Tamanho e Participa??o do Mercado de Prote¨ªna na Europa

Mercado de Prote¨ªna na Europa (2026 - 2031)
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

An¨¢lise do Mercado de Prote¨ªna na Europa por ºÚÁϲ»´òìÈ

O tamanho do mercado europeu de prote¨ªna foi avaliado em 6,22 mil milh?es de USD em 2025 e estima-se que cres?a de 6,52 mil milh?es de USD em 2026 para atingir 8,26 mil milh?es de USD at¨¦ 2031, a uma CAGR de 4,85% durante o per¨ªodo de previs?o (2026-2031). O crescimento reflete uma mudan?a decisiva do afastamento da soja importada em dire??o a leguminosas produzidas internamente, ingredientes derivados de fermenta??o e biomassa de insetos, uma transi??o acelerada pelas metas da Estrat¨¦gia do Prado ao Prato, pelo capital do Pacto Ecol¨®gico Europeu e pelos or?amentos de carbono dos retalhistas. As prote¨ªnas de origem vegetal ainda dominam, mas as prote¨ªnas microbianas est?o a comercializar-se mais rapidamente ¨¤ medida que os projetos-piloto financiados pelo Horizonte avan?am para escala industrial. O comportamento competitivo ¨¦ moldado por uma fragmenta??o m¨¦dia: as cooperativas leiteiras tradicionais expandem a capacidade de ervilha e soro de leite, enquanto especialistas em fermenta??o de precis?o apoiados por capital de risco competem pelas primeiras aprova??es da EFSA. A volatilidade das mat¨¦rias-primas, nomeadamente o aumento de 23% nos pre?os da ervilha amarela durante a seca canadiana de 2024, fortalece os processadores verticalmente integrados capazes de autocontratualizar a ¨¢rea cultivada.

Principais Conclus?es do Relat¨®rio

  • Por fonte, as prote¨ªnas vegetais detinham 57,58% da participa??o do mercado de prote¨ªna na Europa em 2025, enquanto as prote¨ªnas microbianas est?o projetadas para crescer a uma CAGR de 6,32% at¨¦ 2031.
  • Por utilizador final, os alimentos e bebidas captaram 54,24% do tamanho do mercado de prote¨ªna na Europa em 2025; os cuidados pessoais e cosm¨¦ticos est?o a avan?ar a uma CAGR de 6,05% at¨¦ 2031.
  • Por geografia, a Alemanha liderou com uma participa??o de 22,19% no mercado de prote¨ªna na Europa em 2025, enquanto os Pa¨ªses Baixos registaram a CAGR mais r¨¢pida de 5,34% at¨¦ 2031.

Nota: O tamanho do mercado e os n¨²meros de previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e percep??es mais recentes dispon¨ªveis em janeiro de 2026.

An¨¢lise de Segmentos

Por Fonte: As Prote¨ªnas Microbianas Ganham Terreno Apesar da Domin?ncia Vegetal

As prote¨ªnas vegetais representaram 57,58% do mercado europeu em 2025, impulsionadas pela crescente ado??o de dietas flexitarianas e veganas. Ingredientes como soja, ervilha, trigo e favas tornaram-se a escolha preferida para a reformula??o de produtos, particularmente em alternativas ¨¤ carne e aos produtos l¨¢cteos. Esta domin?ncia permite que os principais fornecedores como a Roquette (ervilha, trigo) e a Cargill (soja, trigo, ervilha) estabele?am padr?es de funcionalidade e refer¨ºncias de pre?os em todas as categorias, tornando dif¨ªcil para fontes de prote¨ªna mais recentes ganhar quota de mercado, mesmo quando oferecem sustentabilidade ou inova??o superiores. As prote¨ªnas microbianas, incluindo algas e micoprote¨ªna, est?o projetadas para crescer a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 6,32% at¨¦ 2031, a mais r¨¢pida entre todos os tipos de fonte. Estas prote¨ªnas alinham-se com os objetivos europeus de sustentabilidade e uso do solo, ao mesmo tempo que oferecem benef¨ªcios funcionais e nutricionais ¨²nicos. Fornecedores como a ENOUGH (micoprote¨ªna baseada em fermenta??o) e a Corbion (ingredientes derivados de algas) posicionam os seus produtos como adi??es de alto valor a aplica??es como hamb¨²rgueres, refei??es prontas e produtos h¨ªbridos, permitindo que as marcas se diferenciem em atributos como textura, teor de fibra ou perfis de ¨¢cidos gordos sem se afastar da base de prote¨ªnas vegetais que domina os volumes de mercado.

As prote¨ªnas animais, incluindo soro de leite, case¨ªna, colag¨¦nio, gelatina, prote¨ªna de ovo e prote¨ªnas de insetos, continuam a estabelecer refer¨ºncias de desempenho em nutri??o desportiva e alimentos funcionais. Os isolados de prote¨ªna de soro de leite, em particular, comandam pre?os premium devido ao seu perfil completo de amino¨¢cidos, alta digestibilidade e forte suporte cient¨ªfico para recupera??o muscular e desempenho. Empresas como a Arla Foods Ingredients e a Lactalis Ingredients fornecem isolados avan?ados de prote¨ªna de soro de leite e leite aos mercados europeus de nutri??o desportiva e m¨¦dica, refor?ando a perce??o de que os produtos de alto desempenho ainda dependem fortemente de prote¨ªnas animais. Os produtores de colag¨¦nio e gelatina, como a Gelita, estendem a relev?ncia das prote¨ªnas animais a segmentos como beleza de dentro para fora, sa¨²de articular e formatos de gomas, onde as alternativas vegetais e microbianas enfrentam desafios t¨¦cnicos. As prote¨ªnas de insetos permanecem de nicho, com fornecedores como a Innovafeed e a Protix a focarem-se nos mercados de alimenta??o de animais de estima??o e ra??o, onde as barreiras regulat¨®rias e dos consumidores s?o menores. Embora as prote¨ªnas microbianas estejam a expandir-se rapidamente, o seu crescimento ¨¦ limitado pela domin?ncia enraizada das prote¨ªnas vegetais e pelos padr?es estabelecidos pelas prote¨ªnas animais. A maioria dos fabricantes trata as prote¨ªnas microbianas como ingredientes misturados de alto valor em vez de fontes de volume prim¨¢rias, exigindo um abastecimento estrat¨¦gico para equilibrar as prote¨ªnas vegetais como o principal impulsionador de volume, as prote¨ªnas animais como o padr?o funcional e as prote¨ªnas microbianas como um complemento de crescimento r¨¢pido e alinhado com a sustentabilidade.

Mercado de Prote¨ªna na Europa: Participa??o de Mercado por Fonte
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

Por Utilizador Final: Os Cuidados Pessoais Superam o Crescimento dos Alimentos

Os alimentos e bebidas representaram 54,24% do consumo de ingredientes proteicos na Europa em 2025, sublinhando o seu papel como componentes nutricionais e funcionais essenciais em produtos de grande consumo. Dentro desta categoria, as alternativas ¨¤ carne e aves emergiram como o maior subsegmento, impulsionadas pela necessidade de alto teor de prote¨ªna e sistemas de texturiza??o avan?ados para replicar a carne animal. Isto levou a uma forte procura de ingredientes proteicos de origem vegetal, como prote¨ªnas de soja, ervilha e trigo, fornecidos por empresas como a Ingredion e a Beneo. Estes fornecedores oferecem solu??es personalizadas para produtos como hamb¨²rgueres, nuggets e fatiados, respondendo tanto ¨¤s prefer¨ºncias dos consumidores flexitarianos como aos requisitos de processamento nas instala??es de fabrico europeias. Os suplementos, incluindo nutri??o desportiva, f¨®rmulas infantis e nutri??o m¨¦dica, representam o segundo maior segmento de utilizadores finais, com os suplementos desportivos e diet¨¦ticos a impulsionar o volume devido ¨¤ sua depend¨ºncia de prote¨ªnas como isolados e hidrolisados para desempenho e recupera??o. Os principais intervenientes como a Glanbia Nutritionals e a Fonterra fornecem ingredientes proteicos avan?ados com solubilidade otimizada, mascaramento de sabor e perfis de amino¨¢cidos, enquanto as aplica??es de nutri??o infantil e m¨¦dica acrescentam complexidade com requisitos regulat¨®rios e de seguran?a rigorosos.

Os cuidados pessoais e cosm¨¦ticos, embora um consumidor menor de ingredientes proteicos, representam o segmento de utilizadores finais de crescimento mais r¨¢pido com uma CAGR projetada de 6,05% at¨¦ 2031. O crescimento ¨¦ impulsionado pelos requisitos de sustentabilidade ligados ao Ecodesign da UE, que desincentivam os emulsionantes derivados do petr¨®leo e promovem ingredientes funcionais de base biol¨®gica e biodegrad¨¢veis. As prote¨ªnas de trigo hidrolisadas, prote¨ªnas de seda e p¨¦ptidos de colag¨¦nio s?o cada vez mais utilizados em soros anti-envelhecimento, lo??es firmadoras de pele e tratamentos de repara??o capilar, oferecendo benef¨ªcios de forma??o de pel¨ªcula, condicionamento e reten??o de humidade que suportam o posicionamento de produtos premium. Adicionalmente, grandes empresas de bens de consumo de grande rota??o como a L'Or¨¦al e a Unilever est?o a priorizar ingredientes proteicos de base vegetal e de baixo impacto, como prote¨ªnas derivadas de trigo, aveia ou ervilha, e a explorar ativos microbianos ou derivados de fermenta??o como substitutos de componentes petroqu¨ªmicos convencionais. Este foco na sustentabilidade e inova??o fomenta a colabora??o entre empresas de cosm¨¦ticos e especialistas em prote¨ªnas, garantindo que o crescimento incremental de volume nos cuidados pessoais seja capturado por ingredientes proteicos com fortes credenciais ambientais e de desempenho.

Mercado de Prote¨ªna na Europa: Participa??o de Mercado por Utilizador Final
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

An¨¢lise Geogr¨¢fica

A Alemanha representou 22,19% do mercado europeu de prote¨ªna em 2025, impulsionada pelo seu duplo papel como centro de processamento de leguminosas e principal exportador de colag¨¦nio e gelatina. O pa¨ªs combina uma forte base em prote¨ªnas vegetais, como soja, trigo e ervilha, com um legado bem estabelecido em prote¨ªnas funcionais de origem animal utilizadas em alimentos, suplementos e cuidados pessoais. Os fabricantes alem?es aproveitam esta posi??o fornecendo prote¨ªnas de leguminosas para alternativas ¨¤ carne e aves, produtos de panifica??o e produtos de estilo l¨¢cteo, ao mesmo tempo que exportam colag¨¦nio e gelatina para confeitaria, nutrac¨ºuticos e cosm¨¦ticos. Esta dupla capacidade permite ¨¤ Alemanha liderar tanto nos segmentos de prote¨ªna tradicionais como emergentes, apoiada pela sua infraestrutura avan?ada de processamento alimentar e clusters de inova??o que permitem o r¨¢pido desenvolvimento de produtos h¨ªbridos que combinam prote¨ªnas vegetais e animais.

Os Pa¨ªses Baixos, projetados para crescer a uma CAGR de 5,34% at¨¦ 2031, emergiram como um centro chave para a fermenta??o de precis?o na Europa. O pa¨ªs acolhe um ecossistema robusto de startups de fermenta??o, instala??es de fabrico por contrato e parcerias de investiga??o e desenvolvimento focadas em prote¨ªnas microbianas e ingredientes funcionais. As empresas holandesas utilizam este ecossistema para escalar a produ??o de micoprote¨ªna, prote¨ªnas de c¨¦lula ¨²nica e ingredientes proteicos especializados, que s?o exportados por toda a Europa para aplica??es em an¨¢logos de carne, alternativas l¨¢cteas e alimentos funcionais de alto valor. Este crescimento complementa o papel hist¨®rico dos Pa¨ªses Baixos como centro de com¨¦rcio e processamento, posicionando-o como uma ponte entre as tecnologias inovadoras de prote¨ªnas microbianas e os fabricantes estabelecidos nos mercados vizinhos.

Os pa¨ªses n¨®rdicos, embora menores em tamanho de mercado, est?o entre as regi?es de crescimento mais r¨¢pido devido ¨¤s suas fortes agendas de sustentabilidade e alta aceita??o de prote¨ªnas ¨¤ base de plantas e alternativas. Estes mercados frequentemente servem como adotantes precoces de conceitos de prote¨ªnas microbianas e h¨ªbridas. Os pa¨ªses da Europa Central e Oriental contribuem com crescimento incremental a partir de uma base mais baixa, aumentando gradualmente o uso de ingredientes proteicos vegetais e animais ¨¤ medida que os mercados de alimentos processados e suplementos se expandem. Em conjunto, estas regi?es moldam o mercado europeu de prote¨ªna, equilibrando fontes de prote¨ªna tradicionais e alternativas para satisfazer as exig¨ºncias evolutivas da ind¨²stria.

Panorama Competitivo

O mercado de prote¨ªna na Europa ¨¦ caracterizado por uma fragmenta??o significativa, sem que nenhuma empresa detenha mais de 8% de quota de mercado e as 10 principais empresas representando coletivamente menos de 45%. Esta estrutura difunde o poder de fixa??o de pre?os e encoraja a inova??o cont¨ªnua em vez da domin?ncia de mercado por alguns grandes intervenientes. As cooperativas leiteiras estabelecidas, como a Arla Foods e a FrieslandCampina, aproveitam a integra??o vertical para manter as suas franquias de soro de leite e case¨ªna. O seu controlo sobre a recolha de leite, fracionamento e suporte avan?ado de aplica??es permite-lhes garantir o acesso ao leite cru, otimizar a efici¨ºncia do processamento e estabelecer contratos de longo prazo em nutri??o desportiva, m¨¦dica e de desempenho. Esta abordagem integrada cria barreiras para novos entrantes em isolados de soro de leite e caseinatos de alta especifica??o, mesmo quando os clientes exploram misturas que incorporam prote¨ªnas vegetais e alternativas. Entretanto, os intervenientes regionais de m¨¦dio porte conquistam nichos em colag¨¦nio, gelatina, ovo ou ingredientes l¨¢cteos especializados, acrescentando complexidade competitiva e impedindo que qualquer fornecedor ¨²nico estabele?a padr?es em todos os tipos de prote¨ªna.

Os especialistas em prote¨ªnas vegetais, incluindo a Roquette, a Ingredion e a Cosucra, est?o a responder a este ambiente competitivo expandindo a capacidade e desenvolvendo inova??es espec¨ªficas por aplica??o. Estes esfor?os v?o al¨¦m das farinhas b¨¢sicas de ervilha ou trigo para criar sistemas personalizados para aplica??es espec¨ªficas. Por exemplo, o lan?amento pela Roquette de cinco variantes NUTRALYS em 2024, Pea F853M, H85, T Pea 700M/700FL, T Wheat 600L e Fava S900M, ilustra esta estrat¨¦gia. Cada ingrediente ¨¦ otimizado para aplica??es como panifica??o, bebidas ou an¨¢logos de carne, permitindo que os fabricantes refinem a textura, solubilidade e desempenho sensorial sem extensa investiga??o e desenvolvimento internos. A Ingredion e a Cosucra focam-se igualmente em solu??es de ervilha, chic¨®ria e fava, enfatizando o teor de prote¨ªna, atributos de r¨®tulo limpo, viscosidade e propriedades de emulsifica??o. ? medida que as prote¨ªnas vegetais dominam agora o mercado europeu de prote¨ªna, a diferencia??o depende cada vez mais de abordar os desafios de formula??o em categorias como substitutos de carne ou produtos de panifica??o ricos em prote¨ªnas.

As oportunidades emergentes em prote¨ªnas l¨¢cteas de fermenta??o de precis?o e prote¨ªnas completas derivadas de algas est?o a remodelar o panorama competitivo. Estes segmentos requerem a navega??o de longos prazos de aprova??o regulat¨®ria e investimentos de capital significativos, favorecendo os primeiros a mover-se com bom financiamento. Os an¨¢logos de soro de leite e case¨ªna de fermenta??o de precis?o visam replicar a funcionalidade id¨ºntica ¨¤ animal sem a produ??o leiteira, posicionando os desenvolvedores de ingredientes microbianos como colaboradores e potenciais disruptores dos fornecedores tradicionais de prote¨ªnas l¨¢cteas. Da mesma forma, as prote¨ªnas derivadas de algas e os ingredientes de algas ricos em l¨ªpidos oferecem solu??es proteicas completas com funcionalidade adicional de ¨®mega-3 ou antioxidante, apelando a marcas que visam conceitos "de pr¨®xima gera??o" de plantas mais em bebidas, nutri??o desportiva e cuidados pessoais. As parcerias entre inovadores de prote¨ªnas microbianas e de algas e empresas de ingredientes estabelecidas est?o a tornar-se cada vez mais comuns, permitindo o acesso a conhecimentos de aplica??o, canais de vendas e oportunidades de formula??o h¨ªbrida. Este ecossistema em evolu??o esbate as fronteiras entre as categorias de prote¨ªnas animais e vegetais, com o timing e as alian?as estrat¨¦gicas a desempenhar um papel cr¨ªtico na determina??o do crescimento futuro no mercado europeu de prote¨ªna.

L¨ªderes do Setor de Prote¨ªna na Europa

  1. Archer Daniels Midland Company

  2. Roquette Fr¨¨res

  3. Kerry Group plc

  4. Royal FrieslandCampina N.V.

  5. Arla Foods GmbH

  6. *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica
Mercado de Prote¨ªna na Europa
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.

Desenvolvimentos Recentes do Setor

  • Junho de 2025: A Roquette expandiu o seu portf¨®lio Nutralys introduzindo duas solu??es inovadoras: uma prote¨ªna de trigo texturizada e uma prote¨ªna de ervilha texturizada. A Nutralys T Wheat 600L, a primeira prote¨ªna de trigo texturizada da empresa, foi especificamente concebida para responder ¨¤s prefer¨ºncias dos consumidores em mudan?a por alternativas ¨¤ carne de estilo frango com fibras. Esta solu??o apresentava um teor de prote¨ªna superior a 60%, permitindo a cria??o de produtos ricos em prote¨ªnas para satisfazer as exig¨ºncias do mercado.
  • Junho de 2024: A Roquette, fornecedora l¨ªder de solu??es de ingredientes, anunciou o lan?amento da Nutralys Fava S900M, o seu primeiro isolado de prote¨ªna de fava, na Europa e na Am¨¦rica do Norte. Esta adi??o ao portf¨®lio de prote¨ªnas vegetais Nutralys da Roquette apresentava um teor de prote¨ªna de 90%, tornando-a uma escolha ideal para diversas aplica??es como substitutos de carne, alternativas sem l¨¢cteos e produtos de panifica??o.
  • Abril de 2024: A Arla Foods Ingredients finalizou um acordo para adquirir o neg¨®cio de Nutri??o de Soro de Leite da Volac, uma empresa leiteira do Reino Unido, por um montante n?o divulgado. A Volac especializa-se na transforma??o de soro de leite em ingredientes utilizados principalmente em nutri??o desportiva. Como parte desta aquisi??o, a Arla Foods Ingredients obteve a divis?o de Nutri??o de Soro de Leite atrav¨¦s da compra de a??es na Volac Whey Nutrition Holdings e nas suas subsidi¨¢rias, incluindo a Volac Whey Nutrition e a Volac Renewable Energy.

?ndice do Relat¨®rio do Setor de Prote¨ªna na Europa

1. INTRODU??O

  • 1.1 Pressupostos do Estudo e Defini??o de Mercado
  • 1.2 ?mbito do Estudo

2. METODOLOGIA DE INVESTIGA??O

3. SUM?RIO EXECUTIVO

4. DIN?MICA DE MERCADO

  • 4.1 Vis?o Geral do Mercado
  • 4.2 Impulsionadores do Mercado
    • 4.2.1 Mudan?a para dietas ricas em prote¨ªnas e cultura de fitness
    • 4.2.2 Crescimento das dietas ¨¤ base de plantas e flexitarianas
    • 4.2.3 Prefer¨ºncias por r¨®tulo limpo, alerg¨¦nios e digestibilidade
    • 4.2.4 Financiamento do Pacto Ecol¨®gico Europeu para diversifica??o de prote¨ªnas
    • 4.2.5 Press?o regulat¨®ria para uma estrat¨¦gia de prote¨ªna sustent¨¢vel
    • 4.2.6 Avan?os nas tecnologias de processamento e extra??o
  • 4.3 Restri??es do Mercado
    • 4.3.1 Problemas de alergenicidade e intoler?ncia
    • 4.3.2 Complexidade regulat¨®ria e aprova??o de novos alimentos
    • 4.3.3 Ceticismo dos consumidores em rela??o a prote¨ªnas emergentes
    • 4.3.4 Desafios sensoriais e de formula??o
  • 4.4 An¨¢lise da Cadeia de Abastecimento
  • 4.5 Panorama Regulat¨®rio
  • 4.6 Perspetiva Tecnol¨®gica
  • 4.7 An¨¢lise das Cinco For?as de Porter
    • 4.7.1 Amea?a de Novos Entrantes
    • 4.7.2 Poder de Negocia??o dos Fornecedores
    • 4.7.3 Poder de Negocia??o dos Compradores
    • 4.7.4 Amea?a de Substitutos
    • 4.7.5 Intensidade da Rivalidade Competitiva

5. PREVIS?ES DE TAMANHO E CRESCIMENTO DO MERCADO (VALOR)

  • 5.1 Por Fonte
    • 5.1.1 Animal
    • 5.1.1.1 Case¨ªna e Caseinatos
    • 5.1.1.2 °ä´Ç±ô²¹²µ¨¦²Ô¾±´Ç
    • 5.1.1.3 Prote¨ªna de Ovo
    • 5.1.1.4 Gelatina
    • 5.1.1.5 Prote¨ªna de Inseto
    • 5.1.1.6 Prote¨ªna de Leite
    • 5.1.1.7 Prote¨ªna de Soro de Leite
    • 5.1.1.8 Outra Prote¨ªna Animal
    • 5.1.2 Microbiana
    • 5.1.2.1 Prote¨ªna de Algas
    • 5.1.2.2 ²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹
    • 5.1.3 Vegetal
    • 5.1.3.1 Prote¨ªna de C?nhamo
    • 5.1.3.2 Prote¨ªna de Ervilha
    • 5.1.3.3 Prote¨ªna de Batata
    • 5.1.3.4 Prote¨ªna de Arroz
    • 5.1.3.5 Prote¨ªna de Soja
    • 5.1.3.6 Prote¨ªna de Trigo
    • 5.1.3.7 Outra Prote¨ªna Vegetal
  • 5.2 Por Utilizador Final
    • 5.2.1 Ra??o
    • 5.2.2 Alimentos e Bebidas
    • 5.2.2.1 Panifica??o
    • 5.2.2.2 Bebidas
    • 5.2.2.3 Cereais de Pequeno-Almo?o
    • 5.2.2.4 Condimentos/Molhos
    • 5.2.2.5 Confeitaria
    • 5.2.2.6 Produtos L¨¢cteos e Alternativas L¨¢cteas
    • 5.2.2.7 Carne/Aves/Marisco e Alternativas
    • 5.2.2.8 Alimentos Prontos a Comer/Prontos a Cozinhar
    • 5.2.2.9 Snacks
    • 5.2.3 Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
    • 5.2.4 Suplementos
    • 5.2.4.1 Alimenta??o Infantil e F¨®rmulas para Lactentes
    • 5.2.4.2 Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
    • 5.2.4.3 Suplementos Desportivos e Diet¨¦ticos
  • 5.3 Por Geografia
    • 5.3.1 Alemanha
    • 5.3.2 Reino Unido
    • 5.3.3 ±õ³Ù¨¢±ô¾±²¹
    • 5.3.4 Fran?a
    • 5.3.5 Espanha
    • 5.3.6 Pa¨ªses Baixos
    • 5.3.7 ±Ê´Ç±ô¨®²Ô¾±²¹
    • 5.3.8 µþ¨¦±ô²µ¾±³¦²¹
    • 5.3.9 ³§³Ü¨¦³¦¾±²¹
    • 5.3.10 Resto da Europa

6. PANORAMA COMPETITIVO

  • 6.1 Concentra??o de Mercado
  • 6.2 Movimentos Estrat¨¦gicos
  • 6.3 An¨¢lise de Classifica??o de Mercado
  • 6.4 Perfis de Empresas (inclui Vis?o Geral a n¨ªvel Global, Vis?o Geral a n¨ªvel de Mercado, Segmentos Principais, Dados Financeiros quando dispon¨ªveis, Informa??o Estrat¨¦gica, Classifica??o/Participa??o de Mercado para empresas chave, Produtos e Servi?os e Desenvolvimentos Recentes)
    • 6.4.1 Archer Daniels Midland Company
    • 6.4.2 Arla Foods GmbH
    • 6.4.3 Darling Ingredients
    • 6.4.4 Groupe Lactalis
    • 6.4.5 International Flavors & Fragrances Inc.
    • 6.4.6 Kerry Group plc
    • 6.4.7 Roquette Fr¨¨res
    • 6.4.8 Royal FrieslandCampina N.V.
    • 6.4.9 Weishardt Holding SA
    • 6.4.10 S¨¹dzucker AG
    • 6.4.11 Cargill, Incorporated
    • 6.4.12 DSM-Firmenich
    • 6.4.13 Glanbia Plc
    • 6.4.14 COSUCRA Groupe Warcoing S.A.
    • 6.4.15 Sotexpro
    • 6.4.16 ?nsect
    • 6.4.17 Protix
    • 6.4.18 Associated British Foods PLC
    • 6.4.19 ENOUGH (formerly 3F Bio)
    • 6.4.20 Tate & Lyle PLC

7. OPORTUNIDADES DE MERCADO E PERSPETIVAS FUTURAS

?mbito do Relat¨®rio do Mercado de Prote¨ªna na Europa

Animal, Microbiana, Vegetal s?o cobertos como segmentos por Fonte. Ra??o, Alimentos e Bebidas, Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos, Suplementos s?o cobertos como segmentos por Utilizador Final. µþ¨¦±ô²µ¾±³¦²¹, Fran?a, Alemanha, ±õ³Ù¨¢±ô¾±²¹, Pa¨ªses Baixos, R¨²ssia, Espanha, Turquia, Reino Unido s?o cobertos como segmentos por Pa¨ªs.
Por Fonte
AnimalCase¨ªna e Caseinatos
°ä´Ç±ô²¹²µ¨¦²Ô¾±´Ç
Prote¨ªna de Ovo
Gelatina
Prote¨ªna de Inseto
Prote¨ªna de Leite
Prote¨ªna de Soro de Leite
Outra Prote¨ªna Animal
MicrobianaProte¨ªna de Algas
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹
VegetalProte¨ªna de C?nhamo
Prote¨ªna de Ervilha
Prote¨ªna de Batata
Prote¨ªna de Arroz
Prote¨ªna de Soja
Prote¨ªna de Trigo
Outra Prote¨ªna Vegetal
Por Utilizador Final
Ra??o
Alimentos e BebidasPanifica??o
Bebidas
Cereais de Pequeno-Almo?o
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Produtos L¨¢cteos e Alternativas L¨¢cteas
Carne/Aves/Marisco e Alternativas
Alimentos Prontos a Comer/Prontos a Cozinhar
Snacks
Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
SuplementosAlimenta??o Infantil e F¨®rmulas para Lactentes
Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
Suplementos Desportivos e Diet¨¦ticos
Por Geografia
Alemanha
Reino Unido
±õ³Ù¨¢±ô¾±²¹
Fran?a
Espanha
Pa¨ªses Baixos
±Ê´Ç±ô¨®²Ô¾±²¹
µþ¨¦±ô²µ¾±³¦²¹
³§³Ü¨¦³¦¾±²¹
Resto da Europa
Por FonteAnimalCase¨ªna e Caseinatos
°ä´Ç±ô²¹²µ¨¦²Ô¾±´Ç
Prote¨ªna de Ovo
Gelatina
Prote¨ªna de Inseto
Prote¨ªna de Leite
Prote¨ªna de Soro de Leite
Outra Prote¨ªna Animal
MicrobianaProte¨ªna de Algas
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹
VegetalProte¨ªna de C?nhamo
Prote¨ªna de Ervilha
Prote¨ªna de Batata
Prote¨ªna de Arroz
Prote¨ªna de Soja
Prote¨ªna de Trigo
Outra Prote¨ªna Vegetal
Por Utilizador FinalRa??o
Alimentos e BebidasPanifica??o
Bebidas
Cereais de Pequeno-Almo?o
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Produtos L¨¢cteos e Alternativas L¨¢cteas
Carne/Aves/Marisco e Alternativas
Alimentos Prontos a Comer/Prontos a Cozinhar
Snacks
Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos
SuplementosAlimenta??o Infantil e F¨®rmulas para Lactentes
Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica
Suplementos Desportivos e Diet¨¦ticos
Por GeografiaAlemanha
Reino Unido
±õ³Ù¨¢±ô¾±²¹
Fran?a
Espanha
Pa¨ªses Baixos
±Ê´Ç±ô¨®²Ô¾±²¹
µþ¨¦±ô²µ¾±³¦²¹
³§³Ü¨¦³¦¾±²¹
Resto da Europa

Defini??o de mercado

  • Utilizador Final - O Mercado de Ingredientes Proteicos opera numa base B2B. Os fabricantes de Alimentos, Bebidas, Suplementos, Ra??o e Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos s?o considerados os utilizadores finais no mercado estudado. O ?mbito exclui os fabricantes que compram soro de leite l¨ªquido/seco para ser utilizado como agente de liga??o ou espessante ou outras aplica??es n?o proteicas.
  • Taxa de Penetra??o - A Taxa de Penetra??o ¨¦ definida como a percentagem do Volume do Mercado de Utilizadores Finais Enriquecidos com Prote¨ªna no Volume Total do Mercado de Utilizadores Finais.
  • Teor M¨¦dio de Prote¨ªna - O teor m¨¦dio de prote¨ªna ¨¦ o teor m¨¦dio de prote¨ªna presente por 100 g de produto fabricado por todas as empresas de utilizadores finais consideradas no ?mbito deste relat¨®rio.
  • Volume do Mercado de Utilizadores Finais - O volume do mercado de utilizadores finais ¨¦ o volume consolidado de todos os tipos e formas de produtos de utilizadores finais no pa¨ªs ou regi?o.
Palavra-chaveDefini??o
Alfa-lactalbumina (¦Á-Lactalbumina)? uma prote¨ªna que regula a produ??o de lactose no leite de quase todas as esp¨¦cies de mam¨ªferos.
´¡³¾¾±²Ô´Ç¨¢³¦¾±»å´Ç? um composto org?nico que cont¨¦m grupos funcionais tanto amino como ¨¢cido carbox¨ªlico, necess¨¢rios para a s¨ªntese de prote¨ªnas corporais e outros compostos importantes contendo azoto, como a creatina, hormonas pept¨ªdicas e alguns neurotransmissores.
Branqueamento? o processo de aquecimento breve de vegetais com vapor ou ¨¢gua a ferver.
BRCCons¨®rcio Brit?nico de Retalho
Melhorador de p?o? uma mistura ¨¤ base de farinha de v¨¢rios componentes com propriedades funcionais espec¨ªficas, concebida para modificar as caracter¨ªsticas da massa e conferir atributos de qualidade ao p?o.
BSFMosca Soldado Negra
Caseinato? uma subst?ncia produzida pela adi??o de um ¨¢lcali ¨¤ case¨ªna ¨¢cida, um derivado da case¨ªna.
Doen?a cel¨ªacaA doen?a cel¨ªaca ¨¦ uma rea??o imunol¨®gica ¨¤ ingest?o de gl¨²ten, uma prote¨ªna encontrada no trigo, cevada e centeio.
Colostro? um fluido leitoso libertado pelos mam¨ªferos que deram ¨¤ luz recentemente, antes do in¨ªcio da produ??o de leite materno.
Concentrado? a forma menos processada de prote¨ªna e tem um teor de prote¨ªna que varia entre 40-90% em peso.
Base de prote¨ªna secaRefere-se ¨¤ percentagem de "prote¨ªna pura" presente num suplemento ap¨®s a remo??o completa da ¨¢gua por calor.
Soro de leite seco? o produto resultante da secagem do soro de leite fresco que foi pasteurizado e ao qual nada foi adicionado como conservante.
Prote¨ªna de ovo? uma mistura de prote¨ªnas individuais, incluindo ovalbumina, ovomuc¨®ide, ovoglobulina, conalbumina, vitelina e vitelenina.
Emulsionante? um aditivo alimentar que facilita a mistura de alimentos que s?o imisc¨ªveis entre si, como o ¨®leo e a ¨¢gua.
Enriquecimento? o processo de adi??o de micronutrientes que se perdem durante o processamento do produto.
ERSServi?o de Investiga??o Econ¨®mica do USDA
Extrus?o? o processo de for?ar ingredientes misturados macios atrav¨¦s de uma abertura numa placa perfurada ou matriz concebida para produzir a forma necess¨¢ria. O alimento extrudido ¨¦ ent?o cortado num tamanho espec¨ªfico por l?minas.
FavaTamb¨¦m conhecida como Faba, ¨¦ outra palavra para feij?o partido amarelo.
FDAAdministra??o de Alimentos e Medicamentos
Flocula??o? um processo no qual tipicamente um gr?o de cereal (como milho, trigo ou arroz) ¨¦ quebrado em gr?os, cozido com aromas e xaropes, e depois prensado em flocos entre rolos arrefecidos.
Agente espumante? um ingrediente alimentar que torna poss¨ªvel formar ou manter uma dispers?o uniforme de uma fase gasosa num alimento l¨ªquido ou s¨®lido.
Restaura??oRefere-se ¨¤ parte da ind¨²stria alimentar que inclui empresas, institui??es e companhias que preparam refei??es fora de casa. Inclui restaurantes, cantinas escolares e hospitalares, opera??es de catering e muitos outros formatos.
Fortifica??o? a adi??o deliberada de micronutrientes que n?o se encontram naturalmente nos alimentos ou que se perdem durante o processamento, para melhorar o valor nutricional de um produto alimentar.
FSANZNormas Alimentares Austr¨¢lia Nova Zel?ndia
FSISServi?o de Inspe??o e Seguran?a Alimentar
FSSAIAutoridade de Seguran?a e Normas Alimentares da ?ndia
Agente gelificante? um ingrediente que funciona como estabilizador e espessante para proporcionar espessamento sem rigidez atrav¨¦s da forma??o de gel.
GHGG¨¢s com Efeito de Estufa
³Ò±ô¨²³Ù±ð²Ô? uma fam¨ªlia de prote¨ªnas encontradas em cereais, incluindo trigo, centeio, espelta e cevada.
C?nhamo? uma classe bot?nica de cultivares de Cannabis sativa cultivados especificamente para uso industrial ou medicinal.
Hidrolisado? uma forma de prote¨ªna fabricada expondo a prote¨ªna a enzimas que podem quebrar parcialmente as liga??es entre os amino¨¢cidos da prote¨ªna e decompor prote¨ªnas grandes e complexas em peda?os menores. O seu processamento torna-a mais f¨¢cil e r¨¢pida de digerir.
±á¾±±è´Ç²¹±ô±ð°ù²µ¨¦²Ô¾±³¦´ÇRefere-se a uma subst?ncia que causa menos rea??es al¨¦rgicas.
Isolado? a forma mais pura e mais processada de prote¨ªna que passou por separa??o para obter uma fra??o proteica pura. Tipicamente cont¨¦m ¡Ý 90% de prote¨ªna em peso.
Queratina? uma prote¨ªna que ajuda a formar o cabelo, as unhas e a camada exterior da pele.
Lactalbumina? a albumina contida no leite e obtida a partir do soro de leite.
Lactoferrina? uma glicoprote¨ªna de liga??o ao ferro presente no leite da maioria dos mam¨ªferos.
Tremo?oS?o as sementes de leguminosas amarelas do g¨¦nero Lupinus.
MillennialTamb¨¦m conhecido como Gera??o Y ou Gen Y, refere-se ¨¤s pessoas nascidas entre 1981 e 1996.
²Ñ´Ç²Ô´Ç²µ¨¢²õ³Ù°ù¾±³¦´ÇRefere-se a um animal com um est?mago de compartimento ¨²nico. Exemplos de monog¨¢stricos incluem humanos, aves, su¨ªnos, cavalos, coelhos, c?es e gatos. A maioria dos monog¨¢stricos ¨¦ geralmente incapaz de digerir muitos materiais alimentares com celulose, como gram¨ªneas.
MPCConcentrado de prote¨ªna de leite
MPIIsolado de prote¨ªna de leite
MSPIIsolado de prote¨ªna de soja metilada
²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹A micoprote¨ªna ¨¦ uma forma de prote¨ªna de c¨¦lula ¨²nica, tamb¨¦m conhecida como prote¨ªna f¨²ngica, derivada de fungos para consumo humano.
±·³Ü³Ù°ù¾±³¦´Ç²õ³¾¨¦³Ù¾±³¦´Ç²õ? uma categoria de produtos e ingredientes que atuam como suplementos nutricionais para cuidar da beleza natural da pele, unhas e cabelo.
Osteoporose? uma condi??o m¨¦dica na qual os ossos se tornam fr¨¢geis e quebradi?os devido ¨¤ perda de tecido, tipicamente como resultado de altera??es hormonais ou defici¨ºncia de c¨¢lcio ou vitamina D.
PDCAASA pontua??o de amino¨¢cidos corrigida pela digestibilidade da prote¨ªna (PDCAAS) ¨¦ um m¨¦todo de avalia??o da qualidade de uma prote¨ªna com base tanto nos requisitos de amino¨¢cidos dos humanos como na sua capacidade de a digerir.
Consumo per capita de prote¨ªna animal? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna animal (como leite, soro de leite, gelatina, colag¨¦nio e prote¨ªnas de ovo) que est¨¢ prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa numa popula??o real.
Consumo per capita de prote¨ªna vegetal? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna vegetal (como prote¨ªnas de soja, trigo, ervilha, aveia e c?nhamo) que est¨¢ prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa numa popula??o real.
Quorn? uma prote¨ªna microbiana fabricada usando micoprote¨ªna como ingrediente, na qual a cultura de fungos ¨¦ seca e misturada com albume de ovo ou prote¨ªna de batata, que atua como aglutinante, e depois ¨¦ ajustada em textura e prensada em v¨¢rias formas.
Pronto a Cozinhar (RTC)Refere-se a produtos alimentares que incluem todos os ingredientes, onde ¨¦ necess¨¢ria alguma prepara??o ou cozedura atrav¨¦s de um processo indicado na embalagem.
Pronto a Comer (RTE)Refere-se a um produto alimentar preparado ou cozinhado antecipadamente, sem necessidade de cozedura ou prepara??o adicional antes de ser consumido.
RTDPronto a Beber
RTSPronto a Servir
Gordura saturada? um tipo de gordura na qual as cadeias de ¨¢cidos gordos t¨ºm apenas liga??es simples. ? geralmente considerada prejudicial ¨¤ sa¨²de.
Salsicha? um produto de carne feito de carne finamente picada e temperada, que pode ser fresca, fumada ou em conserva e que ¨¦ geralmente recheada numa tripa.
Seitan? um substituto de carne ¨¤ base de plantas feito de gl¨²ten de trigo.
C¨¢psula mole? uma c¨¢psula ¨¤ base de gelatina com enchimento l¨ªquido.
SPCConcentrado de prote¨ªna de soja
SPIIsolado de prote¨ªna de soja
Espirulina? uma biomassa de cianobact¨¦rias que pode ser consumida por humanos e animais.
Estabilizador? um ingrediente adicionado a produtos alimentares para ajudar a manter ou melhorar a sua textura original e caracter¨ªsticas f¨ªsicas e qu¨ªmicas.
Suplementa??o? o consumo ou fornecimento de fontes concentradas de nutrientes ou outras subst?ncias que se destinam a complementar os nutrientes na dieta e se destinam a corrigir defici¨ºncias nutricionais.
Texturizante? um tipo espec¨ªfico de ingrediente alimentar utilizado para controlar e alterar a sensa??o na boca e a textura de produtos alimentares e bebidas.
Espessante? um ingrediente utilizado para aumentar a viscosidade de um l¨ªquido ou massa e torn¨¢-lo mais espesso, sem alterar substancialmente as suas outras propriedades.
Gordura transTamb¨¦m chamada de ¨¢cidos gordos trans-insaturados ou ¨¢cidos gordos trans, ¨¦ um tipo de gordura insaturada que ocorre naturalmente em pequenas quantidades na carne.
TSPProte¨ªna de soja texturizada
TVPProte¨ªna vegetal texturizada
WPCConcentrado de prote¨ªna de soro de leite
WPIIsolado de prote¨ªna de soro de leite

Metodologia de Pesquisa

A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.

  • Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis Chave: As vari¨¢veis chave quantific¨¢veis (do setor e externas) pertencentes ao segmento de produto espec¨ªfico e ao pa¨ªs s?o selecionadas a partir de um grupo de vari¨¢veis e fatores relevantes com base em pesquisa documental e revis?o bibliogr¨¢fica, juntamente com contributos de especialistas prim¨¢rios. Estas vari¨¢veis s?o posteriormente confirmadas atrav¨¦s de modela??o de regress?o (quando necess¨¢rio).
  • Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: De forma a construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos de mercado dispon¨ªveis. Atrav¨¦s de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o de mercado s?o definidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
  • Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e an¨¢lises dos analistas s?o validados atrav¨¦s de uma extensa rede de especialistas em investiga??o prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em diferentes n¨ªveis e fun??es para gerar uma vis?o hol¨ªstica do mercado estudado.
  • Etapa 4: Resultados da Investiga??o: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Miss?es de Consultoria Personalizada, Bases de Dados e Plataformas de Subscri??o
Metodologia de Pesquisa
Imagem ? ºÚÁϲ»´òìÈ. O reuso requer atribui??o conforme CC BY 4.0.