Tamanho e Participa??o do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ do Brasil

An¨¢lise do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ do Brasil por ºÚÁϲ»´òìÈ
O tamanho do mercado de frete e log¨ªstica do Brasil em 2026 ¨¦ estimado em USD 116,42 bilh?es, crescendo a partir do valor de 2025 de USD 111,11 bilh?es, com proje??es para 2031 indicando USD 147,06 bilh?es, crescendo a um CAGR de 4,78% entre 2026 e 2031. Essa expans?o reflete o impulso do governo em infraestrutura por meio do Novo PAC, o aumento da produ??o agr¨ªcola e o momentum do com¨¦rcio eletr?nico. A diversifica??o modal est¨¢ se acelerando ¨¤ medida que a cabotagem e o transporte ferrovi¨¢rio capturam participa??o de um sistema rodovi¨¢rio excessivamente dependente, enquanto o frete a¨¦reo ganha relev?ncia para mercadorias de alto valor e sens¨ªveis ao tempo. O investimento estrangeiro direto em concess?es portu¨¢rias, moderniza??o ferrovi¨¢ria e plataformas tecnol¨®gicas est¨¢ remodelando a concorr¨ºncia. A combina??o de safras recordes de soja e milho, uma base fragmentada de transportadoras e ganhos de efici¨ºncia impulsionados pela tecnologia est¨¢ criando espa?o para prestadores de servi?os integrados capazes de orquestrar solu??es de ponta a ponta.
Principais Conclus?es do Relat¨®rio
- Por fun??o log¨ªstica, o transporte de cargas liderou com 60,95% da participa??o no mercado de frete e log¨ªstica do Brasil em 2025, enquanto os servi?os de courier, expresso e encomendas (CEP) est?o a caminho de registrar o crescimento mais r¨¢pido, a um CAGR de 5,42% entre 2026 e 2031.
- Por setor de usu¨¢rio final, a manufatura capturou 38,36% do tamanho do mercado de frete e log¨ªstica do Brasil em 2025, enquanto o com¨¦rcio atacadista e varejista est¨¢ posicionado para crescer mais rapidamente, a um CAGR de 5,05% entre 2026 e 2031.
- Por modo de transporte de cargas, o frete rodovi¨¢rio respondeu por 65,85% da participa??o na receita em 2025, enquanto o frete a¨¦reo deve se expandir ao maior CAGR de 5,02% entre 2026 e 2031.
- Por tipo de CEP, os servi?os dom¨¦sticos de CEP detinham 64,10% da participa??o na receita em 2025, mas os fluxos internacionais de CEP devem crescer mais rapidamente, a um CAGR de 5,60% entre 2026 e 2031.
- Por armazenagem e estocagem, as instala??es sem controle de temperatura comandavam 92,05% da participa??o na receita em 2025, enquanto os espa?os com controle de temperatura devem alcan?ar o CAGR mais expressivo de 4,53% entre 2026 e 2031.
- Por modo de agenciamento de cargas, o agenciamento de cargas por mar e hidrovias interiores dominou com 73,60% da participa??o na receita em 2025, enquanto o agenciamento de frete a¨¦reo deve registrar o CAGR l¨ªder de 4,49% entre 2026 e 2031.
Nota: Os n¨²meros de tamanho de mercado e previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e insights mais recentes dispon¨ªveis at¨¦ 2026.
Tend¨ºncias e Perspectivas do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ do Brasil
An¨¢lise de Impacto dos Impulsionadores*
| Impulsionador | (~) % de Impacto na Previs?o de CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Expans?o do com¨¦rcio eletr?nico e da demanda por servi?os de fulfillment | +0.8% | S?o Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Momentum das exporta??es de gran¨¦is agr¨ªcolas pelos portos do Arco Norte | +0.7% | Corredores de exporta??o do Par¨¢, Maranh?o e Tocantins | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Reshoring das cadeias de suprimentos de montadoras automotivas | +0.6% | S?o Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Programa governamental BR-LNG de retrofit de caminh?es | +0.4% | Corredores nacionais de frete | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Plataformas digitais de correspond¨ºncia de cargas atingindo escala | +0.5% | Centros urbanos em todo o pa¨ªs | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Financiamento de corredores verdes vinculado ao acordo Mercosul-UE | +0.3% | Regi?es exportadoras e rotas de acesso portu¨¢rio | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
Expans?o do Com¨¦rcio Eletr?nico e da Demanda por Servi?os de Fulfillment
As vendas do varejo online do Brasil cresceram 16% em 2024, impulsionando densas redes de centros de micro-fulfillment pr¨®ximos aos principais polos de consumo. Os prestadores de servi?os de Courier, Expresso e Encomendas est?o ampliando a automa??o, softwares de otimiza??o de rotas e arm¨¢rios com controle de temperatura para atender ¨¤s promessas de entrega no mesmo dia. A tarifa de importa??o de 20% introduzida em agosto de 2024 sobre compras de at¨¦ USD 50 incentiva plataformas transfronteiri?as como o Shopee a estocar invent¨¢rio localmente, impulsionando a demanda por armaz¨¦ns em cidades secund¨¢rias. ? medida que os varejistas integram o estoque entre lojas, dark stores e centros de fulfillment, a visibilidade em tempo real torna-se um diferencial competitivo. A densidade resultante de encomendas sustenta a previs?o de CAGR de 5,56% para o CEP, superando o mercado de frete e log¨ªstica do Brasil de forma geral[1]"Em dois anos, Novo PAC j¨¢ investiu mais da metade do recurso previsto at¨¦ 2026," Ag¨ºncia EBC, agenciagov.ebc.com.br.
Momentum das Exporta??es de Gran¨¦is Agr¨ªcolas pelos Portos do Arco Norte
Os terminais do Arco Norte est?o reduzindo os trajetos internos de caminh?o em at¨¦ 1.000 km em compara??o com os portos do sul, diminuindo os custos log¨ªsticos para os produtores de gr?os. As exporta??es de soja projetadas em 105,47 milh?es de toneladas e de milho em 34 milh?es de toneladas em 2024-25 est?o catalisando liga??es ferrovi¨¢rias como a expans?o da Ferrovia Norte-Sul da VLI. As concess?es privadas nos portos de Itaqui e Miritituba adicionam capacidade de ber?os adaptada a embarca??es Panamax, enquanto o aprofundamento de ber?os em Santos sinaliza a resposta competitiva dos portos do sul. Investidores chineses, notadamente o China Merchants Group, est?o avaliando participa??es, refor?ando os influxos de capital de longo prazo. A mudan?a modal alivia o congestionamento rodovi¨¢rio e sustenta o crescimento da margem do mercado de frete e log¨ªstica do Brasil[2]"2024, a year that consolidated economic, social, geopolitical progress," Secretaria de Comunica??es do Brasil, gov.br .
Reshoring das Cadeias de Suprimentos de Montadoras Automotivas
As montadoras est?o localizando a produ??o de componentes para se proteger de riscos geopol¨ªticos e oscila??es cambiais. A f¨¢brica de vag?es da CRRC em Araraquara e as linhas de montagem de baterias da Stellantis em Minas Gerais ilustram uma tend¨ºncia em dire??o a cadeias de valor regionalizadas. Os prestadores de servi?os log¨ªsticos est?o respondendo com servi?os de shuttle just-in-time, pools de embalagens retorn¨¢veis e p¨¢tios de ve¨ªculos acabados ligados a ramais ferrovi¨¢rios. Com as importa??es de ve¨ªculos chineses atingindo USD 3,1 bilh?es em 2024, os fluxos de entrada exigem armazenagem alfandegada e capacidade especializada de roll-on/roll-off. A complexidade do setor sustenta rendimentos premium que elevam as perspectivas de rentabilidade do mercado de frete e log¨ªstica do Brasil[3]"Desacelere para viver: ANTT d¨¢ a largada no Maio Amarelo 2025," ANTT, gov.br.
Plataformas Digitais de Correspond¨ºncia de Cargas Atingindo Escala
As interfaces de programa??o de aplicativos (APIs) agora conectam embarcadores, transportadoras, seguradoras e bancos em marketplaces unificados que automatizam a licita??o de cargas e o desembolso de pagamentos. O prot¨®tipo de blockchain dos Correios para rastreabilidade e uma d¨²zia de startups com capital de risco ampliam a cobertura digital do transporte de longa dist?ncia at¨¦ a ¨²ltima milha. A clareza regulat¨®ria da ANTT est¨¢ acelerando a ado??o por propriet¨¢rios de frotas em busca de cargas de retorno e reembolsos de combust¨ªvel. A an¨¢lise preditiva que otimiza a redu??o de quil?metros rodados vazio melhora as margens das transportadoras, fortalece a utiliza??o da frota e reduz as emiss?es, alinhando-se aos requisitos de sustentabilidade do acordo Mercosul-UE.
An¨¢lise de Impacto das Restri??es*
| Restri??o | (~) % de Impacto na Previs?o de CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Diferencial persistente de custo da cabotagem em rela??o ao transporte rodovi¨¢rio | -0.6% | Rotas costeiras porto a porto | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Lenta padroniza??o da bitola ferrovi¨¢ria | -0.4% | Conex?es intermodais nacionais | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Aumento dos pr¨ºmios de seguro para crimes de carga | -0.3% | Corredores de alto ¨ªndice de criminalidade, periferias urbanas | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Infla??o salarial por escassez de motoristas | -0.5% | Rotas de longa dist?ncia em todo o pa¨ªs | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
Diferencial Persistente de Custo da Cabotagem em Rela??o ao Transporte ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç
Mesmo ap¨®s um crescimento de 20% para 1,55 milh?o de cont¨ºineres em 2024, a cabotagem permanece mais onerosa do que o transporte rodovi¨¢rio em muitos trechos, pois as taxas de movimenta??o em terminais somam at¨¦ 35% dos custos totais de transporte porta a porta. Embora a lei BR do Mar permita o afretamento de embarca??es estrangeiras, o congestionamento portu¨¢rio persiste durante os picos da safra de soja, comprometendo a confiabilidade dos cronogramas. Os propriet¨¢rios de carga que transportam produtos perec¨ªveis continuam a preferir o transporte rodovi¨¢rio apesar das maiores emiss?es, retardando o reequil¨ªbrio modal necess¨¢rio para que o mercado de frete e log¨ªstica do Brasil atinja as metas de sustentabilidade. A simplifica??o alfandeg¨¢ria e a harmoniza??o das tarifas portu¨¢rias poderiam reduzir a diferen?a, mas exigem coordena??o entre m¨²ltiplos ¨®rg?os.
Lenta Padroniza??o da Bitola Ferrovi¨¢ria
O Brasil opera um mosaico de bitolas larga, padr?o e m¨¦trica que complica a interc?mbio de vag?es entre regi?es. A aus¨ºncia de largura de trilho uniforme obriga ¨¤ onerosa transbordo de gr?os, a?o e cargas conteinerizadas nos p¨¢tios de jun??o, elevando os prazos de entrega. As frotas de material rodante precisam carregar bogies adicionais ou depender de rodeiros convers¨ªveis de bitola, aumentando os desembolsos de capital para os operadores ferrovi¨¢rios. As moderniza??es de infraestrutura no ?mbito do Novo PAC priorizam a capacidade, mas adiam a convers?o de bitola, prolongando os desalinhamentos de cronograma entre as concess?es privadas. Os terminais multimodais ao longo da Ferrovia Norte-Sul gerenciam interfaces de bitola dupla, mas os gargalos de processo limitam a capacidade de escoamento durante os picos da safra de soja. A heterogeneidade persistente limita a competitividade ferrovi¨¢ria frente ao transporte rodovi¨¢rio, subtraindo 0,4% do CAGR do setor ao longo do horizonte de previs?o[4]"Transporte ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç de Cargas ¨C TRC," Minist¨¦rio dos Transportes, gov.br.
*Nossas previs?es tratam os impactos dos impulsionadores e restri??es como direcionais, e n?o aditivos. As previs?es de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composi??o e as intera??es entre vari¨¢veis.
An¨¢lise de Segmentos
Por Setor de Usu¨¢rio Final: Manufatura Lidera, Varejo Acelera
A manufatura totalizou 38,36% da participa??o no mercado de frete e log¨ªstica do Brasil em 2025. O setor automotivo, de m¨¢quinas e de bens de consumo embalados cria fluxos de ida e volta que estabilizam a utiliza??o de ativos. No entanto, o Com¨¦rcio Atacadista e Varejista, impulsionado por estrat¨¦gias omnichannel, entregar¨¢ um CAGR de 5,05% entre 2026 e 2031, deslocando o foco para encomendas com alto n¨²mero de SKUs e baixo peso, al¨¦m do pooling de estoque. Os varejistas de alimentos investem em modelos de separa??o em dark stores que redefinem os footprints de armaz¨¦ns urbanos.
A demanda de Agricultura, Pesca e Silvicultura cresce durante as janelas de colheita, quando os volumes de gr?os sobrecarregam a disponibilidade de caminh?es, pressionando a infraestrutura rodovi¨¢ria rural e elevando as tarifas spot. Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o permanecem c¨ªclicos; a ado??o do transporte de longa dist?ncia a dois combust¨ªveis com GNL em Minas Gerais e no Par¨¢ ¨¦ uma prote??o contra a volatilidade do diesel. A log¨ªstica de Constru??o aproveita o pipeline de obras rodovi¨¢rias e ferrovi¨¢rias do Novo PAC, sustentando transportadoras de cargas superdimensionadas e a utiliza??o de caminh?es-tanque de cimento, ¨¤ medida que o setor de frete e log¨ªstica do Brasil abra?a nichos especializados.

Por Fun??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹: CEP Impulsiona a Inova??o em Servi?os
Os servi?os de Courier, Expresso e Encomendas est?o projetados para crescer a um CAGR de 5,42% de 2026 a 2031, ritmo que supera o crescimento geral do mercado de frete e log¨ªstica do Brasil. Os fluxos dom¨¦sticos de encomendas ainda dominam, mas o CEP internacional avan?a a um CAGR de 5,60% (2026-2031) com o respaldo dos marketplaces transfronteiri?os que se adaptam aos novos limiares de tarifas de importa??o. Os corredores de alto volume que ligam S?o Paulo, Paran¨¢ e Rio Grande do Sul est?o migrando para hubs de triagem automatizada e frotas de vans el¨¦tricas para conter os custos de entrega urbana. Enquanto isso, o Transporte de Cargas mant¨¦m uma participa??o de 60,95% em 2025, mas enfrenta press?o de pre?os ¨¤ medida que os embarcadores exigem visibilidade e tempos de tr?nsito garantidos. A Armazenagem e Estocagem escala em paralelo, com instala??es de cadeia de frio registrando um CAGR de 4,53% (2026-2031), sustentando o crescimento dos setores farmac¨ºutico e de com¨¦rcio eletr?nico de alimentos gourmet.
O agenciamento de cargas habilitado por tecnologia est¨¢ migrando para a orquestra??o de valor agregado. O agenciamento de cargas por mar e hidrovias interiores ainda captura 73,60% da receita de agenciamento de cargas, mas os setores de eletr?nicos, sa¨²de e moda est?o impulsionando o CAGR de 4,49% do agenciamento de frete a¨¦reo (2026-2031). Os agenciadores baseados em plataformas agora agrupam o despacho aduaneiro e a armazenagem alfandegada, monetizando an¨¢lises de dados que preveem picos de demanda e ETAs de embarca??es.
Por Courier, Expresso e Encomendas: Foco ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç em Transforma??o
O CEP dom¨¦stico det¨¦m uma participa??o de 64,10% em 2025, mas enfrenta press?o de margens nas densas rotas metropolitanas onde a entrega no mesmo dia se tornou padr?o. O CEP internacional, embora menor, ¨¦ o motor de crescimento a um CAGR de 5,60% (2026-2031), pivotando em modelos de fulfillment com direitos quase pr¨¦-pagos que contornam os atrasos alfandeg¨¢rios na ¨²ltima milha.
A retirada da Borzo em 2024 evidenciou a economia do tipo winner-takes-most, favorecendo operadores com redes propriet¨¢rias de entregadores e localiza??o de pilha tecnol¨®gica. Modelos h¨ªbridos de arm¨¢rios e pontos de retirada emergem em cidades de segundo n¨ªvel, reduzindo os custos de entregas fracassadas e elevando os giros de ativos no mercado de frete e log¨ªstica do Brasil.
Por Armazenagem e Estocagem: Expans?o do Controle de Temperatura
Os espa?os sem controle de temperatura ainda respondem por 92,05% da participa??o na receita segmental em 2025, mas o CAGR de 4,53% (2026-2031) dos espa?os com controle de temperatura elevar¨¢ seu footprint de receita para al¨¦m de USD 11,52 bilh?es at¨¦ 2031.
Os fluxos de importa??o de vacinas, um aumento nos ensaios de biol¨®gicos e o com¨¦rcio eletr?nico de alimentos frescos se traduzem em instala??es multic?mara com freezers a -25¡ãC, c?maras frias de 2-8¡ãC e zonas de temperatura ambiente controlada. Os operadores investem em sistemas de gerenciamento de armaz¨¦ns integrados com sensores IoT, garantindo alertas de desvio em tempo real que cumprem as normas da ANVISA.
Por Modo de Transporte de Cargas: Domin?ncia Rodovi¨¢ria Enfrenta Mudan?a Modal
A malha rodovi¨¢ria de 1,7 milh?o de km do pa¨ªs e a frota de 3,5 milh?es de caminh?es mant¨ºm a participa??o de 65,85% do modal rodovi¨¢rio consolidada em 2025. No entanto, concess?es ferrovi¨¢rias como as da Rumo e da Ferrovia Centro-Atl?ntica injetam novos ramais e terminais bimodais que reduzem os custos de transporte de longa dist?ncia para commodities a granel. Os volumes de frete a¨¦reo, tradicionalmente inferiores a 1% da tonelagem, crescem a um CAGR de 5,02% (2026-2031), impulsionados por produtos farmac¨ºuticos, eletr?nicos e encomendas expressas.
A adi??o de freighters programados pela Azul Cargo e pela Lufthansa Cargo amplia a capacidade em por?o e em aeronaves cargueiras dedicadas, aumentando a resili¨ºncia da rede. O transporte mar¨ªtimo e hidrovi¨¢rio ganha momentum por meio dos investimentos no Arco Norte e da liberaliza??o da legisla??o de cabotagem, enquanto os dutos permanecem um nicho impulsionado pelo portf¨®lio de produtos da Petrobras.

Por Modo de Agenciamento de Cargas: Integra??o Multimodal Avan?a
O agenciamento de cargas por mar e hidrovias interiores representa 73,60% da participa??o na receita de agenciamento em 2025, refletindo as commodities orientadas ¨¤ exporta??o. O transporte rodovi¨¢rio de longa dist?ncia permanece o trecho dominante de pr¨¦ e p¨®s-carregamento, mas as rotas ferrovi¨¢rias conteinerizadas entre Mato Grosso e Miritituba est?o capturando os fluxos de soja.
O CAGR do agenciamento de frete a¨¦reo (2026-2031) atinge 4,49%, ¨¤ medida que o transporte de animais de estima??o vacinados, os lan?amentos de eletr?nicos e as temporadas de moda exigem velocidade. Os agenciadores nativos digitais automatizam conhecimentos a¨¦reos de carga, alocam capacidade por meio de marketplaces spot e oferecem calculadoras de carbono, atraindo as PMEs para rotas de com¨¦rcio formalizadas.
An¨¢lise Geogr¨¢fica
O Sudeste do Brasil agrega aproximadamente 54,60% dos fluxos de frete, ancorado pelo polo industrial de S?o Paulo e pelo porto de Santos, onde um desembolso de infraestrutura de USD 5 bilh?es em 2025 moderniza as rodovias SP-330 e SP-348, estende o Rodoanel e amplia os p¨¢tios intermodais. O Rio de Janeiro alavanca a demanda do setor de energia e uma ¨¢rea portu¨¢ria revitalizada vinculada ¨¤ log¨ªstica de FPSOs offshore. Minas Gerais diversifica sua base al¨¦m da minera??o para a montagem de pacotes de baterias, elevando a demanda por armazenagem com conformidade para produtos perigosos.
O Nordeste, historicamente carente de servi?os, acelera por meio do volume de gr?os nos portos do Arco Norte, auxiliado por segmentos da Ferrovia Transnordestina financiados com BRL 816 milh?es (USD 168,10 milh?es) em 2025. O programa de resili¨ºncia de USD 200 milh?es da Bahia, cofinanciado pelo Banco Mundial, moderniza os corredores que ligam os clusters de parques e¨®licos ao porto de Salvador. Essas moderniza??es reposicionam o Nordeste como um hub para componentes de energia renov¨¢vel e exporta??es de gran¨¦is agr¨ªcolas.
O Centro-Oeste gera a maior parte dos volumes de soja e milho, sobrecarregando as rodovias BR-163 e BR-364 a cada safra. Os hubs de transbordo de gr?os em Sorriso e Rondon¨®polis equilibram os fluxos para os portos do norte e do sul, mitigando os descontos de pre?o que os produtores enfrentam devido a gargalos de transporte. O Sul do Brasil permanece o segundo maior polo manufatureiro do pa¨ªs; a reconstru??o p¨®s-enchentes no Rio Grande do Sul canaliza recursos federais para a reconstru??o de pontes e moderniza??o de diques que restauram a continuidade do frete. O Norte, com popula??o escassa, utiliza a cabotagem e barca?as fluviais para conectar os exportadores da Zona Franca de Manaus aos hubs de cont¨ºineres, com diretrizes de licenciamento ambiental orientando uma infraestrutura resiliente e de baixo impacto.
Cen¨¢rio Competitivo
O mercado de frete e log¨ªstica do Brasil ¨¦ fragmentado, mas tende ¨¤ consolida??o. A aquisi??o da Santos Brasil pela CMA CGM insere uma armadora global nas opera??es portu¨¢rias dom¨¦sticas, ao mesmo tempo em que aprofunda seu alcance no hinterland. A integra??o da DB Schenker pela DSV adiciona 500.000 m? de espa?o de armaz¨¦m e amplia a expertise nos segmentos vertical aeroespacial e de sa¨²de. A rebranding da Blu Logistics pela Rhenus em 2024 expande as sinergias rodovi¨¢rio-a¨¦reo-mar¨ªtimo em toda a regi?o andina, aproveitando plataformas de TI compartilhadas para clientes do mercado de frete e log¨ªstica do Brasil.
Tr¨ºs arqu¨¦tipos competitivos coexistem. As transportadoras intensivas em ativos implantam frotas preparadas para GNL e investem em automa??o de armaz¨¦ns. Os intermedi¨¢rios habilitados por tecnologia monetizam dados por meio de APIs de assinatura, agregando capacidade spot e oferecendo seguro embutido. Os especialistas de nicho focam em cargas pesadas, com controle de temperatura ou nas cadeias de suprimentos da floresta Amaz?nica. A vantagem competitiva deriva cada vez mais da conformidade com crit¨¦rios ESG e da capacidade de reportar emiss?es de Escopo 3, exigidas por multinacionais que adquirem produtos do Brasil.
As avalia??es de fus?es e aquisi??es t¨ºm em m¨¦dia 9¡Á EBITDA para agenciadores de cargas e 12¡Á EBITDA para concess?es de terminais portu¨¢rios, sustentadas por fundos de pens?o em busca de rendimentos protegidos contra a infla??o. Os custos de conformidade regulat¨®ria aumentam ¨¤ medida que a ANTT recruta engenheiros de transporte e exige auditorias de cobran?a eletr?nica de ped¨¢gio. Os players estabelecidos com governan?a robusta ganham vantagem ¨¤ medida que os embarcadores fazem cumprir cl¨¢usulas de ¨¦tica e sustentabilidade nos contratos log¨ªsticos.
L¨ªderes do Setor de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ do Brasil
A.P. Moller - Maersk
DHL Group
FedEx
JSL SA
Kuehne+Nagel
- *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica

Desenvolvimentos Recentes do Setor
- Fevereiro de 2025: A Azul Cargo Express introduziu dois freighters Airbus A321P2F, aumentando a capacidade de carga dom¨¦stica em 39% e reduzindo o consumo de combust¨ªvel por tonelada em 27%.
- Outubro de 2024: A MRS Logistica firmou parceria com a Iridium/Satcom Direct Brasil para implantar comunica??es via sat¨¦lite avan?adas para monitoramento de trens em tempo real e seguran?a operacional em sua malha ferrovi¨¢ria.
- Agosto de 2024: A Braspress Air Cargo iniciou a opera??o de freighters Boeing 737-400BDSF no Brasil em agosto de 2024, com certificado de operador a¨¦reo concedido em abril de 2025.
- Junho de 2024: A Kuehne+Nagel lan?ou a maior frota de ve¨ªculos el¨¦tricos do Brasil para opera??es de log¨ªstica de ¨²ltima milha, capaz de processar 1 milh?o de produtos por ano e evitar 500.000 kg de emiss?es de CO?.
Escopo do Relat¨®rio do Mercado de Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ do Brasil
Agricultura, Pesca e Silvicultura, Constru??o, Manufatura, Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o, Com¨¦rcio Atacadista e Varejista, Outros s?o cobertos como segmentos por Setor de Usu¨¢rio Final. Courier, Expresso e Encomendas (CEP), Agenciamento de Cargas, Transporte de Cargas, Armazenagem e Estocagem s?o cobertos como segmentos por Fun??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹.| Agricultura, Pesca e Silvicultura |
| Constru??o |
| Manufatura |
| Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o |
| Com¨¦rcio Atacadista e Varejista |
| Outros |
| Courier, Expresso e Encomendas (CEP) | Por Tipo de Destino | ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç |
| Internacional | ||
| Agenciamento de Cargas | Por Modo de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç |
| Mar e Hidrovias Interiores | ||
| Outros | ||
| Transporte de Cargas | Por Modo de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç |
| ¶Ù³Ü³Ù´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | ||
| ¹ó±ð°ù°ù´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | ||
| ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | ||
| Mar e Hidrovias Interiores | ||
| Armazenagem e Estocagem | Por Controle de Temperatura | Sem Controle de Temperatura |
| Com Controle de Temperatura | ||
| Outros Servi?os | ||
| Setor de Usu¨¢rio Final | Agricultura, Pesca e Silvicultura | ||
| Constru??o | |||
| Manufatura | |||
| Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o | |||
| Com¨¦rcio Atacadista e Varejista | |||
| Outros | |||
| Fun??o ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ | Courier, Expresso e Encomendas (CEP) | Por Tipo de Destino | ¶Ù´Ç³¾¨¦²õ³Ù¾±³¦´Ç |
| Internacional | |||
| Agenciamento de Cargas | Por Modo de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç | |
| Mar e Hidrovias Interiores | |||
| Outros | |||
| Transporte de Cargas | Por Modo de Transporte | ´¡¨¦°ù±ð´Ç | |
| ¶Ù³Ü³Ù´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | |||
| ¹ó±ð°ù°ù´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | |||
| ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç | |||
| Mar e Hidrovias Interiores | |||
| Armazenagem e Estocagem | Por Controle de Temperatura | Sem Controle de Temperatura | |
| Com Controle de Temperatura | |||
| Outros Servi?os | |||
Defini??o de mercado
- Agricultura, Pesca e Silvicultura (APF) - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) em log¨ªstica incorridos pelos players do setor de APF. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente envolvidos no cultivo de lavouras, cria??o de animais, extra??o de madeira, captura de peixes e outros animais de seus habitats naturais, e na presta??o de atividades de apoio relacionadas. Neste contexto, os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham papel crucial nas atividades de aquisi??o, armazenagem, manuseio, transporte e distribui??o para o fluxo ¨®timo e cont¨ªnuo de insumos (sementes, pesticidas, fertilizantes, equipamentos e ¨¢gua) de fabricantes ou fornecedores aos produtores, e o escoamento do produto (produ??o, produtos agr¨ªcolas) aos distribuidores/consumidores. Isso inclui tanto a log¨ªstica com controle de temperatura quanto sem controle de temperatura, conforme exigido pela vida ¨²til dos bens transportados ou armazenados.
- Constru??o - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) em log¨ªstica incorridos pelos players do setor de constru??o. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente envolvidos na constru??o, reforma e renova??o de edif¨ªcios residenciais e comerciais, infraestrutura, obras de engenharia, parcelamento e desenvolvimento de terrenos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham papel crucial no aumento da rentabilidade dos projetos de constru??o, mantendo o estoque de mat¨¦rias-primas e equipamentos, suprimentos com prazo cr¨ªtico e prestando outros servi?os de valor agregado para a gest?o eficaz de projetos.
- Courier, Expresso e Encomendas - Os servi?os de Courier, Expresso e Encomendas, frequentemente chamados de Mercado CEP, referem-se aos prestadores de servi?os log¨ªsticos e postais especializados na movimenta??o de pequenos bens (encomendas/pacotes). Captura o tamanho total do mercado (USD) e o volume do mercado (n¨²mero de encomendas) de: (1) remessas/encomendas/pacotes com peso inferior a 70 kg/154 lbs, (2) pacotes de clientes corporativos, incluindo Business-to-Business (B2B) e Business-to-Consumer (B2C), bem como pacotes de clientes particulares (C2C), (3) servi?os de entrega de encomendas n?o expressos (Standard e Diferido) e servi?os de entrega de encomendas expresso (Day-Definite-Express e Time-Definite-Express), (4) encomendas dom¨¦sticas e internacionais.
- Dados Demogr¨¢ficos - Para analisar a demanda total do mercado endere?¨¢vel, o crescimento e as proje??es populacionais foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Representa a distribui??o populacional por categorias como g¨ºnero (masculino/feminino), ¨¢rea de desenvolvimento (urbana/rural), principais cidades, entre outros par?metros-chave como densidade populacional e despesa de consumo final (crescimento e participa??o % do PIB). Esses dados foram usados para avaliar as flutua??es na demanda e na despesa de consumo, bem como os principais polos (cidades) de demanda potencial.
- Tend¨ºncias de Exporta??o e Tend¨ºncias de Importa??o - O desempenho log¨ªstico geral de uma economia est¨¢ positiva e significativamente (estatisticamente) correlacionado ao seu desempenho comercial (exporta??es e importa??es). Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, o valor total do com¨¦rcio, as principais commodities/grupos de commodities e os principais parceiros comerciais para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram analisados juntamente com o impacto dos principais investimentos em infraestrutura de com¨¦rcio/log¨ªstica e o ambiente regulat¨®rio.
- Agenciamento de Cargas - O agenciamento de cargas, que aqui se refere ao setor de arranjo de transporte de cargas (ATC), inclui estabelecimentos primariamente envolvidos no arranjo e rastreamento do transporte de cargas entre embarcadores e transportadoras. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) considerados s?o agenciadores de cargas, NVOCCs, despachantes aduaneiros e agentes de navega??o mar¨ªtima. O segmento Outros dentro do Agenciamento de Cargas captura a receita obtida por meio de servi?os de valor agregado do ATC, como atividades de despacho/desembara?o aduaneiro, elabora??o de documenta??o relacionada a cargas, consolida??o-desconsolida??o de mercadorias, seguro e conformidade de cargas, arranjo de armazenagem e estocagem, articula??o com embarcadores, e agenciamento de cargas por outros modos de transporte, como rodovi¨¢rio e ferrovi¨¢rio.
- Tend¨ºncias de Pre?os de Frete - Os pre?os do frete por modo de transporte (USD/ton-km), ao longo do per¨ªodo de revis?o, s?o apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram utilizados para avaliar o ambiente inflacion¨¢rio, o impacto no com¨¦rcio, o giro de frete (ton-km), a demanda do mercado de frete e log¨ªstica por segmentos de modo de transporte e, consequentemente, o tamanho total do mercado de frete e log¨ªstica.
- Tend¨ºncias de Tonelagem de Frete - A tonelagem de frete (peso das mercadorias em toneladas) movimentada por modo de transporte, ao longo do per¨ªodo de revis?o, ¨¦ apresentada nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram utilizados como um dos par?metros ¡ª al¨¦m da dist?ncia m¨¦dia por remessa (km), volume de frete (ton-km) e pre?o do frete (USD/ton-km) ¡ª para avaliar o tamanho do mercado de transporte de cargas.
- Transporte de Cargas - Transporte de Cargas refere-se ¨¤ contrata??o de um prestador de servi?os log¨ªsticos (log¨ªstica terceirizada) para o transporte de commodities (mat¨¦rias-primas/produtos finais/intermedi¨¢rios/acabados, incluindo s¨®lidos e fluidos) da origem at¨¦ um destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional).
- Frete e ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ - O gasto externo em (ou terceirizado) facilita??o do transporte de cargas (transporte de cargas), arranjo do transporte de cargas por meio de um agente (agenciamento de cargas), armazenagem e estocagem (com ou sem controle de temperatura), CEP (courier, expresso e encomendas dom¨¦stico ou internacional) e outros servi?os log¨ªsticos de valor agregado envolvidos no transporte de commodities (mat¨¦rias-primas ou produtos acabados, incluindo s¨®lidos e fluidos) da origem at¨¦ um destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional), por um ou mais modos de transporte ¡ª rodovi¨¢rio, ferrovi¨¢rio, mar¨ªtimo, a¨¦reo e dutovi¨¢rio ¡ª constituem o mercado de frete e log¨ªstica.
- Pre?o do Combust¨ªvel - Os picos no pre?o do combust¨ªvel podem causar atrasos e perturba??es para os prestadores de servi?os log¨ªsticos (PSLs), enquanto as quedas no mesmo podem resultar em maior rentabilidade de curto prazo e maior rivalidade de mercado para oferecer aos consumidores as melhores condi??es. Portanto, as varia??es de pre?o do combust¨ªvel foram estudadas ao longo do per¨ªodo de revis?o e apresentadas juntamente com as causas e os impactos no mercado.
- Distribui??o do PIB por Atividade Econ?mica - O Produto Interno Bruto (PIB) nominal e sua distribui??o entre os principais setores econ?micos na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram estudados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor. Como o PIB est¨¢ positivamente relacionado ¨¤ rentabilidade e ao crescimento do setor de log¨ªstica, esses dados foram utilizados em conjunto com as tabelas insumo-produto/tabelas de oferta e utiliza??o para analisar os principais setores contribuintes em potencial para a demanda log¨ªstica.
- Crescimento do PIB por Atividade Econ?mica - O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nominal entre os principais setores econ?micos, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), ¨¦ apresentado nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram utilizados para avaliar o crescimento da demanda log¨ªstica de todos os usu¨¢rios finais do mercado (setores econ?micos considerados aqui).
- Infla??o - As varia??es tanto na Infla??o de Pre?os no Atacado (varia??o anual do ¨ªndice de pre?os ao produtor) quanto na Infla??o de Pre?os ao Consumidor s?o apresentadas nesta tend¨ºncia do setor. Esses dados foram usados para avaliar o ambiente inflacion¨¢rio, pois desempenham papel vital no funcionamento regular da cadeia de suprimentos, impactando diretamente os componentes dos custos operacionais de log¨ªstica, como pre?os de pneus, sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de energia/combust¨ªvel, custos de manuten??o, ped¨¢gios, alugu¨¦is de armaz¨¦ns, despacho aduaneiro, tarifas de agenciamento, tarifas de courier, etc., impactando assim o mercado de frete e log¨ªstica como um todo.
- Infraestrutura - Como a infraestrutura desempenha papel vital no desempenho log¨ªstico de uma economia, vari¨¢veis como extens?o das rodovias, distribui??o da extens?o rodovi¨¢ria por categoria de superf¨ªcie (pavimentada vs. n?o pavimentada), distribui??o da extens?o rodovi¨¢ria por classifica??o vi¨¢ria (vias expressas vs. rodovias vs. outras vias), extens?o ferrovi¨¢ria, volume de cont¨ºineres movimentados pelos principais portos e tonelagem movimentada pelos principais aeroportos foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Principais Tend¨ºncias do Setor - A se??o do relat¨®rio denominada "Principais Tend¨ºncias do Setor" inclui todas as vari¨¢veis/par?metros-chave estudados para melhor analisar as estimativas e previs?es do tamanho do mercado. Todas as tend¨ºncias s?o apresentadas na forma de pontos de dados (s¨¦ries temporais ou pontos de dados mais recentes dispon¨ªveis), juntamente com a an¨¢lise do par?metro em forma de coment¨¢rio de mercado conciso e relevante, para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
- Principais Movimentos Estrat¨¦gicos - A a??o tomada por uma empresa para se diferenciar de seu concorrente ou utilizada como estrat¨¦gia geral ¨¦ denominada movimento estrat¨¦gico-chave (MEK). Isso inclui: (1) Acordos, (2) Expans?es, (3) Reestrutura??o Financeira, (4) Fus?es e Aquisi??es, (5) Parcerias e (6) Inova??es de Produtos. Os principais players (Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos, PSLs) do mercado foram selecionados, seus MEKs foram estudados e apresentados nesta se??o.
- ?ndice de Conectividade Bilateral do Transporte Mar¨ªtimo de Linha Regular - Indica o n¨ªvel de integra??o de um par de pa¨ªses nas redes globais de transporte mar¨ªtimo de linha regular e desempenha papel crucial na determina??o do com¨¦rcio bilateral, que por sua vez contribui potencialmente para a prosperidade de um pa¨ªs e sua regi?o circundante. Portanto, as principais economias conectadas ao pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio foram analisadas e apresentadas na tend¨ºncia do setor "Conectividade do Transporte Mar¨ªtimo de Linha Regular".
- Conectividade do Transporte Mar¨ªtimo de Linha Regular - Esta tend¨ºncia do setor analisa o estado de conectividade ¨¤s redes globais de transporte mar¨ªtimo com base no status do setor de transporte mar¨ªtimo. Inclui a an¨¢lise dos ¨ªndices de conectividade do transporte mar¨ªtimo de linha regular, conectividade bilateral de transporte mar¨ªtimo e conectividade do transporte mar¨ªtimo de linha regular por porto para a geografia (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) ao longo do per¨ªodo de revis?o.
- ?ndice de Conectividade do Transporte Mar¨ªtimo de Linha Regular - Indica qu?o bem os pa¨ªses est?o conectados ¨¤s redes globais de transporte mar¨ªtimo com base no status de seu setor de transporte mar¨ªtimo. ? baseado em cinco componentes do setor de transporte mar¨ªtimo: (1) O n¨²mero de linhas de navega??o que atendem a um pa¨ªs, (2) O tamanho da maior embarca??o utilizada nesses servi?os (em TEUs), (3) O n¨²mero de servi?os que conectam um pa¨ªs aos demais pa¨ªses, (4) O n¨²mero total de embarca??es implantadas em um pa¨ªs, (5) A capacidade total dessas embarca??es (em TEUs).
- Desempenho Log¨ªstico - O Desempenho Log¨ªstico e os Custos Log¨ªsticos s?o a espinha dorsal do com¨¦rcio, e influenciam os custos de transa??o, tornando os pa¨ªses competitivos globalmente. O desempenho log¨ªstico ¨¦ influenciado por estrat¨¦gias de gest?o da cadeia de suprimentos adotadas pelo mercado, servi?os governamentais, investimentos e pol¨ªticas, custos de combust¨ªvel/energia, ambiente inflacion¨¢rio, etc. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, o desempenho log¨ªstico da geografia estudada (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foi analisado e apresentado ao longo do per¨ªodo de revis?o.
- Principais Fornecedores de Caminh?es - A participa??o de mercado das marcas de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, portf¨®lio de tipos de caminh?es, pre?os de caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, inova??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos), efici¨ºncia de combust¨ªvel, op??es de financiamento, custos de manuten??o anual, disponibilidade de substitutos, estrat¨¦gias de marketing, etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano-base do estudo) do volume de vendas de caminh?es para as principais marcas e o coment¨¢rio sobre o cen¨¢rio atual do mercado e a perspectiva ao longo do per¨ªodo de previs?o s?o apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Manufatura - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) em log¨ªstica incorridos pelos players do setor de manufatura. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente envolvidos na transforma??o qu¨ªmica, mec?nica ou f¨ªsica de materiais ou subst?ncias em novos produtos. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham papel crucial na manuten??o de um fluxo regular de mat¨¦rias-primas ao longo da cadeia de suprimentos, possibilitando a entrega pontual de produtos acabados a distribuidores ou clientes finais e armazenando e fornecendo as mat¨¦rias-primas aos clientes para a manufatura just-in-time.
- Capacidade de Carga da Frota Mar¨ªtima - A capacidade de carga da frota mar¨ªtima retrata o estado de desenvolvimento da infraestrutura mar¨ªtima e do com¨¦rcio de uma economia. ? influenciada por fatores como volume de produ??o, com¨¦rcio internacional, principais setores de usu¨¢rios finais, conectividade mar¨ªtima, regulamenta??es ambientais, investimentos no desenvolvimento de infraestrutura portu¨¢ria, capacidade de movimenta??o de cargas conteinerizadas nos portos, etc. Esta tend¨ºncia do setor representa a capacidade de carga da frota mar¨ªtima por tipo de embarca??o ¡ª navios porta-cont¨ºineres, petroleiros, graneleiros, carga geral, entre outros tipos ¡ª juntamente com os fatores de influ¨ºncia para a geografia estudada (pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio), ao longo do per¨ªodo de revis?o.
- Participa??o Modal - A Participa??o Modal do Frete ¨¦ influenciada por fatores como produtividade modal, regulamenta??es governamentais, conteineriza??o, dist?ncia da remessa, requisitos de controle de temperatura, tipo de mercadorias, com¨¦rcio internacional, terreno, velocidade de entrega, peso da remessa, remessas a granel, etc. Al¨¦m disso, a participa??o modal por tonelagem (toneladas) e a participa??o modal por giro de frete (ton-km) diferem conforme a dist?ncia m¨¦dia das remessas, o peso dos principais grupos de commodities transportados na economia e o n¨²mero de viagens. Esta tend¨ºncia do setor representa a distribui??o do frete transportado por modo de transporte (toneladas e ton-km), para o ano-base do estudo.
- Petr¨®leo e G¨¢s, Minera??o e Extra??o - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) em log¨ªstica incorridos pelos players do setor de extra??o. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos que extraem minerais s¨®lidos de ocorr¨ºncia natural, como carv?o e min¨¦rios; minerais l¨ªquidos, como petr¨®leo bruto; e gases, como g¨¢s natural. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) cobrem todas as fases, desde o upstream at¨¦ o downstream, e desempenham papel crucial no transporte de maquin¨¢rio, equipamentos de perfura??o, minerais extra¨ªdos, petr¨®leo bruto e g¨¢s natural, bem como produtos refinados/processados de um local para outro.
- Outros Usu¨¢rios Finais - O segmento de outros usu¨¢rios finais captura os gastos externos (terceirizados) em log¨ªstica incorridos pelos setores de servi?os financeiros (BFSI), imobili¨¢rio, servi?os educacionais, sa¨²de e servi?os profissionais (administrativos, gest?o de res¨ªduos, jur¨ªdicos, arquitet?nicos, de engenharia, design, consultoria, P&D cient¨ªfica). Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham papel crucial no movimento confi¨¢vel de suprimentos e documentos de/para esses setores, como transporte de equipamentos ou recursos necess¨¢rios, envio de documentos e arquivos confidenciais, movimenta??o de produtos e suprimentos m¨¦dicos (suprimentos e instrumentos cir¨²rgicos, incluindo luvas, m¨¢scaras, seringas, equipamentos), entre outros.
- Outros Servi?os - O segmento de Outros Servi?os captura a receita obtida por meio de: (1) Servi?os de valor agregado (SVA) para transporte de cargas por rodovia, ferrovia, via a¨¦rea e mar¨ªtima e hidrovias interiores; (2) SVA para transporte de cargas mar¨ªtimas (opera??o de instala??es terminais como portos e p¨ªeres, opera??o de eclusas de hidrovias, navega??o, pilotagem e atividades de atraca??o, lanchonagem, atividades de salvamento, atividades de far¨®is, entre outras atividades de apoio diversas); (3) SVA para transporte terrestre de cargas (opera??o de instala??es terminais como esta??es ferrovi¨¢rias, esta??es para manuseio de mercadorias, opera??o de infraestrutura ferrovi¨¢ria, manobras e classifica??o de vag?es, reboque e assist¨ºncia rodovi¨¢ria, liquefa??o de g¨¢s para fins de transporte, entre outras atividades de apoio diversas); (4) SVA para transporte a¨¦reo de cargas (opera??o de instala??es terminais como terminais aerovi¨¢rios, atividades de aeroporto e controle de tr¨¢fego a¨¦reo, atividades de servi?os de terra em aer¨®dromos, manuten??o de pistas, inspe??o/translado/manuten??o/teste de aeronaves, servi?os de abastecimento de aeronaves, entre outras atividades de apoio diversas); (5) SVA para servi?os de armazenagem e estocagem (opera??o de silos de gr?os, armaz¨¦ns de mercadorias gerais, armaz¨¦ns refrigerados, tanques de armazenagem, etc., armazenagem de mercadorias em zonas de com¨¦rcio exterior, congelamento r¨¢pido, acondicionamento de mercadorias para expedi??o, embalagem e prepara??o de mercadorias para expedi??o, rotulagem e/ou impress?o de embalagem, montagem de kits e servi?os de embalagem, entre outras atividades de apoio diversas); e (6) SVA para servi?os de courier, expresso e encomendas (coleta, triagem).
- Escalas em Portos e Desempenho - O desempenho dos portos ¨¦ fundamental para o movimento de cargas, o com¨¦rcio, a conectividade global, as estrat¨¦gias de crescimento bem-sucedidas, a atratividade de investimentos para sistemas de produ??o e distribui??o, e assim afeta o PIB, o emprego, a renda per capita e o crescimento industrial. Portanto, os par?metros de desempenho portu¨¢rio, como o tempo mediano de perman¨ºncia das embarca??es nos portos; a idade m¨¦dia, o tamanho, a capacidade de carga e a capacidade de transporte de cont¨ºineres das embarca??es que entram nos portos; as escalas em portos e a movimenta??o de cont¨ºineres nos portos foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- ?ndice de Conectividade do Transporte Mar¨ªtimo de Linha Regular por Porto - Reflete a posi??o de um porto na rede global de transporte mar¨ªtimo de linha regular, onde um valor mais alto do ¨ªndice est¨¢ associado a uma melhor conectividade. Portos eficientes e bem conectados: (1) contribuem para minimizar os custos de transporte, conectando cadeias de suprimentos e apoiando o com¨¦rcio internacional; (2) abrem caminho para economias de escala e desenvolvimento de expertise, permitindo que os produtores melhor aproveitem as oportunidades nos mercados dom¨¦stico e estrangeiro. Portanto, os principais portos de import?ncia estrat¨¦gica, no pa¨ªs/regi?o conforme o escopo do relat¨®rio, foram analisados e apresentados na tend¨ºncia do setor "Conectividade do Transporte Mar¨ªtimo de Linha Regular".
- Movimenta??o Portu¨¢ria - Reflete a quantidade de carga ou o n¨²mero de embarca??es que um porto movimenta anualmente. Pode estar relacionada a: (1) tonelagem de carga, (2) cont¨ºineres em TEUs e (3) escalas de embarca??es. A movimenta??o portu¨¢ria em termos de total de cont¨ºineres movimentados (TEUs) ¨¦ apresentada na tend¨ºncia do setor "Escalas em Portos e Desempenho".
- Infla??o de Pre?os ao Produtor - Indica a infla??o do ponto de vista dos produtores, ou seja, o pre?o m¨¦dio de venda recebido por sua produ??o ao longo de um per¨ªodo. A varia??o anual (varia??o ano a ano) do ¨ªndice de pre?os ao produtor ¨¦ reportada como infla??o de pre?os no atacado na tend¨ºncia do setor "Infla??o". Como o ?ndice de Pre?os no Atacado (IPA) captura os movimentos din?micos de pre?os da forma mais abrangente, ¨¦ amplamente utilizado por governos, bancos, ind¨²stria e c¨ªrculos empresariais e ¨¦ considerado importante na formula??o de pol¨ªticas comerciais, fiscais e outras pol¨ªticas econ?micas. Os dados foram utilizados em conjunto com a infla??o de pre?os ao consumidor para melhor compreender o ambiente inflacion¨¢rio.
- Receita Segmental - A Receita Segmental foi triangulada ou calculada e apresentada para todos os principais players do mercado. Refere-se ¨¤ receita espec¨ªfica do mercado de frete e log¨ªstica obtida pela empresa, ao longo do ano-base do estudo, na geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio). ? calculada por meio do estudo e an¨¢lise dos principais par?metros como dados financeiros, portf¨®lio de servi?os, n¨²mero de funcion¨¢rios, tamanho da frota, investimentos, n¨²mero de pa¨ªses presentes, principais economias de interesse, etc., que foram reportados pela empresa em seus relat¨®rios anuais e p¨¢ginas da web. Para empresas com divulga??es financeiras escassas, foram utilizados bancos de dados pagos como D&B Hoovers e Dow Jones Factiva, verificados por meio de intera??es com o setor/especialistas.
- PIB do Setor de Transporte e Armazenagem - O valor e o crescimento do PIB do Setor de Transporte e Armazenagem t¨ºm rela??o direta com o tamanho do mercado de frete e log¨ªstica. Portanto, essa vari¨¢vel foi estudada e apresentada ao longo do per¨ªodo de revis?o, em termos de valor (USD) e como participa??o % do PIB total, nesta tend¨ºncia do setor. Os dados foram apoiados por coment¨¢rios concisos e relevantes sobre os investimentos, desenvolvimentos e o cen¨¢rio atual do mercado.
- Tend¨ºncias no Setor de Com¨¦rcio Eletr?nico - A melhoria da conectividade ¨¤ internet e o boom na penetra??o de smartphones, aliados ao aumento da renda dispon¨ªvel, levaram a um crescimento fenomenal do mercado de com¨¦rcio eletr?nico globalmente. Os compradores online exigem entrega r¨¢pida e eficiente de seus pedidos, levando ao aumento da demanda por servi?os log¨ªsticos, especialmente servi?os de fulfillment de com¨¦rcio eletr?nico. Portanto, o Valor Bruto de Mercadorias (GMV), o crescimento hist¨®rico e projetado, e a distribui??o dos principais grupos de commodities no setor de com¨¦rcio eletr?nico para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio) foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Tend¨ºncias no Setor de Manufatura - O setor de manufatura envolve a transforma??o de mat¨¦rias-primas em produtos acabados, enquanto o setor de log¨ªstica garante o fluxo eficiente de mat¨¦rias-primas para a f¨¢brica e o transporte dos produtos manufaturados para distribuidores e consumidores. A oferta e a demanda de ambos os setores s?o altamente interligadas e cr¨ªticas para uma cadeia de suprimentos cont¨ªnua. Portanto, o Valor Adicionado Bruto (VAB), a distribui??o do VAB entre os principais setores de manufatura e o crescimento do setor de manufatura ao longo do per¨ªodo de revis?o foram analisados e apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Tamanho da Frota de Caminh?es por Tipo - A participa??o de mercado dos tipos de caminh?es ¨¦ influenciada por fatores como prefer¨ºncias geogr¨¢ficas, principais setores de usu¨¢rios finais, pre?os de caminh?es, produ??o local, penetra??o de servi?os de reparo e manuten??o de caminh?es, suporte ao cliente, disrup??es tecnol¨®gicas (como ve¨ªculos el¨¦tricos, digitaliza??o, caminh?es aut?nomos), etc. Portanto, a distribui??o (participa??o % para o ano-base do estudo) do volume do parque de caminh?es por tipo, os disruptores de mercado, os investimentos na fabrica??o de caminh?es, as especifica??es dos caminh?es, as regulamenta??es de uso e importa??o de caminh?es, e a perspectiva ao longo do per¨ªodo de previs?o s?o apresentados nesta tend¨ºncia do setor.
- Custos Operacionais do Transporte ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç de Cargas - As principais raz?es para medir/comparar o desempenho log¨ªstico de qualquer empresa de transporte rodovi¨¢rio s?o reduzir os custos operacionais e aumentar a rentabilidade. Por outro lado, a mensura??o dos custos operacionais ajuda a identificar se e onde fazer mudan?as operacionais para controlar despesas e identificar ¨¢reas de melhoria de desempenho. Portanto, nesta tend¨ºncia do setor, os custos operacionais do transporte rodovi¨¢rio de cargas e as vari¨¢veis envolvidas ¡ª sal¨¢rios e benef¨ªcios de motoristas, pre?os de combust¨ªvel, custos de reparos e manuten??o, custos de pneus, etc. ¡ª foram estudados ao longo do ano-base do estudo e apresentados para a geografia estudada (pa¨ªs ou regi?o conforme o escopo do relat¨®rio).
- Armazenagem e Estocagem - O segmento de Armazenagem e Estocagem captura a receita obtida por meio da opera??o de armaz¨¦ns e instala??es de estocagem de mercadorias gerais, refrigerados e de outros tipos. Esses estabelecimentos assumem a responsabilidade de armazenar as mercadorias e mant¨º-las seguras em troca de tarifas. Os servi?os de valor agregado (SVA) que podem ser prestados s?o considerados parte do segmento "Outros Servi?os". Aqui, SVA refere-se a uma gama de servi?os relacionados ¨¤ distribui??o das mercadorias de um cliente, que podem incluir rotulagem, desmembramento de lotes, controle e gest?o de estoque, montagem leve, processamento e atendimento de pedidos, embalagem, separa??o e embalagem, marca??o de pre?os e etiquetagem, e arranjo de transporte.
- Com¨¦rcio Atacadista e Varejista - Este segmento de setor de usu¨¢rio final captura os gastos externos (terceirizados) em log¨ªstica incorridos por atacadistas e varejistas. Os players de usu¨¢rio final considerados s?o os estabelecimentos primariamente envolvidos na venda por atacado ou varejo de mercadorias, geralmente sem transforma??o, e na presta??o de servi?os auxiliares ¨¤ venda de mercadorias. Os Prestadores de Servi?os Log¨ªsticos (PSLs) desempenham papel crucial no movimento confi¨¢vel de suprimentos e produtos acabados das unidades de produ??o para os distribuidores e, finalmente, ao cliente final, cobrindo atividades como sourcing de materiais, transporte, atendimento de pedidos, armazenagem e estocagem, previs?o de demanda, gest?o de estoque, etc.
| Palavra-chave | Defini??o |
|---|---|
| Carga por Eixo | A carga por eixo de um ve¨ªculo sobre rodas ¨¦ o peso total suportado pela via para todas as rodas conectadas a um determinado eixo. |
| Frete de Retorno | O frete de retorno ¨¦ o movimento de retorno de um ve¨ªculo de transporte do seu destino original para seu ponto de partida original. |
| Conhecimento de Embarque | Um conhecimento de embarque ¨¦ um documento legal emitido por uma transportadora ao embarcador que detalha o tipo, a quantidade e o destino das mercadorias transportadas. |
| Abastecimento de Combust¨ªvel de Embarca??es | O abastecimento de combust¨ªvel de embarca??es ¨¦ o processo de fornecimento de combust¨ªvel e/ou gas¨®leo para alimentar o sistema de propuls?o de um navio (tal combust¨ªvel ¨¦ denominado bunker). Inclui a log¨ªstica de carregamento e distribui??o do combust¨ªvel entre os tanques dispon¨ªveis a bordo. Uma pessoa que negocia com bunker (combust¨ªvel) ¨¦ chamada de trader de bunker. |
| Servi?o de Abastecimento de Combust¨ªvel de Embarca??es | O servi?o de abastecimento de combust¨ªvel de embarca??es ¨¦ o fornecimento de uma qualidade e quantidade solicitadas de bunker a um navio. |
| Com¨¦rcio Colaborativo | O Com¨¦rcio Colaborativo (C-commerce) descreve as intera??es comerciais habilitadas eletronicamente entre o pessoal interno de uma empresa, parceiros de neg¨®cios e clientes ao longo de uma comunidade de com¨¦rcio. A comunidade de com¨¦rcio pode ser um setor, segmento de setor, cadeia de suprimentos ou segmento de cadeia de suprimentos. |
| Cabotagem | Transporte por um ve¨ªculo registrado em um pa¨ªs realizado no territ¨®rio nacional de outro pa¨ªs. |
| Agente de Carretagem | Um servi?o de transporte terrestre que fornece coleta e entrega de cargas em locais n?o atendidos diretamente por uma transportadora a¨¦rea ou mar¨ªtima. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Contratada | A log¨ªstica contratada refere-se ¨¤ terceiriza??o de tarefas de gest?o de recursos por uma empresa a uma empresa terceirizada especializada em quest?es log¨ªsticas, como transporte, armazenagem e atendimento de pedidos. |
| Courier | Uma empresa utilizada para enviar mensagens, pacotes, etc. O servi?o de courier refere-se ao servi?o r¨¢pido de coleta e entrega porta a porta de mercadorias ou documentos. Pode ser local ou internacional. Uma empresa que presta tais servi?os de entrega ¨¦ denominada empresa de courier. Uma empresa de courier contrata pessoas para prestar seus servi?os. Tal pessoa contratada pela empresa de servi?os de courier ¨¦ denominada courier. |
| Cross Docking | O cross docking ¨¦ uma pr¨¢tica em gest?o log¨ªstica que inclui o descarregamento de ve¨ªculos de entrega recebidos e o carregamento dos materiais diretamente em ve¨ªculos de entrega de sa¨ªda, omitindo as pr¨¢ticas log¨ªsticas tradicionais de armaz¨¦m e economizando tempo e dinheiro. |
| Com¨¦rcio entre Terceiros Pa¨ªses | Transporte internacional entre dois pa¨ªses diferentes realizado por um ve¨ªculo registrado em um terceiro pa¨ªs. Um terceiro pa¨ªs ¨¦ um pa¨ªs diferente do pa¨ªs de carregamento/embarque e do pa¨ªs de descarregamento/desembarque. |
| Desembara?o Aduaneiro | Os procedimentos envolvidos na libera??o de carga pela alf?ndega por meio de formalidades designadas, como apresenta??o de licen?a/permiss?o de importa??o, pagamento de direitos de importa??o e outras documenta??es exigidas pela natureza da carga, como aprova??o da FCC ou FDA. |
| Lacre Aduaneiro | Lacre aduaneiro significa um lacre, carimbo ou qualquer outro meio preventivo afixado pelos agentes alfandeg¨¢rios para garantir a inviolabilidade das mercadorias, meios de transporte comercial ou armaz¨¦ns. |
| Mercadorias Perigosas | Mercadorias perigosas (ou materiais perigosos ou HAZMAT) incluem l¨ªquidos/s¨®lidos inflam¨¢veis, gases comprimidos, liquefeitos, dissolvidos sob press?o, corrosivos, subst?ncias oxidantes, subst?ncias e artigos explosivos, subst?ncias que, em contato com a ¨¢gua, emitem gases inflam¨¢veis, per¨®xidos org?nicos, subst?ncias t¨®xicas, subst?ncias infecciosas, materiais radioativos, mercadorias e artigos perigosos diversos. |
| Remessa Direta | A remessa direta ¨¦ um m¨¦todo de entrega de mercadorias do fornecedor ou propriet¨¢rio do produto diretamente ao cliente. Na maioria dos casos, o cliente encomenda as mercadorias ao propriet¨¢rio do produto. Este esquema de entrega reduz os custos de transporte e armazenagem, mas requer planejamento e administra??o adicionais. |
| Drayage | O drayage ¨¦ uma forma de servi?o de transporte rodovi¨¢rio que conecta os diferentes modos de transporte (intermodal), como frete mar¨ªtimo ou frete a¨¦reo. ? uma viagem de curta dist?ncia que transporta mercadorias de um lugar para outro, geralmente antes ou ap¨®s o processo de transporte de longa dist?ncia. Os caminh?es de drayage movem a carga de e para v¨¢rios destinos, como navios porta-cont¨ºineres, p¨¢tios de armazenagem, armaz¨¦ns de atendimento de pedidos e p¨¢tios ferrovi¨¢rios. Normalmente, o drayage apenas transporta mercadorias em curtas dist?ncias e opera apenas em uma ¨¢rea metropolitana. Tamb¨¦m requer apenas um caminhoneiro em um ¨²nico turno. |
| Dique Seco | O dique seco ¨¦ um termo utilizado para reparos ou quando um navio ¨¦ levado ao estaleiro de servi?o. Durante o dique seco, o navio inteiro ¨¦ levado para terra firme para que as partes submersas do casco possam ser limpas ou inspecionadas. |
| Ba¨² Seco | Um ba¨² seco ¨¦ um tipo de semirreboque totalmente fechado para proteger as remessas dos elementos externos. Projetado para transportar carga paletizada, encaixotada ou solta, os ba¨²s secos n?o possuem controle de temperatura (ao contr¨¢rio das unidades refrigeradas "reefer") e n?o podem transportar remessas superdimensionadas (ao contr¨¢rio dos reboques plataforma). |
| Servi?o de Alimenta??o (Feedering) | Servi?o de transporte pelo qual cont¨ºineres carregados ou vazios em uma regi?o s?o transferidos para um "navio-m?e" para uma viagem oce?nica de longa dist?ncia. |
| Demanda Final | A demanda final inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidos como uso final e pode incluir consumo pessoal, ou consumo pelo governo, por empresas como investimento de capital, e como exporta??es. Inclui todos os tipos de commodities (bens e servi?os) consumidos como uso final e pode incluir consumo pessoal, ou consumo pelo governo, por empresas como investimento de capital, e como exporta??es. |
| Entrega na Primeira Milha | A entrega na primeira milha refere-se ao primeiro est¨¢gio do transporte. ? quando a encomenda deixa o armaz¨¦m do vendedor e ¨¦ recolhida pelo agente de coleta do courier para ser processada ou levada ao armaz¨¦m. Uma vez que o pacote chega ao correio ou ao hub do courier, ele ¨¦ ent?o triado e transportado at¨¦ chegar ¨¤ porta do cliente. |
| Servi?os de Armazenagem Fiscal | Significa uma instala??o, claramente separada de outras depend¨ºncias, onde os bens sujeitos a impostos especiais de consumo s?o produzidos, processados, mantidos, recebidos ou expedidos sob um regime de suspens?o de imposto por um depositante autorizado, no curso de seus neg¨®cios, sob as condi??es estabelecidas pelas autoridades alfandeg¨¢rias. |
| Plataforma Basculante | Possui uma carroceria traseira com formato plano para facilitar o carregamento e descarregamento de mercadorias. O caminh?o com plataforma basculante ¨¦ usado principalmente para transportar mercadorias pesadas, superdimensionadas, largas e resistentes. |
| Caminh?o Plataforma | Um caminh?o plataforma ¨¦ um tipo de caminh?o com design r¨ªgido. Possui uma carroceria traseira com formato plano para facilitar o carregamento e descarregamento de mercadorias. O caminh?o plataforma ¨¦ usado principalmente para transportar mercadorias pesadas, superdimensionadas, largas e resistentes, como maquin¨¢rio, materiais ou equipamentos de constru??o. Devido ¨¤ carroceria aberta do caminh?o, as mercadorias transportadas com ele n?o devem ser vulner¨¢veis ¨¤ chuva. Por funcionalidade, o caminh?o plataforma ¨¦ compar¨¢vel a um reboque plataforma. |
| Tempo de Tr?nsito do Frete | O tempo de tr?nsito ¨¦ o tempo que uma remessa leva para ser entregue ao seu destino final ap¨®s ser recolhida em um ponto de coleta designado. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Halal | Refere-se ao processo de gest?o das opera??es log¨ªsticas, como gest?o de frota, armazenagem/estocagem e manuseio de materiais, de acordo com os princ¨ªpios da lei Sharia, garantindo a integridade dos produtos halal no ponto de consumo. |
| Transporte de Carga | O transporte comercial de mercadorias. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ de Entrada | A log¨ªstica de entrada ¨¦ a forma como materiais e outros bens s?o trazidos para uma empresa. Esse processo inclui as etapas de pedido, recebimento, armazenamento, transporte e gest?o de suprimentos recebidos. A log¨ªstica de entrada concentra-se na parte de oferta da equa??o oferta-demanda. |
| Demanda Intermedi¨¢ria | A demanda intermedi¨¢ria inclui bens, servi?os e constru??o de manuten??o e reparo vendidos a empresas, excluindo investimento de capital. |
| Carregado Internacionalmente | Local de carregamento de mercadorias no pa¨ªs declarante (ou seja, pa¨ªs onde o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de descarregamento em um pa¨ªs diferente. |
| Descarregado Internacionalmente | Local de descarregamento de mercadorias no pa¨ªs declarante (ou seja, pa¨ªs onde o ve¨ªculo que realiza o transporte est¨¢ registrado) e local de carregamento em um pa¨ªs diferente. |
| Entrega na ?ltima Milha | A entrega na ¨²ltima milha refere-se ao ¨²ltimo est¨¢gio do processo de entrega, quando uma encomenda ¨¦ movida de um hub de transporte para seu destino final ¡ª que, geralmente, ¨¦ uma resid¨ºncia particular ou uma loja varejista. |
| Carga Menor que Caminh?o Completo (LTL) | Carga menor que caminh?o completo, tamb¨¦m conhecida como less-than-load (LTL), ¨¦ um servi?o de transporte para cargas ou quantidades de frete relativamente pequenas. Um prestador de servi?os LTL combina as cargas e os requisitos de transporte de v¨¢rias empresas diferentes em seus caminh?es, utilizando um sistema hub-and-spoke para levar as mercadorias aos seus destinos. |
| Reboque por Locomotiva | O transporte de carv?o, min¨¦rio, trabalhadores e materiais no subsolo por meio de vag?es de mina rebocados por locomotivas. A locomotiva pode ser movida a bateria, diesel, ar comprimido, trolley, ou alguma combina??o, como bateria-trolley ou trolley-reel de cabo. |
| Milk Run | Um Milk Run ¨¦ um m¨¦todo de entrega utilizado para transportar cargas mistas de v¨¢rios fornecedores para um ¨²nico cliente. Em vez de cada fornecedor enviar um caminh?o toda semana para atender ¨¤s necessidades de um cliente, um caminh?o (ou ve¨ªculo) visita os fornecedores para recolher as cargas para aquele cliente. Este m¨¦todo de transporte recebeu seu nome da pr¨¢tica do setor leiteiro, onde um tanque era utilizado para coletar leite de v¨¢rias fazendas leiteiras para entrega a uma empresa processadora de leite. |
| Consolida??o Multipa¨ªs | A Consolida??o Multipa¨ªs (MCC) ¨¦ uma solu??o econ?mica que consolida a carga de diferentes pa¨ªses de origem para construir Cont¨ºineres Completos (FCL). A MCC ¨¦ mais adequada para empresas que importam pequenos volumes de mercadorias de v¨¢rios pa¨ªses, mas desejam aproveitar as tarifas de frete FCL mais econ?micas. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Multimodal | O transporte multimodal ou a expedi??o multimodal refere-se a processos log¨ªsticos e de frete que requerem m¨²ltiplos modos de transporte. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Omnicanal | A distribui??o omnicanal ¨¦ uma abordagem multicanal adotada pelas empresas para oferecer aos clientes uma maneira de comprar e receber pedidos de v¨¢rios canais de vendas com integra??o cont¨ªnua de um ¨²nico toque. Algumas das formas incluem: 1. Comprar online, depois retirar na loja f¨ªsica; 2. Comprar online e receber em casa ou em outro local; 3. Compra na loja, com entrega em casa ou em outro local; 4. Envio direto de um armaz¨¦m ou centro de manufatura para a loja, resid¨ºncia ou outro local; 5. Comprar online, depois devolver na loja ou online; 6. Comprar online, depois devolver online. |
| Carga Fora do Gabarito (OOG) | A carga fora do gabarito (OOG) ¨¦ qualquer carga que n?o pode ser carregada em cont¨ºineres de transporte de seis faces simplesmente por ser muito grande. O termo ¨¦ uma classifica??o muito ampla de toda a carga com dimens?es al¨¦m das dimens?es m¨¢ximas do cont¨ºiner 40HC. Ou seja, comprimento superior a 12,05 metros, largura superior a 2,33 metros ou altura superior a 2,59 metros. |
| Outros Navios | Outros navios incluem: transportadores de g¨¢s liquefeito de petr¨®leo, transportadores de g¨¢s natural liquefeito, tanques parcelados (qu¨ªmicos), tanques especializados, navios frigor¨ªficos, embarca??es de apoio offshore, rebocadores, dragas, navios de cruzeiro, ferries e outros navios n?o cargueiros. |
| Outras Cargas Especializadas | Outros bens especializados incluem mercadorias pr¨¦-eslingadas (mercadorias, um ou mais itens, fornecidas com uma ou mais eslingas), unidades m¨®veis (unidades autopropelidas, unidades n?o autopropelidas, ve¨ªculos n?o enrolados), carga de equipamento superdimensionado (maquin¨¢rio leve e pesado que frequentemente ¨¦ muito grande ou muito pesado), frete de alto valor que precisa de prote??o extra, como eletr?nicos, e frete rodovi¨¢rio de servi?os financeiros. |
| Transporte de Cargas Terceirizado | Transporte por frete ou remunera??o; O transporte remunerado de mercadorias. |
| Paletes | Plataforma elevada, destinada a facilitar o levantamento e empilhamento de mercadorias. |
| Carga Parcial | Uma carga parcial descreve mercadorias que preenchem apenas parcialmente um caminh?o. Em ess¨ºncia, a quantidade da remessa ¨¦ maior do que a remessa de Carga Menor que Caminh?o Completo (LTL). Al¨¦m disso, a remessa n?o pode ocupar completamente um caminh?o, ou seja, sua capacidade ¨¦ muito menor do que uma remessa de Caminh?o Completo (FTL). |
| Rodovia Pavimentada | Rodovia com superf¨ªcie de pedra britada (macadame) com ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminizados, com concreto ou com paralelep¨ªpedos. |
| Com¨¦rcio R¨¢pido (Q-commerce) | O Q-commerce, tamb¨¦m chamado de quick commerce, ¨¦ um tipo de com¨¦rcio eletr?nico em que a ¨ºnfase ¨¦ na rapidez das entregas, tipicamente em menos de uma hora. |
| Cais | Uma plataforma de pedra ou metal situada ao lado ou projetando-se para dentro da ¨¢gua para carregamento e descarregamento de navios. |
| ¸é±ð³¦´Ç³¾¨¦°ù³¦¾±´Ç | O recom¨¦rcio ¨¦ a venda de itens usados anteriormente por meio de marketplaces online para compradores que os reutilizam, reciclam ou revendem. |
| ³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹ Reversa | A log¨ªstica reversa ¨¦ um tipo de gest?o da cadeia de suprimentos que movimenta mercadorias dos clientes de volta aos vendedores ou fabricantes. |
| Servi?o de Transporte ¸é´Ç»å´Ç±¹¾±¨¢°ù¾±´Ç de Cargas | A contrata??o de uma transportadora para o transporte de commodities (mat¨¦rias-primas ou produtos manufaturados, incluindo s¨®lidos e l¨ªquidos) da origem a um destino dentro do pa¨ªs (dom¨¦stico) ou transfronteiri?o (internacional) constitui o mercado de transporte rodovi¨¢rio de cargas. O servi?o pode ser de Caminh?o Completo ou Menor que Caminh?o Completo, conteinerizado ou n?o conteinerizado, com ou sem controle de temperatura, de curta ou longa dist?ncia. |
| Carga Roll-on/Roll-off | Os navios roll-on/roll-off (RORO ou ro-ro) s?o navios cargueiros projetados para transportar carga sobre rodas, como carros, motocicletas, caminh?es, caminh?es com semirreboque, ?nibus, reboques e vag?es ferrovi¨¢rios, que s?o embarcados e desembarcados do navio com suas pr¨®prias rodas ou usando um ve¨ªculo plataforma, como um transportador modular autopropelido. |
| Caixas de Troca | Uma caixa de troca, ou caixa intercambi¨¢vel, ¨¦ um dos tipos de cont¨ºineres de carga padronizados para transporte rodovi¨¢rio e ferrovi¨¢rio. |
| Barca?a-Tanque | Uma embarca??o n?o autopropelida constru¨ªda ou adaptada principalmente para transportar commodities ou cargas l¨ªquidas, s¨®lidas ou gasosas a granel em espa?os de carga (ou tanques) por rios e hidrovias interiores, podendo ocasionalmente transportar commodities ou cargas por oceanos e mares quando em tr?nsito de uma hidrovia interior para outra. As commodities ou cargas transportadas est?o em contato direto com o interior do tanque. |
| Ve¨ªculo Toldo Tensor (Tautliner) | Tautliner e cortineiro s?o nomes gen¨¦ricos para caminh?es/reboques com lona lateral. As lonas s?o fixadas permanentemente a um trilho superior e a barras/postes remov¨ªveis na frente e na parte traseira, permitindo que as lonas sejam abertas e que empilhadeiras sejam usadas ao longo de todo o comprimento para carregamento e descarregamento f¨¢cil e eficiente. Quando fechadas para o transporte, cintas verticais de conten??o de carga s?o fixadas a um trilho de corda abaixo da cama do caminh?o, conectando a cama e a lona ao longo de ambos os lados. Guindastes em cada extremidade da lona a tensionam, da¨ª o nome 'Tautliner'. Isso impede que a lona bata ou tamborilem com o vento e tamb¨¦m pode ajudar a reter cargas leves de escorregarem lateralmente. |
| Transbordo | O transbordo ¨¦ um termo de transporte que se refere ¨¤ transfer¨ºncia de mercadorias de um modo de transporte para outro no caminho para seu destino final. |
| Tsubo | Uma unidade japonesa de ¨¢rea igual a 35,58 p¨¦s quadrados. |
| Rodovia N?o Pavimentada | Rodovia com base estabilizada sem superf¨ªcie de pedra britada, ligante de hidrocarboneto ou agentes betuminizados, concreto ou paralelep¨ªpedos. |
| Servi?os de Apoio a Embarca??es | Inclui manuten??o de navios, reparos, limpeza, conserva??o do casco e da aparelhagem e equipamentos. |
Metodologia de Pesquisa
A ºÚÁϲ»´òìÈ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.
- Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis-Chave: A fim de construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e os fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos de mercado dispon¨ªveis. Por meio de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o do mercado s?o definidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
- Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: As estimativas de tamanho de mercado para os anos de previs?o s?o em termos nominais. A infla??o n?o faz parte da precifica??o, e o pre?o m¨¦dio de venda (ASP) ¨¦ mantido constante ao longo do per¨ªodo de previs?o para cada pa¨ªs.
- Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e avalia??es dos analistas s?o validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em diferentes n¨ªveis e fun??es para gerar um panorama hol¨ªstico do mercado estudado.
- Etapa 4: Resultados da Pesquisa: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicalizados, Projetos de Consultoria Personalizada, Bancos de Dados e Plataformas de Assinatura






