Tamanho e Participa??o do Mercado de Condomínios e Apartamentos da América do Sul
Análise do Mercado de Condomínios e Apartamentos da América do Sul por 黑料不打烊
O tamanho do Mercado de Condomínios e Apartamentos da América do Sul foi avaliado em 126,19 bilh?es de USD em 2025 e estima-se que cres?a de 133 bilh?es de USD em 2026 para atingir 173 bilh?es de USD até 2031, a um CAGR de 5,40% durante o período de previs?o (2026-2031).
A escassez habitacional, o crescimento das popula??es urbanas e a redu??o do tamanho dos domicílios continuam a sustentar a demanda por apartamentos em toda a regi?o. O apoio à habita??o popular no Brasil está sustentando a constru??o de unidades acessíveis, enquanto os custos de financiamento mais baixos est?o come?ando a impulsionar a atividade dos compradores no Brasil, na Col?mbia e na Argentina. As taxas de hipoteca mais elevadas e a limitada disponibilidade de terrenos urbanizados ainda restringem a acessibilidade à compra e atrasam alguns novos empreendimentos. Essas press?es também est?o ampliando o papel da habita??o para aluguel gerida profissionalmente, particularmente nas cidades maiores, onde os compradores enfrentam altos custos iniciais.
Principais Conclus?es do Relatório
- Por modelo de negócio, as vendas detinham 72% da participa??o do mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul em 2025, enquanto o aluguel deve registrar o maior CAGR de 6,30% até 2031.
- Por faixa de pre?o, o mercado intermediário representou 47% do tamanho do mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul em 2025, enquanto o luxo deve crescer a um CAGR de 6,20% até 2031.
- Por modalidade de venda, as transa??es primárias representaram 57% do valor do mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul em 2025, enquanto as transa??es secundárias devem avan?ar a um CAGR de 6,10% até 2031.
- Por país, o Brasil detinha 40,9% do valor do mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul em 2025, enquanto a Col?mbia deve crescer a um CAGR de 6,92% até 2031.
Nota: O tamanho do mercado e os números de previs?o neste relatório s?o gerados usando a estrutura de estimativa proprietária da 黑料不打烊, atualizada com os dados e percep??es mais recentes disponíveis em janeiro de 2026.
Tendências e Perspectivas do Mercado de Condomínios e Apartamentos da América do Sul
Análise de Impacto dos Impulsionadores*
| Impulsionadores | (~) % de Impacto na Previs?o do CAGR | Relev?ncia Geográfica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Déficits Habitacionais Persistentes e Forma??o de Domicílios Impulsionam a Demanda por Apartamentos | +1.5% | Regional, com concentra??o no Brasil, Col?mbia e Argentina | Longo prazo (≥ 4 anos) |
| Urbaniza??o e Desenvolvimento Vertical Aumentam a Demanda por Habita??o de Alta Densidade | +1.2% | América do Sul, liderada por S?o Paulo, Bogotá, Buenos Aires e Santiago | Longo prazo (≥ 4 anos) |
| Programas de Habita??o Acessível Apoiam a Constru??o de Apartamentos | +1.0% | Brasil, com relev?ncia na Col?mbia e no Chile | 惭é诲颈辞 prazo (2-4 anos) |
| Recupera??o do Crédito Hipotecário e Taxas de Juros Mais Baixas Ampliam a Demanda dos Compradores | +0.9% | Brasil, Argentina e Col?mbia | 惭é诲颈辞 prazo (2-4 anos) |
| Crédito Alternativo e Finan?as Digitais Melhoram o Acesso a Hipotecas | +0.5% | Chile, Brasil e Col?mbia | 惭é诲颈辞 prazo (2-4 anos) |
| Constru??o Modular e Ado??o de BIM Aceleram a Entrega de Apartamentos | +0.4% | Brasil, Argentina e Chile | 惭é诲颈辞 prazo (2-4 anos) |
| Fonte: 黑料不打烊 | |||
Déficits Habitacionais Persistentes e Forma??o de Domicílios Impulsionam a Demanda por Apartamentos
O mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul é sustentado por uma grande necessidade n?o atendida de habita??es adequadas. O Banco Interamericano de Desenvolvimento reportou um déficit habitacional de mais de 45 milh?es de residências na América Latina e no Caribe[1]Banco Interamericano de Desenvolvimento, "O Grupo BID Recomenda Seis Reformas Estruturais para Enfrentar o Déficit Habitacional da Regi?o," Banco Interamericano de Desenvolvimento, iadb.org.. O Brasil registrou um déficit de 5,77 milh?es de domicílios ao final de 2024, mesmo após uma segunda queda consecutiva no total. Domicílios menores e um número maior de famílias monoparentais e chefiadas por mulheres est?o aumentando o número de residências necessárias além do crescimento populacional isolado. Esse padr?o favorece apartamentos compactos e acessíveis em localiza??es próximas a empregos, servi?os e transporte público. Incorporadoras que alinham plantas das unidades, cronogramas de pagamento, localiza??es dos empreendimentos e pre?os a esses domicílios podem atender a uma base de demanda duradoura, particularmente onde residências menores oferecem custos de entrada mais baixos sem afastar os moradores de empregos, escolas, servi?os de saúde e transporte público.
Urbaniza??o e Desenvolvimento Vertical Aumentam a Demanda por Habita??o de Alta Densidade
As cidades continuam sendo centrais para o mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul, pois os residentes urbanos representam uma grande parcela da popula??o da regi?o. A Comiss?o Econ?mica para a América Latina e o Caribe reportou que 82% da popula??o da América Latina vivia em áreas urbanas[2]Comiss?o Econ?mica para a América Latina e o Caribe, "Estatísticas Urbanas Regionais," Comiss?o Econ?mica para a América Latina e o Caribe, cepal.org.. As restri??es de terreno em distritos consolidados est?o incentivando projetos de maior densidade tanto nas principais áreas metropolitanas quanto em cidades secundárias próximas. O Royal Institution of Chartered Surveyors observou que muitas cidades de médio porte na regi?o est?o crescendo mais rapidamente do que as megacidades[3]Royal Institution of Chartered Surveyors, "O Planeta das Cidades: Cidades da América Latina e do Caribe de 1980 a 2080," Royal Institution of Chartered Surveyors, rics.org.. Seguran?a, comodidades compartilhadas e proximidade a servi?os cotidianos também est?o sustentando a demanda por condomínios. O desenvolvimento vertical, portanto, permanece relevante além das maiores capitais, à medida que governos municipais, proprietários de terrenos e incorporadoras respondem à escassez de terrenos centrais com projetos que utilizam a infraestrutura existente de forma mais eficiente e atendem às preferências dos moradores por localiza??es que reduzem o tempo de deslocamento.
Programas de Habita??o Acessível Apoiam a Constru??o de Apartamentos
Os programas de habita??o acessível constituem uma importante fonte de volume para o mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul. O programa Minha Casa, Minha Vida do Brasil, conhecido como MCMV, financiou 14,4 bilh?es de USD no primeiro semestre de 2026 e tinha uma meta federal de 1 milh?o de residências contratadas para o ano. O programa oferece às incorporadoras um caminho mais claro para a demanda qualificada e o financiamento estruturado para projetos elegíveis. Também incentiva construtoras que historicamente se concentravam em residências de pre?o médio a reconsiderar seu mix de produtos. Em S?o Paulo, a expans?o dos lan?amentos do MCMV aumentou a concorrência por compradores na faixa de pre?o intermediária. O programa deve continuar a influenciar a aquisi??o de terrenos, o projeto de apartamentos, o tamanho das unidades, as parcerias de financiamento e o cronograma dos projetos em todo o Brasil, pois as regras de qualifica??o afetam quais compradores podem participar e quais terrenos podem suportar projetos acessíveis e comercialmente viáveis.
Recupera??o do Crédito Hipotecário e Taxas de Juros Mais Baixas Ampliam a Demanda dos Compradores
As taxas de política monetária mais baixas est?o come?ando a melhorar o ambiente de financiamento para o mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul. O Comitê de Política Monetária do Brasil, conhecido como Copom, reduziu a taxa de referência Selic de 15% para 14,75% no início de 2026. A Associa??o Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupan?a espera que o crédito imobiliário cres?a 16% em 2026, após um aumento de 3% em 2025. As vendas de imóveis novos na Col?mbia aumentaram 11,7% em termos anuais até mar?o de 2026, com a melhora das condi??es de crédito. A recupera??o pode primeiro beneficiar os imóveis existentes, onde a nova oferta permanece limitada. As redu??es nas taxas de juros também podem elevar os pre?os antes de tornar a propriedade materialmente mais acessível, especialmente em submercados bem localizados onde a oferta é limitada e os compradores retornam mais rapidamente do que as incorporadoras conseguem garantir terrenos, licen?as, financiamento e capacidade de constru??o.
Análise de Impacto das Restri??es*
| Restri??es | (~) % de Impacto na Previs?o do CAGR | Relev?ncia Geográfica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Altas Taxas de Juros Hipotecários e Spreads Bancários Limitam o Poder de Compra dos Compradores | -0.8% | Brasil, Chile e Col?mbia | Curto prazo (≤ 2 anos) |
| Escassez de Terrenos Urbanos e Restri??es de Zoneamento Limitam a Oferta de Novos Imóveis | -0.7% | S?o Paulo, Bogotá, Buenos Aires e Santiago | Longo prazo (≥ 4 anos) |
| Emprego Informal Limita o Acesso a Hipotecas Convencionais | -0.6% | Regional, especialmente Paraguai, Bolívia, Equador, Brasil e Col?mbia | Longo prazo (≥ 4 anos) |
| Riscos Climáticos Aumentam os Custos de Projeto e Financiamento | -0.3% | Brasil e Argentina | Longo prazo (≥ 4 anos) |
| Fonte: 黑料不打烊 | |||
Altas Taxas de Hipoteca e Spreads Bancários Limitam o Poder de Compra dos Compradores
Os altos custos hipotecários continuam sendo uma restri??o de curto prazo para o mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul. Os custos hipotecários no Brasil permaneceram elevados durante 2026, tornando as presta??es mensais difíceis para muitos domicílios e limitando o benefício imediato das primeiras redu?es na taxa de política monetária. O sistema de financiamento habitacional do país limita determinadas taxas hipotecárias, o que pode reduzir a disposi??o dos credores em originar empréstimos quando seus custos de capta??o s?o elevados. A diferen?a entre a renda dos compradores e as presta??es mensais pode atrasar a compra da primeira residência. Alguns domicílios est?o, consequentemente, optando por acomoda??o de aluguel em vez de propriedade. Essa transferência de demanda beneficia projetos de aluguel multifamiliar. Ainda assim, limita a atividade de vendas no curto prazo, à medida que as incorporadoras enfrentam uma absor??o mais lenta de unidades, os domicílios adiam as compras e os credores permanecem seletivos mesmo após o início da queda das taxas de política monetária de referência.
Escassez de Terrenos Urbanos e Restri??es de Zoneamento Limitam a Nova Oferta
A escassez de terrenos urbanos limita a resposta de oferta no mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul. Cyrela Brazil Realty S.A. investiu 96 milh?es de USD em aquisi??es de terrenos durante o segundo trimestre de 2025, o que indicou forte concorrência por terrenos privilegiados para desenvolvimento. Regras restritivas de densidade podem elevar os custos de desenvolvimento e reduzir o número de projetos viáveis. Um estudo revisado por pares constatou que as regulamenta??es de coeficiente de aproveitamento podem gerar custos econ?micos materiais para as cidades brasileiras. A Col?mbia iniciou 2026 com o número de novas constru??es próximo à mínima de 14 anos, apesar de uma recupera??o na demanda. Apartamentos de revenda bem localizados tornam-se, portanto, mais atrativos quando terrenos e aprova??es retardam a nova constru??o, pois oferecem bairros consolidados, ocupa??o imediata e um custo total de compra mais transparente do que um apartamento a ser entregue após um longo período de obra.
*Nossas previs?es tratam os impactos dos impulsionadores e restri??es como direcionais, e n?o aditivos. As previs?es de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composi??o e as intera??es entre variáveis.
Análise de Segmentos
Por Modelo de Negócio: Vendas Permanecem como o Maior Segmento enquanto o Aluguel Ganha Impulso
As vendas detinham 72% do mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul em 2025, sustentadas pela demanda de proprietários-ocupantes e por programas públicos que facilitam a compra de imóveis. O aluguel deve crescer a um CAGR de 6,30% até 2031, tornando-se o modelo de negócio de crescimento mais rápido. A Col?mbia registrou 7,3 milh?es de domicílios locatários e 7,1 milh?es de domicílios proprietários em 2025, marcando uma mudan?a no perfil de posse habitacional do país. Essa mudan?a favorece a habita??o para aluguel gerida profissionalmente, particularmente em grandes centros de emprego. As vendas permanecer?o importantes porque muitos domicílios continuam preferindo a propriedade quando o financiamento está disponível.
Os operadores de aluguel est?o ampliando a oferta para capturar essa demanda. Greystar opera habita??o multifamiliar e para estudantes em S?o Paulo e está expandindo sua plataforma operacional regional. Os projetos de aluguel se beneficiam quando os cronogramas de constru??o s?o previsíveis, pois a conclus?o antecipada gera receita de aluguel mais cedo. Um estudo de um caso multifamiliar no Rio de Janeiro constatou que a modelagem da informa??o da constru??o e a constru??o fora do local reduziram a dura??o do projeto em até 40% e os custos em 6%. Esses métodos podem melhorar a viabilidade econ?mica dos projetos para incorporadoras de aluguel. Uma maior oferta de aluguel também pode intensificar a concorrência com as vendas de imóveis novos em determinados distritos.
Por Faixa de Pre?o: Mercado Intermediário Lidera em Valor enquanto o Luxo Cresce Mais Rapidamente
O mercado intermediário representou 47% do valor de 2025 e permaneceu como a maior faixa de pre?o no mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul. O luxo deve crescer a um CAGR de 6,20% até 2031, à frente das demais faixas de pre?o. A demanda pelo mercado intermediário é sustentada por domicílios que ganham mais do que o permitido por alguns programas públicos, mas que ainda s?o sensíveis às presta??es hipotecárias. Os empreendimentos acessíveis fornecem uma base de volume no Brasil por meio da elegibilidade ao MCMV e do financiamento com respaldo governamental. A demanda por luxo está concentrada em projetos bem localizados com especifica??es mais elevadas, seguran?a e comodidades.
As duas extremidades da faixa de pre?os est?o pressionando o segmento intermediário. Os lan?amentos apoiados pelo MCMV em S?o Paulo aumentaram a disponibilidade de habita??o acessível, enquanto os projetos de alto padr?o continuaram a atrair compradores em busca de localiza??es de qualidade. O índice de pre?os de imóveis novos da Col?mbia mostrou que os pre?os de apartamentos subiram 8,5% em termos anuais no primeiro trimestre de 2026, em compara??o com 7,15% para casas. Isso sustenta o apelo do imóvel residencial vertical em todos os níveis de renda. As incorporadoras no segmento intermediário precisam de custos disciplinados e forte sele??o de localiza??o. O desempenho do segmento dependerá de se o financiamento melhora mais rapidamente do que os custos de terreno e constru??o.
Por Modalidade de Venda: Transa??es Primárias Lideram enquanto as Secundárias Expandem Mais Rapidamente
As transa??es primárias, ou de imóveis novos, representaram 57% do valor de 2025 no mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul. As transa??es secundárias, ou de revenda de imóveis existentes, devem crescer a um CAGR de 6,10% até 2031. As transa??es primárias se beneficiam dos pipelines das incorporadoras, dos incentivos aos compradores e dos programas que apoiam imóveis recém-construídos. As vendas secundárias ganham atratividade quando novos projetos exigem prazos de entrega mais longos ou pagamentos iniciais mais elevados. A diferen?a indica que o estoque habitacional consolidado está se tornando uma importante op??o de acessibilidade em áreas urbanas maduras.
O financiamento de revenda elegível ao MCMV no Brasil aumentou de 0,2 bilh?es de USD para 1,8 bilh?es de USD no primeiro semestre de 2026. Esse aumento mostra que os compradores est?o utilizando unidades existentes quando a nova oferta é limitada ou está precificada além de seus or?amentos. A queda nas novas constru??es na Col?mbia também desviou parte da demanda para apartamentos de revenda. A constru??o industrializada poderia reduzir a diferen?a de custo para imóveis novos ao longo do tempo. Até lá, a disponibilidade e os pre?os de revenda permanecer?o indicadores importantes da acessibilidade habitacional dos domicílios.
Análise Geográfica
O Brasil detinha 40,9% do valor regional em 2025 e permaneceu como a maior geografia no mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul. O financiamento do MCMV para a Faixa 3 do programa aumentou de 3,5 bilh?es de USD para 5,1 bilh?es de USD no primeiro semestre de 2026. Espera-se que o crédito imobiliário cres?a 16% no Brasil durante 2026, após crescer 3% em 2025. O Brasil tinha mais de 79 milh?es de domicílios em 2025, e os apartamentos representavam 52,1% do estoque habitacional em Porto Alegre. Isso sustenta a continuidade da constru??o vertical nas principais cidades e em localiza??es secundárias selecionadas.
A Col?mbia deve registrar o crescimento mais rápido, com um CAGR de 6,92% até 2031. As vendas de imóveis novos cresceram 11,7% em termos anuais até mar?o de 2026, sustentadas pela melhora das condi??es de crédito. Os pre?os de apartamentos subiram 8,5% no primeiro trimestre de 2026, superando o crescimento de 7,15% nos pre?os de casas. O aluguel superou a propriedade como a principal forma de posse em 2025, criando um cenário mais favorável para a habita??o institucional para aluguel. A recupera??o do Chile é mais gradual, com a contrata??o pública de habita??o industrializada oferecendo um modelo que os construtores privados podem observar.
A Argentina está se recuperando de uma prolongada recess?o residencial, enquanto outros mercados adicionam fontes diversificadas de demanda. O retorno do crédito hipotecário indexado à infla??o ajudou a recuperar a atividade de transa??es e os volumes de escrituras em 2025. Os pre?os de apartamentos em Buenos Aires permaneciam abaixo do pico de 2019 em meados de 2026, deixando espa?o para recupera??o antes que os pre?os reduzam a demanda. O Peru também contribuiu para a atividade regional, com Lima registrando 24.700 vendas de imóveis em 2025, um aumento de 19% em rela??o ao ano anterior. O mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul, consequentemente, se beneficia da demanda em vários sistemas urbanos, em vez de depender apenas do Brasil. As incorporadoras podem usar essa diversidade para equilibrar a exposi??o entre países, faixas de pre?o e modelos de propriedade.
Cenário Competitivo
O mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul é moderadamente fragmentado no nível regional, embora as incorporadoras brasileiras listadas em bolsa tenham posi??es fortes em seus mercados domésticos. MRV Engenharia e Participa??es S.A., Cyrela Brazil Realty S.A., Direcional Engenharia S.A. e Cury Construtora e Incorporadora S.A. competem por meio de bancos de terrenos, qualifica??es para habita??o acessível, eficiência construtiva e distribui??o local. Sua exposi??o ao MCMV sustenta a entrega de alto volume nas faixas de pre?o acessível e intermediária inferior. A concorrência é cada vez mais moldada pela capacidade de controlar custos enquanto se mantém a qualidade dos projetos. As incorporadoras com terrenos em localiza??es bem conectadas mantêm uma vantagem quando restri??es de zoneamento e infraestrutura limitam a nova oferta.
As empresas também est?o utilizando constru??o industrializada e plataformas operacionais para diferenciar suas ofertas. Grupo Edisur concluiu 54 unidades de apartamentos em Neuquén em 6 meses usando uma abordagem modular integrada. Greystar está construindo sua plataforma de habita??o para aluguel na América do Sul e trazendo práticas de gest?o de propriedades para ativos multifamiliares institucionais. Amarilo anunciou uma alian?a de 15 anos para instala??o de painéis solares em 318 projetos residenciais, vinculando o desempenho ambiental à sua estratégia de desenvolvimento. Essas a??es mostram que a velocidade de entrega, as opera??es de propriedade e o desempenho dos edifícios est?o se tornando relevantes ao lado da aquisi??o de terrenos.
As prioridades estratégicas incluem alinhamento com subsídios, expans?o do aluguel e disciplina no balan?o patrimonial. Constructora Bolívar S.A. entregou 18.000 residências em 2025, demonstrando a escala que incorporadoras alinhadas a políticas pblicas podem alcan?ar na Col?mbia. As grandes empresas provavelmente se concentrar?o em cidades onde a oferta permanece abaixo da demanda dos domicílios e onde as condi??es de financiamento est?o melhorando. A regi?o Nordeste do Brasil e as cidades secundárias na Col?mbia e no Chile oferecem oportunidades onde a concorrência das principais incorporadoras é menos concentrada. As empresas que dependem fortemente de lan?amentos no mercado intermediário de S?o Paulo sem posicionamento acessível ou de luxo podem enfrentar maior press?o sobre as margens. O resultado competitivo favorecerá as incorporadoras que adaptarem o mix de produtos e as op??es de financiamento às necessidades locais dos domicílios.
Líderes do Setor de Condomínios e Apartamentos da América do Sul
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MRV Engenharia e Participa??es S.A.
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Cyrela Brazil Realty S.A.
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Direcional Engenharia S.A.
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Cury Construtora e Incorporadora S.A.
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Construtora Tenda S.A.
- *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem específica
Desenvolvimentos Recentes do Setor
- Agosto de 2026: Cyrela Brazil Realty S.A. lan?ou o Heritage Riviera, um empreendimento residencial de luxo em Porto Feliz, S?o Paulo. O projeto inclui 185 apartamentos, 34 residências mobiliadas e 29 lotes premium em um terreno de 4 milh?es de metros quadrados. Sua primeira fase tem um valor potencial de vendas de 181,8 milh?es de USD. A Cyrela planeja 3 fases adicionais no mesmo terreno, com valor potencial total de vendas de 545,5 milh?es de USD a 727,3 milh?es de USD. A empresa espera financiar pelo menos 272,7 milh?es de USD do empreendimento com recursos próprios.
- Julho de 2026: MRV Engenharia e Participa??es S.A. assinou um memorando de entendimento com a JiveMauá Real Estate para vender 3 ativos de apartamentos para aluguel da Luggo. A transa??o poderia valer 30,2 milh?es de USD e seria estruturada por meio de um novo fundo de investimento imobiliário. A venda proposta apoia a decis?o da MRV de se concentrar em suas opera??es principais de constru??o habitacional do Minha Casa, Minha Vida no Brasil. Também representa a saída planejada da empresa do segmento de habita??o para aluguel.
- Julho de 2026: Lab Capital, anteriormente Weg AGF, registrou o fundo de investimento imobiliário Rentas Lab Origen na Comiss?o para o Mercado Financeiro do Chile. O fundo tem como alvo 85,4 milh?es de USD em capital para o projeto residencial de uso misto Origen em Las Condes, Santiago. Greystar Chile foi nomeada gestora de propriedades e operadora de estabiliza??o. A construtora FFV e a seguradora EuroAmerica s?o co-investidoras. O arranjo reúne capital institucional, expertise em constru??o e capacidades operacionais no mesmo projeto.
Escopo do Relatório do Mercado de Condomínios e Apartamentos da América do Sul
O Relatório do Mercado de Condomínios e Apartamentos da América do Sul é Segmentado por Modelo de Negócio (Vendas e Aluguel), por Faixa de Pre?o (Acessível, Mercado Intermediário e Luxo), por Modalidade de Venda (Primário (Novo) e Secundário (Revenda de Imóvel Existente)) e por País (Brasil, Argentina, Col?mbia, Chile e Restante da América do Sul). As Previs?es de Mercado s?o Fornecidas em Termos de Valor (USD).
| Vendas |
| Aluguel |
| Por Modelo de Negócio | Vendas |
| Aluguel |
Principais Quest?es Respondidas no Relatório
Qual é o valor projetado do mercado de condomínios e apartamentos da América do Sul até 2031?
O valor regional deve atingir 173 bilh?es de USD até 2031, aumentando de 133 bilh?es de USD em 2026 a um CAGR de 5,40%. A perspectiva reflete a escassez habitacional, a demanda urbana contínua, os programas públicos de habita??o acessível e uma recupera??o gradual na disponibilidade de crédito nos principais centros residenciais da regi?o.
Qual modelo de negócio está crescendo mais rapidamente nos apartamentos da América do Sul?
Espera-se que o aluguel se expanda a um CAGR de 6,30% até 2031, à frente da taxa regional geral. Os maiores custos de propriedade e as mudan?as nos padr?es de posse, especialmente na Col?mbia, est?o incentivando projetos multifamiliares geridos profissionalmente nas grandes cidades.
Qual faixa de pre?o lidera a demanda regional por condomínios?
O mercado intermediário detinha 47% do valor de 2025, enquanto o luxo deve crescer mais rapidamente, a um CAGR de 6,20%. A oferta acessível permanece importante no Brasil, enquanto projetos de alto padr?o atraem compradores em busca de localiza??es premium, seguran?a e comodidades.
Por que os apartamentos de revenda est?o crescendo mais rapidamente do que as unidades novas?
As transa??es secundárias devem crescer a um CAGR de 6,10%, pois os altos custos de entrada e a oferta limitada de imóveis novos direcionam os compradores para residências existentes. Essa tendência é mais forte onde os apartamentos concluídos oferecem ocupa??o imediata e os compradores n?o podem aguardar a entrega de um novo projeto.
Qual país lidera a demanda regional por apartamentos?
O Brasil detinha 40,9% do valor regional em 2025, sustentado pelo financiamento do MCMV e pelo contínuo desenvolvimento vertical. A escala do programa ajuda as incorporadoras a manter pipelines de projetos acessíveis, enquanto a demanda por apartamentos se expande além das maiores regi?es metropolitanas do país.
Qual país deve crescer mais rapidamente até 2031?
A Col?mbia deve crescer a um CAGR de 6,92%, sustentada pela melhora das condi??es de crédito e pela demanda por aluguel. O aumento dos pre?os de apartamentos, a recupera??o das vendas de imóveis novos e uma popula??o maior de locatários sustentam tanto o desenvolvimento residencial quanto as estratégias institucionais de aluguel.
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