Tamanho e Quota do Mercado de Constru??o de Om?

An¨¢lise do Mercado de Constru??o de Om? pela ºÚÁϲ»´òìÈ
O tamanho do Mercado de Constru??o de Om? em 2026 est¨¢ estimado em USD 7,27 mil milh?es, crescendo a partir do valor de 2025 de USD 7,05 mil milh?es, com proje??es para 2031 a indicar USD 8,46 mil milh?es, crescendo a uma CAGR de 3,08% no per¨ªodo 2026-2031. Os robustos gastos previstos na Vis?o 2040, a procura habitacional impulsionada pelo crescimento populacional e um pipeline de hidrog¨¦nio verde de USD 11 mil milh?es no Dhofar ancoram um crescimento est¨¢vel, enquanto os m¨¦todos modernos de constru??o ganham relev?ncia ¨¤ medida que as regras laborais se tornam mais exigentes. O financiamento p¨²blico continua a dominar os grandes projetos, mas as parcerias p¨²blico-privadas e as entradas de capital estrangeiro est?o a aumentar ¨¤ medida que o Estado reduz as despesas vinculadas ao petr¨®leo. A r¨¢pida implementa??o da ferrovia nacional de 2.224 quil¨®metros, aliada ¨¤ infraestrutura tur¨ªstica para triplicar o n¨²mero de visitantes anuais at¨¦ 2040, alarga a carteira de encomendas dos empreiteiros. No entanto, a volatilidade dos pre?os dos materiais e os custos de conformidade com a escassez de ¨¢gua moderam as margens de lucro a curto prazo.
Principais Conclus?es do Relat¨®rio
- Por setor, o segmento residencial liderou com 32,10% da quota do mercado de constru??o de Om? em 2025, enquanto a infraestrutura avan?a a uma CAGR de 5,18% at¨¦ 2031.
- Por tipo de constru??o, as novas constru??es representaram 79,68% do tamanho do mercado de constru??o de Om? em 2025; os trabalhos de renova??o est?o projetados para se expandir a uma CAGR de 4,29%.
- Por m¨¦todo de constru??o, as t¨¦cnicas convencionais no local detinham uma quota de 92,85% do tamanho do mercado de constru??o de Om? em 2025, mas os sistemas pr¨¦-fabricados e modulares est?o a crescer a uma CAGR de 5,74%.
- Por fonte de investimento, os gastos p¨²blicos representaram 83,70% da quota do mercado de constru??o de Om? em 2025, mas o financiamento privado apresenta a CAGR mais r¨¢pida de 5,03% at¨¦ 2031.
- Por geografia, Mascate capturou 40,92% da quota do mercado de constru??o de Om? em 2025, ao passo que o grupo de governadorias "Restante de Om?" est¨¢ previsto crescer a uma CAGR de 4,93%.
Nota: Os n¨²meros de tamanho de mercado e previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e insights mais recentes dispon¨ªveis at¨¦ 2026.
Tend¨ºncias e Perspetivas do Mercado de Constru??o de Om?
An¨¢lise do Impacto dos Impulsionadores*
| Impulsionador | (~) % de Impacto na Previs?o da CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Horizonte Temporal do Impacto |
|---|---|---|---|
| Investimentos governamentais em megaprojetos da Vis?o 2040 | +1.2% | Nacional ¡ª Mascate, Duqm, Sohar | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Pipeline de EPC de hidrog¨¦nio verde | +0.9% | Dhofar, SEZAD | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Urbaniza??o r¨¢pida e procura habitacional | +0.8% | Mascate, Al Batinah, polos emergentes | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Programas de conectividade ferrovi¨¢ria/rodovi¨¢ria do CCG | +0.7% | Corredor Sohar¨CSalalah | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Impulso de infraestrutura orientada para o turismo | +0.6% | Dhofar, Mascate, corredores costeiros | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Constru??o modular para compensar a escassez de m?o de obra | +0.4% | Principais estaleiros urbanos | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
Investimentos Governamentais em Megaprojetos da Vis?o 2040
Os gastos p¨²blicos de grande escala no ?mbito da Vis?o 2040 remodela o mercado de constru??o de Om? ao financiar distritos econ¨®micos inteiros. A zona de energia renov¨¢vel de 150 km? de Duqm e a primeira fase da Cidade do Sult?o Haitham, com 5,5 milh?es de m? e 7.000 habita??es, ilustram uma visibilidade de encomendas profunda e plurianual. A d¨ªvida p¨²blica caiu para OMR 14,5 mil milh?es (USD 37,8 mil milh?es), criando margem para uma implanta??o sustentada de capital. Os empreiteiros capazes de navegar nas regras do Valor no Pa¨ªs e nos objetivos de Omaniza??o garantem adjudica??es recorrentes. Os projetos de longa dura??o criam cargas de trabalho est¨¢veis mesmo quando as receitas petrol¨ªferas flutuam[1]Autoridade P¨²blica para Zonas Econ¨®micas Especiais e Zonas Francas, "Masterplan de Energia Renov¨¢vel de Duqm," opaz.gov.om.
Pipeline de EPC de Hidrog¨¦nio Verde
O Dhofar acolhe USD 11 mil milh?es em acordos de hidrog¨¦nio assinados, com uma meta de 1,38 milh?es de toneladas por ano provenientes de 4,5 GW de fornecimento de energias renov¨¢veis. A procura de EPC abrange campos solares, eletrolisadores, armazenamento de am¨®nia e cais de exporta??o. Os primeiros pacotes favorecem as principais empresas energ¨¦ticas globais associadas a parceiros locais em joint-ventures para cumprir as quotas de Omaniza??o. Os longos prazos e o financiamento soberano-investidor conjunto reduzem o risco de cr¨¦dito, encorajando os fornecedores de equipamentos a localizar a produ??o. Uma entrega bem-sucedida posiciona Om? como exportador regional de combust¨ªveis descarbonizados.
Urbaniza??o R¨¢pida e Procura Habitacional
Uma popula??o de 5,27 milh?es de habitantes, com 43% de expatriados, impulsiona as transa??es anuais imobili¨¢rias para OMR 3,13 mil milh?es (USD 8,1 mil milh?es). O solo urbano cobre apenas 2% do territ¨®rio nacional, impulsionando tipologias habitacionais de maior densidade, como moradias geminadas e casas em banda. Os programas de habita??o acess¨ªvel acrescentam 425 unidades sociais por ano, mas deixam um amplo d¨¦fice de oferta. A Estrat¨¦gia Nacional de Ordenamento do Territ¨®rio designa todas as 11 governadorias como micro-polos, multiplicando os locais de projetos residenciais. Os construtores que integram projetos compactos e materiais economicamente eficientes obt¨ºm uma vantagem de pre?o.
Programas de Conectividade Ferrovi¨¢ria/Rodovi¨¢ria do CCG
A ferrovia nacional de 2.224 quil¨®metros, com um or?amento de USD 15 mil milh?es, liga Sohar a Salalah em quatro fases e conecta-se ¨¤ Etihad Rail, impulsionando o transporte de minerais e a mobilidade de passageiros. Os investimentos regionais em ferrovias excedem USD 100 mil milh?es, o que significa que as normas de conce??o seguem padr?es a n¨ªvel do CCG. O alinhamento de alta velocidade, os n¨®s aduaneiros e as obras de eletrifica??o atraem cons¨®rcios internacionais de EPC com compet¨ºncia ferrovi¨¢ria em regime de chave-na-m?o. As empresas civis locais beneficiam atrav¨¦s de subcontratos em aterros, esta??es e dep¨®sitos de manuten??o.
An¨¢lise do Impacto das Restri??es*
| Restri??o | (~) % de Impacto na Previs?o da CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Horizonte Temporal do Impacto |
|---|---|---|---|
| Volatilidade dos pre?os das mat¨¦rias-primas | -0.6% | Projetos remotos | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Aprova??es municipais lentas | -0.5% | Zonas urbanas densas | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Consolida??o fiscal e cortes no capex | -0.4% | Regi?es dependentes do petr¨®leo | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Custos de conformidade relacionados com a escassez de ¨¢gua | -0.3% | Costas dependentes de dessaliniza??o | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
Volatilidade dos Pre?os das Mat¨¦rias-Primas
A produ??o de cimento atingiu 5,2 milh?es de toneladas, enquanto o gesso atingiu 10,7 milh?es de toneladas, mas as oscila??es globais do frete e da energia geram custos de fatores de produ??o imprevis¨ªveis. A depend¨ºncia de importa??es de a?o estrutural e acabamentos especializados exp?e os projetos a movimentos cambiais. Os estudos classificam as subidas de pre?os como a principal causa de derrapagens de custos nos programas habitacionais em Om?. As compras a granel por leil?o inverso do Governo cobrem parcialmente os picos, mas a ado??o permanece irregular. Os empreiteiros acrescentam cl¨¢usulas de escalada, transferindo parte da volatilidade para os clientes.
Aprova??es Municipais Lentas
O zoneamento complexo em Mascate e os interiores ricos em patrim¨®nio prolongam os ciclos de aprova??o. As reformas de licenciamento eletr¨®nico est?o em curso, mas os processos em papel persistem para sites de uso misto ou de v¨¢rios andares. O risco de atraso leva os promotores a antecipar a documenta??o de projeto e as consultas com as partes interessadas. Os pequenos construtores locais enfrentam frequentemente custos relativos mais elevados devido ¨¤ limitada capacidade administrativa. Os portais digitais simplificados prometem al¨ªvio, mas necessitam de integra??o entre ag¨ºncias para mostrar todos os benef¨ªcios.
*Nossas previs?es tratam os impactos dos impulsionadores e restri??es como direcionais, e n?o aditivos. As previs?es de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composi??o e as intera??es entre vari¨¢veis.
An¨¢lise de Segmentos
Por Setor: A Acelera??o da Infraestrutura Ultrapassa a Domin?ncia Residencial
O segmento residencial detinha 32,10% do tamanho do mercado de constru??o de Om? em 2025, refletindo uma forte procura habitacional em Mascate e nas cidades costeiras de r¨¢pido crescimento. O vasto pipeline de habita??o p¨²blica da Vis?o 2040 mant¨¦m o volume est¨¢vel, mas os lotes de terreno reduzidos impulsionam uma mudan?a para designs compactos de casas em banda. Os bancos oferecem hipotecas preferenciais para compradores de primeira habita??o, sustentando as margens dos promotores privados. Entretanto, a CAGR de 5,18% da infraestrutura posiciona-a como o principal motor de crescimento emergente, gra?as ¨¤ ferrovia de USD 15 mil milh?es, ¨¤s expans?es portu¨¢rias em Sohar e aos projetos de hidrog¨¦nio do Dhofar. As empresas internacionais de EPC est?o a associar-se ¨¤ Galfar Engineering em pacotes ferrovi¨¢rios, sinalizando oportunidades de transfer¨ºncia de tecnologia.
A implementa??o sustentada de infraestruturas atrai fornecedores de equipamentos de longo prazo, enquanto os construtores de habita??o adotam m¨®dulos pr¨¦-fabricados para mitigar as lacunas de m?o de obra qualificada. As autoridades reguladoras exigem submiss?es em BIM para projetos com mais de 4 andares a partir de 2026, impulsionando ambos os segmentos para fluxos de trabalho digitais. ? medida que o plano de ordenamento nacional cria novos polos econ¨®micos, a procura move-se dos centros urbanos centrais para cidades secund¨¢rias, oferecendo aos empreiteiros residenciais uma maior dispers?o geogr¨¢fica. Os contratos de infraestrutura continuam a estabelecer precedentes de localiza??o que posteriormente desbloqueiam clusters residenciais de uso misto, ligando ainda mais os percursos de crescimento dos dois segmentos.

Nota: As quotas de segmento de todos os segmentos individuais est?o dispon¨ªveis mediante a compra do relat¨®rio
Por Tipo de Constru??o: Domin?ncia da Nova Constru??o, Revitaliza??o da Renova??o
A nova constru??o capturou 79,68% da quota do mercado de constru??o de Om? em 2025, impulsionada por megaprojetos de raiz em Duqm, Sohar e Salalah. Os j¨²ris de concurso p¨²blico favorecem pacotes chave-na-m?o, criando escala para os empreiteiros de primeiro n¨ªvel. A renova??o, embora menor, avan?a a uma CAGR de 4,29% ¨¤ medida que as instala??es constru¨ªdas no in¨ªcio dos anos 2000 requerem retrofits de efici¨ºncia energ¨¦tica. As ag¨ºncias p¨²blicas reservam verbas para atualiza??es de AVAC em escolas e hospitais, abrindo ?mbito para subempreiteiros especializados. As seguradoras tamb¨¦m vinculam os pr¨¦mios ao cumprimento dos c¨®digos atualizados de resist¨ºncia s¨ªsmica e prote??o contra inc¨ºndios, acelerando as despesas de retrofit.
A quota do mercado de constru??o de Om? relativa ¨¤ atividade de renova??o aumenta ¨¤ medida que o parque de escrit¨®rios existente ¨¦ submetido a reconfigura??o de espa?os para atender ¨¤s tend¨ºncias de trabalho flex¨ªvel. Os g¨¦meos digitais melhoram os c¨¢lculos de custo do ciclo de vida, reduzindo as disputas de ordens de altera??o. Para as novas constru??es, crit¨¦rios de sustentabilidade mais rigorosos apontam para uma maior ado??o de cimento de baixo carbono e agregados reciclados. Os empreiteiros que equilibram ambos os pipelines atenuam a ciclicidade; as margens de renova??o superam as m¨¦dias de obra de raiz em 200-300 pontos base devido ¨¤ menor exposi??o a materiais. Os analistas de mercado esperam que a quota de renova??o se aproxime de 24,60% at¨¦ 2031, ¨¤ medida que a maturidade da gest?o de ativos cresce.
Por M¨¦todo de Constru??o: A Supremacia Convencional Encontra o Crescimento Modular
Os m¨¦todos tradicionais no local detinham uma quota de 92,85% do tamanho do mercado de constru??o de Om? em 2025. Os fluxos de trabalho familiares, o espa?o de estaleiro amplo e as redes de fornecedores enraizadas sustentam a prefer¨ºncia. No entanto, as solu??es modulares avan?am rapidamente a uma CAGR de 5,74%, impulsionadas pelas quotas de m?o de obra e pela press?o de prazos nos projetos de escolas e cl¨ªnicas financiados pelo Estado. Dormit¨®rios modulares piloto em Duqm reduziram os cronogramas dos projetos em 28%, merecendo o elogio do Minist¨¦rio da Habita??o. Os organismos reguladores oferecem agora licen?as de aprova??o acelerada para unidades acabadas em f¨¢brica, proporcionando uma vantagem competitiva n?o relacionada com o pre?o.
Os operadores internacionais fornecem m¨®dulos de apartamentos volum¨¦tricos, enquanto os fabricantes de a?o locais se reconvertem para estruturas de perfil leve para sistemas h¨ªbridos. As academias de forma??o apoiadas pelo Conselho Supremo de Planeamento lan?am programas de qualifica??o em montagem fora do local, sustentando a prontid?o da m?o de obra. ? medida que as curvas de custo diminuem, os promotores comerciais que visam inquilinos do segmento m¨¦dio adotam fachadas modulares para layouts de compartimentos repet¨ªveis. A mudan?a corr¨®i gradualmente a quota convencional, mas a coexist¨ºncia prevalece, uma vez que as constru??es de luxo por medida e as obras civis complexas ainda dependem de abordagens intensivas em m?o de obra.

Nota: As quotas de segmento de todos os segmentos individuais est?o dispon¨ªveis mediante a compra do relat¨®rio
Por Fonte de Investimento: O Financiamento ±Ê¨²²ú±ô¾±³¦´Ç Domina, o Dinamismo Privado Fortalece-se
Os gastos p¨²blicos representavam 83,70% da quota do mercado de constru??o de Om? em 2025, refletindo o papel fundamental do Estado na execu??o da Vis?o 2040. Os minist¨¦rios agrupam projetos de habita??o, estradas e energia em quadros plurianuais, proporcionando visibilidade de procura a longo prazo. Ainda assim, o capital privado cresce a uma CAGR de 5,03%, uma vez que as altera??es ¨¤ lei do investimento estrangeiro concedem 100% de propriedade em setores estrat¨¦gicos. Projetos de parceria p¨²blico-privada em escolas e dessaliniza??o chegam ao encerramento financeiro, demonstrando capacidade de financiamento. Os instrumentos de financiamento isl?mico, como o sukuk, oferecem vias de financiamento alternativas para projetos de uso misto.
Os promotores, incluindo a Majid Al Futtaim e a Shumookh Investments, aceleram a constru??o de centros comerciais e parques log¨ªsticos, diversificando para al¨¦m de Mascate. O modelo de co-investimento do fundo soberano de riqueza ajuda a reduzir o risco da participa??o privada em grandes portos e parques industriais. Com o tempo, uma contribui??o privada crescente alivia a press?o fiscal e injeta conhecimento global. Os pioneiros garantem terrenos a taxas de arrendamento preferenciais dentro das zonas francas, criando as condi??es para vantagens competitivas ¨¤ medida que a liberaliza??o do mercado se aprofunda.
An¨¢lise Geogr¨¢fica
Mascate preserva a lideran?a com 40,92% do valor dos projetos de 2025, aproveitando a centralidade administrativa, a elevada densidade populacional e as obras em curso no aeroporto e na ferrovia urbana. Projetos emblem¨¢ticos como a Cidade do Sult?o Haitham e o Terminal 2 do aeroporto elevam a procura de torres comerciais e residenciais de alto padr?o. Os empreiteiros com historial comprovado em estaleiros no centro da cidade congestionados ganham a maioria dos concursos de Mascate, onde os rigorosos c¨®digos de constru??o verde exigem fachadas de poupan?a de energia e sistemas de medi??o inteligente. Os promotores de Mascate tamb¨¦m testam retrofits de escrit¨®rios com emiss?es l¨ªquidas zero, sinalizando uma viragem para uma procura orientada para a sustentabilidade.
O cluster de hidrog¨¦nio de USD 11 mil milh?es do Dhofar impulsiona a governadoria do sul para o n¨ªvel de crescimento r¨¢pido, com uma CAGR prevista de 4,93%. Eletrolisadores de escala em megawatts, parques e¨®licos ao longo da encosta costeira e terminais de exporta??o de apoio exigem compet¨ºncia multidisciplinar em EPC. O ¨²ltimo tro?o da ferrovia nacional para o porto de Salalah atrai ainda mais necessidades acess¨®rias de armazenagem e habita??o para a for?a laboral. As PME locais beneficiam das regras de aprovisionamento que alocam 10% do valor dos pacotes a fornecedores nacionais, catalisando a diversifica??o da base industrial. As autoridades aprovam licen?as ambientais aceleradas para projetos de energias renov¨¢veis, encurtando os ciclos de arranque.
As restantes nove governadorias refletem coletivamente o impulso para o desenvolvimento regional equilibrado ao abrigo da Estrat¨¦gia Nacional de Ordenamento do Territ¨®rio. Al Batinah Norte atrai log¨ªstica e ind¨²stria ligeira ligada ¨¤ expans?o de USD 4 mil milh?es do Porto de Sohar em 2024. Os corredores culturais de Al Dakhiliya impulsionam empreendimentos de hot¨¦is boutique e reabilita??o do patrim¨®nio, enquanto a zona renov¨¢vel de 150 km? de Al Wusta atrai pacotes de EPC solar. Os corredores ferrovi¨¢rios e as novas vias perif¨¦ricas integram estas regi?es nas redes nacionais de mercadorias, encurtando os prazos de entrega e reduzindo os custos log¨ªsticos dos projetos. O mapa cada vez mais alargado de estaleiros ativos encoraja os empreiteiros a construir dep¨®sitos de materiais descentralizados e centros m¨®veis de for?a laboral.
Panorama regulat¨®rio
A atividade de constru??o em Om? ¨¦ regida por uma combina??o de leis nacionais e modelos padr?o, com a Lei de Transa??es Civis de Om? (Decreto Real 29/2013) sustentando a contrata??o no estilo muqawala e as obras p¨²blicas normalmente licitadas usando os Documentos Padr?o de Om?. Em 2025, o Decreto Real 35/2025 estabeleceu o Tribunal de Investimentos e Com¨¦rcio de Om?, com efeito a partir de 1 de outubro de 2025, criando um foro especializado para disputas relacionadas ¨¤ constru??o e resultados de arbitragem que influenciam a administra??o de contratos.
Em 2026, a agenda regulat¨®ria avan?ou em dire??o a um desenvolvimento urbano padronizado. O Decreto Real 58/2026 emitiu uma nova Lei de Planejamento Urbano que moderniza a estrutura de supervis?o do desenvolvimento urbano, enquanto o Minist¨¦rio de Habita??o e Planejamento Urbano continua implementando um C¨®digo de Constru??o Nacional unificado como refer¨ºncia central para requisitos de seguran?a, qualidade e sustentabilidade, afastando o mercado de interpreta??es municipais fragmentadas. Complementando isso, o Minist¨¦rio do Com¨¦rcio, Ind¨²stria e Promo??o de Investimentos lan?ou um programa nacional em fevereiro de 2026 para aumentar a efici¨ºncia do setor de constru??o, fortalecendo as capacidades da for?a de trabalho e os padr?es profissionais, refor?ando a conformidade orientada por aquisi??es e execu??o.
An¨¢lise da cadeia de valor
A cadeia de valor da constru??o em Om? ¨¦ ancorada por incorporadores p¨²blicos e semip¨²blicos e entidades contratantes que definem requisitos de licita??o, limites de conte¨²do local e padr?es contratuais, seguidos por consultores (arquitet?nicos e de engenharia), empreiteiras principais e redes de subcontrata??o em m¨²ltiplos n¨ªveis. A entrega de projetos depende de uma base de materiais em que insumos produzidos localmente, como cimento e gesso, reduzem parte da exposi??o, mas o risco de fornecimento persiste para a?o estrutural importado e acabamentos especiais, tornando a estrat¨¦gia de aquisi??o, cl¨¢usulas de reajuste e planejamento log¨ªstico centrais para a prote??o das margens, especialmente em locais remotos e com grande demanda de infraestrutura.
Atualiza??es de pol¨ªticas e governan?a est?o remodelando como os participantes se qualificam, transacionam e localizam gastos ao longo da cadeia. O Sistema Conjunto de Registro de Fornecedores emitiu diretrizes de certifica??o de Conte¨²do Local em agosto de 2025, apertando as expectativas de que os empreiteiros documentem e melhorem o valor agregado dom¨¦stico em bens e servi?os. No lado a jusante, o Decreto Real 79/2025 introduziu uma nova lei regulamentando o setor imobili¨¢rio, atualizando regras sobre corretagem, propriedade de unidades e governan?a relacionada a contas de garantia (escrow) para melhorar a transpar¨ºncia para incorporadores e compradores, o que, por sua vez, afeta a disciplina de financiamento de pr¨¦-vendas e o risco de pagamento aos empreiteiros. Em materiais e manufatura, a??es do Minist¨¦rio do Com¨¦rcio, Ind¨²stria e Promo??o de Investimentos para desenvolver a produ??o local (por exemplo, cabos, fios e cimento) e um workshop em junho de 2026 com a ESCWA que destacou o predom¨ªnio de produtos arquitet?nicos e decorativos no mercado local de materiais sinalizam a cont¨ªnua participa??o governamental na expans?o e regula??o da base de fornecimento da constru??o.
Panorama Competitivo
Os principais operadores nacionais Galfar Engineering, Bahwan Engineering e Al Turki Enterprises ancoram o mercado, alavancando la?os hist¨®ricos com os j¨²ris de concurso e vastas carteiras de projetos. As grandes empresas internacionais Bechtel, Larsen & Toubro e Samsung Engineering entram atrav¨¦s de joint-ventures para satisfazer as quotas de Omaniza??o que exigem atualmente 35% de m?o de obra nacional nos novos contratos federais. As estruturas de alian?a combinam os pontos fortes das redes locais com as credenciais t¨¦cnicas globais, cruciais para os projetos ferrovi¨¢rios e de hidrog¨¦nio complexos. Os empreiteiros que investem na capacidade BIM N¨ªvel 2 diferenciam-se pela efici¨ºncia na dete??o de conflitos, ganhando pacotes de conce??o-constru??o com margens mais apertadas.
A intensidade da concorr¨ºncia agudiza-se no segmento m¨¦dio ¨¤ medida que os projetos privados de uso misto e de hotelaria se expandem. Os promotores preferem empresas que demonstrem compet¨ºncia modular e cumprimento garantido de prazos. Os novos operadores do mercado europeu oferecem solu??es de constru??o com emiss?es neutras em carbono, apostando nas regras de emiss?es mais rigorosas do Minist¨¦rio do Ambiente. Entretanto, o limite de vistos para expatriados empurra as empresas a lan?ar academias de atualiza??o de compet¨ºncias para os cidad?os, alinhando-se com os planos nacionais de emprego. As empresas que cumprem os limiares do Valor no Pa¨ªs obt¨ºm vantagens na pontua??o das propostas, influenciando os resultados dos contratos mais do que o pre?o nominal por si s¨®[3]MDPI, M. Al-Balushi, "Maturidade Digital dos Construtores Omanis," mdpi.com.
A ado??o de tecnologia ¨¦ um campo de batalha crescente. As plataformas de BIM para o terreno reduzem o retrabalho em 25% em constru??es escolares recentes, levando o Minist¨¦rio da Educa??o a estipular fluxos de trabalho digitais em primeiro lugar no seu concurso de 2025 para 12 escolas. As empresas que integram o acompanhamento do progresso por drone e a an¨¢lise de seguran?a baseada em IA reduzem os pr¨¦mios de seguro, melhorando ainda mais a competitividade das propostas. Com os contratos de hidrog¨¦nio verde e ferrovi¨¢rios a exigir protocolos HSE rigorosos, as m¨¦tricas de desempenho em seguran?a tornam-se diferenciadores nos concursos. Assim, os l¨ªderes de mercado refinam as suas propostas de valor digitais e de sustentabilidade integradas para proteger a quota de mercado contra novos operadores ¨¢geis.
L¨ªderes do Setor de Constru??o de Om?
Galfar Engineering & Contracting SAOG
Bahwan Engineering Group
Bechtel
Larsen & Toubro Oman
Consolidated Contractors Company (CCC)
- *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica

Oportunidades de mercado e perspectivas futuras
O ciclo de investimento de 2026-2030 ¨¦ definido pelo D¨¦cimo Primeiro Plano de Desenvolvimento Quinquenal (2026-2030), em vigor a partir de 1 de janeiro de 2026, com 190 programas estrat¨¦gicos abrangendo infraestrutura, economia digital e desenvolvimento urbano. A Autoridade P¨²blica de Projetos, Licita??es e Conte¨²do Local anunciou um pipeline de projetos governamentais de 3,9 bilh?es de d¨®lares em fevereiro de 2026, com 1,24 bilh?o de d¨®lares aprovados para implementa??o e 2,6 bilh?es de d¨®lares em estudo, refor?ando oportunidades para capacidade de EPC, engenharia de custos e aquisi??es em conformidade com conte¨²do local.
As reformas de governan?a urbana abrem espa?o em bairros planejados, pacotes de infraestrutura e fluxos de trabalho de terras digitalizados que apoiam a seguran?a dos investimentos. Sultan Haitham City ¨¦ um programa emblem¨¢tico com licita??es em 2026 para estradas, parque central e infraestrutura avaliadas em 535 milh?es de d¨®lares, ampliando oportunidades para obras civis, MEP, paisagismo e agrupamento de O&M de longo prazo. A Lei do Registro Imobili¨¢rio, Decreto Real 56/2026, entrou em vigor em 18 de maio de 2026 para aumentar a transpar¨ºncia e o registro digital, apoiando um processamento de transa??es mais r¨¢pido e de menor risco para incorporadores, credores e compradores. Na execu??o de curto prazo, os pr¨ºmios do Conselho de Licita??es de Om? relatados em julho de 2026 excederam RO 114 milh?es (cerca de 296 milh?es de d¨®lares), incluindo um contrato de RO 36,99 milh?es para o Porto de Pesca de Mahout, demonstrando aquisi??es ativas em log¨ªstica e infraestrutura regional, favorecendo empresas que possam combinar certeza de cronograma com conformidade de conte¨²do local e Omaniza??o.
Desenvolvimentos recentes do setor
- Julho de 2026: A Bahwan Engineering Company anunciou uma parceria com a japonesa Kanadevia Corporation para buscar projetos de hidrog¨ºnio verde e combust¨ªveis de baixo carbono, abrangendo prepara??o de propostas, engenharia, aquisi??es e colabora??o em manufatura. A parceria fortalece a forma??o de cons¨®rcios para pacotes de EPC de hidrog¨ºnio ligados a Dhofar e posiciona a Bahwan para participar de licita??es maiores de infraestrutura industrial e de exporta??o com m¨²ltiplos pacotes.
- Dezembro de 2025: A Galfar Engineering and Contracting SAOG recebeu um contrato de 24 meses da Sultan Qaboos University para servi?os eletromec?nicos e de opera??o e manuten??o civil.
- Agosto de 2024: A Galfar Engineering and Contracting SAOG recebeu um contrato de servi?o de cinco anos da Occidental Oman para obras civis nos Blocos 53 e 72.
Estrutura da metodologia de pesquisa e escopo do relat¨®rio
Defini??o e abrang¨ºncia do mercado
Para este estudo, o mercado de constru??o de Om? ¨¦ medido como o valor da atividade de constru??o realizada em Om? em tarefas comuns de edifica??o e obras civis, contabilizado no n¨ªvel de execu??o do projeto em d¨®lares americanos correntes.
Exclus?es de escopo: este dimensionamento n?o conta a fabrica??o de materiais de constru??o a montante e a extra??o de mat¨¦ria-prima como valor do mercado de constru??o.
Vis?o geral da segmenta??o
- Por Setor
- Residencial
- ´¡±è²¹°ù³Ù²¹³¾±ð²Ô³Ù´Ç²õ/°ä´Ç²Ô»å´Ç³¾¨ª²Ô¾±´Ç²õ
- Moradias/Casas Individuais
- Comercial
- ·¡²õ³¦°ù¾±³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ
- Retalho
- Industrial e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹
- Outros
- Infraestrutura
- Infraestrutura de Transportes (Rodovi¨¢ria, Ferrovi¨¢ria, A¨¦rea e outros)
- Energia e Servi?os de Utilidade P¨²blica
- Outros
- Residencial
- Por Tipo de Constru??o
- Nova Constru??o
- Renova??o
- Por M¨¦todo de Constru??o
- Convencional no Local
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Fontes de Dados, Dimensionamento de Mercado e Valida??o
Pesquisa Documental
A pesquisa documental nos ajuda a definir os limites externos antes que o modelo seja constru¨ªdo. Analisamos estat¨ªsticas p¨²blicas e publica??es setoriais, como publica??es do National Center for Statistics and Information (NCSI), an¨²ncios do Minist¨¦rio de Habita??o e Planejamento Urbano, atualiza??es de projetos do Minist¨¦rio de Transporte, Comunica??es e Tecnologia da Informa??o, e s¨¦ries macroecon?micas do Banco Central de Om? (contexto de infla??o e taxa de c?mbio). Para o contexto do pipeline de projetos, tamb¨¦m usamos comunicados de imprensa e fontes associativas, como ¨®rg?os de constru??o e engenharia que operam em Om?, al¨¦m de registros corporativos e apresenta??es para investidores, quando dispon¨ªveis.
Al¨¦m disso, assinaturas pagas que compilam dados financeiros de empresas, not¨ªcias e licita??es de projetos foram usadas seletivamente para verificar cruzadamente projetos adjudicados, sinais de atividade de empreiteiros e o momento de grandes empreendimentos. Essas fontes ajudam a preencher lacunas de visibilidade quando os dados p¨²blicos s?o publicados com atraso ou em agregados amplos, e as premissas s?o ent?o incorporadas a uma s¨¦rie temporal ¨²nica e consistente em d¨®lares americanos. As fontes documentais listadas acima s?o ilustrativas, e outros documentos e pontos de dados p¨²blicos tamb¨¦m foram usados para coleta, valida??o e esclarecimento.
Entrevistas e Pesquisas Prim¨¢rias
O trabalho prim¨¢rio foi usado para validar o que realmente est¨¢ sendo executado em Om?, especialmente em rela??o ao faseamento de projetos, valores t¨ªpicos de contratos e a divis?o entre obras de reforma e nova constru??o. Conversamos com uma combina??o de empreiteiros, equipes de gerenciamento de projetos, consultores e propriet¨¢rios de ativos. Tamb¨¦m cobrimos Mascate, Dhofar e outras ¨¢reas ativas, para que os padr?es de execu??o regional n?o fossem negligenciados.
Distribui??o dos respondentes do trabalho de campo da pesquisa prim¨¢ria
| Tipo de empresa | Cargo do respondente |
|---|---|
| N¨ªvel superior: 37% | CXOs: 18% |
| N¨ªvel m¨¦dio: 44% | L¨ªderes funcionais/de unidade: 37% |
| Players menores: 19% | Gerentes: 45% |
Dimensionamento de Mercado e Previs?o
O dimensionamento de mercado ¨¦ constru¨ªdo usando uma abordagem top-down, em que a atividade de constru??o nacional ¨¦ reconstru¨ªda por meio de sinais de investimento setorial e dados de execu??o de projetos, sendo ent?o alinhada a uma ¨²nica defini??o de valor em d¨®lares americanos. Os resultados s?o ent?o corroborados com aproxima??es seletivas bottom-up, como verifica??es de valor de projetos amostrados, faixas t¨ªpicas de custo por metro quadrado para obras de edifica??o e verifica??es de canal sobre a carga de trabalho dos empreiteiros. Essas verifica??es s?o usadas para ajustar os totais quando surgem lacunas.
As principais entradas no modelo de Om? incluem valores de projetos adjudicados e planejados por setor, tend¨ºncias de infla??o de custos de constru??o, mix de investimento p¨²blico versus privado, cronogramas t¨ªpicos de execu??o para grandes projetos de infraestrutura e energia, e a divis?o entre atividades de nova constru??o e reforma. Quando um pipeline de projetos ¨¦ vis¨ªvel, mas o momento ¨¦ incerto, o valor ¨¦ faseado usando curvas de progresso baseadas em entrevistas, seguido por uma verifica??o de sanidade em rela??o a sinais macro de capacidade, como disponibilidade de m?o de obra e mobiliza??o de equipamentos. Para a previs?o, usamos an¨¢lise de cen¨¢rios apoiada por vis?es de especialistas sobre gastos com pol¨ªticas no ?mbito da Vis?o 2040, o ritmo de desenvolvimento relacionado ao turismo, e o ciclo de investimento para energia e servi?os p¨²blicos. A previs?o final ¨¦ suavizada para evitar saltos irreais de um ano para o outro, a menos que o in¨ªcio de um grande projeto seja evidenciado.
Valida??o de Dados e Ciclo de Atualiza??o
A valida??o ¨¦ feita por meio de m¨²ltiplas verifica??es para que o n¨²mero final n?o dependa de uma ¨²nica s¨¦rie de dados. As sa¨ªdas do modelo s?o comparadas com sinais independentes, como dire??o do or?amento p¨²blico, not¨ªcias de grandes adjudica??es de contratos e mudan?as observ¨¢veis nos ¨ªndices de custo de constru??o, e qualquer grande vari?ncia ¨¦ revisada antes da aprova??o final. Se uma premissa-chave mudar, como infla??o, timing da taxa de c?mbio ou a data de in¨ªcio de um grande programa, recontatamos respondentes selecionados para confirmar o que mudou e se isso impacta o valor de execu??o.
Os relat¨®rios s?o atualizados anualmente, e atualiza??es intermedi¨¢rias s?o acionadas quando ocorrem eventos materiais, como grandes an¨²ncios de pol¨ªticas ou ciclos de grandes adjudica??es que podem alterar o mercado no curto prazo. Antes da entrega, um analista realiza uma nova passagem pelas entradas do modelo para que os clientes recebam a vis?o mais atualizada, em vez de um instant?neo antigo.
Compara??o do Tamanho do Mercado de Constru??o de Om? da ºÚÁϲ»´òìÈ com Outras Estimativas Publicadas
? normal ver n¨²meros diferentes de tamanho de mercado para a constru??o em Om?, porque as fontes nem sempre definem a atividade de constru??o da mesma forma, al¨¦m de escolherem diferentes anos-base e premissas de pre?os. As lacunas geralmente v¨ºm de como a reforma e a manuten??o s?o tratadas, se o n¨²mero ¨¦ declarado em produ??o em moeda local versus valor de mercado em d¨®lares americanos, e o qu?o agressivamente o pipeline ¨¦ faseado nos anos de previs?o.
Alguns n¨²meros publicados tendem a uma vis?o mais ampla da produ??o de constru??o e podem incluir obras do tipo manuten??o dentro dos totais de infraestrutura. Tamb¨¦m podem manter os valores em OMR antes de converter a uma taxa de um ¨²nico ano. No dimensionamento da ºÚÁϲ»´òìÈ, o valor ¨¦ contabilizado como atividade de execu??o de constru??o vinculada a tarefas definidas de edifica??o e obras civis, e a s¨¦rie em d¨®lares americanos ¨¦ mantida consistente verificando o timing da infla??o e da taxa de c?mbio e validando o faseamento de projetos com feedback de execu??o local.
Compara??o de refer¨ºncia
| Fonte | Tamanho do Mercado | Lacunas na Metodologia de Pesquisa |
|---|---|---|
| ºÚÁϲ»´òìÈ | 7,05 bilh?es de d¨®lares (2025) | |
| Editora do Setor A | 6,50 bilh?es de d¨®lares (2024) | Usa um ano-base diferente e um horizonte mais longo, e o escopo ¨¦ descrito em um n¨ªvel setorial amplo, o que pode alterar os totais dependendo de se as atividades de apoio e obras indiretas s?o contabilizadas no valor da constru??o. |
| Resumo de Ag¨ºncia de Not¨ªcias B | 10,25 bilh?es de d¨®lares (2024) | Relata a produ??o de constru??o em moeda local e depois converte, e pode agrupar reurbaniza??o e manuten??o dentro da infraestrutura, o que aumenta o valor reportado em compara??o com a contagem apenas de execu??o em uma s¨¦rie consistente em d¨®lares americanos. |
A tabela mostra que a sele??o do ano, o tratamento da moeda e o que ¨¦ agrupado na infraestrutura s?o as principais raz?es para a dispers?o. Ao manter o escopo vinculado ¨¤s atividades de execu??o e, em seguida, testar sob press?o o faseamento e as premissas de pre?os com sinais reais de projetos, nossa estimativa permanece rastre¨¢vel a entradas claras que podem ser revisitadas conforme o pipeline muda.
Principais Quest?es Respondidas no Relat¨®rio
Qual ¨¦ a dimens?o do Mercado de Constru??o de Om??
Espera-se que o tamanho do Mercado de Constru??o de Om? atinja USD 7,27 mil milh?es em 2026 e cres?a a uma CAGR de 3,08% para atingir USD 8,46 mil milh?es at¨¦ 2031.
Qual ¨¦ o tamanho atual do Mercado de Constru??o de Om??
Em 2026, espera-se que o tamanho do Mercado de Constru??o de Om? atinja USD 7,27 mil milh?es.
Quais s?o os principais intervenientes no Mercado de Constru??o de Om??
Bechtel, Bouygues, McDermott, Daewoo Engineering & Construction Co. Ltd e Hyundai Engineering & Construction Co. Ltd s?o as principais empresas a operar no Mercado de Constru??o de Om?.
Que anos abrange este Mercado de Constru??o de Om? e qual foi o tamanho do mercado em 2025?
Em 2025, o tamanho do Mercado de Constru??o de Om? foi estimado em USD 7,05 mil milh?es. O relat¨®rio abrange o tamanho hist¨®rico do Mercado de Constru??o de Om? para os anos: 2020, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025. O relat¨®rio tamb¨¦m prev¨º o tamanho do Mercado de Constru??o de Om? para os anos: 2026, 2027, 2028, 2029, 2030 e 2031.
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