Tamanho e Participa??o do Mercado de Courier, Express e Encomendas (CEP) da ?sia-Pac¨ªfico

Mercado de Courier, Express e Encomendas (CEP) da ?sia-Pac¨ªfico (2026 - 2031)
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

An¨¢lise do Mercado de Courier, Express e Encomendas (CEP) da ?sia-Pac¨ªfico por ºÚÁϲ»´òìÈ

Espera-se que o tamanho do mercado de Courier, Express e Encomendas da ?sia-Pac¨ªfico cres?a de USD 243,08 mil milh?es em 2025 para USD 260,17 mil milh?es em 2026 e est¨¢ previsto atingir USD 364,25 mil milh?es at¨¦ 2031 a um CAGR de 6,96% no per¨ªodo 2026-2031. 

Os padr?es de consumo urbano est?o a evoluir para o cumprimento de pedidos em menos de duas horas, e as plataformas de com¨¦rcio instant?neo moldam agora o design das redes nas cidades de primeiro n¨ªvel da regi?o. Nano-dep¨®sitos hiperlocais posicionados a menos de 3 quil¨®metros dos clusters de procura comprimem as dist?ncias de ¨²ltima milha, proporcionando vantagens de densidade que contrabalan?am o aumento dos custos de m?o de obra. Os calend¨¢rios tarif¨¢rios harmonizados introduzidos no ?mbito do RCEP e do CPTPP reduziram a documenta??o transfronteiri?a em 35%, melhorando os tempos de desalfandegamento de 48 horas para 6 horas para encomendas de baixo valor. Entretanto, as frotas de ve¨ªculos el¨¦tricos e os centros de triagem automatizados reduzem os custos de entrega por quil¨®metro em 22% nos corredores piloto, sinalizando que a ado??o de tecnologia, e n?o o tamanho da frota, definir¨¢ o posicionamento competitivo futuro.

Principais Conclus?es do Relat¨®rio

  • Por destino, as encomendas dom¨¦sticas lideraram com uma participa??o de receita de 65,3% em 2025, enquanto os fluxos internacionais est?o projetados para expandir a um CAGR de 8,01% at¨¦ 2031.
  • Por velocidade de entrega, os servi?os n?o expressos representaram 59,57% da participa??o do tamanho do mercado de courier, express e encomendas da ?sia-Pac¨ªfico em 2025, e a entrega expressa est¨¢ a avan?ar a um CAGR de 8,22% at¨¦ 2031.
  • Por modelo de neg¨®cio, as remessas B2C detinham 53,45% da participa??o do mercado de courier, express e encomendas da ?sia-Pac¨ªfico em 2025, enquanto a log¨ªstica C2C est¨¢ prevista para crescer a um CAGR de 8,4% no per¨ªodo 2026-2031.
  • Por peso de remessa, as encomendas leves comandavam uma participa??o de 60,42% em 2025, e as encomendas pesadas est?o projetadas para aumentar a um CAGR de 8,53% at¨¦ 2031.
  • Por modo de transporte, os servi?os rodovi¨¢rios lideraram com uma participa??o de mercado de 50,02% em 2025, enquanto a carga a¨¦rea est¨¢ posicionada para um CAGR de 7,62% durante 2026-2031.
  • Por utilizador final, o e-commerce gerou 35,12% da procura de 2025, e a log¨ªstica de sa¨²de est¨¢ no caminho de um CAGR de 8,82% at¨¦ 2031.
  • Por pa¨ªs, a China reteve uma participa??o de mercado de 54,44% em 2025, enquanto a ?ndia est¨¢ projetada para entregar um CAGR de 10,58% entre 2026-2031.

Nota: Os n¨²meros de tamanho de mercado e previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e insights mais recentes dispon¨ªveis at¨¦ 2026.

An¨¢lise de Segmentos

Por Setor do Utilizador Final: A ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ de ³§²¹¨²»å±ð Emerge como L¨ªder de Velocidade

O segmento de sa¨²de est¨¢ previsto para crescer a um CAGR de 8,82% at¨¦ 2031, superando o momentum total do mercado apesar da lideran?a de 35,12% do e-commerce na contribui??o de volume em 2025. O envelhecimento das popula??es no Jap?o e na Coreia do Sul e o alargamento do acesso farmac¨ºutico na ?ndia e na ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹ impulsionam a procura de biol¨®gicos. As remessas de temperatura controlada expandiram-se 24% anualmente de 2023 a 2025, exigindo embalagens especializadas, sistemas de arrefecimento ativo e protocolos meticulosos de cadeia de cust¨®dia.

A manufatura det¨¦m uma participa??o de 18% atrav¨¦s do movimento de pe?as just-in-time, enquanto o BFSI, o com¨¦rcio por grosso e as ind¨²strias prim¨¢rias acrescentam requisitos de nicho, desde documentos seguros a produtos perec¨ªveis. Os retalhistas omnicanal combinam o envio a partir da loja e o cumprimento de armaz¨¦m, impulsionando o planeamento flex¨ªvel de rotas. O mercado de Courier, Express e Encomendas da ?sia-Pac¨ªfico continua a inovar com contentores equipados com sensores e rastreamento por blockchain para responder ¨¤s rigorosas regulamenta??es de sa¨²de, estabelecendo novos benchmarks de desempenho que se estendem a outros setores verticais.

Mercado de Courier, Express e Encomendas (CEP) da ?sia-Pac¨ªfico: Participa??o de Mercado por Setor do Utilizador Final
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Por Destino: O Momentum Internacional Cresce com a Facilita??o do Com¨¦rcio

Os fluxos de encomendas internacionais expandiram-se a um CAGR de 8,01% entre 2026-2031, reduzindo a diferen?a em rela??o ao tr¨¢fego dom¨¦stico que ainda detinha uma participa??o dominante de 65,3% no tamanho do mercado de courier, express e encomendas da ?sia-Pac¨ªfico em 2025. A harmoniza??o tarif¨¢ria no ?mbito do RCEP reduziu os tempos de processamento aduaneiro em 42% para encomendas expressas avaliadas abaixo de USD 200, elevando o desempenho pontual nas rotas de Xangai para Banguecoque para 96%. As redes dom¨¦sticas beneficiam da densidade hiperlocal criada pelo com¨¦rcio instant?neo, mantendo os custos unit¨¢rios baixos, mas as margens de contribui??o negativas persistem onde as plataformas subsidiam as entregas. Os custos transfronteiri?os ca¨ªram 18% de 2023 a 2025 ap¨®s os protocolos de desalfandegamento consolidados removerem os atrasos de deten??o, atraindo pequenos exportadores em toda a regi?o.

O crescimento do tr¨¢fego no Sudeste Asi¨¢tico sublinha como a documenta??o simplificada encoraja a entrada no mercado de vendedores chineses e coreanos. A melhoria eleva o rendimento para as transportadoras que combinam transporte a¨¦reo em volume com transporte rodovi¨¢rio regional, enquanto a variabilidade do servi?o permanece problem¨¢tica nas rotas arquipel¨¢gicas como a ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹-Filipinas, onde a infraestrutura est¨¢ atrasada. Os operadores dom¨¦sticos est?o a pivotar para servi?os urbanos premium para defender a sua quota, mas enfrentam press?o de margem ¨¤ medida que as guerras de pre?os se intensificam. ? medida que a digitaliza??o aduaneira amadurece, o mercado de Courier, Express e Encomendas da ?sia-Pac¨ªfico dever¨¢ ver os volumes de encomendas internacionais aproximarem-se das taxas de crescimento dom¨¦sticas, remodelando os investimentos em redes para mais instala??es aduaneiras e corredores transfronteiri?os dedicados.

Por Velocidade de Entrega: Os Servi?os Expressos Asseguram Pre?os Premium

As encomendas expressas cresceram a um CAGR de 8,22% na janela de previs?o, ganhando terreno sobre as remessas n?o expressas que ainda representavam 59,57% dos volumes de 2025. Os consumidores pagaram taxas 2,8 vezes mais elevadas por janelas garantidas, refletindo uma disponibilidade para trocar pre?o por certeza nas zonas metropolitanas. O despacho orientado por intelig¨ºncia artificial elevou o sucesso na primeira entrega para 94% nos principais operadores, apertando o controlo de custos mesmo com as restri??es de horas extraordin¨¢rias a acrescentar press?o salarial. O servi?o n?o expresso permanece volumoso atrav¨¦s de remessas B2B e entregas rurais, mas o crescimento mais lento sublinha a comoditiza??o.

Os n¨ªveis de entrega no mesmo dia e no dia seguinte exigem configura??es de instala??es complexas que separam os fluxos premium dos padr?o, aumentando as despesas de manuseamento em at¨¦ 15%. N?o obstante, as frotas eletrificadas reduziram os custos vari¨¢veis, mantendo os diferenciais de margem favor¨¢veis. O tamanho do mercado de Courier, Express e Encomendas da ?sia-Pac¨ªfico associado aos produtos expressos cresceu desproporcionalmente ¨¤ medida que os retalhistas lan?aram programas de ades?o paga que incluem envio expresso gratuito. A m¨¦dio prazo, as melhorias de densidade poder?o permitir que o expresso supere o n?o expresso na contribui??o de valor, mesmo que a lideran?a de volume permane?a com os servi?os econ¨®micos.

Por Peso de Remessa: As Encomendas Pesadas Recuperam em Meio ¨¤ Regionaliza??o da Cadeia de Abastecimento

As encomendas leves mantiveram uma participa??o de 60,42% no tamanho do mercado de courier, express e encomendas da ?sia-Pac¨ªfico em 2025, gra?as ¨¤s frequentes encomendas de e-commerce abaixo de 3 quilogramas, mas as encomendas pesadas est?o projetadas para crescer a um CAGR de 8,53% ¨¤ medida que os fabricantes regionalizam as cadeias de abastecimento. A produ??o diversificada em toda a ASEAN encoraja o movimento intra-regional de maquinaria e componentes com peso superior a 20 quilogramas. As cargas pesadas consolidadas proporcionam custos por quilograma 45% mais baixos do que encomendas leves compar¨¢veis enviadas individualmente, impulsionando a ado??o entre clientes industriais.

As restri??es das instala??es persistem: muitas linhas de triagem automatizadas constru¨ªdas para embalagens do tamanho de uma caixa de sapatos n?o conseguem processar cargas irregulares, exigindo redes paralelas e inflacionando os ativos fixos em 28%. Ainda assim, as transportadoras vislumbram potencial de margem com frete mais pesado que comanda pre?os contratuais est¨¢veis. O com¨¦rcio instant?neo refor?a o vi¨¦s de encomendas leves nos corredores urbanos, mas as tend¨ºncias macro da cadeia de abastecimento garantem um crescimento equilibrado entre as classes de peso, apoiando a estrat¨¦gia de diversifica??o da participa??o do mercado de Courier, Express e Encomendas da ?sia-Pac¨ªfico.

Mercado de Courier, Express e Encomendas (CEP) da ?sia-Pac¨ªfico: Participa??o de Mercado por Peso de Remessa
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Por Modo de Transporte: A Carga A¨¦rea Captura Gastos Sens¨ªveis ao Tempo

O transporte rodovi¨¢rio movimentou 50,02% dos volumes de encomendas em 2025, ancorado pela domin?ncia na ¨²ltima milha e pela efici¨ºncia de custo relativa de USD 0,18 por quil¨®metro. A carga a¨¦rea, embora mais cara a USD 1,40 por quil¨®metro, dever¨¢ registar um CAGR de 7,62% impulsionado pela crescente procura expressa transfronteiri?a e pelos requisitos de cadeia de frio m¨¦dica. A capacidade de cargueiros dedicados nas rotas principais asi¨¢ticas expandiu-se 16% em 2025, e as transportadoras asseguram janelas de carregamento mais antecipadas para proteger as m¨¦tricas de pontualidade. As press?es de carbono est?o a aumentar, no entanto, uma vez que a avia??o emite 12 vezes mais CO? por tonelada-quil¨®metro do que os cami?es el¨¦tricos, colocando as companhias a¨¦reas sob escrut¨ªnio.

O caminho de ferro e as vias naveg¨¢veis permanecem em nicho com 8% de participa??o, mas servem fluxos a granel e pesados onde o custo supera a velocidade. O mercado de Courier, Express e Encomendas da ?sia-Pac¨ªfico mistura cada vez mais modos; 68% das encomendas internacionais utilizaram pelo menos dois tipos de transporte em 2025, face a 42% em 2020. As transfer¨ºncias de dados sem descontinuidade entre modos melhoram a visibilidade e permitem o reencaminhamento em tempo real durante perturba??es, contribuindo para uma maior satisfa??o do cliente.

Por Modelo de Neg¨®cio: O B2C Domina, o C2C Emerge

As encomendas B2C compreendiam 53,45% da receita de mercado em 2025, mas os volumes C2C registaram a trajet¨®ria mais elevada a um CAGR de 8,4% impulsionado pela crescente ado??o do com¨¦rcio social. Os mercados de segunda m?o e as vendas em transmiss?o ao vivo na ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹, Tail?ndia e China permitiram que os particulares expedissem diretamente sem intermedi¨¢rios retalhistas, alargando a procura de servi?os para recolha e entrega flex¨ªveis. A fragmenta??o eleva o custo por encomenda para USD 2,60, face a USD 1,80 para caixas B2C consolidadas, mas os estafetas por conta pr¨®pria compensam parcialmente a desvantagem atrav¨¦s de capacidade a pedido.

As empresas aproveitam os fluxos previs¨ªveis para garantir tarifas favor¨¢veis, enquanto as vendas impulsionadas por influenciadores comportam-se como picos instant?neos, pressionando a agilidade da rede. O setor de Courier, Express e Encomendas da ?sia-Pac¨ªfico respondeu com aplica??es m¨®veis que incorporam calculadoras de tarifas e etiquetas digitais, reduzindo o atrito para expedidores ocasionais. Embora o B2B continue a fornecer procura industrial est¨¢vel, a racionaliza??o de invent¨¢rio reduziu a frequ¨ºncia de remessas. Em conjunto, o crescimento entre pares diversifica os pools de receita e encoraja as transportadoras a aperfei?oar as interfaces com os clientes.

An¨¢lise Geogr¨¢fica

A participa??o de 54,44% da China em 2025 ilustra como um ecossistema digital integrado que abrange pagamentos, e-commerce e log¨ªstica impulsiona a efici¨ºncia da rede. As cidades de primeiro n¨ªvel processaram 4,2 mil milh?es de pedidos de com¨¦rcio instant?neo em 2025, com tempos m¨¦dios de entrega de 28 minutos. Os corredores ferrovi¨¢rios de frete apoiados pelo governo e os triadores rob¨®ticos reduziram os custos operacionais em 19% de 2023 a 2025, mas o crescimento de pedidos nos clusters urbanos maduros abrandou para 6%, sugerindo uma aproxima??o ¨¤ satura??o. A expans?o rural ¨¦ a pr¨®xima fronteira, mas a baixa densidade desafia a disciplina de margem.

A ?ndia registou a trajet¨®ria mais r¨¢pida da regi?o com um CAGR projetado de 10,58% at¨¦ 2031. A Interface de Pagamentos Unificada registou 11,6 mil milh?es de transa??es mensais em 2025, tornando o pagamento na entrega menos necess¨¢rio e alargando a base de compradores online. A infraestrutura Gati Shakti reduziu os tempos de tr?nsito entre estados em 27%, e as plataformas de e-commerce em l¨ªnguas vern¨¢culas processaram 680 milh?es de pedidos em 2025, desbloqueando a procura nas cidades de n¨ªvel 2 e n¨ªvel 3. Os investimentos em conectividade e as reformas pol¨ªticas est?o a desviar a gravidade das encomendas das metr¨®poles costeiras para as zonas de consumo do interior.

O Jap?o e a ´¡³Ü²õ³Ù°ù¨¢±ô¾±²¹ apresentam expectativas de servi?o maduras e elevadas, estimulando a ado??o de rob¨®tica para compensar a escassez de m?o de obra. O Jap?o implementou 2.400 rob?s de entrega aut¨®nomos em ¨¢reas controladas durante 2025, enquanto as vias expressas da ´¡³Ü²õ³Ù°ù¨¢±ô¾±²¹ enfatizam a fiabilidade para servir remessas de minera??o e sa¨²de sens¨ªveis ao tempo. A demografia jovem do Sudeste Asi¨¢tico alimenta um crescimento de volume de dois d¨ªgitos; as encomendas da ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹ cresceram 32% em 2025 para 2,8 mil milh?es de unidades, sustentadas por projetos de conectividade da ASEAN que reduziram os tempos de tr?nsito transfronteiri?o em 35%. Singapura aproveita o seu estatuto de centro log¨ªstico e financeiro para frete premium, e a ²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹ funciona como uma plataforma de distribui??o para os mercados da ASEAN. O Paquist?o e as Filipinas permanecem mercados emergentes onde as lacunas de endere?amento e as preocupa??es de seguran?a moderam a expans?o r¨¢pida, mas a crescente penetra??o da internet sinaliza potencial inexplorado.

Panorama Competitivo

O mercado de Courier, Express e Encomendas da ?sia-Pac¨ªfico ¨¦ moderadamente fragmentado, com integradores globais, campe?es regionais e especialistas locais a coexistir. DHL, FedEx e UPS dominam as vias expressas internacionais, oferecendo solu??es aduaneiras integradas que complementam a facilita??o do com¨¦rcio impulsionada pelo RCEP. SF Express, ZTO Express e Japan Post aproveitam a densidade dom¨¦stica e os mega-centros automatizados para atingir custos por encomenda que os pares menores t¨ºm dificuldade em igualar. Os novos operadores de m¨¦dio porte compensam com despacho orientado por intelig¨ºncia artificial que eleva o sucesso na primeira entrega para 94%, reduzindo a diferen?a de desempenho.

As fus?es permanecem moderadas, mas as alian?as estrat¨¦gicas proliferam ¨¤ medida que as transportadoras procuram sinergias transfronteiri?as sem grandes despesas de capital. Os pedidos de patente para sistemas de entrega aut¨®noma saltaram 41% em 2025, com empresas chinesas a controlar 62% das submiss?es e empresas japonesas a avan?ar na integra??o de rob¨®tica. 

Existem oportunidades de espa?o em branco na cadeia de frio de sa¨²de e na cobertura rural, mas os elevados limiares de capital dissuadem as startups tecnol¨®gicas puras. Os compromissos de sustentabilidade, como a expans?o da frota de ve¨ªculos el¨¦tricos da Yamato, s?o diferenciadores chave ¨¤ medida que os expedidores exigem credenciais verdes. O aumento das faturas salariais e a volatilidade dos combust¨ªveis elevam o valor da automa??o e da propuls?o alternativa, inclinando o campo para os operadores que combinam escala tecnol¨®gica com experi¨ºncia regulat¨®ria.

L¨ªderes do Setor de Courier, Express e Encomendas (CEP) da ?sia-Pac¨ªfico

  1. China Post

  2. SF Express (KEX-SF)

  3. DHL Group

  4. ZTO Express

  5. J&T Express

  6. *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica
Concentra??o do Mercado de Courier, Express e Encomendas (CEP) da ?sia-Pac¨ªfico
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Desenvolvimentos Recentes do Setor

  • Dezembro de 2025: A Hong Kong Airlines inaugurou um servi?o tr¨ºs vezes por semana entre Hong Kong e Melbourne utilizando aeronaves Airbus A330, acrescentando 93.000 lugares anuais para frete sens¨ªvel ao tempo e tr¨¢fego de passageiros.
  • Outubro de 2025: A Blue Dart Express inaugurou um Centro de Distribui??o Terrestre Verde Integrado em Pataudi, na ?ndia, refor?ando a capacidade expressa a n¨ªvel nacional e apoiando os objetivos de sustentabilidade.
  • Junho de 2025: A Blue Dart iniciou entregas comerciais por drone em rotas indianas selecionadas, testando um acesso mais r¨¢pido a encomendas rurais com aprova??es regulat¨®rias.
  • Mar?o de 2024: A DHL Express lan?ou um centro de triagem automatizado em Nova Deli ap¨®s um investimento de EUR 200 milh?es destinado a refor?ar as capacidades de exporta??o da ?ndia.

?ndice do Relat¨®rio do Setor de Courier, Express e Encomendas (CEP) da ?sia-Pac¨ªfico

1. Introdu??o

  • 1.1 Pressupostos do Estudo e Defini??o do Mercado
  • 1.2 ?mbito do Estudo

2. Metodologia de Investiga??o

3. Sum¨¢rio Executivo

4. Panorama do Mercado

  • 4.1 Vis?o Geral do Mercado
  • 4.2 Demografia
  • 4.3 Distribui??o do PIB por Atividade Econ¨®mica
  • 4.4 Crescimento do PIB por Atividade Econ¨®mica
  • 4.5 Infla??o
  • 4.6 Desempenho e Perfil Econ¨®mico
    • 4.6.1 Tend¨ºncias no Setor de E-Commerce
    • 4.6.2 Tend¨ºncias no Setor Manufatureiro
  • 4.7 PIB do Setor de Transporte e Armazenamento
  • 4.8 Tend¨ºncias de Exporta??o
  • 4.9 Tend¨ºncias de Importa??o
  • 4.10 Pre?o do Combust¨ªvel
  • 4.11 Desempenho Log¨ªstico
  • 4.12 Infraestrutura
  • 4.13 Enquadramento Regulat¨®rio
    • 4.13.1 ´¡³Ü²õ³Ù°ù¨¢±ô¾±²¹
    • 4.13.2 China
    • 4.13.3 ?ndia
    • 4.13.4 ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹
    • 4.13.5 Jap?o
    • 4.13.6 ²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹
    • 4.13.7 Paquist?o
    • 4.13.8 Filipinas
    • 4.13.9 Tail?ndia
    • 4.13.10 Vietname
  • 4.14 An¨¢lise da Cadeia de Valor e do Canal de Distribui??o
  • 4.15 Impulsionadores do Mercado
    • 4.15.1 Prolifera??o de Plataformas de Com¨¦rcio Instant?neo Impulsionando a Intensidade de Encomendas
    • 4.15.2 C¨®digos Tarif¨¢rios Harmonizados no ?mbito de Pactos Comerciais Regionais de Nova Gera??o Facilitando os Fluxos Transfronteiri?os
    • 4.15.3 Corredores Multimodais Patrocinados pelo Estado Reduzindo os Tempos de Tr?nsito no Interior
    • 4.15.4 Crescente Procura de ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ de Temperatura Controlada para Biol¨®gicos e Nutrac¨ºuticos
    • 4.15.5 Despacho e Balanceamento de Carga com Intelig¨ºncia Artificial Aumentando a Utiliza??o da Rede
    • 4.15.6 Expans?o de Nano-Dep¨®sitos Hiperlocais Permitindo Entregas em Menos de Duas Horas
  • 4.16 Restri??es do Mercado
    • 4.16.1 Limites de Horas Extraordin¨¢rias e Envelhecimento da For?a de Trabalho Inflacionando os Custos de M?o de Obra de ?ltima Milha
    • 4.16.2 Pre?os Vol¨¢teis do Gas¨®leo e do Combust¨ªvel de Avia??o Obscurecendo as Previs?es de Custos
    • 4.16.3 Endere?amento N?o Padronizado em Cidades Secund¨¢rias Causando Falhas na Primeira Entrega
    • 4.16.4 Tens?es de Seguran?a em Pontos de Estrangulamento Regionais Perturbando as Rotas Preferenciais
  • 4.17 Inova??es Tecnol¨®gicas no Mercado
  • 4.18 An¨¢lise das Cinco For?as de Porter
    • 4.18.1 Amea?a de Novos Entrantes
    • 4.18.2 Poder de Negocia??o dos Compradores
    • 4.18.3 Poder de Negocia??o dos Fornecedores
    • 4.18.4 Amea?a de Substitutos
    • 4.18.5 Rivalidade Competitiva

5. Previs?es de Tamanho e Crescimento do Mercado (Valor, USD)

  • 5.1 Destino
    • 5.1.1 ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç
    • 5.1.2 Internacional
  • 5.2 Velocidade de Entrega
    • 5.2.1 Expresso
    • 5.2.2 N?o Expresso
  • 5.3 Modelo
    • 5.3.1 Empresa para Empresa (B2B)
    • 5.3.2 Empresa para Consumidor (B2C)
    • 5.3.3 Consumidor para Consumidor (C2C)
  • 5.4 Peso da Remessa
    • 5.4.1 Remessas de Peso Pesado
    • 5.4.2 Remessas de Peso Leve
    • 5.4.3 Remessas de Peso ²Ñ¨¦»å¾±´Ç
  • 5.5 Modo de Transporte
    • 5.5.1 ´¡¨¦°ù±ð´Ç
    • 5.5.2 ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç
    • 5.5.3 Outros
  • 5.6 Setor do Utilizador Final
    • 5.6.1 E-Commerce
    • 5.6.2 Servi?os Financeiros (BFSI)
    • 5.6.3 ³§²¹¨²»å±ð
    • 5.6.4 Manufatura
    • 5.6.5 Ind¨²stria Prim¨¢ria
    • 5.6.6 Com¨¦rcio por Grosso e a Retalho (Offline)
    • 5.6.7 Outros
  • 5.7 ±Ê²¹¨ª²õ
    • 5.7.1 ´¡³Ü²õ³Ù°ù¨¢±ô¾±²¹
    • 5.7.2 China
    • 5.7.3 ?ndia
    • 5.7.4 ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹
    • 5.7.5 Jap?o
    • 5.7.6 ²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹
    • 5.7.7 Paquist?o
    • 5.7.8 Filipinas
    • 5.7.9 Tail?ndia
    • 5.7.10 Vietname
    • 5.7.11 Resto da ?sia-Pac¨ªfico

6. Panorama Competitivo

  • 6.1 Concentra??o do Mercado
  • 6.2 Principais Movimentos Estrat¨¦gicos
  • 6.3 An¨¢lise de Participa??o de Mercado
  • 6.4 Perfis de Empresas (Inclui Vis?o Geral a N¨ªvel Global, Vis?o Geral a N¨ªvel de Mercado, Segmentos Principais, Dados Financeiros Dispon¨ªveis, Informa??o Estrat¨¦gica, Classifica??o/Participa??o de Mercado para Empresas Chave, Produtos e Servi?os, e Desenvolvimentos Recentes)
    • 6.4.1 Blue Dart Express, Ltd.
    • 6.4.2 China Post
    • 6.4.3 CJ Logistics Corporation
    • 6.4.4 DHL Group
    • 6.4.5 DTDC Express, Ltd.
    • 6.4.6 FedEx
    • 6.4.7 Japan Post Holdings Co., Ltd. (including Toll Group)
    • 6.4.8 SCGJWD Group
    • 6.4.9 SF Express (KEX-SF)
    • 6.4.10 SG Holdings Co., Ltd.
    • 6.4.11 Shanghai YTO Express (Logistics) Co., Ltd.
    • 6.4.12 United Parcel Service of America, Inc. (UPS)
    • 6.4.13 Yamato Holdings Co., Ltd.
    • 6.4.14 J&T Express
    • 6.4.15 JD Holdings, Ltd.
    • 6.4.16 Best, Inc.
    • 6.4.17 Singapore Post
    • 6.4.18 Ninja Van
    • 6.4.19 Lalamove
    • 6.4.20 ZTO Express

7. Oportunidades de Mercado e Perspetivas Futuras

  • 7.1 Avalia??o de Espa?os em Branco e Necessidades N?o Satisfeitas

?mbito do Relat¨®rio do Mercado de Courier, Express e Encomendas (CEP) da ?sia-Pac¨ªfico

Destino
¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç
Internacional
Velocidade de Entrega
Expresso
N?o Expresso
Modelo
Empresa para Empresa (B2B)
Empresa para Consumidor (B2C)
Consumidor para Consumidor (C2C)
Peso da Remessa
Remessas de Peso Pesado
Remessas de Peso Leve
Remessas de Peso ²Ñ¨¦»å¾±´Ç
Modo de Transporte
´¡¨¦°ù±ð´Ç
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Outros
Setor do Utilizador Final
E-Commerce
Servi?os Financeiros (BFSI)
³§²¹¨²»å±ð
Manufatura
Ind¨²stria Prim¨¢ria
Com¨¦rcio por Grosso e a Retalho (Offline)
Outros
±Ê²¹¨ª²õ
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China
?ndia
±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹
Jap?o
²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹
Paquist?o
Filipinas
Tail?ndia
Vietname
Resto da ?sia-Pac¨ªfico
Destino¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç
Internacional
Velocidade de EntregaExpresso
N?o Expresso
ModeloEmpresa para Empresa (B2B)
Empresa para Consumidor (B2C)
Consumidor para Consumidor (C2C)
Peso da RemessaRemessas de Peso Pesado
Remessas de Peso Leve
Remessas de Peso ²Ñ¨¦»å¾±´Ç
Modo de Transporte´¡¨¦°ù±ð´Ç
¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç
Outros
Setor do Utilizador FinalE-Commerce
Servi?os Financeiros (BFSI)
³§²¹¨²»å±ð
Manufatura
Ind¨²stria Prim¨¢ria
Com¨¦rcio por Grosso e a Retalho (Offline)
Outros
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China
?ndia
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Jap?o
²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹
Paquist?o
Filipinas
Tail?ndia
Vietname
Resto da ?sia-Pac¨ªfico

Defini??o de mercado

  • Courier, Express e Encomendas - Os servi?os de Courier, Express e Encomendas, frequentemente designados como Mercado de CEP, referem-se aos fornecedores de servi?os log¨ªsticos e postais especializados no transporte de pequenas mercadorias (encomendas/pacotes). Captura o tamanho total do mercado (USD) e o volume de mercado (n¨²mero de encomendas) de (1) as remessas/encomendas/pacotes com peso inferior a 70 kg/154 lbs, (2) pacotes de clientes empresariais, nomeadamente Empresa para Empresa (B2B) e Empresa para Consumidor (B2C), bem como pacotes de clientes privados (C2C), (3) servi?os de entrega de encomendas n?o expressos (Standard e Diferido) bem como servi?os de entrega de encomendas expressos (Expresso com Dia Definido e Expresso com Hora Definida), (4) remessas dom¨¦sticas e internacionais.
  • Demografia - Para analisar a procura total do mercado endere?¨¢vel, o crescimento e as previs?es populacionais foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Representa a distribui??o da popula??o por categorias como g¨¦nero (masculino/feminino), ¨¢rea de desenvolvimento (urbana/rural), principais cidades, entre outros par?metros chave como densidade populacional e despesa de consumo final (crescimento e participa??o % do PIB). Estes dados foram utilizados para avaliar as flutua??es na procura e na despesa de consumo, e os principais pontos de concentra??o (cidades) de procura potencial.
  • Mercado ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç de Courier - O Mercado ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç de Courier refere-se ¨¤s remessas de CEP em que a origem e o destino se encontram dentro dos limites da geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o de acordo com o ?mbito do relat¨®rio). Captura o tamanho do mercado (USD) e o volume de mercado (n¨²mero de encomendas) de (1) as remessas/encomendas/pacotes com peso inferior a 70 kg/154 lbs, incluindo remessas de peso leve, remessas de peso m¨¦dio e remessas de peso pesado (2) pacotes de clientes empresariais, nomeadamente Empresa para Empresa (B2B) e Empresa para Consumidor (B2C), bem como pacotes de clientes privados (C2C), (3) servi?os de entrega de encomendas n?o expressos (Standard e Diferido) bem como servi?os de entrega de encomendas expressos (Expresso com Dia Definido e Expresso com Hora Definida).
  • E-Commerce - Este segmento do setor do utilizador final captura as despesas log¨ªsticas externas (externalizadas) incorridas pelos retalhistas online, atrav¨¦s do canal de vendas online, em servi?os de Courier, Express e Encomendas (CEP). O ?mbito inclui (i) a cadeia de abastecimento dos pedidos de clientes online de uma empresa a serem cumpridos, (ii) o processo de levar um produto do ponto de fabrico ao ponto em que ¨¦ entregue aos consumidores. Envolve a gest?o de invent¨¢rio (diferido e sens¨ªvel ao tempo), expedi??o e distribui??o.
  • Tend¨ºncias de Exporta??o e Tend¨ºncias de Importa??o - O desempenho log¨ªstico global de uma economia est¨¢ positiva e significativamente (estatisticamente) correlacionado com o seu desempenho comercial (exporta??es e importa??es). Por conseguinte, nesta tend¨ºncia do setor, o valor total do com¨¦rcio, as principais mercadorias/grupos de mercadorias e os principais parceiros comerciais, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o de acordo com o ?mbito do relat¨®rio), foram analisados juntamente com o impacto dos principais investimentos em infraestrutura de com¨¦rcio/log¨ªstica e do ambiente regulat¨®rio.
  • Servi?os Financeiros (BFSI) - Este segmento do setor do utilizador final captura as despesas log¨ªsticas externas (externalizadas) incorridas pelos operadores de BFSI, em servi?os de Courier, Express e Encomendas (CEP). O CEP ¨¦ importante para o setor de servi?os financeiros no envio de documentos e ficheiros confidenciais. Os estabelecimentos neste setor est?o envolvidos em (i) transa??es financeiras (ou seja, transa??es que envolvem a cria??o, liquida??o ou mudan?a de propriedade de ativos financeiros) ou na facilita??o de transa??es financeiras, (ii) intermedia??o financeira, (iii) a agrega??o de risco atrav¨¦s da subscri??o de anuidades e seguros, (iv) presta??o de servi?os especializados que facilitam ou apoiam a intermedia??o financeira, seguros e programas de benef¨ªcios para funcion¨¢rios, e (v) controlo monet¨¢rio - as autoridades monet¨¢rias.
  • Pre?o do Combust¨ªvel - Os picos nos pre?os dos combust¨ªveis podem causar atrasos e perturba??es para os fornecedores de servi?os log¨ªsticos (FSL), enquanto as quedas nos mesmos podem resultar em maior rentabilidade a curto prazo e maior rivalidade de mercado para oferecer aos consumidores as melhores condi??es. Por conseguinte, as varia??es dos pre?os dos combust¨ªveis foram estudadas ao longo do per¨ªodo de revis?o e apresentadas juntamente com as causas e os impactos no mercado.
  • Distribui??o do PIB por Atividade Econ¨®mica - O Produto Interno Bruto nominal e a sua distribui??o pelos principais setores econ¨®micos na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o de acordo com o ?mbito do relat¨®rio) foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Como o PIB est¨¢ positivamente relacionado com a rentabilidade e o crescimento do setor log¨ªstico, estes dados foram utilizados em conjunto com as tabelas de insumo-produto/tabelas de oferta e utiliza??o para analisar os principais setores contribuintes potenciais para a procura log¨ªstica.
  • Crescimento do PIB por Atividade Econ¨®mica - O crescimento do Produto Interno Bruto nominal pelos principais setores econ¨®micos, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o de acordo com o ?mbito do relat¨®rio), foi apresentado nesta tend¨ºncia do setor. Estes dados foram utilizados para avaliar o crescimento da procura log¨ªstica de todos os utilizadores finais do mercado (setores econ¨®micos aqui considerados).
  • ³§²¹¨²»å±ð - Este segmento do setor do utilizador final captura as despesas log¨ªsticas externas (externalizadas) incorridas pelos operadores de ³§²¹¨²»å±ð (hospitais, cl¨ªnicas, centros m¨¦dicos), em servi?os de Courier, Express e Encomendas (CEP). O ?mbito inclui os servi?os de CEP envolvidos no movimento diferido e sens¨ªvel ao tempo de bens e suprimentos m¨¦dicos (suprimentos e instrumentos cir¨²rgicos, incluindo luvas, m¨¢scaras, seringas, equipamentos). Os estabelecimentos neste setor (i) incluem os que prestam cuidados m¨¦dicos exclusivamente (ii) prestam servi?os por profissionais treinados (iii) envolvem processos, incluindo contribui??es de trabalho de profissionais de sa¨²de com a experi¨ºncia necess¨¢ria (iv) s?o definidos com base no grau acad¨¦mico detido pelos profissionais inclu¨ªdos no setor.
  • Infla??o - As varia??es tanto na Infla??o de Pre?os no Grosso (varia??o hom¨®loga do ¨ªndice de pre?os no produtor) como na Infla??o de Pre?os no Consumidor foram apresentadas nesta tend¨ºncia do setor. Estes dados foram utilizados para avaliar o ambiente inflacion¨¢rio, uma vez que desempenha um papel vital no funcionamento suave da cadeia de abastecimento, impactando diretamente os componentes de custo operacional log¨ªstico, por exemplo, pre?os de pneus, sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de energia/combust¨ªvel, custos de manuten??o, portagens, rendas de armazenagem, corretagem aduaneira, taxas de transit¨¢rio, taxas de courier, etc., impactando assim o mercado global de frete e log¨ªstica.
  • Infraestrutura - Como a infraestrutura desempenha um papel vital no desempenho log¨ªstico de uma economia, vari¨¢veis como a extens?o das estradas, a distribui??o da extens?o rodovi¨¢ria por categoria de superf¨ªcie (pavimentada vs. n?o pavimentada), a distribui??o da extens?o rodovi¨¢ria por classifica??o de estrada (autoestradas vs. estradas nacionais vs. outras estradas), a extens?o ferrovi¨¢ria, o volume de contentores manuseados pelos principais portos e a tonelagem manuseada pelos principais aeroportos foram analisadas e apresentadas nesta tend¨ºncia do setor.
  • Mercado Internacional de Servi?os Expressos - O Mercado Internacional de Servi?os Expressos refere-se ¨¤s remessas de CEP em que a origem ou o destino n?o se encontra dentro dos limites da geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o de acordo com o ?mbito do relat¨®rio). Captura o tamanho do mercado (USD) e o volume de mercado (n¨²mero de encomendas) de (1) as remessas/encomendas/pacotes com peso inferior a 70 kg/154 lbs, incluindo remessas de peso leve, remessas de peso m¨¦dio e remessas de peso pesado (ii) Remessas Inter-Regi?o bem como Intra-Regi?o.
  • Principais Tend¨ºncias do Setor - A sec??o do relat¨®rio denominada "Principais Tend¨ºncias do Setor" inclui todas as vari¨¢veis/par?metros chave estudados para melhor analisar as estimativas e previs?es do tamanho do mercado. Todas as tend¨ºncias foram apresentadas na forma de pontos de dados (s¨¦ries temporais ou pontos de dados mais recentes dispon¨ªveis) juntamente com a an¨¢lise do par?metro na forma de coment¨¢rio conciso e relevante para o mercado, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o de acordo com o ?mbito do relat¨®rio).
  • Principais Movimentos Estrat¨¦gicos - A a??o tomada por uma empresa para se diferenciar do seu concorrente ou utilizada como estrat¨¦gia geral ¨¦ referida como um movimento estrat¨¦gico chave (MSC). Isto inclui (1) Acordos (2) Expans?es (3) Reestrutura??o Financeira (4) Fus?es e Aquisi??es (5) Parcerias, e (6) Inova??es de Produtos. Os principais operadores (Fornecedores de Servi?os Log¨ªsticos, FSL) no mercado foram selecionados, os seus MSC foram estudados e apresentados nesta sec??o.
  • Desempenho Log¨ªstico - O Desempenho Log¨ªstico e os Custos Log¨ªsticos s?o a espinha dorsal do com¨¦rcio, e influenciam os custos comerciais, tornando os pa¨ªses competitivos a n¨ªvel global. O desempenho log¨ªstico ¨¦ influenciado pelas estrat¨¦gias de gest?o da cadeia de abastecimento adotadas pelo mercado, pelos servi?os governamentais, pelos investimentos e pol¨ªticas, pelos custos de combust¨ªvel/energia, pelo ambiente inflacion¨¢rio, etc. Por conseguinte, nesta tend¨ºncia do setor, o desempenho log¨ªstico da geografia estudada (pa¨ªs/regi?o de acordo com o ?mbito do relat¨®rio) foi analisado e apresentado ao longo do per¨ªodo de revis?o.
  • Manufatura - Este segmento do setor do utilizador final captura as despesas log¨ªsticas externas (externalizadas) incorridas pelos operadores da ind¨²stria manufatureira (incluindo Alta Tecnologia/Tecnologia), em servi?os de Courier, Express e Encomendas (CEP). Os operadores do utilizador final considerados s?o os estabelecimentos principalmente envolvidos na transforma??o qu¨ªmica, mec?nica ou f¨ªsica de materiais ou subst?ncias em novos produtos. Os Fornecedores de Servi?os Log¨ªsticos (FSL) desempenham um papel crucial na manuten??o de um fluxo suave de mat¨¦rias-primas ao longo da cadeia de abastecimento, permitindo a entrega atempada de produtos acabados a distribuidores ou clientes finais e armazenando e fornecendo as mat¨¦rias-primas aos clientes para a manufatura just-in-time.
  • Outros Utilizadores Finais - O segmento de outros utilizadores finais captura as despesas log¨ªsticas externas (externalizadas) incorridas pela constru??o, imobili¨¢rio, servi?os educativos e servi?os profissionais (administrativos, gest?o de res¨ªduos, jur¨ªdicos, arquitetura, engenharia, design, consultoria, I&D cient¨ªfica), em servi?os de Courier, Express e Encomendas (CEP). Os Fornecedores de Servi?os Log¨ªsticos (FSL) desempenham um papel crucial no movimento fi¨¢vel de suprimentos e documentos sens¨ªveis ao tempo de/para estes setores, como o transporte de qualquer equipamento ou recursos necess¨¢rios, o envio de documentos e ficheiros confidenciais.
  • Ind¨²stria Prim¨¢ria - Este segmento do setor do utilizador final captura as despesas log¨ªsticas externas (externalizadas) incorridas pelos operadores da ind¨²stria de AFF (Agricultura, Pesca e Silvicultura) e de Extra??o (Petr¨®leo e G¨¢s, Pedreiras e Minera??o), em servi?os de Courier, Express e Encomendas (CEP). Os operadores do utilizador final considerados s?o os estabelecimentos (i) principalmente envolvidos no cultivo de culturas, cria??o de animais, colheita de madeira, colheita de peixe e outros animais dos seus habitats naturais e presta??o de atividades de apoio relacionadas; (ii) que extraem minerais s¨®lidos de ocorr¨ºncia natural, como carv?o e min¨¦rios; minerais l¨ªquidos, como petr¨®leo bruto; e gases, como g¨¢s natural. Neste contexto, os Fornecedores de Servi?os Log¨ªsticos (FSL) (i) desempenham um papel crucial nas atividades de aquisi??o, armazenamento, manuseamento, transporte e distribui??o para o fluxo ¨®timo e cont¨ªnuo de insumos (sementes, pesticidas, fertilizantes, equipamentos e ¨¢gua) dos fabricantes ou fornecedores para os produtores e o fluxo suave de produ??o (produtos, bens agr¨ªcolas) para distribuidores/consumidores; (ii) cobrem todas as fases desde a montante at¨¦ ¨¤ jusante e desempenham um papel crucial no transporte de maquinaria, equipamentos de perfura??o, minerais extra¨ªdos, petr¨®leo bruto e g¨¢s natural e produtos refinados/processados de um lugar para outro. Isto inclui log¨ªstica de temperatura controlada e n?o controlada, conforme e quando necess¨¢rio de acordo com o prazo de validade das mercadorias a serem transportadas ou armazenadas.
  • Infla??o de Pre?os no Produtor - Indica a infla??o do ponto de vista dos produtores, nomeadamente o pre?o m¨¦dio de venda recebido pela sua produ??o ao longo de um per¨ªodo de tempo. A varia??o anual (hom¨®loga) do ¨ªndice de pre?os no produtor ¨¦ reportada como infla??o de pre?os no grosso na tend¨ºncia do setor "Infla??o". Como o IPA captura os movimentos din?micos de pre?os da forma mais abrangente, ¨¦ amplamente utilizado por governos, bancos, c¨ªrculos industriais e empresariais e ¨¦ considerado importante na formula??o de pol¨ªticas comerciais, fiscais e outras pol¨ªticas econ¨®micas. Os dados foram utilizados em conjunto com a infla??o de pre?os no consumidor para uma melhor compreens?o do ambiente inflacion¨¢rio.
  • Receita Segmental - A Receita Segmental foi triangulada ou calculada e apresentada para todos os principais operadores no mercado. Refere-se ¨¤ receita espec¨ªfica do mercado de courier, express e encomendas (CEP) obtida pela empresa, ao longo do ano base do estudo, na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o de acordo com o ?mbito do relat¨®rio). ? calculada atrav¨¦s do estudo e an¨¢lise dos principais par?metros como dados financeiros, portf¨®lio de servi?os, for?a de trabalho, tamanho da frota, investimentos, n¨²mero de pa¨ªses presentes, principais economias de interesse, etc., que foram reportados pela empresa nos seus relat¨®rios anuais e p¨¢ginas web. Para empresas com escassas divulga??es financeiras, foram utilizadas bases de dados pagas como D&B Hoovers e Dow Jones Factiva, verificadas atrav¨¦s de intera??es com o setor/especialistas.
  • PIB do Setor de Transporte e Armazenamento - O valor e o crescimento do PIB do Setor de Transporte e Armazenamento t¨ºm uma rela??o direta com o tamanho do mercado de frete e log¨ªstica. Por conseguinte, esta vari¨¢vel foi estudada e apresentada ao longo do per¨ªodo de revis?o, em termos de valor (USD) e como participa??o % do PIB total, nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram apoiados por coment¨¢rios concisos e relevantes sobre os investimentos, desenvolvimentos e o cen¨¢rio atual do mercado.
  • Tend¨ºncias no Setor de E-Commerce - A melhoria da conectividade ¨¤ internet e o boom na penetra??o de smartphones, aliados ao aumento dos rendimentos dispon¨ªveis, levaram a um crescimento fenomenal do mercado de e-commerce a n¨ªvel global. Os compradores online exigem uma entrega r¨¢pida e eficiente dos seus pedidos, levando a um aumento da procura de servi?os log¨ªsticos, especialmente servi?os de cumprimento de e-commerce. Por conseguinte, o Valor Bruto de Mercadoria (GMV), o crescimento hist¨®rico e projetado, a reparti??o dos principais grupos de mercadorias no setor de e-commerce para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o de acordo com o ?mbito do relat¨®rio) foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Tend¨ºncias no Setor Manufatureiro - O setor manufatureiro envolve a transforma??o de mat¨¦rias-primas em produtos acabados, enquanto o setor log¨ªstico garante o fluxo eficiente de mat¨¦rias-primas para a f¨¢brica e o transporte de produtos manufaturados para os distribuidores e consumidores. A oferta e a procura de ambos os setores est?o altamente interligadas e s?o cr¨ªticas para uma cadeia de abastecimento sem descontinuidades. Por conseguinte, o Valor Bruto Acrescentado (GVA), a reparti??o do GVA nos principais setores manufatureiros e o crescimento do setor manufatureiro ao longo do per¨ªodo de revis?o foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
  • Com¨¦rcio por Grosso e a Retalho (Offline) - Este segmento do setor do utilizador final captura as despesas log¨ªsticas externas (externalizadas) incorridas pelos grossistas e retalhistas, atrav¨¦s do canal de vendas offline, em servi?os de Courier, Express e Encomendas (CEP). Os operadores do utilizador final considerados s?o os estabelecimentos principalmente envolvidos na venda por grosso ou a retalho de mercadorias, geralmente sem transforma??o, e na presta??o de servi?os acess¨®rios ¨¤ venda de mercadorias. Os Fornecedores de Servi?os Log¨ªsticos (FSL) desempenham um papel crucial no movimento fi¨¢vel de suprimentos e produtos acabados das casas de produ??o para os distribuidores e finalmente para o cliente final, cobrindo atividades como o abastecimento de materiais, transporte, cumprimento de pedidos, armazenagem e armazenamento, previs?o de procura, gest?o de invent¨¢rio, etc.
Palavra-chaveDefini??o
Carga por EixoA carga por eixo refere-se ¨¤ carga total (peso) suportada pela via rodovi¨¢ria atrav¨¦s das rodas ligadas a um determinado eixo. Em todo o mundo, existem sistemas para garantir a monitoriza??o da carga por eixo, em que a ultrapassagem dos limites definidos pela autoridade regulat¨®ria competente pode levar a penalidades/multas. Para o transporte de mercadorias por estrada, este pode ser um determinante importante dos custos, uma vez que o conhecimento dos limites de carga por eixo pode ser utilizado para (i) carregar o ve¨ªculo de forma otimizada para maximizar os lucros (ii) evitar a sua ultrapassagem e, consequentemente, as prov¨¢veis multas associadas (iii) evitar o desgaste do ve¨ªculo (iv) evitar danos no pavimento resultando em custos not¨¢veis de manuten??o e repara??o p¨²blica (v) alcan?ar um melhor tempo de rota??o.
Retorno de CargaO retorno de carga ¨¦ o movimento de retorno de um ve¨ªculo de transporte do seu destino original para o seu ponto de partida original, e pode incluir cargas completas, parciais ou vazias de cami?o (em todo ou em parte do percurso), dependendo da visibilidade do ecossistema de frete local. A este respeito, o transporte de contentores vazios para o ponto de origem, conhecido como viagem em vazio, ¨¦ tamb¨¦m um fator significativo, considerando as escassez de abastecimento/contentores nas geografias, resultando em escalada de custos e na obten??o de potencial de lucro sub-otimizado. Geralmente, as transportadoras oferecem descontos no retorno de carga, para garantir frete para a viagem.
Conhecimento de Embarque (BOL)Um conhecimento de embarque ¨¦ um documento de contrato legal emitido por uma transportadora a um expedidor para reconhecer a rece??o da sua carga, e ¨¦ prova do contrato de transporte entre as duas partes. Em termos gerais, detalha (i) o tipo, quantidade e outras especifica??es das mercadorias transportadas (ii) o destino e os termos e condi??es da remessa (iii) a transportadora e os motoristas com todas as informa??es necess¨¢rias para processar a remessa, que pode ser utilizada para fins de seguro e desalfandegamento (iv) a garantia de que a encomenda est¨¢ sem danos e pronta para ser enviada ao destinat¨¢rio. A este respeito, um conhecimento de embarque de casa (HBL) ¨¦ um documento emitido por um transit¨¢rio ou por um transportador comum n?o operador de navios (NVOCC) para reconhecer a rece??o de artigos para remessa (a um expedidor). Se estiverem envolvidas remessas de v¨¢rios expedidores, pode estar envolvido um conhecimento de embarque mestre (MBL), que ¨¦ uma vers?o consolidada do mesmo para todas as remessas tratadas pela transportadora (para um destino comum) e pode ser emitido pela transportadora ao transit¨¢rio ou ao expedidor (dependendo de quem reserva o transporte).
Abastecimento de Combust¨ªvel de NaviosO abastecimento de combust¨ªvel de navios ¨¦ o processo de fornecimento de combust¨ªvel para alimentar o sistema de propuls?o de um navio. Inclui a log¨ªstica de carregamento e distribui??o do combust¨ªvel entre os tanques dispon¨ªveis a bordo. A este respeito, (i) o combust¨ªvel de bunker ¨¦ tecnicamente qualquer tipo de ¨®leo combust¨ªvel utilizado a bordo de navios. O seu nome prov¨¦m dos contentores nos navios e nos portos onde ¨¦ armazenado; nos tempos do vapor eram bunkers de carv?o, mas agora s?o tanques de combust¨ªvel de bunker, (ii) Bunker refere-se aos espa?os (tanque) a bordo de um navio para armazenar combust¨ªvel, (iii) Comerciante de bunker refere-se a uma pessoa que se dedica ao com¨¦rcio de bunker (combust¨ªvel), (iv) Chamada de bunker ¨¦ feita quando um navio de carga ancora ou atraca num porto para abastecer de ¨®leo de bunker ou suprimentos, (v) O servi?o de abastecimento de combust¨ªvel ¨¦ o fornecimento de uma qualidade e quantidade solicitadas de bunkers a um navio. O abastecimento de combust¨ªvel de navios ¨¦ significativo do ponto de vista das taxas de frete aplic¨¢veis ao expedidor, uma vez que a Contribui??o de Bunker (BUC)/Fator de Ajuste de Combust¨ªvel (FAF)/Fator de Ajuste de Bunker (BAF) s?o aplicados pelas linhas de navega??o para compensar o efeito das flutua??es no custo dos bunkers.
CabotagemTransporte por um ve¨ªculo registado num pa¨ªs, realizado no territ¨®rio nacional de outro pa¨ªs. A lei de cabotagem pode restringir o tr¨¢fego de carga dom¨¦stica a ser transportado em ve¨ªculos registados, e por vezes constru¨ªdos e tripulados, no pr¨®prio pa¨ªs, embora os regulamentos variem entre setores/grupos de mercadorias/pa¨ªses e por vezes especifiquem a percentagem m¨¢xima permitida de cabotagem que pode ser prestada por frotas registadas no estrangeiro.
Com¨¦rcio ColaborativoO com¨¦rcio colaborativo (tamb¨¦m conhecido como C-commerce), (i) descreve as intera??es comerciais eletronicamente habilitadas entre o pessoal interno de uma empresa, os parceiros de neg¨®cios e os clientes em toda uma comunidade comercial (setor, segmento de setor, cadeia de abastecimento ou segmento de cadeia de abastecimento); (ii) ¨¦ a otimiza??o dos canais de abastecimento e distribui??o para capitalizar a economia global utilizando eficientemente as novas tecnologias. As vantagens do com¨¦rcio colaborativo, para detalhar algumas, incluem (i) maximiza??o da efici¨ºncia e rentabilidade da organiza??o (ii) integra??o tecnol¨®gica com canais f¨ªsicos para permitir que as empresas trabalhem em conjunto (iii) maior troca de informa??es, como invent¨¢rio e especifica??es de produtos, utilizando a web como intermedi¨¢rio (iv) maior competitividade ao alcan?ar um p¨²blico mais amplo. Exemplos de com¨¦rcio colaborativo, tamb¨¦m conhecido como com¨¦rcio entre pares, incluem (i) empresas que permitem aos consumidores alugar coisas uns aos outros, ou mercados, como o Meta (anteriormente Facebook) Marketplace, que permitem a venda de bens usados; (ii) a DoorDash associou-se a muitas marcas nacionais, como a McDonald's e a Chipotle, para oferecer entrega de comida r¨¢pida, construindo o seu modelo de neg¨®cio no com¨¦rcio colaborativo. Desde ent?o, expandiram o seu servi?o de entrega de restaurantes para retalhistas e oferecem mesmo 'frotas' de motoristas a empresas.
CourierUma empresa/companhia que entrega pacotes/encomendas/remessas (at¨¦ 70 kg), incluindo servi?o r¨¢pido de recolha e entrega porta a porta de mercadorias ou documentos, a n¨ªvel dom¨¦stico ou internacional, numa base de contrato comercial. Exemplo: DHL Group, FedEx, United Parcel Service of America, Inc., USPS, International Distributions Services, J&T Express, SF Express, entre v¨¢rios outros.
Cross-DockingO cross-docking ¨¦ uma pr¨¢tica na gest?o log¨ªstica que inclui o descarregamento de ve¨ªculos de entrega recebidos e o carregamento dos materiais diretamente em ve¨ªculos de entrega de sa¨ªda, omitindo as pr¨¢ticas log¨ªsticas tradicionais de armaz¨¦m e poupando tempo e dinheiro. Requer uma estreita sincroniza??o dos movimentos de entrada e sa¨ªda. ? altamente significativo na redu??o de custos relacionados com armazenagem e armazenamento (e os Servi?os de Valor Acrescentado associados).
Com¨¦rcio CruzadoTransporte internacional entre dois pa¨ªses diferentes realizado por um ve¨ªculo registado num terceiro pa¨ªs. Um terceiro pa¨ªs ¨¦ um pa¨ªs diferente do pa¨ªs de carregamento/embarque e do pa¨ªs de descarregamento/desembarque. A lei de com¨¦rcio cruzado pode restringir o tr¨¢fego de carga internacional a ser transportado por ve¨ªculos registados no respetivo pa¨ªs, e por vezes constru¨ªdos e tripulados, embora os regulamentos variem entre setores/grupos de mercadorias/pa¨ªses e por vezes especifiquem a percentagem m¨¢xima permitida de com¨¦rcio cruzado que pode ser prestada por frotas registadas no estrangeiro.
DesalfandegamentoO processo de declara??o e desalfandegamento de cargas atrav¨¦s das alf?ndegas. Inclui os procedimentos envolvidos na obten??o da liberta??o de carga pelas Alf?ndegas atrav¨¦s de formalidades designadas, como a apresenta??o de licen?a/autoriza??o de importa??o, pagamento de direitos de importa??o e outras documenta??es exigidas pela natureza da carga. A este respeito, um despachante aduaneiro ¨¦ uma pessoa ou empresa licenciada pelo respetivo departamento do pa¨ªs para agir em nome dos importadores e exportadores de frete.
Mercadorias PerigosasAs mercadorias perigosas (ou materiais perigosos ou HAZMAT) incluem l¨ªquidos/s¨®lidos inflam¨¢veis, gases (comprimidos, liquefeitos, dissolvidos sob press?o), corrosivos, subst?ncias oxidantes, subst?ncias e artigos explosivos, subst?ncias que em contacto com a ¨¢gua emitem gases inflam¨¢veis, per¨®xidos org?nicos, subst?ncias t¨®xicas, subst?ncias infeciosas, materiais radioativos, mercadorias e artigos perigosos diversos.
Entrega de Primeira MilhaA entrega de primeira milha refere-se a (i) a primeira etapa do transporte de frete/remessa/carga/courier (ii) o transporte de mercadorias das instala??es ou armaz¨¦m de um comerciante para o pr¨®ximo centro de cumprimento/armaz¨¦m/centro a partir do qual as mercadorias s?o encaminhadas (iii) envio de mercadorias de centros de distribui??o locais para lojas (para retalhistas) (iv) transporte de produtos acabados de uma f¨¢brica ou instala??o para um centro de distribui??o (para fabricantes), (v) recolha de mercadorias da casa ou loja do cliente final seguida de movimento para um armaz¨¦m ou local de armazenamento (mudan?as e embalagens), (vi) processo em que as mercadorias s?o recolhidas de um retalhista e depois transferidas para fornecedores de log¨ªstica de terceiros ou fornecedores de servi?os de courier para serem entregues ao consumidor final (e-commerce). Uma vez que o pacote chega ao pr¨®ximo armaz¨¦m ou ao centro do courier, ¨¦ ent?o triado e transportado at¨¦ chegar ¨¤ porta do cliente. Exemplo: se se escolher a UPS como courier, a entrega de primeira milha ser¨¢ o produto entregue do armaz¨¦m do fabricante/retalhista para o armaz¨¦m/centro de cumprimento da UPS.
Entrega de ?ltima MilhaA entrega de ¨²ltima milha refere-se ao ¨²ltimo passo do processo de entrega, quando uma encomenda ¨¦ movida de um centro de transporte (armaz¨¦m ou centro de distribui??o ou centro de cumprimento) para o seu destino final, que geralmente ¨¦ uma resid¨ºncia particular/loja de retalho/empresa, ou cacifo de encomendas. Representa cerca de metade do custo total envolvido em todo o processo de entrega de primeira milha, milha do meio e ¨²ltima milha, embora possa variar de remessa para remessa, com base na mercadoria, no modelo de neg¨®cio e em fatores semelhantes.
Rota de Recolha M¨²ltiplaUma rota de recolha m¨²ltipla ¨¦ um m¨¦todo de entrega utilizado para transportar cargas mistas de v¨¢rios fornecedores para um cliente, utilizando princ¨ªpios de gest?o lean aplicados ¨¤ log¨ªstica. Em vez de cada fornecedor enviar um cami?o todas as semanas para satisfazer as necessidades de um cliente, um cami?o (ou ve¨ªculo) visita os fornecedores para recolher as cargas para esse cliente. Este m¨¦todo de transporte recebeu o seu nome da pr¨¢tica da ind¨²stria leiteira, onde um cami?o-cisterna costumava recolher leite de v¨¢rias explora??es leiteiras para entrega a uma empresa de processamento de leite. Uma rota de recolha m¨²ltipla pode ser uma forma mais eficiente de gerir a log¨ªstica, mas requer um planeamento adequado. Se a rota envolver produtos de diferentes empresas, ¨¦ necess¨¢rio um acordo sobre a partilha de custos e outros aspetos do acordo de entrega cooperativa. Uma vez que o grupo resolva estas quest?es, este m¨¦todo de entrega pode poupar tempo e dinheiro a todos, agrupando os custos e recursos operacionais.
Consolida??o Multipa¨ªsA Consolida??o Multipa¨ªs (MCC) ¨¦ uma solu??o econ¨®mica que consolida a carga de diferentes pa¨ªses de origem para construir Cargas de Contentores Completos (FCL). A MCC ¨¦ mais adequada para empresas que importam volumes reduzidos de mercadorias de v¨¢rios pa¨ªses, mas que pretendem aproveitar as taxas de frete FCL mais econ¨®micas. Para al¨¦m dos custos, algumas das outras vantagens incluem (i) flexibilidade para escolher fornecedores de uma gama mais ampla de pa¨ªses de origem sem se preocupar com a log¨ªstica para o destino final a partir de cada origem, (ii) capacidade de escolher os fornecedores mais adequados de muitos pa¨ªses diferentes para as opera??es de neg¨®cio. O aumento das op??es de abastecimento pela MCC proporciona o tipo de flexibilidade necess¨¢ria nos mercados globais competitivos.
Com¨¦rcio R¨¢pidoO com¨¦rcio r¨¢pido, tamb¨¦m referido como Q-commerce, ¨¦ um tipo de e-commerce onde a ¨ºnfase ¨¦ colocada em entregas r¨¢pidas, tipicamente em menos de uma hora. As empresas que fornecem servi?os de com¨¦rcio r¨¢pido podem ter um modelo verticalmente integrado ou podem estar a utilizar plataformas de entrega de terceiros (log¨ªstica externalizada). Tem vantagens como (i) proposta de valor competitiva, (ii) potencial para obter maiores margens de lucro, (iii) melhor experi¨ºncia do cliente, (iv) disponibilidade garantida de produtos, (v) rastreabilidade, e (vi) escalabilidade.
³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ InversaA log¨ªstica inversa ¨¦ um tipo de gest?o da cadeia de abastecimento que move mercadorias dos clientes de volta para os vendedores ou fabricantes e pode envolver princ¨ªpios de economia circular (3Rs), nomeadamente reciclagem, reutiliza??o (reaproveitamento, revenda), redu??o ou repara??o. A este respeito, o com¨¦rcio inverso (ou Recom¨¦rcio) ¨¦ a venda de artigos previamente possu¨ªdos atrav¨¦s de mercados/canais de distribui??o f¨ªsicos ou online a compradores que os reutilizam, reciclam ou revendem.

Metodologia de Pesquisa

A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.

  • Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis Chave: Para construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos dispon¨ªveis do mercado. Atrav¨¦s de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o do mercado s?o definidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
  • Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: As estimativas de tamanho do mercado para os anos de previs?o s?o em termos nominais. A infla??o ¨¦ considerada como parte do pre?o, e o pre?o m¨¦dio de venda (PVM) varia ao longo do per¨ªodo de previs?o para cada pa¨ªs.
  • Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros do mercado, vari¨¢veis e avalia??es dos analistas s?o validados atrav¨¦s de uma extensa rede de especialistas em investiga??o prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em todos os n¨ªveis e fun??es para gerar uma vis?o hol¨ªstica do mercado estudado.
  • Etapa 4: Resultados da Investiga??o: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Miss?es de Consultoria Personalizada, Bases de Dados e Plataformas de Subscri??o
Metodologia de Pesquisa
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.