Tamanho e Participa??o do Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Carga nos Pa¨ªses Baixos

Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Carga nos Pa¨ªses Baixos (2025 - 2030)
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An¨¢lise do Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Carga nos Pa¨ªses Baixos por ºÚÁϲ»´òìÈ

O tamanho do mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos em 2026 ¨¦ estimado em USD 24,76 bilh?es, crescendo a partir do valor de 2025 de USD 23,80 bilh?es, com proje??es para 2031 indicando USD 30,16 bilh?es, crescendo a um CAGR de 4,03% no per¨ªodo 2026-2031. O crescimento da demanda no mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos est¨¢ ancorado no papel do pa¨ªs como portal log¨ªstico da Europa, onde 170 milh?es de consumidores vivem dentro de 300 milhas das fronteiras holandesas. Os volumes de transporte terrestre fluem de forma constante a partir de Roterd?, o maior porto da Europa, e do Aeroporto de Amsterd? Schiphol, o quarto maior aeroporto de carga do continente, refor?ando a densidade das rotas dom¨¦sticas. A expans?o do com¨¦rcio eletr?nico entre 13,9 milh?es de compradores online holandeses, aliada ¨¤ produ??o sustentada do setor manufatureiro, continua impulsionando a frequ¨ºncia de remessas para cima. Enquanto isso, iniciativas regulat¨®rias ¡ª ped¨¢gios por dist?ncia para caminh?es, zonas de emiss?o zero e subs¨ªdios para caminh?es de hidrog¨ºnio ¡ª incentivam a r¨¢pida moderniza??o da frota e moldam as prioridades de investimento em todo o mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos.

Principais Conclus?es do Relat¨®rio

  • Por setor do usu¨¢rio final, a manufatura liderou com uma participa??o de 35,12% no mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos em 2025; o com¨¦rcio atacadista e varejista tem previs?o de registrar o CAGR mais r¨¢pido de 4,52% entre 2026-2031.
  • Por destino, o frete dom¨¦stico captou 63,55% do tamanho do mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos em 2025, enquanto o frete internacional tem proje??o de expans?o a um CAGR de 4,6% ao longo de 2026-2031.
  • Por especifica??o de carga, a carga completa (Full-Truck-Load) deteve 83,35% da participa??o de receita em 2025; a carga parcial (Less-than-Truck-Load) est¨¢ avan?ando a um CAGR de 4,4% entre 2026-2031.
  • Por conteineriza??o, o frete n?o conteinerizado respondeu por 86,60% da participa??o de receita em 2025, enquanto o frete conteinerizado tem previs?o de crescer a um CAGR de 4,05% entre 2026-2031.
  • Por dist?ncia, o frete de longa dist?ncia possu¨ªa 71,45% da participa??o de receita em 2025 e est¨¢ expandindo a um CAGR de 4,15% entre 2026-2031.
  • Por configura??o de mercadorias, as mercadorias s¨®lidas comandavam 72,10% da participa??o de receita em 2025; as mercadorias fluidas t¨ºm proje??o de crescer a um CAGR de 4,24% entre 2026-2031.
  • Por controle de temperatura, o frete sem controle de temperatura deteve 94,70% da participa??o de receita em 2025, enquanto o frete com controle de temperatura est¨¢ crescendo a um CAGR de 4,32% entre 2026-2031.

Nota: Os n¨²meros de tamanho de mercado e previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e insights mais recentes dispon¨ªveis at¨¦ 2026.

An¨¢lise de Segmentos

Por Setor do Usu¨¢rio Final: Segmento de Manufatura Liderando no Mercado

A manufatura gerou 35,12% da receita de 2025, evidenciando sua posi??o como a espinha dorsal do frete no mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos. Os clusters de alta tecnologia, qu¨ªmica e processamento de alimentos importam insumos brutos por Roterd? e exportam produtos acabados para os pa¨ªses vizinhos da UE, criando tr¨¢fego equilibrado que limita as viagens em vazio. O segmento aproveita a proximidade com mercados consumidores densos, mantendo fatores de carga consistentes e ancorando as receitas das transportadoras.

O Com¨¦rcio Atacadista e Varejista tem proje??o de liderar a expans?o, crescendo a um CAGR de 4,52% entre 2026-2031, ¨¤ medida que o com¨¦rcio omnicanal se prolifera. A fragmenta??o de encomendas favorece expedi??es frequentes de caminh?es, impulsionando a penetra??o da carga parcial (Less-than-Truck-Load). O frete de constru??o acompanha os gastos p¨²blicos em infraestrutura, mas enfrenta escassezes de m?o de obra que restringem os cronogramas dos projetos. A Agricultura, Pesca e Silvicultura sustenta a demanda de nicho por movimentos com controle de temperatura e urg¨ºncia temporal, enquanto Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Pedreiras se realinha para o transporte de equipamentos de energia renov¨¢vel. Coletivamente, as necessidades diversificadas dos embarcadores ampliam o escopo de servi?os em todo o mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos.

Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Carga nos Pa¨ªses Baixos: Participa??o de Mercado por Setor do Usu¨¢rio Final, 2025
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Por Destino: Rotas Dom¨¦sticas Predominantes com Fluxo Transfronteiri?o em R¨¢pido Crescimento

As rotas dom¨¦sticas forneceram 63,55% do valor em 2025, refletindo a geografia compacta e a densidade da regi?o de Randstad que sustentam opera??es de um dia de viagem e alta utiliza??o dos reboques. As zonas de emiss?o zero reformulam o roteamento no centro das cidades, impulsionando a eletrifica??o da frota e a ado??o de micro-hubs.

O tr¨¢fego internacional, no entanto, est¨¢ crescendo a um CAGR de 4,6% entre 2026-2031, ¨¤ medida que o mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos estende seu alcance ¨¤ Alemanha, B¨¦lgica e Fran?a. O com¨¦rcio eletr?nico transfronteiri?o e as cadeias de abastecimento regionalizadas elevam o drayage de cont¨ºineres e o transbordo interno. A especializa??o avan?ada em alf?ndega confere ¨¤s transportadoras holandesas uma vantagem na regulariza??o p¨®s-Brexit e na conformidade com a documenta??o digital da UE, aumentando a receita por quil?metro.

Por Especifica??o de Carga: FTL Ancora o Volume, LTL Acelera

A Carga Completa (Full-Truck-Load) respondeu por 83,35% da receita de 2025, impulsionada por importa??es conteinerizadas constantes e paletes de exporta??o regulares que preenchem os reboques de ponta a ponta. A efici¨ºncia de escala, o roteamento mais simples e os menores riscos de manuseio mant¨ºm o FTL lucrativo apesar da escassez de motoristas.

A Carga Parcial (Less-than-Truck-Load) avan?a a um CAGR de 4,4% entre 2026-2031, impulsionada pela fragmenta??o do com¨¦rcio eletr?nico e pelo varejo com estoque reduzido. Plataformas digitais aprimoram a consolida??o, elevando os fatores de carga e preenchendo a lacuna de servi?o entre encomendas e FTL. Os futuros incentivos de ped¨¢gio e as restri??es urbanas podem desviar mais volume para redes LTL com m¨²ltiplas paradas no mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos.

Por Conteineriza??o: Granel Especializado Lidera enquanto os Cont¨ºineres Ganham Terreno

O frete N?o Conteinerizado captou 86,60% das receitas de 2025, dominado por produtos qu¨ªmicos, combust¨ªveis e materiais de constru??o que exigem equipamentos especializados. Tanques e basculantes fornecem a flexibilidade e a seguran?a necess¨¢rias para cargas perigosas e de grandes dimens?es.

O frete Conteinerizado tem previs?o de crescer a um CAGR de 4,05% entre 2026-2031, ¨¤ medida que equipamentos padronizados suportam o rastreamento digital de ponta a ponta e as transfer¨ºncias intermodais. O status de hub de Roterd? garante um fluxo constante de cont¨ºineres de importa??o que precisam de drayage para o interior, e os centros de cross-docking pr¨®ximos a Venlo e Moerdijk distribuem mercadorias mais profundamente na Europa. A melhor utiliza??o dos cont¨ºineres e o rastreamento rico em dados os tornam atraentes para embarcadores que buscam ciclos r¨¢pidos de reposi??o no mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos.

Por Dist?ncia: Dom¨ªnio da Longa Dist?ncia Refor?ado

Os movimentos de Longa Dist?ncia representaram 71,45% do valor em 2025 e est?o projetados para crescer a um CAGR de 4,15% entre 2026-2031. As rotas estendidas conectam os portos holandeses ¨¤s bacias industriais alem?s e ¨¤s zonas de consumo da Europa Oriental, destacando o papel do pa¨ªs como gateway. O ped¨¢gio obrigat¨®rio agu?a a consci¨ºncia sobre os custos, incentivando a sele??o cuidadosa de rotas e potenciais mudan?as modais para os trechos mais longos.

O tr¨¢fego de Curta Dist?ncia apoia o reabastecimento urbano e a entrega de encomendas na ¨²ltima milha, mas enfrenta congestionamentos e custos de conformidade com as zonas de emiss?o zero. Embora o com¨¦rcio eletr?nico mantenha os volumes em crescimento, a press?o sobre as margens e os hor¨¢rios restritos de acesso ¨¤s cidades desafiam as pequenas transportadoras no mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos.

Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Carga nos Pa¨ªses Baixos: Participa??o de Mercado por Dist?ncia, 2025
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Por Configura??o de Mercadorias: Remessas S¨®lidas Dominam, L¨ªquidos Aceleram

As Mercadorias S¨®lidas, com 72,10% de participa??o em 2025, formam a ampla base ¡ª abrangendo bens de consumo, maquin¨¢rio e materiais de constru??o. Os fluxos previs¨ªveis permitem alta rotatividade de ativos e facilitam o emparelhamento de cargas de retorno.

As Mercadorias Fluidas, embora menores, t¨ºm proje??o de crescer a um CAGR de 4,24% entre 2026-2031, espelhando o throughput petroqu¨ªmico e as emergentes cadeias de valor do hidrog¨ºnio. As frotas especializadas de tanques cumprem as regras ADR e comandam tarifas premium, atraindo investimentos apesar dos maiores custos de capital. A base dual diversifica os fluxos de receita para as transportadoras no mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos.

Por Controle de Temperatura: Temperatura Ambiente Ainda Predomina, a Cadeia de Frio Escala

A carga Sem Controle de Temperatura deteve 94,70% de participa??o em 2025, pois a maioria dos produtos manufaturados tolera condi??es ambiente. Os operadores otimizam os pools de reboques para frete seco, gerando baixo reposicionamento em vazio.

As cargas com Controle de Temperatura est?o expandindo a um CAGR de 4,32% entre 2026-2031, lideradas por produtos farmac¨ºuticos, produtos frescos e exporta??es de floricultura. As regras do PIB e do HACCP necessitam de equipamentos validados, sensores de registro de dados e procedimentos operacionais padr?o (POPs) rigorosos, criando barreiras que protegem as margens. O desenvolvimento da cadeia de frio amplia os portf¨®lios de servi?os no mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos e, ao mesmo tempo, atrai consolida??o por parte de operadores log¨ªsticos terceirizados (3PLs) globais.

An¨¢lise Geogr¨¢fica

A atividade dom¨¦stica ancora o crescimento, pois 170 milh?es de consumidores est?o dentro de um raio de um dia de caminh?o. As cidades da regi?o de Randstad geram ciclos densos de coleta e entrega, sustentados pelo crescimento do PIB de 0,8% no terceiro trimestre de 2024. As zonas de emiss?o zero influenciam o design das rotas e impulsionam a aquisi??o de ve¨ªculos el¨¦tricos. Os subs¨ªdios de capital e a implanta??o de pontos de carregamento p¨²blico mant¨ºm as transportadoras engajadas apesar dos pre?os elevados dos equipamentos.

Os volumes transfronteiri?os se expandem rapidamente, alimentando o mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos com cargas de maior rendimento destinadas ¨¤ Alemanha, B¨¦lgica e Fran?a. As devolu??es do com¨¦rcio eletr?nico da UE fluem para os centros de triagem holandeses, combinando-se com as importa??es diretas asi¨¢ticas canalizadas pelos voos de carga do Aeroporto de Schiphol. As vias naveg¨¢veis internas, com 11,7% de participa??o modal, aliviam o congestionamento portu¨¢rio e geram transporte rodovi¨¢rio adicional na primeira milha para as conex?es de barca?as.

Mudan?as regionais emergem ¨¤ medida que o congestionamento em Roterd? desvia o tr¨¢fego para portos secund¨¢rios e terminais internos, dispersando o benef¨ªcio econ?mico. Os corredores multimodais governamentais e os projetos de abastecimento de hidrog¨ºnio direcionam nova capacidade para as travessias na fronteira oriental, apoiando parques industriais com foco em exporta??o. A OCDE projeta ganhos de PIB de 1,3% em 2025 e 1,1% em 2026, sustentando o consumo das fam¨ªlias e sustentando a cria??o est¨¢vel de frete.

Cen¨¢rio Competitivo

A concorr¨ºncia permanece fragmentada apesar da consolida??o entre os grandes players. A aquisi??o de EUR 14,3 bilh?es (USD 15,78 bilh?es) da DB Schenker pela DSV em abril de 2025 duplica a escala da rede e reformula o alinhamento europeu. No entanto, in¨²meros especialistas dom¨¦sticos prosperam por meio de especializa??o em nichos, alta flexibilidade de servi?o e relacionamentos localizados com clientes. A ado??o de tecnologia forma o novo campo de batalha: as 200 automa??es do Raben Group, que economizam EUR 6 milh?es (USD 6,62 milh?es) anualmente, demonstram os ganhos de efici¨ºncia por meio de rob¨®tica e minera??o de processos.

As credenciais de sustentabilidade diferenciam as licita??es ¨¤ medida que os embarcadores buscam transpar¨ºncia de emiss?es sob a norma ISO 14083. A eletrifica??o da frota e os testes com caminh?es de hidrog¨ºnio concedem aos pioneiros acesso a contratos urbanos restritos pelos crit¨¦rios de emiss?o zero. Plataformas digitais de corretagem combinam capacidade fragmentada com a demanda dos embarcadores, elevando os fatores de carga e comprimindo a volatilidade das tarifas spot. No entanto, a escassez de motoristas e as escaladas nos custos de combust¨ªvel aumentam as barreiras de entrada, levando operadores menores a redes cooperativas ou ¨¤ sa¨ªda do mercado.

Movimentos estrat¨¦gicos destacam a realoca??o de capital em tecnologia e ativos verdes. A PostNL garantiu EUR 100 milh?es (USD 110,36 milh?es) de financiamento Schuldschein em junho de 2025 para fortalecer a automa??o de encomendas e a implanta??o de ve¨ªculos el¨¦tricos. A Kuehne + Nagel comprometeu EUR 1,2 bilh?o (USD 1,32 bilh?o) para programas digitais e de sustentabilidade que incluem melhorias nas instala??es holandesas. ? medida que a complexidade regulat¨®ria aumenta, as transportadoras capazes de integrar conformidade, visibilidade e opera??es de baixo carbono fortalecem seu poder de precifica??o no mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga nos Pa¨ªses Baixos.

L¨ªderes do Setor de Transporte Rodovi¨¢rio de Carga nos Pa¨ªses Baixos

  1. A.P. Moller - Maersk

  2. DACHSER

  3. Jan de Rijk Logistics

  4. DSV A/S (incluindo DB Schenker)

  5. DHL Group

  6. *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica
Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Frete nos Pa¨ªses Baixos
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Desenvolvimentos Recentes do Setor

  • Junho de 2025: A PostNL realizou financiamento Schuldschein de EUR 100 milh?es (USD 110,36 milh?es) para financiar a expans?o de arm¨¢rios autom¨¢ticos e a eletrifica??o da frota.
  • Abril de 2025: A DSV A/S concluiu a compra de EUR 14,3 bilh?es (USD 15,78 bilh?es) da DB Schenker, tornando-se o maior provedor de log¨ªstica da Europa.
  • Mar?o de 2024: O Raben Group adquiriu a Muller Fresh Food Logistics, aprofundando a capacidade de transporte com controle de temperatura.
  • Fevereiro de 2024: A Kuehne + Nagel anunciou um programa de investimento europeu de EUR 1,2 bilh?o (USD 1,32 bilh?o) focado em digitaliza??o e sustentabilidade.

?ndice do relat¨®rio da ind¨²stria de transporte rodovi¨¢rio de frete nos pa¨ªses baixos

1. Introdu??o

  • 1.1 Premissas do Estudo e Defini??o de Mercado
  • 1.2 Escopo do Estudo

2. Metodologia de Pesquisa

3. Sum¨¢rio Executivo

4. Panorama do Mercado

  • 4.1 Vis?o Geral do Mercado
  • 4.2 Distribui??o do Produto Interno Bruto (PIB) por Atividade Econ?mica
  • 4.3 Crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) por Atividade Econ?mica
  • 4.4 Desempenho Econ?mico e Perfil
    • 4.4.1 Tend¨ºncias no Setor de Com¨¦rcio Eletr?nico
    • 4.4.2 Tend¨ºncias no Setor Manufatureiro
  • 4.5 PIB do Setor de Transporte e Armazenamento
  • 4.6 Desempenho Log¨ªstico
  • 4.7 Extens?o das Estradas
  • 4.8 Tend¨ºncias de Exporta??o
  • 4.9 Tend¨ºncias de Importa??o
  • 4.10 Tend¨ºncias de Pre?os de Combust¨ªvel
  • 4.11 Custos Operacionais de Caminh?es
  • 4.12 Tamanho da Frota de Caminh?es por Tipo
  • 4.13 Principais Fornecedores de Caminh?es
  • 4.14 Tend¨ºncias de Tonelagem de Frete Rodovi¨¢rio
  • 4.15 Tend¨ºncias de Pre?os do Frete Rodovi¨¢rio
  • 4.16 Participa??o Modal
  • 4.17 Infla??o
  • 4.18 Arcabou?o Regulat¨®rio
  • 4.19 An¨¢lise da Cadeia de Valor e do Canal de Distribui??o
  • 4.20 Impulsionadores do Mercado
    • 4.20.1 Aumento dos Gastos P¨²blicos em Infraestrutura Verde para Corredores Rodovi¨¢rios e Multimodais
    • 4.20.2 Ped¨¢gio Obrigat¨®rio por Dist?ncia para Caminh?es (2026) Incentivando a Renova??o da Frota
    • 4.20.3 Expans?o da ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Urbana Impulsionada pelo Com¨¦rcio Eletr?nico
    • 4.20.4 Janela Acelerada de Subs¨ªdios para Caminh?es de Hidrog¨ºnio (2024-26)
    • 4.20.5 Zonas de Emiss?o Zero em Mais de 30 Cidades Holandesas a Partir de 2025
    • 4.20.6 Obriga??o de Interc?mbio de Dados de Frete em Tempo Real (RTO-EFTI)
  • 4.21 Restri??es do Mercado
    • 4.21.1 Escassez Severa de Motoristas de Longa Dist?ncia e Envelhecimento da For?a de Trabalho
    • 4.21.2 Escalada do Pre?o do Combust¨ªvel com Alta Carga Tribut¨¢ria (A Partir de 2025)
    • 4.21.3 Congestionamento Portu¨¢rio e Rodovi¨¢rio em Torno do Tri?ngulo Log¨ªstico de Roterd?
    • 4.21.4 Escassez de Capacidade de Carregamento R¨¢pido na Rede El¨¦trica Fora da Regi?o de Randstad
  • 4.22 Inova??es Tecnol¨®gicas no Mercado
  • 4.23 An¨¢lise das Cinco For?as de Porter
    • 4.23.1 Amea?a de Novos Entrantes
    • 4.23.2 Poder de Barganha dos Compradores
    • 4.23.3 Poder de Barganha dos Fornecedores
    • 4.23.4 Amea?a de Substitutos
    • 4.23.5 Rivalidade Competitiva

5. Previs?es de Tamanho e Crescimento do Mercado (Valor, USD)

  • 5.1 Setor do Usu¨¢rio Final
    • 5.1.1 Agricultura, Pesca e Silvicultura
    • 5.1.2 Constru??o
    • 5.1.3 Manufatura
    • 5.1.4 Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Pedreiras
    • 5.1.5 Com¨¦rcio Atacadista e Varejista
    • 5.1.6 Outros
  • 5.2 Destino
    • 5.2.1 ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç
    • 5.2.2 Internacional
  • 5.3 Especifica??o de Carga
    • 5.3.1 Carga Completa (Full-Truck-Load, FTL)
    • 5.3.2 Carga Parcial (Less than-Truck-Load, LTL)
  • 5.4 Conteineriza??o
    • 5.4.1 Conteinerizado
    • 5.4.2 N?o Conteinerizado
  • 5.5 Dist?ncia
    • 5.5.1 Longa Dist?ncia
    • 5.5.2 Curta Dist?ncia
  • 5.6 Configura??o de Mercadorias
    • 5.6.1 Mercadorias Fluidas
    • 5.6.2 Mercadorias S¨®lidas
  • 5.7 Controle de Temperatura
    • 5.7.1 Sem Controle de Temperatura
    • 5.7.2 Com Controle de Temperatura

6. Cen¨¢rio Competitivo

  • 6.1 Concentra??o de Mercado
  • 6.2 Principais Movimentos Estrat¨¦gicos
  • 6.3 An¨¢lise de Participa??o de Mercado
  • 6.4 Perfis de Empresas (Inclui Vis?o Geral em N¨ªvel Global, Vis?o Geral em N¨ªvel de Mercado, Segmentos Principais, Dados Financeiros Dispon¨ªveis, Informa??es Estrat¨¦gicas, Classifica??o/Participa??o de Mercado para Empresas-Chave, Produtos e Servi?os e Desenvolvimentos Recentes)
    • 6.4.1 4 Logistics Netherlands B.V.
    • 6.4.2 A.P. Moller - Maersk
    • 6.4.3 Bakker Logistiek
    • 6.4.4 Berencourt Global Logistics
    • 6.4.5 CMA CGM Group (CEVA Logistics)
    • 6.4.6 Dachser
    • 6.4.7 DHL Group
    • 6.4.8 DSV A/S
    • 6.4.9 Ewals Cargo Care
    • 6.4.10 Girteka
    • 6.4.11 Jan de Rijk Logistics
    • 6.4.12 Kuehne + Nagel
    • 6.4.13 PostNL
    • 6.4.14 Raben Group
    • 6.4.15 Rhenus Group
    • 6.4.16 Simon Loos
    • 6.4.17 TransHeroes International
    • 6.4.18 Transiberica
    • 6.4.19 Vos Logistics
    • 6.4.20 XPO Logistics

7. Oportunidades de Mercado e Perspectivas Futuras

  • 7.1 Avalia??o de Espa?os em Branco e Necessidades N?o Atendidas

Escopo do Relat¨®rio do Mercado de Transporte Rodovi¨¢rio de Carga nos Pa¨ªses Baixos

Agricultura, Pesca e Silvicultura, Constru??o, Manufatura, Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Pedreiras, Com¨¦rcio Atacadista e Varejista, Outros s?o cobertos como segmentos por Setor do Usu¨¢rio Final. ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç, Internacional s?o cobertos como segmentos por Destino. Carga Completa (Full-Truck-Load, FTL), Carga Parcial (Less than-Truck-Load, LTL) s?o cobertos como segmentos por Especifica??o de Carga. Conteinerizado, N?o Conteinerizado s?o cobertos como segmentos por Conteineriza??o. Longa Dist?ncia, Curta Dist?ncia s?o cobertos como segmentos por Dist?ncia. Mercadorias Fluidas, Mercadorias S¨®lidas s?o cobertos como segmentos por Configura??o de Mercadorias. Sem Controle de Temperatura, com Controle de Temperatura s?o cobertos como segmentos por Controle de Temperatura.
Setor do Usu¨¢rio Final
Agricultura, Pesca e Silvicultura
Constru??o
Manufatura
Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Pedreiras
Com¨¦rcio Atacadista e Varejista
Outros
Destino
¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç
Internacional
Especifica??o de Carga
Carga Completa (Full-Truck-Load, FTL)
Carga Parcial (Less than-Truck-Load, LTL)
Conteineriza??o
Conteinerizado
N?o Conteinerizado
Dist?ncia
Longa Dist?ncia
Curta Dist?ncia
Configura??o de Mercadorias
Mercadorias Fluidas
Mercadorias S¨®lidas
Controle de Temperatura
Sem Controle de Temperatura
Com Controle de Temperatura
Setor do Usu¨¢rio FinalAgricultura, Pesca e Silvicultura
Constru??o
Manufatura
Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Pedreiras
Com¨¦rcio Atacadista e Varejista
Outros
Destino¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç
Internacional
Especifica??o de CargaCarga Completa (Full-Truck-Load, FTL)
Carga Parcial (Less than-Truck-Load, LTL)
Conteineriza??oConteinerizado
N?o Conteinerizado
Dist?nciaLonga Dist?ncia
Curta Dist?ncia
Configura??o de MercadoriasMercadorias Fluidas
Mercadorias S¨®lidas
Controle de TemperaturaSem Controle de Temperatura
Com Controle de Temperatura

Defini??o de mercado

  • Agricultura, Pesca e Silvicultura (APC) - Este segmento do setor do usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos players do setor APC em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de carga. Os players do usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados no cultivo de lavouras, cria??o de animais, colheita de madeira, colheita de peixes e outros animais de seus habitats naturais e na presta??o de atividades de suporte relacionadas. Neste contexto, ao longo da cadeia de valor, os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na aquisi??o, armazenamento, manuseio, transporte e distribui??o de atividades para o fluxo ¨®timo e cont¨ªnuo de insumos (sementes, pesticidas, fertilizantes, equipamentos e ¨¢gua) de fabricantes ou fornecedores para os produtores e o fluxo fluido de produtos (safras, mercadorias agroindustriais) para distribuidores/consumidores. Isso inclui log¨ªstica com e sem controle de temperatura, conforme necess¨¢rio de acordo com a vida ¨²til dos bens transportados ou armazenados.
  • Constru??o - Este segmento do setor do usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos players do setor de constru??o em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de carga. Os players do usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados na constru??o, reparo e renova??o de edif¨ªcios residenciais e comerciais, infraestrutura, obras de engenharia, parcelamento e desenvolvimento de terrenos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial no aumento da rentabilidade dos projetos de constru??o, mantendo o estoque de mat¨¦rias-primas e equipamentos, suprimentos de entrega urgente e fornecendo outros servi?os de valor agregado para o gerenciamento eficaz de projetos.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Carga Conteinerizado - O segmento captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de carga em servi?os de Carga Completa (Full-Truck-Load, FTL). O transporte rodovi¨¢rio de carga FTL ¨¦ caracterizado como uma carga completa ¨²nica n?o combinada com outras remessas. Compreende remessas (i) dedicadas ¨¤s mercadorias de um ¨²nico embarcador; (ii) transportadas diretamente de um ponto de origem para um ou mais pontos de destino; (iii) compostas por transporte de correspond¨ºncia em massa por caminh?o; (iv) compostas tanto por servi?os de caminh?es com cont¨ºiner (Carga Completa de Cont¨ºiner, FCL)/sem cont¨ºiner; (v) compostas por mercadorias que requerem servi?os de transporte com ou sem controle de temperatura; (vi) compostas por tanques de l¨ªquidos a granel; (vii) envolvendo transporte de res¨ªduos por caminh?o; (viii) transporte de materiais perigosos por caminh?o. Os servi?os de valor agregado (SVA) relacionados de triagem, consolida??o e desconsolida??o est?o inclu¨ªdos no segmento de outros servi?os do mercado de frete e log¨ªstica.
  • Tend¨ºncias de Exporta??o e Tend¨ºncias de Importa??o - O desempenho log¨ªstico geral de uma economia est¨¢ positiva e significativamente (estatisticamente) correlacionado com seu desempenho comercial (exporta??es e importa??es). Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, o valor total do com¨¦rcio, os principais produtos/grupos de produtos e os principais parceiros comerciais, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), foram analisados juntamente com o impacto dos principais investimentos em infraestrutura de com¨¦rcio/log¨ªstica e do ambiente regulat¨®rio.
  • Mercadorias Fluidas - O segmento captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de carga para o transporte de l¨ªquidos a granel, frequentemente utilizados nos setores de extra??o, manufatura, processamento de alimentos e agricultura, entre outros. Inclui o transporte de l¨ªquidos como (i) Produtos qu¨ªmicos/mercadorias perigosas (por exemplo, ¨¢cidos); (ii) ?gua (pot¨¢vel e residual); (iii) Petr¨®leo e g¨¢s (upstream e downstream, como gasolina, combust¨ªvel, petr¨®leo bruto ou propano); (iv) L¨ªquidos a granel para uso alimentar (como leite ou suco); (v) Borracha; (vi) Produtos agroqu¨ªmicos, entre outros. Essas mercadorias s?o geralmente transportadas por caminh?es-tanque.
  • Pre?o do Combust¨ªvel - Os picos nos pre?os do combust¨ªvel podem causar atrasos e interrup??es para os prestadores de servi?os log¨ªsticos (PSLs), enquanto as quedas nos pre?os podem resultar em maior rentabilidade de curto prazo e maior rivalidade de mercado para oferecer aos consumidores as melhores condi??es. Portanto, as varia??es dos pre?os do combust¨ªvel foram estudadas ao longo do per¨ªodo de revis?o e apresentadas juntamente com as causas e os impactos no mercado.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Carga Completa (Full-Truck-Load, FTL) - O segmento captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de carga em servi?os de Carga Completa (Full-Truck-Load, FTL). O transporte rodovi¨¢rio de carga FTL ¨¦ caracterizado como uma carga completa ¨²nica n?o combinada com outras remessas. Compreende remessas (i) dedicadas ¨¤s mercadorias de um ¨²nico embarcador; (ii) transportadas diretamente de um ponto de origem para um ou mais pontos de destino; (iii) compostas por transporte de correspond¨ºncia em massa por caminh?o; (iv) compostas tanto por servi?os de caminh?es com cont¨ºiner (Carga Completa de Cont¨ºiner, FCL)/sem cont¨ºiner; (v) compostas por mercadorias que requerem servi?os de transporte com ou sem controle de temperatura; (vi) compostas por tanques de l¨ªquidos a granel; (vii) envolvendo transporte de res¨ªduos por caminh?o; (viii) transporte de materiais perigosos por caminh?o. Os servi?os de valor agregado (SVA) relacionados de triagem, consolida??o e desconsolida??o est?o inclu¨ªdos no segmento de outros servi?os do mercado de frete e log¨ªstica.
  • Distribui??o do PIB por Atividade Econ?mica - O Produto Interno Bruto (PIB) nominal e sua distribui??o entre os principais setores econ?micos na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Como o PIB est¨¢ positivamente relacionado ¨¤ rentabilidade e ao crescimento do setor de log¨ªstica, esses dados foram utilizados em conjunto com as tabelas de insumo-produto/tabelas de oferta e uso para analisar os principais setores contribuintes potenciais para a demanda log¨ªstica.
  • Crescimento do PIB por Atividade Econ?mica - O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nominal entre os principais setores econ?micos, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), foi apresentado nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram utilizados para avaliar o crescimento da demanda log¨ªstica de todos os usu¨¢rios finais do mercado (setores econ?micos considerados aqui).
  • Infla??o - As varia??es tanto na Infla??o de Pre?os no Atacado (varia??o anual no ¨ªndice de pre?os ao produtor) quanto na Infla??o de Pre?os ao Consumidor foram apresentadas nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram utilizados para avaliar o ambiente inflacion¨¢rio, pois desempenha um papel vital no funcionamento fluido da cadeia de abastecimento, impactando diretamente os componentes de custo operacional da log¨ªstica ¡ª por exemplo, pre?os de pneus, sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de energia/combust¨ªvel, custos de manuten??o, tarifas de ped¨¢gio, alugu¨¦is de armaz¨¦ns, corretagem alfandeg¨¢ria, taxas de despacho, taxas de courier etc. ¡ª impactando assim o mercado geral de frete e log¨ªstica.
  • Principais Tend¨ºncias do Setor - A se??o do relat¨®rio denominada "Principais Tend¨ºncias do Setor" inclui todas as principais vari¨¢veis/par?metros estudados para melhor analisar as estimativas e previs?es do tamanho do mercado. Todas as tend¨ºncias foram apresentadas na forma de pontos de dados (s¨¦ries temporais ou ¨²ltimos pontos de dados dispon¨ªveis) juntamente com a an¨¢lise do par?metro na forma de coment¨¢rios concisos relevantes para o mercado, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
  • Principais Movimentos Estrat¨¦gicos - A a??o tomada por uma empresa para se diferenciar de seus concorrentes ou utilizada como estrat¨¦gia geral ¨¦ denominada movimento estrat¨¦gico-chave (MEK). Isso inclui (1) Acordos; (2) Expans?es; (3) Reestrutura??o Financeira; (4) Fus?es e Aquisi??es; (5) Parcerias; e (6) Inova??es de Produtos. Os principais players (Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos, PSLs) do mercado foram selecionados, seus MEKs foram estudados e apresentados nesta se??o.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Carga Parcial (Less than-Truck-Load, LTL) - O segmento captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de carga em servi?os de Carga Parcial (Less than-Truck-Load, LTL). O transporte rodovi¨¢rio de carga LTL ¨¦ caracterizado como m¨²ltiplas remessas combinadas em um ¨²nico caminh?o para m¨²ltiplas entregas dentro de uma rede. Compreende estabelecimentos (i) primariamente engajados no transporte geral e especializado de cargas inferiores a cargas completas de caminh?o; (ii) caracterizados pelo uso de terminais para consolidar remessas, geralmente de v¨¢rios embarcadores, em um ¨²nico caminh?o para o transporte entre um terminal de montagem de carga e um terminal de desmontagem, onde a carga ¨¦ classificada e as remessas s?o re-encaminhadas para entrega; (iv) Carga Inferior ao Cont¨ºiner Completo (LCL)/Embarque Agrupado no caso de servi?os de transporte rodovi¨¢rio. As atividades no escopo incluem (i) coleta local; (ii) transporte de linha; e (iii) entrega local. Os servi?os de valor agregado (SVA) relacionados de triagem, consolida??o e desconsolida??o est?o inclu¨ªdos no segmento de outros servi?os do mercado de frete e log¨ªstica.
  • Desempenho Log¨ªstico - O Desempenho Log¨ªstico e os Custos Log¨ªsticos s?o a espinha dorsal do com¨¦rcio e influenciam os custos comerciais, tornando os pa¨ªses competitivos globalmente. O desempenho log¨ªstico ¨¦ influenciado por estrat¨¦gias de gest?o da cadeia de abastecimento amplamente adotadas no mercado, servi?os governamentais, investimentos e pol¨ªticas, custos de combust¨ªvel/energia, ambiente inflacion¨¢rio etc. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, o desempenho log¨ªstico da geografia estudada (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foi analisado e apresentado ao longo do per¨ªodo de revis?o.
  • Principais Fornecedores de Caminh?es - A participa??o de mercado das marcas de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, portf¨®lio de tipos de caminh?es, pre?os dos caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, inova??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos), efici¨ºncia de combust¨ªvel, op??es de financiamento, custos anuais de manuten??o, disponibilidade de substitutos, estrat¨¦gias de marketing etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano base do estudo) do volume de vendas de caminh?es para as principais marcas e coment¨¢rios sobre o cen¨¢rio atual de mercado e as expectativas para o per¨ªodo de previs?o foram apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Manufatura - Este segmento do setor do usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos players do setor Manufatureiro em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de carga. Os players do usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados na transforma??o qu¨ªmica, mec?nica ou f¨ªsica de materiais ou subst?ncias em novos produtos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na manuten??o de um fluxo fluido de mat¨¦rias-primas ao longo da cadeia de abastecimento, possibilitando a entrega pontual de produtos acabados a distribuidores ou clientes finais e armazenando e fornecendo mat¨¦rias-primas aos clientes para a manufatura just-in-time.
  • Participa??o Modal - A Participa??o Modal do Frete ¨¦ influenciada por fatores como produtividade modal, regulamenta??es governamentais, conteineriza??o, dist?ncia da remessa, requisitos de controle de temperatura, tipo de mercadorias, com¨¦rcio internacional, terreno, velocidade de entrega, peso da remessa, remessas a granel etc. Al¨¦m disso, a participa??o modal por tonelagem (toneladas) e a participa??o modal por giro de frete (tonelada-km) diferem conforme a dist?ncia m¨¦dia das remessas, o peso dos principais grupos de commodities transportados na economia e o n¨²mero de viagens. Esta tend¨ºncia do setor representa a distribui??o do frete transportado por modo de transporte (toneladas e tonelada-km), para o ano base do estudo.
  • Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Pedreiras - Este segmento do setor do usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos players do setor de extra??o em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de carga. Os players do usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos que extraem s¨®lidos minerais de ocorr¨ºncia natural, como carv?o e min¨¦rios; minerais l¨ªquidos, como petr¨®leo bruto; e gases, como g¨¢s natural. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) cobrem todas as fases, do upstream ao downstream, e desempenham um papel crucial no transporte de maquin¨¢rio, equipamentos de perfura??o, minerais extra¨ªdos, petr¨®leo bruto e g¨¢s natural e produtos refinados/processados de um lugar para outro.
  • Outros Usu¨¢rios Finais - O segmento de outros usu¨¢rios finais captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos setores de servi?os financeiros (BFSI), im¨®veis, servi?os educacionais, sa¨²de e servi?os profissionais (administrativos, gest?o de res¨ªduos, jur¨ªdicos, arquitet?nicos, de engenharia, de design, de consultoria, P&D cient¨ªfica) em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de carga. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na movimenta??o confi¨¢vel de suprimentos e documentos de e para esses setores, como o transporte de qualquer equipamento ou recurso necess¨¢rio, o envio de documentos e arquivos confidenciais, a movimenta??o de bens e suprimentos m¨¦dicos (suprimentos e instrumentos cir¨²rgicos, incluindo luvas, m¨¢scaras, seringas e equipamentos), entre outros.
  • Infla??o de Pre?os ao Produtor - Indica a infla??o do ponto de vista dos produtores, ou seja, o pre?o m¨¦dio de venda recebido por sua produ??o ao longo de um per¨ªodo de tempo. A varia??o anual (interanual) do ¨ªndice de pre?os ao produtor ¨¦ relatada como infla??o de pre?os no atacado na tend¨ºncia do setor "Infla??o". Como o IPA captura os movimentos din?micos de pre?os da forma mais abrangente, ¨¦ amplamente utilizado por governos, bancos, setores industriais e empresariais, sendo considerado importante na formula??o de pol¨ªticas comerciais, fiscais e outras pol¨ªticas econ?micas. Os dados foram utilizados em conjunto com a infla??o de pre?os ao consumidor para uma melhor compreens?o do ambiente inflacion¨¢rio.
  • Tend¨ºncias de Pre?os do Frete Rodovi¨¢rio - Os pre?os do frete por modo de transporte (USD/tonelada-km), ao longo do per¨ªodo de revis?o, foram apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram utilizados na avalia??o do ambiente inflacion¨¢rio, do impacto sobre o com¨¦rcio, do giro de frete (tonelada-km), da demanda do mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga e, consequentemente, do tamanho do mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga.
  • Tend¨ºncias de Tonelagem do Frete Rodovi¨¢rio - A tonelagem de frete (peso das mercadorias em toneladas) movimentada por modo de transporte, ao longo do per¨ªodo de revis?o, foi apresentada nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram utilizados como um dos par?metros ¡ª al¨¦m da dist?ncia m¨¦dia por remessa (km), volume de frete (tonelada-km) e pre?os do frete (USD/tonelada-km) ¡ª para avaliar o tamanho do mercado de transporte de carga.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Carga - A contrata??o de um prestador de servi?os log¨ªsticos (PSL) de transporte rodovi¨¢rio de carga ou transportador (log¨ªstica terceirizada), para o transporte de commodities, constitui o mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga. O escopo do estudo inclui (i) transporte rodovi¨¢rio de mercadorias reportado por transportadores registrados nos pa¨ªses declarantes; (ii) transporte de mat¨¦rias-primas ou produtos manufaturados (s¨®lidos e fluidos); (iii) transporte por ve¨ªculos motorizados comerciais (caminh?es r¨ªgidos ou combina??es de trator-semirreboque); (iv) transporte em Carga Completa (Full-Truck-Load, FTL) ou Carga Parcial (Less than-Truck-Load, LTL); (v) transporte conteinerizado ou n?o conteinerizado; (vi) transporte com ou sem controle de temperatura; (vii) transporte de curta ou longa dist?ncia (Over-the-road, OTR); (viii) transporte de bens de escrit¨®rio ou dom¨¦sticos usados (mudan?as); (ix) transporte de outras cargas especializadas (mercadorias perigosas, carga de grandes dimens?es); e (x) remessas de entrega na primeira milha/milha intermedi¨¢ria/¨²ltima milha terceirizadas executadas por players de transporte rodovi¨¢rio de carga. O escopo n?o inclui (i) transporte realizado por transportadores registrados em outros pa¨ªses; (ii) mercado de entrega de refei??es na ¨²ltima milha; (iii) mercado de entrega de supermercados; (iv) transporte por rede rodovi¨¢ria realizado/reportado por players de Courier, Expresso e Encomendas (CEP).
  • Extens?o das Estradas - Como a infraestrutura desempenha um papel vital no desempenho log¨ªstico de uma economia, vari¨¢veis como extens?o das estradas, distribui??o da extens?o das estradas por categoria de superf¨ªcie (pavimentada vs. n?o pavimentada), distribui??o da extens?o das estradas por classifica??o de via (vias expressas vs. rodovias vs. outras estradas) foram analisadas e apresentadas nesta tend¨ºncia do setor.
  • Receita Segmentada - A Receita Segmentada foi triangulada ou calculada e apresentada para todos os principais players do mercado. Refere-se ¨¤ receita espec¨ªfica do mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga auferida pela empresa, ao longo do ano base do estudo, na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio). ? calculada por meio do estudo e an¨¢lise dos principais par?metros como dados financeiros, portf¨®lio de servi?os, n¨²mero de colaboradores, tamanho da frota, investimentos, n¨²mero de pa¨ªses em que est¨¢ presente, principais economias de interesse etc., reportados pela empresa em seus relat¨®rios anuais e p¨¢gina web. Para empresas com escassas divulga??es financeiras, foram utilizados bancos de dados pagos como D&B Hoovers e Dow Jones Factiva, verificados por meio de intera??es com o setor/especialistas.
  • Transporte Rodovi¨¢rio de Carga de Curta Dist?ncia - O segmento captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos pelos usu¨¢rios finais do servi?o de transporte rodovi¨¢rio de carga em transporte local de caminh?o (menos de 100 milhas). Inclui o transporte rodovi¨¢rio de mercadorias (i) dentro de uma ¨²nica ¨¢rea administrativa e seu hinterland; (ii) por caminh?es menores e caminhonetes; (iii) por servi?os conteinerizados e a granel seco; (iv) intermodal a partir de portos, terminais de cont¨ºineres ou aeroportos; e (v) remessas de entrega na primeira milha/¨²ltima milha terceirizadas executadas por players de transporte rodovi¨¢rio de carga.
  • PIB do Setor de Transporte e Armazenamento - O valor e o crescimento do PIB do Setor de Transporte e Armazenamento t¨ºm uma rela??o direta com o tamanho do mercado de frete e log¨ªstica e, consequentemente, com o tamanho do mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga. Portanto, esta vari¨¢vel foi estudada e apresentada ao longo do per¨ªodo de revis?o, em termos de valor (USD) e como participa??o % do PIB total, nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram apoiados por coment¨¢rios concisos e relevantes sobre os investimentos, desenvolvimentos e o cen¨¢rio atual do mercado.
  • Tend¨ºncias no Setor de Com¨¦rcio Eletr?nico - A melhora da conectividade ¨¤ internet e o boom na penetra??o de smartphones, aliados ao aumento das rendas dispon¨ªveis, levaram a um crescimento fenomenal no mercado de com¨¦rcio eletr?nico globalmente. Os compradores online exigem entrega r¨¢pida e eficiente de seus pedidos, levando a um aumento na demanda por servi?os de log¨ªstica, especialmente servi?os de fulfillment de com¨¦rcio eletr?nico. Portanto, o Valor Bruto de Mercadorias (GMV), o crescimento hist¨®rico e projetado, a distribui??o dos principais grupos de commodities no setor de com¨¦rcio eletr?nico para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Tend¨ºncias no Setor Manufatureiro - O setor manufatureiro envolve a transforma??o de mat¨¦rias-primas em produtos acabados, enquanto o setor de log¨ªstica garante o fluxo eficiente de mat¨¦rias-primas para a f¨¢brica e o transporte dos produtos manufaturados para os distribuidores e consumidores. A oferta e a demanda de ambos os setores s?o altamente inter-relacionadas e cr¨ªticas para uma cadeia de abastecimento fluida. Portanto, o Valor Adicionado Bruto (VAB), a distribui??o do VAB nos principais setores manufatureiros e o crescimento do setor manufatureiro ao longo do per¨ªodo de revis?o foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Tamanho da Frota de Caminh?es por Tipo - A participa??o de mercado dos tipos de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, principais setores do usu¨¢rio final, pre?os dos caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, disrup??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos) etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano base do estudo) do volume de parque de caminh?es por tipo, disruptores do mercado, investimentos na fabrica??o de caminh?es, especifica??es dos caminh?es, regulamenta??es de uso e importa??o de caminh?es e as expectativas para o per¨ªodo de previs?o foram apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Custos Operacionais do Transporte Rodovi¨¢rio de Cargas - As principais raz?es para medir/comparar o desempenho log¨ªstico de qualquer empresa de transporte rodovi¨¢rio s?o reduzir os custos operacionais e aumentar a rentabilidade. Por outro lado, a medi??o dos custos operacionais ajuda a identificar se e onde fazer mudan?as operacionais para controlar as despesas e identificar ¨¢reas para melhor desempenho. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, os custos operacionais do transporte rodovi¨¢rio e as vari¨¢veis envolvidas ¡ª sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de combust¨ªvel, custos de reparo e manuten??o, custos de pneus etc. ¡ª foram estudados ao longo do ano base do estudo e apresentados para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
  • Com¨¦rcio Atacadista e Varejista - Este segmento do setor do usu¨¢rio final captura os gastos log¨ªsticos externos (terceirizados) incorridos por atacadistas e varejistas em servi?os de transporte rodovi¨¢rio de carga. Os players do usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente engajados na venda no atacado ou no varejo de mercadorias, geralmente sem transforma??o, e na presta??o de servi?os acess¨®rios ¨¤ venda de mercadorias. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham um papel crucial na movimenta??o confi¨¢vel de suprimentos e produtos acabados das casas de produ??o para os distribuidores e, finalmente, para o cliente final, cobrindo atividades como sourcing de materiais, transporte, atendimento de pedidos, armazenagem e estocagem, previs?o de demanda, gest?o de estoque etc.
Palavra-chaveDefini??o
CabotagemTransporte rodovi¨¢rio por um ve¨ªculo motorizado registrado em um pa¨ªs realizado no territ¨®rio nacional de outro pa¨ªs.
Cross-DockingO cross-docking ¨¦ um procedimento log¨ªstico em que os produtos de um fornecedor ou planta de fabrica??o s?o distribu¨ªdos diretamente a um cliente ou rede varejista com tempo m¨ªnimo a nenhum de manuseio ou armazenamento. O cross-docking ocorre em um terminal de docas de distribui??o; geralmente composto por caminh?es e portas de docas em dois lados (entrada e sa¨ªda) com espa?o m¨ªnimo de armazenamento. O nome 'cross-docking' explica o processo de recebimento de produtos por meio de uma doca de entrada e, em seguida, transferi-los pela doca para a doca de transporte de sa¨ªda.
Com¨¦rcio Cruzado (Cross Trade)Transporte rodovi¨¢rio internacional entre dois pa¨ªses diferentes realizado por um ve¨ªculo motorizado rodovi¨¢rio registrado em um terceiro pa¨ªs. Um terceiro pa¨ªs ¨¦ um pa¨ªs diferente do pa¨ªs de carregamento/embarque e do pa¨ªs de descarregamento/desembarque.
Mercadorias PerigosasAs classes de mercadorias perigosas transportadas por estrada s?o aquelas definidas pela d¨¦cima quinta edi??o revisada das Recomenda??es das Na??es Unidas sobre o Transporte de Mercadorias Perigosas, Na??es Unidas, Genebra 2007. Elas incluem Classe 1: Explosivos; Classe 2: Gases; Classe 3: L¨ªquidos Inflam¨¢veis; Classe 4: S¨®lidos Inflam¨¢veis ¡ª subst?ncias sujeitas a combust?o espont?nea; subst?ncias que, em contato com a ¨¢gua, emitem gases inflam¨¢veis; Classe 5: Subst?ncias Oxidantes e Per¨®xidos Org?nicos; Classe 6: Subst?ncias T¨®xicas e Infecciosas; Classe 7: Material Radioativo; Classe 8: Subst?ncias Corrosivas; Classe 9: Subst?ncias e Artigos Perigosos Miscel?neos.
Remessa DiretaA remessa direta ¨¦ um m¨¦todo de entrega de mercadorias do fornecedor ou do propriet¨¢rio do produto diretamente ao cliente. Na maioria dos casos, o cliente encomenda as mercadorias ao propriet¨¢rio do produto. Este esquema de entrega reduz os custos de transporte e armazenamento, mas requer planejamento e administra??o adicionais.
DrayageO drayage ¨¦ uma forma de servi?o de transporte por caminh?o que conecta os diferentes modos de envio (intermodal), como frete mar¨ªtimo ou frete a¨¦reo. ? uma viagem de curta dist?ncia que transporta mercadorias de um lugar para outro, geralmente antes ou ap¨®s seu processo de transporte de longa dist?ncia. Os caminh?es de drayage movem cargas de e para v¨¢rios destinos, como navios porta-cont¨ºineres, p¨¢tios de armazenamento, armaz¨¦ns de atendimento de pedidos e p¨¢tios ferrovi¨¢rios. Normalmente, o drayage transporta mercadorias apenas em curtas dist?ncias e opera apenas em uma ¨¢rea metropolitana. Tamb¨¦m requer apenas um motorista em um ¨²nico turno. Mas apesar disso, desempenha um papel importante no transporte de longa dist?ncia porque conecta as mercadorias ¨¤ carga e vice-versa. Torna o transporte intermodal muito mais eficiente e permite a transfer¨ºncia fluida de mercadorias ao cliente final.
Furg?o Seco (Dry Van)Um furg?o seco (dry van) ¨¦ um tipo de semirreboque totalmente fechado para proteger as remessas dos elementos externos. Projetado para transportar frete paletizado, encaixotado ou solto, os furg?es secos n?o t¨ºm controle de temperatura (ao contr¨¢rio das unidades refrigeradas "reefer") e n?o podem transportar remessas de grandes dimens?es (ao contr¨¢rio dos reboques de plataforma).
Demanda FinalA demanda final inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidos como uso final e pode incluir consumo pessoal, consumo do governo, por empresas como investimento de capital e como exporta??es. Inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidos como uso final e pode incluir consumo pessoal, consumo do governo, por empresas como investimento de capital e como exporta??es.
Caminh?o de Plataforma (Flatbed Truck)Um caminh?o de plataforma (flatbed truck) ¨¦ um tipo de caminh?o com design r¨ªgido. Possui uma carroceria traseira de formato plano para facilitar o carregamento e descarregamento de mercadorias. O caminh?o de plataforma ¨¦ utilizado principalmente para transportar mercadorias pesadas, de grandes dimens?es, largas e n?o delicadas, como maquin¨¢rio, materiais de constru??o ou equipamentos. Devido ¨¤ carroceria aberta do caminh?o, as mercadorias transportadas n?o devem ser vulner¨¢veis ¨¤ chuva. Em termos de funcionalidade, o caminh?o de plataforma ¨¦ compar¨¢vel a um reboque de plataforma.
³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ de Entrada (Inbound Logistics)A log¨ªstica de entrada (inbound logistics) ¨¦ a forma como materiais e outros bens s?o trazidos para uma empresa. Este processo inclui as etapas para solicitar, receber, armazenar, transportar e gerenciar os suprimentos recebidos. A log¨ªstica de entrada concentra-se na parte de oferta da equa??o oferta-demanda.
Demanda Intermedi¨¢riaA demanda intermedi¨¢ria inclui bens, servi?os e constru??o de manuten??o e reparo vendidos a empresas, excluindo o investimento de capital.
Internacional CarregadoLocal de carregamento de mercadorias no pa¨ªs declarante (ou seja, o pa¨ªs em que o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de descarregamento em um pa¨ªs diferente.
Internacional DescarregadoLocal de descarregamento de mercadorias no pa¨ªs declarante (ou seja, o pa¨ªs em que o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de carregamento em um pa¨ªs diferente.
Carga OOG (Fora de Bitola)A carga fora de bitola (OOG ¡ª Out of Gauge) ¨¦ qualquer carga que n?o pode ser colocada em cont¨ºineres de embarque de seis lados simplesmente porque ¨¦ grande demais. O termo ¨¦ uma classifica??o muito ampla de toda a carga com dimens?es al¨¦m das dimens?es m¨¢ximas do cont¨ºiner 40HC. Ou seja, um comprimento superior a 12,05 metros, uma largura superior a 2,33 metros ou uma altura superior a 2,59 metros.
PaletesPlataforma elevada, destinada a facilitar o levantamento e o empilhamento de mercadorias.
Carga ParcialUma carga parcial descreve mercadorias que preenchem um caminh?o apenas parcialmente. Em ess¨ºncia, a quantidade da remessa ¨¦ maior do que a remessa de Carga Parcial (Less Than Truckload, LTL). Al¨¦m disso, a remessa n?o pode ocupar totalmente um caminh?o, ou seja, sua capacidade ¨¦ muito menor do que uma remessa de Carga Completa (Full Truckload, FTL).
Estrada PavimentadaEstrada com superf¨ªcie de pedra britada (macadame) com ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminosos, com concreto ou com paralelep¨ªpedo.
³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ ReversaA log¨ªstica reversa compreende o setor das cadeias de abastecimento que processa qualquer coisa que retorna internamente pela cadeia de abastecimento ou percorre o caminho "inverso" pela cadeia de abastecimento.
Servi?o de Transporte Rodovi¨¢rio de CargaA contrata??o de uma ag¨ºncia de transporte rodovi¨¢rio para o transporte de commodities (mat¨¦rias-primas ou produtos manufaturados, incluindo s¨®lidos e l¨ªquidos) da origem a um destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional) constitui o mercado de transporte rodovi¨¢rio de carga. O servi?o pode ser de Carga Completa (Full-Truck-Load) ou Carga Parcial (Less than-Truck-Load), conteinerizado ou n?o conteinerizado, com ou sem controle de temperatura, de curta ou longa dist?ncia.
Ve¨ªculo TautlinerTautliner e cortineiro s?o nomes gen¨¦ricos para caminh?es/reboques com cortinas laterais. As cortinas s?o fixadas permanentemente a um trilho no topo e a trilhos/postes destac¨¢veis na frente e atr¨¢s, permitindo que as cortinas sejam abertas e que empilhadeiras sejam usadas ao longo de toda a extens?o lateral para carregamento e descarregamento f¨¢cil e eficiente. Quando fechadas para viagem, as al?as de reten??o de carga vertical s?o fixadas a um trilho de corda abaixo da plataforma do caminh?o, conectando a plataforma e a cortina ao longo de ambos os lados. Os guindastes em ambas as extremidades da cortina tensionam-na, da¨ª o nome 'Tautliner'. Isso impede que a cortina flutue ou vibre no vento e tamb¨¦m pode ajudar a reter cargas leves para que n?o escorreguem lateralmente.
Transporte por Aluguel ou Remunera??oO transporte remunerado de mercadorias.
Estrada N?o PavimentadaEstrada com base estabilizada sem superf¨ªcie de pedra britada, ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminosos, concreto ou paralelep¨ªpedo.

Metodologia de Pesquisa

A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.

  • Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis-Chave: Para construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e os fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos dispon¨ªveis do mercado. Por meio de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o do mercado s?o definidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
  • Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: As estimativas de tamanho de mercado para os anos de previs?o est?o em termos nominais. A infla??o ¨¦ considerada parte do pre?o e o pre?o m¨¦dio de venda (PVM) varia ao longo do per¨ªodo de previs?o para cada pa¨ªs.
  • Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e an¨¢lises dos analistas s?o validados por meio de uma ampla rede de especialistas em pesquisa prim¨¢ria do mercado estudado. Os entrevistados s?o selecionados em todos os n¨ªveis e fun??es para gerar uma vis?o hol¨ªstica do mercado estudado.
  • Etapa 4: Resultados da Pesquisa: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Projetos de Consultoria Personalizada, Bancos de Dados e Plataformas de Assinatura
Metodologia de Pesquisa
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.