimento da Manufatura
A manufatura respondeu por 28,41% da receita de 2025, ancorada por clusters automotivos, eletr?nicos e de processamento de alimentos. No entanto, o com¨¦rcio atacadista e varejista est¨¢ no caminho de um CAGR de 2,86% entre 2026-2031, impulsionado pelo aumento da penetra??o online e pelos modelos de distribui??o omnicanal. A agricultura mant¨¦m demanda est¨¢vel devido ¨¤s remessas de gr?os pelos portos b¨¢lticos, enquanto a log¨ªstica de constru??o oscila conforme os cronogramas de infraestrutura financiados pela Uni?o Europeia.
Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o experimentam volumes moderados ¨¤ medida que a Pol?nia avan?a em dire??o ¨¤s energias renov¨¢veis, embora os projetos de importa??o de g¨¢s natural sustentem o tr¨¢fego de dutos e armazenagem. Setores emergentes ¡ª como o transporte de equipamentos de energia renov¨¢vel e produtos farmac¨ºuticos ¡ª criam oportunidades de nicho. Os prestadores de servi?os log¨ªsticos capazes de lidar com remessas em conformidade com as Boas Pr¨¢ticas de Distribui??o (BPD) e fluxos de log¨ªstica reversa est?o posicionados para garantir margens premium dentro do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.

Por Fun??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹: O Transporte de Cargas Amplia as Vantagens de Escala
O Transporte de Cargas capturou 72,88% do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia em 2025, reflexo da centralidade do pa¨ªs nos fluxos comerciais intra-Uni?o Europeia. As opera??es rodovi¨¢rias e ferrovi¨¢rias dominam, com a rodovia sozinha gerenciando uma parcela significativa da tonelagem dom¨¦stica. O crescimento do segmento depende do com¨¦rcio eletr?nico, das remessas de manufatura transfronteiri?as e da integra??o intermodal viabilizada pelas moderniza??es dos corredores. O Agenciamento de Cargas, embora menor, deve expandir-se a um CAGR de 3,54% (2026-2031), impulsionado pela demanda por solu??es de ponta a ponta com fatura ¨²nica que combinam despachante aduaneiro, roteamento multimodal e ferramentas de visibilidade.
O mix de segmentos est¨¢ mudando ¨¤ medida que os servi?os CEP escalam rapidamente com base no varejo online. A Armazenagem e Estocagem permanece como contribuinte est¨¢vel, mas os prestadores se diferenciam por meio de sistemas automatizados de recupera??o e controle de estoque baseado em IoT. Outros Servi?os ¡ª incluindo embalagem, rotulagem e log¨ªstica reversa ¡ª crescem junto com os mandatos de sustentabilidade e os programas de economia circular, posicionando os modelos completos de 4PL para ganhos futuros de participa??o dentro do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
Por Destino de Courier, Expresso e Encomendas: Escala Dom¨¦stica, Impulso Internacional
Os servi?os dom¨¦sticos de CEP responderam por 65,12% do tr¨¢fego de encomendas em 2025, alimentados por densas redes de arm¨¢rios de encomendas e crescentes expectativas dos consumidores por entrega no mesmo dia. A pegada de 25.000 arm¨¢rios da InPost oferece alta cobertura de ¨²ltima milha, com os pontos de retirada tornando-se uma op??o padr?o de checkout para os compradores online poloneses.
Os volumes internacionais de CEP est?o crescendo mais rapidamente, a um CAGR de 3,22% (2026-2031), ¨¤ medida que os comerciantes poloneses se expandem para a Europa Central e Oriental. A digitaliza??o aduaneira da Uni?o Europeia e as reformas do IVA simplificam as devolu??es transfronteiri?as, enquanto os aeroportos adicionam frequ¨ºncias intercontinentais que encurtam os tempos de tr?nsito. A triagem avan?ada, a otimiza??o de rotas por intelig¨ºncia artificial e os compromissos de entrega sustent¨¢vel aumentam a competitividade em todo o mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
Por Controle de Temperatura em Armazenagem e Estocagem: Demanda por Cadeia de Frio em Alta
As instala??es sem controle de temperatura detinham 88,44% de participa??o em 2025, apoiadas por mais de 35 milh?es de m? de estoque moderno concentrado perto de Vars¨®via, Crac¨®via e Gdansk. Os incorporadores continuam a construir espa?o especulativo, atra¨ªdos pela robusta absor??o e baixa vac?ncia.
A armazenagem com controle de temperatura deve crescer a um CAGR de 2,58% (2026-2031), impulsionada pela produ??o farmac¨ºutica e pelas importa??es de alimentos refrigerados. Os gargalos portu¨¢rios em Gdansk e Gdynia estimulam investimentos em armaz¨¦ns frigor¨ªficos automatizados e monitoramento baseado em IoT para atender aos padr?es das Boas Pr¨¢ticas de Distribui??o (BPD). Os prestadores que integram rastreamento de temperatura, desembara?o aduaneiro e distribui??o no interior capturam valor, refor?ando a profundidade da segmenta??o dentro do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
Por Modal de Transporte de Cargas: A Domin?ncia Rodovi¨¢ria Enfrenta Reequil¨ªbrio Modal
O frete rodovi¨¢rio deteve 86,73% do tamanho do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia em 2025, mas seu crescimento ¨¦ limitado pela escassez de motoristas e pela volatilidade dos custos de combust¨ªvel. O frete a¨¦reo deve expandir-se a um CAGR de 5,28% (2026-2031), aproveitando a demanda por exporta??es farmac¨ºuticas e eletr?nicas e a capacidade adicional de por?o no Aeroporto Chopin de Vars¨®via.
O frete ferrovi¨¢rio, ap¨®s a reestrutura??o da PKP CARGO, est¨¢ recuperando o impulso com crescimento anual de 36% em TEU intermodal no primeiro semestre de 2024. Os projetos de corredor provavelmente deslocar?o remessas de m¨¦dia dist?ncia da rodovia para a ferrovia, melhorando as m¨¦tricas de sustentabilidade. Os volumes mar¨ªtimos e por vias naveg¨¢veis interiores avan?am ¨¤ medida que o Porto de Gda¨½sk escala, enquanto os fluxos por dutos dependem da pol¨ªtica energ¨¦tica. Em conjunto, esses modais diversificam a capacidade e mitigam os gargalos rodovi¨¢rios, elevando a resili¨ºncia em todo o mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.

Por Modal de Agenciamento de Cargas: Rotas Mar¨ªtimas Mant¨ºm a Lideran?a, ´¡¨¦°ù±ð´Ç Escala Rapidamente
O agenciamento de cargas mar¨ªtimas e por vias naveg¨¢veis interiores representou 42,98% da receita de agenciamento em 2025, apoiado pelo status de Gdansk entre os cinco principais portos da Uni?o Europeia e pela melhoria da conectividade de linhas regulares. O novo Terminal T3 por si s¨® eleva o potencial de movimenta??o de cont¨ºineres em 1,5 milh?o de TEU, refor?ando a vantagem de custo do agenciamento mar¨ªtimo nos fluxos ?sia-Europa.
O agenciamento de cargas a¨¦reas deve crescer a um CAGR de 4,72% (2026-2031), sustentado por exporta??es de alto valor sens¨ªveis ao tempo. O hub da DHL em Pozna¨½ para log¨ªstica de sa¨²de exemplifica a expans?o de rede adaptada a regimes rigorosos de temperatura. ? medida que os clientes buscam resili¨ºncia multimodal, os agenciadores investem em torres de controle digitais que integram a visibilidade mar¨ªtima, ferrovi¨¢ria e rodovi¨¢ria, uma capacidade definidora no mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
An¨¢lise Geogr¨¢fica
A atividade log¨ªstica regional concentrada em Vars¨®via, Crac¨®via e a Tri-Cidade respondeu por uma parcela significativa do throughput nacional em 2025. A Maz¨®via, ancorada por Vars¨®via, gerou cerca de 27,65% do volume gra?as ao seu nexo multimodal aeroporto-ferrovia-rodovia e ¨¤ concentra??o de centros de distribui??o. O mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia, portanto, depende fortemente da integridade da infraestrutura e da disponibilidade de m?o de obra da regi?o da capital.
A Sil¨¦sia ¨¦ uma das regi?es de crescimento mais r¨¢pido, impulsionada pelo reshoring da manufatura e pelas liga??es do corredor B¨¢ltico-Adri¨¢tico. Os parques industriais servidos por ferrovia perto de Katowice encurtam os prazos de entrega para as plantas tcheca e eslovaca, impulsionando a demanda por armaz¨¦ns e a constru??o de terminais intermodais. A Pomer?nia, sede do Porto de Gdansk, mant¨¦m crescimento est¨¢vel vinculado ao com¨¦rcio mar¨ªtimo e ¨¤s transfer¨ºncias ferrovi¨¢rias China-Uni?o Europeia.
O Programa Nacional ¹ó±ð°ù°ù´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç do governo, no valor de EUR 1,4 bilh?o (USD 1,5 bilh?o), visa a conectividade de cidades secund¨¢rias, aliviando a press?o sobre as linhas tronco sobrecarregadas. O acesso melhorado para ?¨®d? e Wielkopolska poderia redistribuir os fluxos de carga, reduzir a quilometragem em vazio e aumentar a disponibilidade de m?o de obra. ? medida que a infraestrutura se equaliza, as conurba??es menores podem capturar uma fatia maior do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
Cen¨¢rio Competitivo
O mercado ¨¦ fragmentado; no entanto, gigantes internacionais como DHL, DSV e GEODIS aproveitam extensas redes europeias, tecnologia da informa??o avan?ada e capital profundo para atender aos setores automotivo, farmac¨ºutico e de varejistas omnicanal. A compra planejada pela DSV do DB Schenker por EUR 14,3 bilh?es (USD 15,8 bilh?es) em abril de 2025 forma o maior prestador de servi?os log¨ªsticos da Europa e altera a din?mica de contrata??o dentro do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
A PKP CARGO, operadora ferrovi¨¢ria dom¨¦stica incumbente, est¨¢ se reestruturando sob supervis?o judicial, mas ainda movimenta 28,8% da tonelagem ferrovi¨¢ria polonesa, ilustrando a luta dos operadores legados para se modernizar. A aquisi??o da PEKAES pela GEODIS mostra como os entrantes estrangeiros ganham densidade local ao mesmo tempo que oferecem cobertura regional integrada.
As oportunidades de espa?o em branco incluem solu??es automatizadas de ¨²ltima milha, distribui??o de cadeia de frio e plataformas digitais de corretagem. O modelo de arm¨¢rios de encomendas da InPost demonstra como a tecnologia pode superar a escassez de m?o de obra e o congestionamento urbano. A participa??o majorit¨¢ria da Rhenus na Bulk Cargo Szczecin destaca o interesse dos investidores em servi?os portu¨¢rios especializados que complementam as redes de terminais no interior. A vantagem competitiva depende cada vez mais da visibilidade de dados, da conformidade com crit¨¦rios ESG e do agrupamento de valor agregado dentro do mercado de frete e log¨ªstica da Pol?nia.
L¨ªderes do Setor de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Pol?nia
DSV A/S (including DB Schenker)
DHL Group
Raben Group
Kuehne+Nagel
CMA CGM Group (Including CEVA Logistics)
- *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica

Desenvolvimentos Recentes do Setor
- Abril de 2025: A DSV assinou um acordo de EUR 14,3 bilh?es (USD 15,8 bilh?es) para adquirir o DB Schenker, com fechamento previsto para o segundo trimestre de 2025.
- Janeiro de 2025: A Rhenus tornou-se propriet¨¢ria de 98,5% da Bulk Cargo Szczecin, fortalecendo o manuseio no porto b¨¢ltico.
- Novembro de 2024: A Kuehne+Nagel expandiu sua colabora??o com a air up para consolidar a distribui??o na Uni?o Europeia a partir da instala??o de Veghel.
- Mar?o de 2024: A DHL inaugurou um centro de log¨ªstica com controle de temperatura de USD 198 milh?es em Pozna¨½.
Escopo do Relat¨®rio do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ da Pol?nia
Agricultura, Pesca e Silvicultura, Constru??o, Manufatura, Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o, Com¨¦rcio Atacadista e Varejista, Outros s?o cobertos como segmentos por Setor de Usu¨¢rio Final. Courier, Expresso e Encomendas (CEP), Agenciamento de Cargas, Transporte de Cargas, Armazenagem e Estocagem s?o cobertos como segmentos por Fun??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹.| Agricultura, Pesca e Silvicultura |
| Constru??o |
| Manufatura |
| Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o |
| Com¨¦rcio Atacadista e Varejista |
| Outros |
| Courier, Expresso e Encomendas (CEP) | Por Tipo de Destino | ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç |
| Internacional | ||
| Agenciamento de Cargas | Por Modal de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç |
| Mar¨ªtimo e Vias Naveg¨¢veis Interiores | ||
| Outros | ||
| Transporte de Cargas | Por Modal de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç |
| Dutos | ||
| ¹ó±ð°ù°ù´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | ||
| ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | ||
| Mar¨ªtimo e Vias Naveg¨¢veis Interiores | ||
| Armazenagem e Estocagem | Por Controle de Temperatura | Sem Controle de Temperatura |
| Com Controle de Temperatura | ||
| Outros Servi?os | ||
| Setor de Usu¨¢rio Final | Agricultura, Pesca e Silvicultura | ||
| Constru??o | |||
| Manufatura | |||
| Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o | |||
| Com¨¦rcio Atacadista e Varejista | |||
| Outros | |||
| Fun??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ | Courier, Expresso e Encomendas (CEP) | Por Tipo de Destino | ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç |
| Internacional | |||
| Agenciamento de Cargas | Por Modal de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç | |
| Mar¨ªtimo e Vias Naveg¨¢veis Interiores | |||
| Outros | |||
| Transporte de Cargas | Por Modal de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç | |
| Dutos | |||
| ¹ó±ð°ù°ù´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | |||
| ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | |||
| Mar¨ªtimo e Vias Naveg¨¢veis Interiores | |||
| Armazenagem e Estocagem | Por Controle de Temperatura | Sem Controle de Temperatura | |
| Com Controle de Temperatura | |||
| Outros Servi?os | |||
Defini??o de mercado
- Agricultura, Pesca e Silvicultura (AFF) - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura as despesas log¨ªsticas externas (terceirizadas) incorridas pelos players do setor AFF. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados no cultivo de lavouras, cria??o de animais, colheita de madeira, colheita de peixes e outros animais de seus habitats naturais e fornecimento de atividades de suporte relacionadas. Nesse contexto, os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial nas atividades de aquisi??o, armazenagem, manuseio, transporte e distribui??o para o fluxo ¨®timo e cont¨ªnuo de insumos (sementes, pesticidas, fertilizantes, equipamentos e ¨¢gua) dos fabricantes ou fornecedores para os produtores e o fluxo suave de produtos (produ??o, produtos agr¨ªcolas) para distribuidores/consumidores. Isso inclui log¨ªstica com e sem controle de temperatura, conforme necess¨¢rio de acordo com a vida ¨²til das mercadorias transportadas ou armazenadas.
- Constru??o - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura as despesas log¨ªsticas externas (terceirizadas) incorridas pelos players do setor de constru??o. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados na constru??o, reparo e renova??o de edif¨ªcios residenciais e comerciais, infraestrutura, obras de engenharia, subdivis?o e desenvolvimento de terrenos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial no aumento da lucratividade dos projetos de constru??o, mantendo o estoque de mat¨¦rias-primas e equipamentos, suprimentos cr¨ªticos no tempo e fornecendo outros servi?os de valor agregado para a gest?o eficaz de projetos.
- Courier, Expresso e Encomendas - Os servi?os de Courier, Expresso e Encomendas, frequentemente denominados Mercado CEP, referem-se aos prestadores de servi?os log¨ªsticos e postais especializados no transporte de pequenas mercadorias (encomendas/pacotes). Captura o tamanho total do mercado (USD) e o volume de mercado (n¨²mero de encomendas) de (1) remessas/encomendas/pacotes com peso inferior a 70 kg/154 lbs, (2) pacotes de clientes empresariais, como Business-to-Business (B2B) e Business-to-Consumer (B2C), bem como pacotes de clientes privados (C2C), (3) servi?os de entrega de encomendas n?o expressos (Padr?o e Diferido) e servi?os de entrega de encomendas expressos (Expresso com Data Definida e Expresso com Hora Definida), (4) encomendas dom¨¦sticas e internacionais.
- Dados Demogr¨¢ficos - Para analisar a demanda total do mercado endere?¨¢vel, o crescimento e as previs?es populacionais foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Representa a distribui??o populacional em categorias como g¨ºnero (masculino/feminino), ¨¢rea de desenvolvimento (urbana/rural), principais cidades, entre outros par?metros-chave como densidade populacional e despesa de consumo final (crescimento e participa??o % do PIB). Esses dados foram usados para avaliar as flutua??es na demanda e nas despesas de consumo, e os principais pontos de concentra??o (cidades) de demanda potencial.
- Tend¨ºncias de Exporta??o e Tend¨ºncias de Importa??o - O desempenho log¨ªstico geral de uma economia est¨¢ positiva e significativamente (estatisticamente) correlacionado ao seu desempenho comercial (exporta??es e importa??es). Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, o valor total do com¨¦rcio, as principais commodities/grupos de commodities e os principais parceiros comerciais, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), foram analisados juntamente com o impacto dos principais investimentos em infraestrutura de com¨¦rcio/log¨ªstica e o ambiente regulat¨®rio.
- Agenciamento de Cargas - O agenciamento de cargas, que aqui se refere ao setor de arranjo de transporte de cargas (ATC), inclui estabelecimentos primariamente engajados no arranjo e rastreamento do transporte de cargas entre embarcadores e transportadoras. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) considerados s?o agentes de cargas, NVOCCs, despachantes aduaneiros e agentes de navega??o mar¨ªtima. O segmento Outros no Agenciamento de Cargas captura a receita obtida por meio de servi?os de valor agregado do ATC, como atividades de despacho/desembara?o aduaneiro, prepara??o de documenta??o relacionada a cargas, consolida??o-desconsolida??o de mercadorias, seguro e conformidade de carga, arranjo de armazenagem e estocagem, liga??o com embarcadores e agenciamento de cargas por outros modais de transporte, como rodovi¨¢rio e ferrovi¨¢rio.
- Tend¨ºncias de Pre?os de Frete - Os pre?os de frete por modal de transporte (USD/ton-km), ao longo do per¨ªodo de revis?o, foram apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram usados para avaliar o ambiente inflacion¨¢rio, o impacto no com¨¦rcio, o giro de frete (ton-km), a demanda do mercado de frete e log¨ªstica por segmentos de modal de transporte e, portanto, o tamanho geral do mercado de frete e log¨ªstica.
- Tend¨ºncias de Tonelagem de Frete - A tonelagem de frete (peso das mercadorias em toneladas) manuseada por modal de transporte, ao longo do per¨ªodo de revis?o, foi apresentada nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram usados como um dos par?metros, al¨¦m da dist?ncia m¨¦dia por remessa (km), volume de frete (ton-km) e pre?os de frete (USD/ton-km), para avaliar o tamanho do mercado de transporte de cargas.
- Transporte de Cargas - O Transporte de Cargas refere-se ¨¤ contrata??o de um prestador de servi?os log¨ªsticos (log¨ªstica terceirizada) para o transporte de commodities (mat¨¦rias-primas/bens finais/intermedi¨¢rios/acabados, incluindo s¨®lidos e fluidos) da origem ao destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional).
- Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ - As despesas externas com (ou terceirizadas) facilita??o do transporte de cargas (transporte de cargas), arranjo do transporte de cargas por meio de um agente (agenciamento de cargas), armazenagem e estocagem (com ou sem controle de temperatura), CEP (courier, expresso e encomendas dom¨¦stico ou internacional) e outros servi?os log¨ªsticos de valor agregado envolvidos no transporte de commodities (mat¨¦rias-primas ou produtos acabados, incluindo s¨®lidos e fluidos) da origem ao destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional), por um ou mais modais de transporte, como rodovi¨¢rio, ferrovi¨¢rio, mar¨ªtimo, a¨¦reo e dutos, constituem o mercado de frete e log¨ªstica.
- Pre?o do Combust¨ªvel - Os picos nos pre?os do combust¨ªvel podem causar atrasos e interrup??es para os prestadores de servi?os log¨ªsticos (PSLs), enquanto as quedas nos mesmos podem resultar em maior lucratividade de curto prazo e maior rivalidade de mercado para oferecer aos consumidores as melhores ofertas. Portanto, as varia??es nos pre?os do combust¨ªvel foram estudadas ao longo do per¨ªodo de revis?o e apresentadas juntamente com as causas e os impactos no mercado.
- Distribui??o do PIB por Atividade Econ?mica - O Produto Interno Bruto Nominal e a distribui??o do mesmo, entre os principais setores econ?micos na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Como o PIB est¨¢ positivamente relacionado ¨¤ lucratividade e ao crescimento do setor de log¨ªstica, esses dados foram usados em conjunto com as tabelas de insumo-produto/tabelas de oferta e uso para analisar os principais setores contribuintes potenciais para a demanda log¨ªstica.
- Crescimento do PIB por Atividade Econ?mica - O crescimento do Produto Interno Bruto Nominal entre os principais setores econ?micos, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), foi apresentado nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram utilizados para avaliar o crescimento da demanda log¨ªstica de todos os usu¨¢rios finais do mercado (setores econ?micos considerados aqui).
- Infla??o - As varia??es tanto na Infla??o de Pre?os no Atacado (varia??o anual no ¨ªndice de pre?os ao produtor) quanto na Infla??o de Pre?os ao Consumidor foram apresentadas nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram usados para avaliar o ambiente inflacion¨¢rio, pois desempenha um papel vital no funcionamento suave da cadeia de suprimentos, impactando diretamente os componentes de custo operacional log¨ªstico, como pre?os de pneus, sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de energia/combust¨ªvel, custos de manuten??o, ped¨¢gios, alugu¨¦is de armaz¨¦ns, despacho aduaneiro, tarifas de agenciamento, tarifas de courier, etc., impactando assim o mercado geral de frete e log¨ªstica.
- Infraestrutura - Como a infraestrutura desempenha um papel vital no desempenho log¨ªstico de uma economia, vari¨¢veis como extens?o de rodovias, distribui??o da extens?o rodovi¨¢ria por categoria de superf¨ªcie (pavimentada vs. n?o pavimentada), distribui??o da extens?o rodovi¨¢ria por classifica??o de rodovia (vias expressas vs. rodovias vs. outras estradas), extens?o ferrovi¨¢ria, volume de cont¨ºineres manuseados pelos principais portos e tonelagem manuseada pelos principais aeroportos foram analisadas e apresentadas nesta tend¨ºncia do setor.
- Principais Tend¨ºncias do Setor - A se??o do relat¨®rio denominada "Principais Tend¨ºncias do Setor" inclui todas as vari¨¢veis/par?metros-chave estudados para melhor analisar as estimativas e previs?es do tamanho do mercado. Todas as tend¨ºncias foram apresentadas na forma de pontos de dados (s¨¦ries temporais ou pontos de dados mais recentes dispon¨ªveis) juntamente com a an¨¢lise do par?metro na forma de coment¨¢rio conciso e relevante para o mercado, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
- Principais Movimentos Estrat¨¦gicos - A a??o tomada por uma empresa para se diferenciar de seu concorrente ou usada como estrat¨¦gia geral ¨¦ denominada movimento estrat¨¦gico-chave (MSC). Isso inclui (1) Acordos (2) Expans?es (3) Reestrutura??o Financeira (4) Fus?es e Aquisi??es (5) Parcerias e (6) Inova??es de Produtos. Os principais players (Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos, PSLs) no mercado foram selecionados, seus MSCs foram estudados e apresentados nesta se??o.
- ?ndice de Conectividade Bilateral de Linhas de Navega??o Regular - Indica o n¨ªvel de integra??o de um par de pa¨ªses nas redes globais de linhas de navega??o regular e desempenha um papel crucial na determina??o do com¨¦rcio bilateral, que por sua vez contribui potencialmente para a prosperidade de um pa¨ªs e de sua regi?o circundante. Portanto, as principais economias conectadas ao pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio foram analisadas e apresentadas na tend¨ºncia do setor "Conectividade de Linhas de Navega??o Regular".
- Conectividade de Linhas de Navega??o Regular - Esta tend¨ºncia do setor analisa o estado de conectividade ¨¤s redes globais de navega??o com base no status do setor de transporte mar¨ªtimo. Inclui a an¨¢lise dos ¨ªndices de conectividade de linhas de navega??o regular, conectividade bilateral de navega??o e conectividade de linhas de navega??o regular portu¨¢ria para a geografia (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) ao longo do per¨ªodo de revis?o.
- ?ndice de Conectividade de Linhas de Navega??o Regular - Indica qu?o bem os pa¨ªses est?o conectados ¨¤s redes globais de navega??o com base no status de seu setor de transporte mar¨ªtimo. ? baseado em cinco componentes do setor de transporte mar¨ªtimo: (1) O n¨²mero de linhas de navega??o que atendem um pa¨ªs, (2) O tamanho do maior navio usado nesses servi?os (em TEUs), (3) O n¨²mero de servi?os que conectam um pa¨ªs aos outros pa¨ªses, (4) O n¨²mero total de navios implantados em um pa¨ªs, (5) A capacidade total desses navios (em TEUs).
- Desempenho Log¨ªstico - O Desempenho Log¨ªstico e os Custos Log¨ªsticos s?o a espinha dorsal do com¨¦rcio e influenciam os custos comerciais, tornando os pa¨ªses competitivos globalmente. O desempenho log¨ªstico ¨¦ influenciado por estrat¨¦gias de gest?o da cadeia de suprimentos adotadas em todo o mercado, servi?os governamentais, investimentos e pol¨ªticas, custos de combust¨ªvel/energia, ambiente inflacion¨¢rio, etc. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, o desempenho log¨ªstico da geografia estudada (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foi analisado e apresentado ao longo do per¨ªodo de revis?o.
- Principais Fornecedores de Caminh?es - A participa??o de mercado das marcas de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, portf¨®lio de tipos de caminh?es, pre?os de caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, inova??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos), efici¨ºncia de combust¨ªvel, op??es de financiamento, custos anuais de manuten??o, disponibilidade de substitutos, estrat¨¦gias de marketing, etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano base do estudo) do volume de vendas de caminh?es para as principais marcas de caminh?es e o coment¨¢rio sobre o cen¨¢rio atual do mercado e a antecipa??o do mercado ao longo do per¨ªodo de previs?o foram apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Manufatura - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura as despesas log¨ªsticas externas (terceirizadas) incorridas pelos players do setor de Manufatura. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados na transforma??o qu¨ªmica, mec?nica ou f¨ªsica de materiais ou subst?ncias em novos produtos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na manuten??o de um fluxo suave de mat¨¦rias-primas ao longo da cadeia de suprimentos, possibilitando a entrega pontual de produtos acabados a distribuidores ou clientes finais e armazenando e fornecendo as mat¨¦rias-primas aos clientes para manufatura just-in-time.
- Capacidade de Carga da Frota Mar¨ªtima - A capacidade de carga da frota mar¨ªtima retrata o estado de desenvolvimento da infraestrutura mar¨ªtima e do com¨¦rcio de uma economia. ? influenciada por fatores como volume de produ??o, com¨¦rcio internacional, principais setores de usu¨¢rios finais, conectividade mar¨ªtima, regulamenta??es ambientais, investimentos no desenvolvimento de infraestrutura portu¨¢ria, capacidade de manuseio de carga de cont¨ºineres em portos, etc. Esta tend¨ºncia do setor representa a capacidade de carga da frota mar¨ªtima por tipo de navio, como navios porta-cont¨ºineres, navios-tanque de petr¨®leo, graneleiros, carga geral, entre outros tipos, juntamente com os fatores influenciadores para a geografia estudada (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), ao longo do per¨ªodo de revis?o.
- Participa??o Modal - A Participa??o Modal de Frete ¨¦ influenciada por fatores como produtividade modal, regulamenta??es governamentais, conteineriza??o, dist?ncia da remessa, requisitos de controle de temperatura, tipo de mercadorias, com¨¦rcio internacional, terreno, velocidade de entrega, peso da remessa, remessas a granel, etc. Al¨¦m disso, a participa??o modal por tonelagem (toneladas) e a participa??o modal por giro de frete (ton-km) diferem conforme a dist?ncia m¨¦dia das remessas, o peso dos principais grupos de commodities transportados na economia e o n¨²mero de viagens. Esta tend¨ºncia do setor representa a distribui??o do frete transportado por modal de transporte (toneladas e ton-km), para o ano base do estudo.
- Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura as despesas log¨ªsticas externas (terceirizadas) incorridas pelos players do setor de extra??o. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos que extraem minerais s¨®lidos de ocorr¨ºncia natural, como carv?o e min¨¦rios; minerais l¨ªquidos, como petr¨®leo bruto; e gases, como g¨¢s natural. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) cobrem todas as fases, do upstream ao downstream, e desempenham um papel crucial no transporte de maquin¨¢rio, equipamentos de perfura??o, minerais extra¨ªdos, petr¨®leo bruto e g¨¢s natural e produtos refinados/processados de um lugar para outro.
- Outros Usu¨¢rios Finais - O segmento de outros usu¨¢rios finais captura as despesas log¨ªsticas externas (terceirizadas) incorridas pelos servi?os financeiros (BFSI), im¨®veis, servi?os educacionais, sa¨²de e servi?os profissionais (administrativos, gest?o de res¨ªduos, jur¨ªdicos, arquitet?nicos, engenharia, design, consultoria, pesquisa e desenvolvimento cient¨ªfico). Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na movimenta??o confi¨¢vel de suprimentos e documentos de/para esses setores, como transporte de qualquer equipamento ou recurso necess¨¢rio, envio de documentos e arquivos confidenciais, movimenta??o de bens e suprimentos m¨¦dicos (suprimentos e instrumentos cir¨²rgicos, incluindo luvas, m¨¢scaras, seringas, equipamentos), entre outros.
- Outros Servi?os - O segmento de Outros Servi?os captura a receita obtida por meio de (1) Servi?os de valor agregado (SVA) para transporte de cargas por rodovia, ferrovia, a¨¦reo e mar¨ªtimo e vias naveg¨¢veis interiores, (2) SVA para transporte de carga mar¨ªtima (opera??o de instala??es terminais como portos e p¨ªeres, opera??o de eclusas de vias naveg¨¢veis, atividades de navega??o, pilotagem e atraca??o, alvarenguagem, atividades de salvamento, atividades de far¨®is, entre outras atividades de suporte diversas), (3) SVA para transporte de cargas terrestres (opera??o de instala??es terminais como esta??es ferrovi¨¢rias, esta??es para manuseio de mercadorias, opera??o de infraestrutura ferrovi¨¢ria, manobras e triagem, reboque e assist¨ºncia na estrada, liquefa??o de g¨¢s para fins de transporte, entre outras atividades de suporte diversas), (4) SVA para transporte de carga a¨¦rea (opera??o de instala??es terminais como terminais a¨¦reos, atividades de aeroportos e controle de tr¨¢fego a¨¦reo, atividades de servi?os de solo em aer¨®dromos, manuten??o de pistas, inspe??o/ferry/manuten??o/teste de aeronaves, servi?os de abastecimento de aeronaves, entre outras atividades de suporte diversas), (5) SVA para servi?o de armazenagem e estocagem (opera??o de silos de gr?os, armaz¨¦ns de mercadorias gerais, armaz¨¦ns refrigerados, tanques de armazenagem, etc., armazenagem de mercadorias em zonas de com¨¦rcio exterior, congelamento r¨¢pido, embalagem de mercadorias para envio, embalagem e prepara??o de mercadorias para envio, rotulagem e/ou impress?o da embalagem, servi?os de montagem de kits e embalagem, entre outras atividades de suporte diversas), e (6) SVA para servi?o de courier, expresso e encomendas (coleta, triagem).
- Escalas e Desempenho Portu¨¢rio - O desempenho dos portos ¨¦ fundamental para a movimenta??o de cargas de uma economia, o com¨¦rcio, a conectividade global, as estrat¨¦gias de crescimento bem-sucedidas, a atratividade de investimentos para sistemas de produ??o e distribui??o e, portanto, afeta o PIB, o emprego, a renda per capita e o crescimento industrial. Portanto, os par?metros de desempenho portu¨¢rio, como o tempo m¨¦dio gasto pelas embarca??es nos portos; a idade m¨¦dia, o tamanho, a capacidade de transporte de carga, a capacidade de transporte de cont¨ºineres das embarca??es que entram nos portos, as escalas portu¨¢rias e o throughput de cont¨ºineres nos portos foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- ?ndice de Conectividade de Linhas de Navega??o Regular Portu¨¢ria - Reflete a posi??o de um porto na rede global de linhas de navega??o regular, onde um valor mais alto do ¨ªndice est¨¢ associado a uma melhor conectividade. Portos eficientes e bem conectados (1) contribuem para minimizar os custos de transporte, vinculando as cadeias de suprimentos e apoiando o com¨¦rcio internacional, (2) abrem caminho para economias de escala e desenvolvimento de expertise, permitindo que os produtores explorem melhor as possibilidades nos mercados dom¨¦stico e estrangeiro. Portanto, os principais portos de import?ncia estrat¨¦gica, no pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio, foram analisados e apresentados na tend¨ºncia do setor "Conectividade de Linhas de Navega??o Regular".
- Throughput Portu¨¢rio - Reflete a quantidade de carga ou o n¨²mero de embarca??es que um porto movimenta anualmente. Pode estar relacionado a (1) tonelagem de carga, (2) TEU de cont¨ºineres e (3) escalas de embarca??es. O throughput portu¨¢rio em termos de total de cont¨ºineres manuseados (TEUs) foi apresentado na tend¨ºncia do setor "Escalas e Desempenho Portu¨¢rio".
- Infla??o de Pre?os ao Produtor - Indica a infla??o do ponto de vista dos produtores, ou seja, o pre?o m¨¦dio de venda recebido por sua produ??o ao longo de um per¨ªodo de tempo. A varia??o anual (anual) do ¨ªndice de pre?os ao produtor ¨¦ reportada como infla??o de pre?os no atacado na tend¨ºncia do setor "Infla??o". Como o ?ndice de Pre?os no Atacado (IPA) captura os movimentos din?micos de pre?os da forma mais abrangente, ¨¦ amplamente utilizado por governos, bancos, setores industriais e empresariais e ¨¦ considerado importante na formula??o de pol¨ªticas comerciais, fiscais e outras pol¨ªticas econ?micas. Os dados foram usados em conjunto com a infla??o de pre?os ao consumidor para melhor compreender o ambiente inflacion¨¢rio.
- Receita Segmental - A Receita Segmental foi triangulada ou calculada e apresentada para todos os principais players do mercado. Refere-se ¨¤ receita espec¨ªfica do mercado de frete e log¨ªstica obtida pela empresa, ao longo do ano base do estudo, na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio). ? calculada por meio do estudo e an¨¢lise dos principais par?metros como dados financeiros, portf¨®lio de servi?os, for?a de trabalho, tamanho da frota, investimentos, n¨²mero de pa¨ªses presentes, principais economias de interesse, etc., que foram reportados pela empresa em seus relat¨®rios anuais e p¨¢ginas web. Para empresas com escassas divulga??es financeiras, foram utilizados bancos de dados pagos como D&B Hoovers e Dow Jones Factiva, verificados por meio de intera??es com o setor/especialistas.
- PIB do Setor de Transporte e Armazenagem - O valor e o crescimento do PIB do Setor de Transporte e Armazenagem t¨ºm uma rela??o direta com o tamanho do mercado de frete e log¨ªstica. Portanto, essa vari¨¢vel foi estudada e apresentada ao longo do per¨ªodo de revis?o, em termos de valor (USD) e como participa??o % do PIB total, nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram apoiados por coment¨¢rios concisos e relevantes sobre os investimentos, desenvolvimentos e o cen¨¢rio atual do mercado.
- Tend¨ºncias no Setor de Com¨¦rcio Eletr?nico - A conectividade aprimorada ¨¤ internet e o boom na penetra??o de smartphones, aliados ao aumento da renda dispon¨ªvel, levaram a um crescimento fenomenal no mercado de com¨¦rcio eletr?nico globalmente. Os compradores online exigem entrega r¨¢pida e eficiente de seus pedidos, levando a um aumento na demanda por servi?os log¨ªsticos, especialmente servi?os de fulfillment de com¨¦rcio eletr?nico. Portanto, o Valor Bruto de Mercadoria (GMV), o crescimento hist¨®rico e projetado, a divis?o dos principais grupos de commodities no setor de com¨¦rcio eletr?nico para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Tend¨ºncias no Setor de Manufatura - O setor de manufatura envolve a transforma??o de mat¨¦rias-primas em produtos acabados, enquanto o setor de log¨ªstica garante o fluxo eficiente de mat¨¦rias-primas para a f¨¢brica e o transporte dos produtos manufaturados para os distribuidores e consumidores. A oferta e a demanda de ambos os setores s?o altamente interligadas e cr¨ªticas para uma cadeia de suprimentos perfeita. Portanto, o Valor Adicionado Bruto (VAB), a divis?o do VAB nos principais setores de manufatura e o crescimento do setor de manufatura ao longo do per¨ªodo de revis?o foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Tamanho da Frota de Caminh?es por Tipo - A participa??o de mercado dos tipos de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, principais setores de usu¨¢rios finais, pre?os de caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, disrup??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos), etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano base do estudo) do volume do parque de caminh?es por tipo de caminh?o, os disruptores do mercado, os investimentos em manufatura de caminh?es, as especifica??es de caminh?es, as regulamenta??es de uso e importa??o de caminh?es e a antecipa??o do mercado ao longo do per¨ªodo de previs?o foram apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Custos Operacionais do Transporte ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç de Cargas - As principais raz?es para medir/comparar o desempenho log¨ªstico de qualquer empresa de transporte rodovi¨¢rio de cargas s?o reduzir os custos operacionais e aumentar a lucratividade. Por outro lado, medir os custos operacionais ajuda a identificar se e onde fazer mudan?as operacionais para controlar as despesas e identificar ¨¢reas para melhorar o desempenho. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, os custos operacionais do transporte rodovi¨¢rio de cargas e as vari¨¢veis envolvidas, como sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de combust¨ªvel, custos de reparos e manuten??o, custos de pneus, etc., foram estudados ao longo do ano base do estudo e apresentados para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
- Armazenagem e Estocagem - O segmento de Armazenagem e Estocagem captura a receita obtida por meio da opera??o de armaz¨¦ns e instala??es de estocagem de mercadorias gerais, refrigerados e outros tipos. Esses estabelecimentos assumem a responsabilidade de armazenar as mercadorias e mant¨º-las seguras em troca de cobran?as. Os servi?os de valor agregado (SVA) que podem fornecer s?o considerados parte do segmento "outros servi?os". Aqui, os SVA referem-se a uma gama de servi?os relacionados ¨¤ distribui??o das mercadorias de um cliente e podem incluir rotulagem, fracionamento de carga, controle e gest?o de estoque, montagem leve, entrada e atendimento de pedidos, embalagem, separa??o e embalagem, marca??o de pre?os e etiquetagem e arranjo de transporte.
- Com¨¦rcio Atacadista e Varejista - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura as despesas log¨ªsticas externas (terceirizadas) incorridas pelos atacadistas e varejistas. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados na venda no atacado ou no varejo de mercadorias, geralmente sem transforma??o, e na presta??o de servi?os incidentais ¨¤ venda de mercadorias. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na movimenta??o confi¨¢vel de suprimentos e produtos acabados das casas de produ??o para os distribuidores e, finalmente, para o cliente final, cobrindo atividades como sourcing de materiais, transporte, atendimento de pedidos, armazenagem e estocagem, previs?o de demanda, gest?o de estoque, etc.
| Palavra-chave | Defini??o |
|---|---|
| Carga por Eixo | A carga por eixo de um ve¨ªculo com rodas ¨¦ o peso total suportado pela via para todas as rodas conectadas a um determinado eixo. |
| Frete de Retorno | O frete de retorno ¨¦ o movimento de retorno de um ve¨ªculo de transporte de seu destino original ao seu ponto de partida original. |
| Conhecimento de Embarque | Um conhecimento de embarque ¨¦ um documento legal emitido por uma transportadora ao embarcador que detalha o tipo, a quantidade e o destino das mercadorias transportadas. |
| Abastecimento de Combust¨ªvel de Navios | O abastecimento de combust¨ªvel de navios ¨¦ o processo de fornecimento de combust¨ªvel e/ou gasoil para ser usado para alimentar o sistema de propuls?o de um navio (tal combust¨ªvel ¨¦ denominado bunker). Inclui a log¨ªstica de carregamento e distribui??o do combust¨ªvel entre os tanques dispon¨ªveis a bordo. Uma pessoa que negocia com bunker (combust¨ªvel) ¨¦ chamada de trader de bunker. |
| Servi?o de Abastecimento de Combust¨ªvel de Navios | O servi?o de abastecimento de combust¨ªvel de navios ¨¦ o fornecimento de uma qualidade e quantidade solicitadas de bunker a um navio. |
| Com¨¦rcio Colaborativo | O com¨¦rcio colaborativo descreve as intera??es comerciais habilitadas eletronicamente entre o pessoal interno de uma empresa, parceiros de neg¨®cios e clientes em toda uma comunidade comercial. A comunidade comercial pode ser um setor, um segmento de setor, uma cadeia de suprimentos ou um segmento de cadeia de suprimentos. |
| Cabotagem | Transporte por um ve¨ªculo registrado em um pa¨ªs realizado no territ¨®rio nacional de outro pa¨ªs. |
| Agente de Transporte Terrestre | Um servi?o de transporte terrestre que fornece coleta e entrega de cargas em locais n?o atendidos diretamente por uma transportadora a¨¦rea ou mar¨ªtima. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Contratada | A log¨ªstica contratada refere-se ¨¤ terceiriza??o de tarefas de gest?o de recursos por uma empresa a uma empresa terceirizada especializada em quest?es log¨ªsticas, como transporte, armazenagem e atendimento de pedidos. |
| Courier | Uma empresa utilizada para enviar mensagens, pacotes, etc. O servi?o de courier refere-se ao servi?o de coleta e entrega porta a porta r¨¢pido ou ¨¢gil para mercadorias ou documentos. Pode ser local ou internacional. Uma empresa que fornece tais servi?os de entrega ¨¦ chamada de empresa de courier. Uma empresa de courier contrata pessoas para fornecer seus servi?os. Tal pessoa contratada pela empresa de servi?os de courier ¨¦ chamada de courier. |
| Cross Docking | O cross docking ¨¦ uma pr¨¢tica na gest?o log¨ªstica que inclui o descarregamento de ve¨ªculos de entrega recebidos e o carregamento dos materiais diretamente em ve¨ªculos de entrega de sa¨ªda, omitindo as pr¨¢ticas log¨ªsticas tradicionais de armaz¨¦m e economizando tempo e dinheiro. |
| Com¨¦rcio Cruzado | Transporte internacional entre dois pa¨ªses diferentes realizado por um ve¨ªculo registrado em um terceiro pa¨ªs. Um terceiro pa¨ªs ¨¦ um pa¨ªs diferente do pa¨ªs de carregamento/embarque e do pa¨ªs de descarregamento/desembarque. |
| Desembara?o Aduaneiro | Os procedimentos envolvidos na libera??o de carga pela Alf?ndega por meio de formalidades designadas, como apresenta??o de licen?a/permiss?o de importa??o, pagamento de direitos de importa??o e outras documenta??es exigidas pela natureza da carga, como aprova??o da FCC ou da FDA. |
| Lacre Aduaneiro | Lacre aduaneiro significa um lacre, carimbo ou qualquer outro meio preventivo afixado por funcion¨¢rios aduaneiros para garantir a inviolabilidade de mercadorias, meios de transporte comerciais ou armaz¨¦ns. |
| Mercadorias Perigosas | Mercadorias perigosas (ou materiais perigosos ou HAZMAT) incluem l¨ªquidos/s¨®lidos inflam¨¢veis, gases comprimidos, liquefeitos, dissolvidos sob press?o, corrosivos, subst?ncias oxidantes, subst?ncias e artigos explosivos, subst?ncias que, em contato com a ¨¢gua, emitem gases inflam¨¢veis, per¨®xidos org?nicos, subst?ncias t¨®xicas, subst?ncias infecciosas, materiais radioativos, mercadorias e artigos perigosos diversos. |
| Remessa Direta | A remessa direta ¨¦ um m¨¦todo de entrega de mercadorias do fornecedor ou do propriet¨¢rio do produto diretamente ao cliente. Na maioria dos casos, o cliente encomenda as mercadorias ao propriet¨¢rio do produto. Esse esquema de entrega reduz os custos de transporte e armazenagem, mas requer planejamento e administra??o adicionais. |
| Drayage | O drayage ¨¦ uma forma de servi?o de transporte rodovi¨¢rio que conecta os diferentes modais de transporte (intermodal), como frete mar¨ªtimo ou frete a¨¦reo. ? uma viagem de curta dist?ncia que transporta mercadorias de um lugar para outro, geralmente antes ou depois do processo de transporte de longa dist?ncia. Os caminh?es de drayage movem cargas de e para v¨¢rios destinos, como navios porta-cont¨ºineres, p¨¢tios de armazenagem, armaz¨¦ns de atendimento de pedidos e p¨¢tios ferrovi¨¢rios. Normalmente, o drayage transporta mercadorias apenas em curtas dist?ncias e opera apenas em uma ¨¢rea metropolitana. Tamb¨¦m requer apenas um motorista em um ¨²nico turno. |
| Dique Seco | O dique seco ¨¦ um termo usado para reparos ou quando um navio ¨¦ levado ao estaleiro. Durante o dique seco, o navio inteiro ¨¦ trazido para terra seca para que as partes submersas do casco possam ser limpas ou inspecionadas. |
| Ba¨² Seco | Um ba¨² seco ¨¦ um tipo de semirreboque totalmente fechado para proteger as remessas de elementos externos. Projetado para transportar cargas paletizadas, encaixotadas ou soltas, os ba¨²s secos n?o t¨ºm controle de temperatura (ao contr¨¢rio das unidades refrigeradas "reefer") e n?o podem transportar remessas de grandes dimens?es (ao contr¨¢rio dos reboques de plataforma). |
| Alimenta??o por Feeder | Servi?o de transporte pelo qual cont¨ºineres carregados ou vazios em uma regi?o s?o transferidos para um "navio-m?e" para uma viagem oce?nica de longa dist?ncia. |
| Demanda Final | A demanda final inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidos como uso final e pode incluir consumo pessoal, ou consumo pelo governo, por empresas como investimento de capital e como exporta??es. Inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidos como uso final e pode incluir consumo pessoal, ou consumo pelo governo, por empresas como investimento de capital e como exporta??es. |
| Entrega na Primeira Milha | A entrega na primeira milha refere-se ao primeiro est¨¢gio do transporte. ? quando a encomenda sai do armaz¨¦m do vendedor e ¨¦ levada pelo agente de coleta do courier para process¨¢-la ou lev¨¢-la ao armaz¨¦m. Uma vez que o pacote chega ao correio ou ao hub do courier, ele ¨¦ ent?o triado e transportado at¨¦ chegar ¨¤ porta do cliente. |
| Servi?os de Armazenagem Fiscal | Significa uma instala??o, claramente separada de outras instala??es, onde os produtos sujeitos a impostos especiais de consumo s?o produzidos, processados, mantidos, recebidos ou despachados sob um regime de suspens?o de impostos por um deposit¨¢rio autorizado, no exerc¨ªcio de sua atividade, nas condi??es estabelecidas pelas autoridades aduaneiras. |
| Plataforma Plana | Possui uma carroceria traseira de formato plano para facilitar o carregamento e descarregamento de mercadorias. O caminh?o de plataforma plana ¨¦ usado principalmente para transportar mercadorias pesadas, de grandes dimens?es, largas e n?o delicadas. |
| Caminh?o de Plataforma Plana | Um caminh?o de plataforma plana ¨¦ um tipo de caminh?o com design r¨ªgido. Possui uma carroceria traseira de formato plano para facilitar o carregamento e descarregamento de mercadorias. O caminh?o de plataforma plana ¨¦ usado principalmente para transportar mercadorias pesadas, de grandes dimens?es, largas e n?o delicadas, como m¨¢quinas, materiais de constru??o ou equipamentos. Devido ¨¤ carroceria aberta do caminh?o, as mercadorias transportadas com ele n?o devem ser vulner¨¢veis ¨¤ chuva. Por funcionalidade, o caminh?o de plataforma plana ¨¦ compar¨¢vel a um reboque de plataforma plana. |
| Tempo de Tr?nsito de Frete | O tempo de tr?nsito ¨¦ o tempo que leva para uma remessa ser entregue ao seu destino final ap¨®s ser coletada em um ponto de coleta designado. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Halal | Refere-se ao processo de gest?o das opera??es log¨ªsticas, como gest?o de frota, armazenagem/estocagem e manuseio de materiais, de acordo com os princ¨ªpios da lei Sharia, garantindo a integridade dos produtos halal no ponto de consumo. |
| Transporte de Cargas | O transporte comercial de mercadorias. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ de Entrada | A log¨ªstica de entrada ¨¦ a forma como materiais e outros bens s?o trazidos para uma empresa. Esse processo inclui as etapas para encomendar, receber, armazenar, transportar e gerenciar os suprimentos recebidos. A log¨ªstica de entrada concentra-se na parte de oferta da equa??o oferta-demanda. |
| Demanda Intermedi¨¢ria | A demanda intermedi¨¢ria inclui bens, servi?os e constru??o de manuten??o e reparo vendidos a empresas, excluindo investimento de capital. |
| Carregado Internacionalmente | Local de carregamento de mercadorias no pa¨ªs declarante (ou seja, pa¨ªs em que o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de descarregamento em um pa¨ªs diferente. |
| Descarregado Internacionalmente | Local de descarregamento de mercadorias no pa¨ªs declarante (ou seja, pa¨ªs em que o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de carregamento em um pa¨ªs diferente. |
| Entrega na ?ltima Milha | A entrega na ¨²ltima milha refere-se ¨¤ ¨²ltima etapa do processo de entrega, quando uma encomenda ¨¦ movida de um hub de transporte para seu destino final ¡ª que, geralmente, ¨¦ uma resid¨ºncia particular ou loja de varejo. |
| Carga Inferior ¨¤ Capacidade do Caminh?o (LTL) | A carga inferior ¨¤ capacidade do caminh?o, tamb¨¦m conhecida como carga inferior ¨¤ carga (LTL), ¨¦ um servi?o de transporte para cargas ou quantidades de frete relativamente pequenas. Um prestador de LTL combina as cargas e os requisitos de transporte de v¨¢rias empresas diferentes em seus caminh?es, usando um sistema hub-and-spoke para levar as mercadorias aos seus destinos. |
| Transporte por Locomotiva | O transporte de carv?o, min¨¦rio, trabalhadores e materiais no subsolo por meio de vag?es de mina puxados por locomotiva. A locomotiva pode ser alimentada por bateria, diesel, ar comprimido, trolley ou alguma combina??o, como bateria-trolley ou trolley-cabo de carretel. |
| Milk Run | Um milk run ¨¦ um m¨¦todo de entrega usado para transportar cargas mistas de v¨¢rios fornecedores para um cliente. Em vez de cada fornecedor enviar um caminh?o toda semana para atender ¨¤s necessidades de um cliente, um caminh?o (ou ve¨ªculo) visita os fornecedores para coletar as cargas para aquele cliente. Esse m¨¦todo de transporte recebeu seu nome da pr¨¢tica do setor de latic¨ªnios, onde um tanque costumava coletar leite de v¨¢rias fazendas leiteiras para entrega a uma empresa de processamento de leite. |
| Consolida??o Multipa¨ªs | A Consolida??o Multipa¨ªs (MCC) ¨¦ uma solu??o econ?mica que consolida a carga de diferentes pa¨ªses de origem para construir Cargas Completas de Cont¨ºiner (FCL). A MCC ¨¦ mais adequada para empresas que importam volumes leves de mercadorias de v¨¢rios pa¨ªses, mas desejam aproveitar as tarifas de frete FCL mais econ?micas. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Multimodal | O transporte multimodal ou remessa multimodal refere-se a processos log¨ªsticos e de frete que requerem m¨²ltiplos modais de transporte. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Omnicanal | A distribui??o omnicanal ¨¦ uma abordagem multicanal adotada pelas empresas para dar aos clientes uma forma de comprar e receber pedidos de v¨¢rios canais de vendas com integra??o perfeita em um ¨²nico toque. Algumas das formas incluem: 1. Comprar online e retirar na loja f¨ªsica; 2. Comprar online e receber em casa ou em outro local; 3. Compra na loja, com entrega em casa ou em outro local; 4. Envio direto de um armaz¨¦m ou centro de manufatura para a loja, casa ou outro local; 5. Comprar online e devolver na loja ou online; 6. Comprar online e devolver online. |
| Carga Fora de Padr?o | A carga fora de padr?o (OOG) ¨¦ qualquer carga que n?o pode ser carregada em cont¨ºineres de seis lados simplesmente porque ¨¦ muito grande. O termo ¨¦ uma classifica??o muito ampla de toda carga com dimens?es al¨¦m das dimens?es m¨¢ximas do cont¨ºiner 40HC. Ou seja, um comprimento superior a 12,05 metros ¡ª uma largura superior a 2,33 metros ¡ª ou uma altura superior a 2,59 metros. |
| Outros Navios | Outros navios incluem: transportadores de g¨¢s liquefeito de petr¨®leo, transportadores de g¨¢s natural liquefeito, navios-tanque de parcelas (qu¨ªmicos), navios-tanque especializados, navios frigor¨ªficos, embarca??es de apoio offshore, rebocadores, dragas, navios de cruzeiro, ferries, outros navios n?o cargueiros. |
| Outras Cargas Especializadas | Outras mercadorias especializadas incluem mercadorias pr¨¦-eslingadas (mercadorias, um ou mais itens, fornecidos com uma ou mais eslingas), unidades m¨®veis (unidades autopropulsadas m¨®veis, unidades n?o autopropulsadas, ve¨ªculos n?o enrolados), carga de equipamentos de grandes dimens?es (maquin¨¢rio leve e pesado que muitas vezes ¨¦ muito grande ou muito pesado), frete de alto valor que precisa de prote??o extra, como eletr?nicos, frete rodovi¨¢rio de servi?os financeiros. |
| Transporte de Cargas Terceirizado | Transporte por aluguel ou remunera??o; O transporte remunerado de mercadorias. |
| Paletes | Plataforma elevada, destinada a facilitar o levantamento e o empilhamento de mercadorias. |
| Carga Parcial | Uma carga parcial descreve mercadorias que preenchem apenas parcialmente um caminh?o. Em ess¨ºncia, a quantidade da remessa ¨¦ maior do que a remessa de Carga Inferior ¨¤ Capacidade do Caminh?o (LTL). Al¨¦m disso, a remessa n?o pode ocupar totalmente um caminh?o, ou seja, sua capacidade ¨¦ muito menor do que uma remessa de Carga Completa de Caminh?o (FTL). |
| Estrada Pavimentada | Estrada com superf¨ªcie de pedra britada (macadame) com ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminosos, com concreto ou com paralelep¨ªpedo. |
| Com¨¦rcio R¨¢pido | O com¨¦rcio r¨¢pido, tamb¨¦m denominado quick commerce, ¨¦ um tipo de com¨¦rcio eletr?nico onde a ¨ºnfase ¨¦ em entregas r¨¢pidas, tipicamente em menos de uma hora. |
| Cais | Uma plataforma de pedra ou metal situada ao longo ou projetando-se para a ¨¢gua para carregamento e descarregamento de navios. |
| ¸é±ð³¦´Ç³¾¨¦°ù³¦¾±´Ç | O recom¨¦rcio ¨¦ a venda de itens usados anteriormente por meio de marketplaces online para compradores que os reutilizam, reciclam ou revendem. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Reversa | A log¨ªstica reversa ¨¦ um tipo de gest?o da cadeia de suprimentos que move mercadorias dos clientes de volta para os vendedores ou fabricantes. |
| Servi?o de Transporte ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç de Cargas | A contrata??o de uma ag¨ºncia de transporte rodovi¨¢rio para o transporte de commodities (mat¨¦rias-primas ou produtos manufaturados, incluindo s¨®lidos e l¨ªquidos) da origem ao destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional) constitui o mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas. O servi?o pode ser de Carga Completa de Caminh?o ou Carga Inferior ¨¤ Capacidade do Caminh?o, conteinerizado ou n?o conteinerizado, com controle de temperatura ou sem controle de temperatura, de curta ou longa dist?ncia. |
| Carga Roll-on/Roll-off | Os navios roll-on/roll-off (RORO ou ro-ro) s?o navios cargueiros projetados para transportar cargas com rodas, como carros, motocicletas, caminh?es, caminh?es semirreboque, ?nibus, reboques e vag?es ferrovi¨¢rios, que s?o conduzidos para dentro e para fora do navio em suas pr¨®prias rodas ou usando um ve¨ªculo de plataforma, como um transportador modular autopropulsado. |
| Caixas Intercambi¨¢veis | Uma caixa intercambi¨¢vel ¨¦ um dos tipos de cont¨ºineres de carga padr?o para transporte rodovi¨¢rio e ferrovi¨¢rio. |
| Barca?a-Tanque | Uma embarca??o n?o autopropulsada constru¨ªda ou adaptada principalmente para transportar commodities ou cargas l¨ªquidas, s¨®lidas ou gasosas a granel em espa?os de carga (ou tanques) por rios e vias naveg¨¢veis interiores, podendo ocasionalmente transportar commodities ou cargas por oceanos e mares quando em tr?nsito de uma via naveg¨¢vel interior para outra. As commodities ou cargas transportadas est?o em contato direto com o interior do tanque. |
| Ve¨ªculo com Cortinas Tensionadas | Tautliner e curtainsider s?o usados como nomes gen¨¦ricos para caminh?es/reboques com laterais de cortina. As cortinas s?o fixadas permanentemente a um trilho no topo e a trilhos/postes remov¨ªveis na frente e na traseira, permitindo que as cortinas sejam abertas e empilhadeiras usadas ao longo dos lados para carregamento e descarregamento f¨¢cil e eficiente. Quando fechadas para viagem, tiras verticais de conten??o de carga s?o fixadas a um trilho de corda sob a cama do caminh?o, conectando a cama do caminh?o e a cortina ao longo de ambos os lados. Guindastes em cada extremidade da cortina a tensionam, da¨ª o nome 'Tautliner'. Isso impede que a cortina bata ou tamborilem no vento e tamb¨¦m pode ajudar a reter cargas leves de deslizar lateralmente. |
| Transbordo | O transbordo ¨¦ um termo de transporte que se refere ¨¤ transfer¨ºncia de mercadorias de um modal de transporte para outro a caminho de seu destino final. |
| Tsubo | Uma unidade japonesa de ¨¢rea igual a 35,58 p¨¦s quadrados. |
| Estrada N?o Pavimentada | Estrada com base estabilizada n?o revestida com pedra britada, ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminosos, concreto ou paralelep¨ªpedo. |
| Servi?os de Manuten??o de Embarca??es | Inclui manuten??o de navios, reparos, limpeza, conserva??o do casco, aparelhamento e equipamentos. |
Metodologia de Pesquisa
A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.
- Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis-Chave: A fim de construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e os fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos dispon¨ªveis do mercado. Por meio de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o do mercado s?o definidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
- Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: As estimativas de tamanho de mercado para os anos de previs?o s?o em termos nominais. A infla??o n?o faz parte da precifica??o, e o pre?o m¨¦dio de venda (ASP) ¨¦ mantido constante ao longo do per¨ªodo de previs?o para cada pa¨ªs.
- Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e avalia??es dos analistas s?o validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em todos os n¨ªveis e fun??es para gerar uma vis?o hol¨ªstica do mercado estudado.
- Etapa 4: Resultados da Pesquisa: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Consultorias Personalizadas, Bancos de Dados e Plataformas de Assinatura






