Tamanho e Participa??o do Mercado de Farinha de Peixe e ?leo de Peixe

An¨¢lise do Mercado de Farinha de Peixe e ?leo de Peixe por ºÚÁϲ»´òìÈ
O tamanho do mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe est¨¢ projetado para expandir de USD 10,52 bilh?es em 2025 e USD 11,17 bilh?es em 2026 para USD 16,13 bilh?es at¨¦ 2031, registrando um CAGR de 7,63% entre 2026 e 2031. A ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç manteve a lideran?a, impulsionada pela intensifica??o do cultivo de camar?o e til¨¢pia na China e pela expans?o de gaiolas marinhas no Vietn?, ambas alinhadas ao seu Plano de Economia Azul 2030. A oferta restrita decorrente de cortes de cotas relacionados ao El Ni?o no Peru, aliada a gargalos de frete nos canais do Panam¨¢ e de Suez e a pr¨ºmios ¨¤ vista inflacionados, refor?ou a mudan?a estrat¨¦gica em dire??o a lotes certificados e rastre¨¢veis que garantem vantagens de pre?o na Europa e na Am¨¦rica do Norte. Os formuladores de ra??es est?o utilizando plataformas de intelig¨ºncia artificial para ajustar as taxas de inclus?o em incrementos de 0,1%, contendo custos enquanto preservam o desempenho de crescimento. Incentivos governamentais para a transforma??o de res¨ªduos em prote¨ªna na Noruega, no °ä²¹²Ô²¹»å¨¢ e na Isl?ndia est?o redirecionando subprodutos do salm?o para farinha e ¨®leo, aliviando a press?o sobre os estoques selvagens e estabilizando o fornecimento a longo prazo.
Principais Conclus?es do Relat¨®rio
- Por esp¨¦cie, salm?o e truta lideraram com 28,3% da participa??o do mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe em 2025, enquanto as formula??es para crust¨¢ceos est?o projetadas para registrar um CAGR de 8,5% at¨¦ 2031.
- Por aplica??o, a aquicultura respondeu por 70,2% do tamanho do mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe em 2025, enquanto a alimenta??o de animais de estima??o avan?a a um CAGR de 7,4% at¨¦ 2031.
- Por geografia, a ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç respondeu por 45,2% da receita em 2025, e o Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç est¨¢ previsto para expandir a um CAGR de 7,9% entre 2026 e 2031.
- Pelagia AS (Austevoll Seafood ASA / Kverva AS), Tecnol¨®gica de Alimentos S.A. (Grupo Brescia), Omega Protein Corporation (Cooke Inc.), TripleNine Group A/S e FF Skagen A/S detinham coletivamente uma participa??o significativa no mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe em 2025.
Nota: Os n¨²meros de tamanho de mercado e previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da ºÚÁϲ»´òìÈ, atualizada com os dados e insights mais recentes dispon¨ªveis at¨¦ 2026.
Tend¨ºncias e Perspectivas do Mercado Global de Farinha de Peixe e ?leo de Peixe
An¨¢lise de Impacto dos Fatores Impulsionadores*
| Fator Impulsionador | (~) % de Impacto na Previs?o de CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Prazo de Impacto |
|---|---|---|---|
| Expans?o da produ??o aqu¨ªcola na ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç | +1.2% | N¨²cleo da ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç, com transbordamento para o Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç e Am¨¦rica do Sul | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2 a 4 anos) |
| Premiumiza??o das ra??es para salmon¨ªdeos e camar?o | +1.0% | Noruega, Chile, Esc¨®cia, Equador e Vietn? | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Incentivos governamentais para transforma??o de res¨ªduos em prote¨ªna | +0.8% | Am¨¦rica do Norte e Europa, com emerg¨ºncia na Am¨¦rica do Sul | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Pr¨ºmios de compensa??o de carbono para lotes certificados sustent¨¢veis | +0.8% | Am¨¦rica do Norte e Uni?o Europeia, com ado??o inicial na Oceania | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2 a 4 anos) |
| R¨¢pida ado??o de concentrados de alta prote¨ªna derivados de subprodutos | +0.6% | Global, liderado pela Europa e Am¨¦rica do Norte | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Formula??o de precis?o orientada por Intelig¨ºncia Artificial para otimizar a inclus?o de farinha de peixe | +0.5% | Global, concentrado em f¨¢bricas de ra??o tecnologicamente avan?adas | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2 a 4 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
Expans?o da Produ??o Aqu¨ªcola na ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç
A China manteve sua posi??o como maior produtora de frutos do mar do mundo em 2024, com produ??o estimada em 74,1 milh?es de toneladas m¨¦tricas, alta de 4% em rela??o a 2023. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pela aquicultura, que aumentou 4,5% em rela??o ao ano anterior, atingindo 58,1 milh?es de toneladas m¨¦tricas[1]Fonte: Departamento Agr¨ªcola Estrangeiro do USDA, "China: Relat¨®rio de Produtos Pesqueiros da China 2025," fas.usda.gov. De acordo com a Alf?ndega do Vietn?, o volume total de exporta??es de camar?o do pa¨ªs em 2025 somou USD 4,6 bilh?es, representando um aumento de 19% em rela??o a 2024 e marcando o n¨ªvel mais alto j¨¢ registrado, acelerando a aquisi??o de dietas ricas em prote¨ªnas para juvenis de til¨¢pia e algas marinhas[2]Fonte: Associa??o Vietnamita de Exportadores e Produtores de Frutos do Mar, "As exporta??es de camar?o do Vietn? atingem um recorde de USD 4,6 bilh?es em 2025," vasep.com.vn. Peixes e camar?es juvenis apresentam toler?ncia limitada a prote¨ªnas vegetais, de modo que os perfis de amino¨¢cidos marinhos permanecem indispens¨¢veis para o crescimento ideal. O litoral da ?ndia est¨¢ testando sistemas de recircula??o para pampo e cobia que requerem inclus?o de farinha de peixe, agravando a escassez regional. O aumento do consumo per capita de frutos do mar no Sudeste Asi¨¢tico, projetado para crescer at¨¦ 2028, refor?a o crescimento estrutural do mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe.
Premiumiza??o das Ra??es para Salmon¨ªdeos e Camar?o
Os produtores noruegueses est?o reformulando as dietas para incluir EPA (¨¢cido eicosapentaenoico) e DHA (¨¢cido docosahexaenoico) combinados, aumentando a participa??o da farinha de peixe nas ra??es de acabamento. Os exportadores equatorianos que visam pr¨ºmios de pre?o no varejo dos Estados Unidos est?o utilizando ¨®leos ricos em astaxantina derivados de anchoveta e krill, impulsionando a demanda por especialidades. Essa tend¨ºncia destaca a crescente import?ncia de aditivos de alto valor nas formula??es de ra??es para aquicultura. Os produtores de salm?o chilenos est?o encurtando os ciclos de crescimento ao aumentar a densidade de prote¨ªna marinha, alcan?ando taxas de convers?o alimentar abaixo de 1,1. A Esc¨®cia imp?e limites rigorosos de descarga de f¨®sforo, estimulando a ado??o de farinha hidrolisada enzimaticamente que mant¨¦m o desempenho enquanto reduz o efluente. Essas din?micas dividem o mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe em categorias de commodities para carpa e til¨¢pia versus concentrados de alta especifica??o que capturam margens superiores.
Pr¨ºmios de Compensa??o de Carbono para Lotes Certificados Sustent¨¢veis
Os embarques certificados pela MarinTrust comandaram um pr¨ºmio nos mercados ¨¤ vista europeus, ¨¤ medida que empresas multinacionais de ra??es incorporaram requisitos de rastreabilidade em seus contratos. A farinha de anchoveta peruana certificada pelo Marine Stewardship Council est¨¢ sendo utilizada para categorias padr?o, impulsionada pelas exig¨ºncias dos varejistas sobre os produtores de salm?o para fornecer insumos de baixo carbono documentados. A produ??o global de farinha de peixe origina-se principalmente de pescarias avaliadas, ¨¤ medida que os marcos de aquisi??o da Cargill, Incorporated e da Nutreco N.V. enfatizam pr¨¢ticas de abastecimento sustent¨¢vel. Plataformas de blockchain testadas no Chile permitem que os compradores verifiquem dados em n¨ªvel de embarca??o e acessem financiamento verde que reduz os custos de capital de giro. As credenciais, portanto, funcionam como barreiras n?o tarif¨¢rias, redefinindo o posicionamento competitivo no mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe.
R¨¢pida Ado??o de Concentrados de Alta Prote¨ªna Derivados de Subprodutos
As plantas europeias que utilizam hidr¨®lise enzim¨¢tica agora alcan?am n¨ªveis de prote¨ªna mais elevados do que a farinha convencional, permitindo que os formuladores reduzam as taxas de inclus?o sem comprometer a densidade de amino¨¢cidos. O TripleNine Group expandiu a produ??o em 18 mil toneladas m¨¦tricas em 2025 para atender ¨¤s necessidades dos sistemas de aquicultura de recircula??o escoceses e noruegueses. Os hidrolisados de subprodutos de salm?o, quando inclu¨ªdos em ra??es iniciais para camar?o, reduziram a mortalidade precoce. A ¨ºnfase na nutri??o funcional elevou os concentrados ¨¤ categoria premium, garantindo estabilidade de pre?os apesar da substitui??o de volumes por prote¨ªnas de insetos ou de c¨¦lula ¨²nica. Em 2024, orienta??es federais claras nos Estados Unidos eliminaram a incerteza regulat¨®ria, acelerando o ritmo de comercializa??o.
An¨¢lise de Impacto dos Fatores Restritivos*
| Fator Restritivo | (~)% de Impacto na Previs?o de CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Prazo de Impacto |
|---|---|---|---|
| Volatilidade das capturas de anchoveta peruana induzida pelo El Ni?o | -1.2% | Global, aguda na ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç e Am¨¦rica do Sul | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Avan?o de prote¨ªnas de insetos e de c¨¦lula ¨²nica nas receitas de ra??es para aquicultura | -0.9% | Global, liderado pela Europa e Am¨¦rica do Norte | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2 a 4 anos) |
| Gargalos geopol¨ªticos de frete nos canais do Panam¨¢ e de Suez | -0.7% | Rotas comerciais da ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç e Europa | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Aumento dos custos de seguro para cargas refrigeradas devido a riscos biol¨®gicos | -0.5% | Rotas comerciais Norte-Sul em todo o mundo | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2 a 4 anos) |
| Fonte: ºÚÁϲ»´òìÈ | |||
Volatilidade das Capturas de Anchoveta Peruana Induzida pelo El Ni?o
Os eventos do El Ni?o-Oscila??o Sul (ENOS) s?o o principal fator que contribui para as flutua??es nas capturas de anchoveta peruana (Engraulis ringens), levando a mudan?as significativas e frequentemente abruptas na biomassa populacional e nos rendimentos pesqueiros. Em 2023, as capturas industriais de anchoveta no Peru totalizaram 1,9 milh?o de toneladas m¨¦tricas, o n¨ªvel mais baixo registrado desde 1999. O decl¨ªnio nas capturas e as m¨¢s condi??es da anchoveta naquele ano levaram o valor das exporta??es de farinha e ¨®leo de peixe do Peru a cair para USD 1,1 bilh?o, o menor em duas d¨¦cadas, impactando negativamente o recrutamento de juvenis[3]Fonte: Organiza??o das Na??es Unidas para Alimenta??o e Agricultura, "Impactos do El Ni?o e pol¨ªticas para o setor pesqueiro," fao.org. Os compradores chineses se redirecionaram para Marrocos com pr¨ºmios, comprimindo a rentabilidade das f¨¢bricas de ra??o. A Corrente de Humboldt fornece aproximadamente um ter?o da tonelagem global de farinha de peixe, de modo que cada choque de cota repercute nos pre?os globais. Os modelos da Administra??o Nacional Oce?nica e Atmosf¨¦rica preveem eventos de El Ni?o moderados ou fortes mais frequentes at¨¦ 2035, consolidando a volatilidade nas perspectivas. Reservas estrat¨¦gicas e pipelines de prote¨ªnas alternativas est?o se tornando hedges necess¨¢rios no mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe.
Avan?o de Prote¨ªnas de Insetos e de C¨¦lula ?nica nas Receitas de Ra??es para Aquicultura
Os desenvolvimentos regulat¨®rios da Uni?o Europeia em 2024, incluindo esclarecimentos sobre o uso de insetos vivos e a autoriza??o cont¨ªnua de esp¨¦cies de insetos, impulsionaram um crescimento substancial em projetos de grande escala com a Mosca Soldado Negra (MSN). A Ynsect captou EUR 160 milh?es (USD 175 milh?es) em 2023 para uma planta de 200 mil toneladas m¨¦tricas voltada para clientes de ra??es para aquicultura do Mediterr?neo. Prote¨ªnas de c¨¦lula ¨²nica fermentadas a partir de metano receberam autoriza??o para inclus?o em dietas de salm?o na Noruega e no °ä²¹²Ô²¹»å¨¢. Os ensaios do Instituto Noruegu¨ºs de Pesquisa Marinha mostraram paridade de crescimento no salm?o do Atl?ntico, mas dilui??o de ?mega-3 no fil¨¦ de 12% a 15% em 2023, limitando a penetra??o nas categorias premium. A economia de custos em til¨¢pia e carpa permanece atraente, corroendo a participa??o da farinha de peixe em esp¨¦cies de baixa margem.
*Nossas previs?es tratam os impactos dos impulsionadores e restri??es como direcionais, e n?o aditivos. As previs?es de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composi??o e as intera??es entre vari¨¢veis.
An¨¢lise de Segmentos
Por Tipo de Esp¨¦cie: Salm?o e Truta Det¨ºm a Maior Participa??o
Salm?o e truta foram o maior segmento de esp¨¦cies e responderam por 28,3% da participa??o do mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe em 2025, refletindo sua depend¨ºncia de ingredientes marinhos de alta especifica??o que garantem cor premium do fil¨¦ e densidade de ?mega-3 exigida pelos varejistas na Europa e na Am¨¦rica do Norte. A cont¨ªnua diferencia??o de produtos eleva os requisitos de prote¨ªna funcional apesar dos avan?os na formula??o. As fazendas norueguesas, chilenas e escocesas consumiram coletivamente mais de 1,3 milh?o de toneladas m¨¦tricas de farinha de peixe em 2025, sustentando a lideran?a de pre?os para categorias de baixo teor de cinzas e hidrolisadas enzimaticamente. As taxas de convers?o alimentar abaixo de 1,1 refor?am o argumento econ?mico para manter os insumos marinhos mesmo com o avan?o das prote¨ªnas de insetos nas fases de teste. Os reguladores que endurecem os limites de descarga estimulam a ado??o de concentrados que reduzem os res¨ªduos enquanto preservam as m¨¦tricas de crescimento, um nicho onde os processadores verticalmente integrados desfrutam de margens mais elevadas.
Os crust¨¢ceos est?o projetados para ser o segmento de crescimento mais r¨¢pido, expandindo a um CAGR de 8,5% entre 2026 e 2031. O aumento do consumo de camar?o na ?sia e a premiumiza??o no varejo dos Estados Unidos est?o elevando as taxas de inclus?o, ampliando assim o tamanho do mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe para dietas de crust¨¢ceos. Os exportadores de camar?o equatorianos utilizam ¨®leo de peixe rico em astaxantina para diferenciar a cor, sustentando pr¨ºmios de pre?o em rela??o ao camar?o de origem indiana. Os produtores do Sudeste Asi¨¢tico que adotam tanques superintensivos aumentam a frequ¨ºncia de alimenta??o, ampliando os ganhos de volume. As press?es de certifica??o s?o paralelas ¨¤s observadas nos salmon¨ªdeos, incorporando a rastreabilidade como requisito de acesso ao mercado e refor?ando a demanda por prote¨ªnas marinhas de origem sustent¨¢vel.

Por Aplica??o: Aquicultura Lidera, Alimenta??o de Animais de Estima??o Cresce Mais Rapidamente
A aquicultura foi o maior segmento de aplica??o, respondendo por 70,2% do tamanho do mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe em 2025, impulsionada pela produ??o global de frutos do mar cultivados que superou os volumes de captura selvagem. As esp¨¦cies carn¨ªvoras apresentam capacidade enzim¨¢tica limitada para prote¨ªnas vegetais, de modo que a farinha de peixe permanece uma necessidade metab¨®lica. A clareza regulat¨®ria sobre farinhas tratadas enzimaticamente nos Estados Unidos e na Uni?o Europeia estimula investimentos em concentrados que reduzem a inclus?o sem comprometer a convers?o. As metas de produ??o da ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç e as pol¨ªticas de diversifica??o do Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç ancoram um crescimento de base consistente, mesmo com as prote¨ªnas de insetos e de c¨¦lula ¨²nica corroendo participa??o em carpas e til¨¢pias.
A alimenta??o de animais de estima??o ¨¦ a aplica??o de crescimento mais r¨¢pido, com previs?o de crescer a um CAGR de 7,4% at¨¦ 2031, impulsionada pelas tend¨ºncias de humaniza??o dos animais de estima??o na Am¨¦rica do Norte e na Europa. As formula??es premium destacam os benef¨ªcios do ?mega-3 marinho para a sa¨²de articular e cognitiva, sustentando pre?os de varejo acima das ra??es convencionais. Os fornecedores que visam esse canal enfatizam o controle de odor e a estabilidade oxidativa, permitindo o aproveitamento transversal de investimentos em refinarias de ¨®leo de peixe de alta qualidade. O aumento da penetra??o do com¨¦rcio eletr?nico est¨¢ acelerando a conscientiza??o dos consumidores, ampliando o mercado endere?¨¢vel para a nutri??o de animais de estima??o enriquecida com ingredientes marinhos.

An¨¢lise Geogr¨¢fica
A ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç respondeu por 45,2% do mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe em 2025, impulsionada pela produ??o significativa da China e pela expans?o da cria??o de camar?o orientada ¨¤ exporta??o no Vietn?. Os sistemas de recircula??o proliferam no Jap?o e na ?ndia, elevando a intensidade de farinha de peixe por quilograma ¨¤ medida que os produtores priorizam a qualidade da ¨¢gua. Os subs¨ªdios fornecidos pelo governo sul-coreano e as iniciativas de importa??o de ra??es em Taiwan continuam a apoiar o crescimento. Os suprimentos certificados do Peru e da Noruega s?o cada vez mais preferidos ¨¤ medida que os varejistas priorizam a rastreabilidade, impulsionando a demanda por categorias premium na ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç.
O Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç est¨¢ projetado para registrar um CAGR de 7,9% at¨¦ 2031, ancorado pelo plano Vis?o 2030 da Ar¨¢bia Saudita, que destina recursos a projetos de gaiolas marinhas ao longo do Mar Vermelho. Os Emirados ?rabes Unidos subsidiam as importa??es de farinha de peixe, reduzindo os custos de desembarque e impulsionando a expans?o das fazendas em Abu Dhabi e Fujairah. Os produtores turcos de robalo e dourada atualizam as dietas para atender aos padr?es do mercado da Uni?o Europeia, enquanto o Egito impulsiona sistemas de recircula??o baseados no deserto para acessar os mercados premium do Golfo. As prioridades regionais de seguran?a proteica amortecem a demanda contra as oscila??es de pre?os globais, criando uma base de clientes relativamente inel¨¢stica para fornecedores certificados.
A Am¨¦rica do Sul continua sendo um fornecedor-chave, com o Peru exportando apesar das restri??es de cotas, enquanto o Chile se concentra no consumo dom¨¦stico para o crescimento do salm?o. A Noruega utilizou subprodutos de salm?o por meio da reciclagem, redirecionando materiais que de outra forma teriam sido enviados a aterros sanit¨¢rios. A estrat¨¦gia Da Fazenda ¨¤ Mesa da Uni?o Europeia exige rastreabilidade total at¨¦ 2027, canalizando o com¨¦rcio para fornecedores certificados peruanos, islandeses e dinamarqueses. Na Am¨¦rica do Norte, o consumo est¨¢ concentrado principalmente em fazendas de salm?o localizadas na Col¨²mbia Brit?nica e no Maine. Esta regi?o se beneficia do processo de aprova??o simplificado da Administra??o de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos para concentrados enzim¨¢ticos. A aquicultura africana emergente na ±·¾±²µ¨¦°ù¾±²¹, no Egito e na ?frica do Sul aumenta as importa??es, mas as lacunas de infraestrutura e financiamento ainda limitam a escala.

Panorama regulat¨®rio
A regulamenta??o est¨¢ ancorada em normas de seguran?a alimentar animal, padr?es de processamento de subprodutos de origem animal e requisitos de rastreabilidade que moldam o com¨¦rcio transfronteiri?o de farinha e ¨®leo de peixe. Na Uni?o Europeia, as condi??es de processamento e comercializa??o s?o enquadradas por regras relativas a subprodutos animais, incluindo defini??es e padr?es de processamento para farinha e ¨®leo de peixe segundo o Regulamento (UE) 2017/786, que altera o Regulamento (UE) n.? 142/2011, juntamente com a gest?o de contaminantes. Isso inclui vias de desintoxica??o para ¨®leos e farinhas de peixe que excedam os limites de dioxinas/PCB segundo o Regulamento (UE) 2020/757. Paralelamente, as autoriza??es e reautoriza??es de aditivos para alimenta??o animal na UE continuam a ser emitidas com base em pareceres da EFSA, incluindo um novo conjunto de Regulamentos de Execu??o em janeiro-fevereiro de 2026, que refor?a o rigor de conformidade para aditivos funcionais e auxiliares de processamento usados para estabilizar ¨®leos e produzir farinhas tratadas enzimaticamente.
Nos Estados Unidos, a supervis?o abrange regras sobre ingredientes para alimenta??o animal e ra??es medicamentosas que moldam as formula??es que utilizam ingredientes marinhos e prote¨ªnas alternativas. A FDA publicou uma diretriz revisada em rascunho em abril de 2026 (GFI #91, VICH GL8 (R1)) sobre testes de estabilidade para pr¨¦-misturas medicamentosas destinadas ¨¤ incorpora??o em ra??o animal. Uma atualiza??o do Federal Register de fevereiro de 2026 refletiu a??es de aprova??o de medicamentos veterin¨¢rios de julho a setembro de 2025, refor?ando o ritmo de atualiza??es regulat¨®rias que fabricantes de pr¨¦-misturas e ra??es devem acompanhar. Para exporta??es para a UE, os requisitos de certifica??o e documenta??o gerenciados pelos processos do USDA APHIS, com coordena??o entre ag¨ºncias, permanecem uma barreira pr¨¢tica ao acesso ao mercado, tornando os sistemas de qualidade, a rastreabilidade de lotes e a documenta??o de processamento conforme elementos centrais na sele??o de fornecedores.
Cen¨¢rio Competitivo
O mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe ¨¦ moderadamente concentrado, com grandes empresas como Pelagia AS (Austevoll Seafood ASA / Kverva AS), Tecnol¨®gica de Alimentos S.A. (Grupo Brescia), Omega Protein Corporation (Cooke Inc.), TripleNine Group A/S e FF Skagen A/S, detendo coletivamente uma participa??o significativa do mercado em 2025. A Tecnol¨®gica de Alimentos investiu USD 45 milh?es desde 2024 em linhas de hidr¨®lise, elevando a prote¨ªna para 76%, visando formuladores premium de salmon¨ªdeos. A Omega Protein Corporation depende das pescarias de menhaden da Am¨¦rica do Norte e de um contrato de fornecimento de 10 anos com a BioMar, indexado a m¨¦tricas de sustentabilidade. O TripleNine Group A/S e o FF Skagen A/S se diferenciam por meio da produ??o de concentrados enzim¨¢ticos e destila??o molecular, gerando ¨®leos de alta pureza para os canais farmac¨ºutico e de alimenta??o de animais de estima??o.
Os processadores de nicho no Peru, Chile e Noruega capturam valor ao oferecer lotes neutros em carbono certificados pela MarinTrust e pelo Marine Stewardship Council, que desbloqueiam pr¨ºmios de pre?o junto ¨¤s f¨¢bricas de ra??o europeias. As plataformas de blockchain testadas por exportadores chilenos fornecem dados em n¨ªvel de embarca??o, funcionando como barreira de entrada para comerciantes de commodities que carecem de infraestrutura digital. Os registros de patentes acompanhados pela Organiza??o Internacional de Farinha de Peixe e ?leo de Peixe mostram 47 pedidos em 2025 relacionados ao processamento enzim¨¢tico e ¨¤ estabiliza??o oxidativa, sinalizando uma corrida de inova??o focada no desempenho funcional. A volatilidade do frete e a incerteza das cotas incentivam a consolida??o, ¨¤ medida que os menores operadores peruanos se tornam alvos de aquisi??o para empresas europeias e norte-americanas que buscam acesso seguro a mat¨¦rias-primas e sinergias log¨ªsticas.
A integra??o vertical que abrange processamento, formula??o e distribui??o gera vantagens de custo quando o El Ni?o ou choques de frete restringem o fornecimento. As empresas que implantam tecnologias de formula??o por intelig¨ºncia artificial relatam menor consumo de farinha de peixe sem sacrificar o crescimento, gerando economias anuais maiores em grandes opera??es. Os incentivos de res¨ªduos para prote¨ªna aceleram a entrada de players de economia circular que transformam subprodutos de salm?o em concentrados de alta qualidade, enquanto os produtores de prote¨ªnas de insetos e de c¨¦lula ¨²nica desafiam os segmentos de commodities, mas permanecem limitados na replica??o dos atributos de ?mega-3 de cadeia longa e pigmenta??o necess¨¢rios para ra??es premium de salm?o e camar?o.
L¨ªderes do Setor de Farinha de Peixe e ?leo de Peixe
Pelagia AS (Austevoll Seafood ASA / Kverva AS)
Tecnol¨®gica de Alimentos S.A. (Grupo Brescia)
Omega Protein Corporation (Cooke Inc.)
TripleNine Group A/S
FF Skagen A/S
- *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica

Oportunidades de mercado e perspectivas futuras
A menor disponibilidade de ingredientes marinhos e a maior volatilidade de pre?os est?o criando espa?o para duas estrat¨¦gias paralelas: (i) lotes premium, certificados e rastre¨¢veis de farinha e ¨®leo de peixe que atendam ¨¤s regras de sourcing de varejistas e f¨¢bricas de ra??o, e (ii) maior diversifica??o do fornecimento por meio de subprodutos e nova capacidade de processamento. Dados do setor citados pela IFFO em 2026 indicam press?o no lado da oferta, incluindo uma queda relatada de 28% ano a ano na produ??o global de farinha de peixe no primeiro trimestre de 2026, com mar?o de 2026 em queda de 38%, al¨¦m de coment¨¢rios de que a produ??o anual poderia cair abaixo de 5 milh?es de toneladas metricas sob condi??es persistentes de El Ni?o. Nesse ambiente, o abastecimento est¨¢ migrando para lotes rastre¨¢veis ??em n¨ªvel de embarca??o alinhados com MarinTrust e MSC, usados por compradores multinacionais, e a economia favorece investimentos em hidr¨®lise, estabiliza??o oxidativa e destila??o molecular que convertem mat¨¦ria-prima limitada em concentrados de maior especifica??o para os canais de salmon¨ªdeos, camar?o, pet food e nutrac¨ºuticos.
Uma segunda vertente de oportunidade ¨¦ a expans?o acelerada de sistemas circulares e de ingredientes alternativos que reduzem a exposi??o a choques relacionados ¨¤ anchoveta, mantendo o desempenho nas esp¨¦cies-alvo. Os subprodutos j¨¢ representam uma parcela significativa do fornecimento (35% da farinha de peixe e 57% do ¨®leo de peixe globalmente, e 44% e 74% na ?sia), e incentivos governamentais para a transforma??o de res¨ªduos em prote¨ªna, observados na Noruega, °ä²¹²Ô²¹»å¨¢ e Isl?ndia no contexto do relat¨®rio, alinham-se a essa mudan?a ao direcionar subprodutos de salm?o para os fluxos de farinha e ¨®leo. A valida??o comercial e cient¨ªfica de substitutos tamb¨¦m est¨¢ expandindo os conjuntos de ferramentas de formula??o: em janeiro de 2026, a NaturAlleva e a Innovafeed anunciaram uma parceria comercial para integrar ingredientes de BSFL em ra??o aqu¨ªcola para m¨²ltiplas esp¨¦cies, e ensaios revisados por pares em 2026 relataram substitui??o parcial bem-sucedida da farinha de peixe por farinha de insetos e prote¨ªna unicelular em n¨ªveis de inclus?o definidos em dietas para peixes. Combinados com a formula??o de precis?o baseada em IA j¨¢ utilizada por f¨¢bricas de ra??o para ajustar taxas de inclus?o em pequenos incrementos, esses desenvolvimentos criam espa?o para ofertas diferenciadas de ingredientes marinhos que combinam desempenho funcional concentrado com sustentabilidade documentada e qualidade mais est¨¢vel.
Desenvolvimentos recentes do setor
- Abril de 2026: A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA publicou uma diretriz revisada em rascunho (GFI #91, VICH GL8 (R1)) sobre testes de estabilidade para pr¨¦-misturas medicamentosas destinadas ¨¤ incorpora??o em ra??o animal. A atualiza??o refor?a as expectativas de documenta??o e testes para programas de estabilidade de pr¨¦-misturas usados por grandes produtores de ra??o, influenciando como os ingredientes marinhos e outros insumos de alto valor s?o gerenciados em condi??es de armazenamento e processamento.
- Junho de 2025: A Pelagia AS adquiriu a Fjord Solutions, expandindo-se para servi?os de coleta de lodo, desaguamento e processamento ligados a opera??es de aquicultura. O neg¨®cio fortalece o acesso a fluxos circulares de mat¨¦ria-prima e coloca a empresa mais pr¨®xima dos fluxos de subprodutos em n¨ªvel de fazenda e de transforma??o de res¨ªduos em prote¨ªna, que s?o cada vez mais importantes para a resili¨ºncia do fornecimento de ingredientes marinhos.
- Novembro de 2024: A Cooke Inc. firmou um acordo vinculante de compra de a??es para adquirir a Corporacion Pesquera Inca S.A.C. (Copeinca) no Peru, um importante produtor e exportador de farinha e ¨®leo de peixe. A transa??o amplia a presen?a da Cooke em um importante polo de fornecimento ligado ¨¤ anchoveta e aumenta as op??es de integra??o vertical para atender clientes de ra??o aqu¨ªcola durante varia??es de fornecimento impulsionadas por cotas.
Estrutura da metodologia de pesquisa e escopo do relat¨®rio
Defini??o e abrang¨ºncia do mercado
Este mercado abrange o valor das vendas de farinha e ¨®leo de peixe produzidos a partir de peixe integral e subprodutos do processamento de pescado, quando vendidos como ingredientes para usos em alimenta??o e nutri??o em diversas ind¨²strias consumidoras.
Exclus?es de escopo: exclu¨ªmos ra??es compostas acabadas, suplementos acabados e material processado na fazenda ou internamente que n?o ¨¦ comercialmente vendido no mercado.
Vis?o geral da segmenta??o
- Por Tipo de Esp¨¦cie
- Salm?o e Truta
- °ä°ù³Ü²õ³Ù¨¢³¦±ð´Ç²õ
- Peixes Marinhos
- Carpas
- °Õ¾±±ô¨¢±è¾±²¹²õ
- Outros
- Por Aplica??o
- Aquicultura
- Aves
- ³§³Ü¨ª²Ô´Ç²õ
- Animais de Estima??o
- Outros
- Por Geografia
- Am¨¦rica do Norte
- Estados Unidos
- °ä²¹²Ô²¹»å¨¢
- ²Ñ¨¦³æ¾±³¦´Ç
- Restante da Am¨¦rica do Norte
- Europa
- Alemanha
- Reino Unido
- Fran?a
- ¸é¨²²õ²õ¾±²¹
- Noruega
- Espanha
- Restante da Europa
- ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç
- China
- Jap?o
- ?ndia
- Coreia do Sul
- Vietn?
- ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹
- Restante da ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç
- Am¨¦rica do Sul
- Peru
- Brasil
- Chile
- Argentina
- Restante da Am¨¦rica do Sul
- Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç
- Ar¨¢bia Saudita
- Emirados ?rabes Unidos
- Turquia
- Restante do Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç
- ?frica
- ?frica do Sul
- Egito
- ±·¾±²µ¨¦°ù¾±²¹
- Restante da ?frica
- Am¨¦rica do Norte
Fontes de dados, dimensionamento de mercado e valida??o
Pesquisa documental
O trabalho documental come?a mapeando sinais de oferta e demanda que podem ser verificados ano a ano. Contamos com refer¨ºncias p¨²blicas de produ??o e com¨¦rcio, como estat¨ªsticas de pesca da FAO, s¨¦ries de importa??o e exporta??o da UN Comtrade, ag¨ºncias nacionais de pesca e divulga??es de autoridades alfandeg¨¢rias e portu¨¢rias, quando dispon¨ªveis. Para contexto de demanda, tamb¨¦m analisamos fontes como atualiza??es da IFFO e de outras associa??es de ingredientes marinhos, al¨¦m de artigos revisados por pares sobre nutri??o e aquicultura que explicam taxas de inclus?o e comportamento de substitui??o.
Para manter as premissas fundamentadas, verificamos cruzadamente grandes produtores e compradores por meio de relat¨®rios anuais, apresenta??es a investidores, relat¨®rios de sustentabilidade e cobertura de imprensa confi¨¢vel sobre cotas, capturas e capacidade de processamento. Assinaturas pagas s?o usadas seletivamente para dados financeiros e intelig¨ºncia de empresas, verifica??es de importa??o e exporta??o em n¨ªvel de embarque, e bancos de dados de patentes para identificar mudan?as de processo que possam afetar os rendimentos. Esses exemplos n?o s?o exaustivos, e outras fontes p¨²blicas tamb¨¦m foram revisadas para coleta, valida??o e esclarecimento de dados.
Entrevistas e pesquisas prim¨¢rias
O trabalho prim¨¢rio concentra-se em entrevistar participantes do setor em toda a cadeia de valor, incluindo fornecedores de mat¨¦ria-prima, processadores, comerciantes, formuladores de ra??o e grandes usu¨¢rios finais. Usamos essas discuss?es para validar rendimentos de convers?o, especifica??es t¨ªpicas de produtos, padr?es de precifica??o contratual versus ¨¤ vista, e como a demanda muda quando prote¨ªnas e ¨®leos alternativos variam de pre?o. Os dados s?o ent?o reconciliados entre APAC, EMEA e Am¨¦ricas.
Distribui??o dos respondentes do trabalho de campo da pesquisa prim¨¢ria
| Tipo de empresa | Cargo do respondente | Regi?o |
|---|---|---|
| N¨ªvel superior: 25% | Executivos C-level: 14% | APAC: 45% |
| N¨ªvel m¨¦dio: 56% | L¨ªderes funcionais/de unidade: 38% | EMEA: 31% |
| Empresas menores: 19% | Gerentes: 48% | Am¨¦ricas: 24% |
Dimensionamento e previs?o de mercado
O dimensionamento ¨¦ constru¨ªdo principalmente a partir de uma reconstru??o top-down que relaciona os desembarques de pescado e a disponibilidade de subprodutos com a produ??o de farinha e ¨®leo de peixe, verificando ent?o quanto dessa produ??o ¨¦ absorvido pelos principais usos consumidores. Quando necess¨¢rio, convertemos a oferta em valor usando faixas de pre?o observadas e os spreads t¨ªpicos entre graus de farinha de peixe e especifica??es de ¨®leo de peixe, mantendo o momento de convers?o de moeda consistente em todo o modelo.
Os resultados s?o corroborados com aproxima??es seletivas bottom-up, como a consolida??o de receitas de fornecedores amostrados, a valida??o de volumes comercializados por meio de padr?es de importa??o e exporta??o, e o uso de verifica??es indicativas de ASP multiplicadas por volume para corredores de alta visibilidade. Os principais insumos incluem cotas e desembarques de pesca de redu??o, taxas de recupera??o de subprodutos, fatores de rendimento de peixe cru para farinha e ¨®leo, tend¨ºncias de produ??o de ra??o aqu¨ªcola e press?o de substitui??o por outras prote¨ªnas e ¨®leos. Para a previs?o, a an¨¢lise de cen¨¢rios ¨¦ aplicada porque a oferta ¨¦ sens¨ªvel a cotas e ao clima, e a trajet¨®ria de demanda ¨¦ testada sob estresse usando o crescimento esperado da produ??o aqu¨ªcola e orienta??es de taxas de inclus?o de especialistas prim¨¢rios. Quando surgem lacunas de dados em pa¨ªses menores, usamos fluxos comerciais indiretos e refer¨ºncias regionais de rendimento, seguidos de novas verifica??es por especialistas antes de finalizar a estimativa.
Valida??o de dados e ciclo de atualiza??o
A valida??o ¨¦ realizada por meio de m¨²ltiplas verifica??es que comparam os totais modelados com sinais independentes, como balan?as comerciais, mudan?as de capacidade anunciadas e movimentos de pre?os que devem, logicamente, se alinhar a uma oferta mais restrita ou mais ampla. Qualquer varia??o significativa ¨¦ analisada e, se uma discrep?ncia n?o puder ser explicada por sazonalidade, mudan?as de cotas ou comportamento de estoque, recontatamos as fontes e refazemos os pressupostos afetados. Antes da aprova??o final, o trabalho ¨¦ revisado em etapas para que os c¨¢lculos, unidades e convers?es permane?am consistentes entre regi?es.
Os relat¨®rios s?o atualizados anualmente, e atualiza??es intermedi¨¢rias s?o acionadas quando ocorrem eventos relevantes, como revis?es abruptas de cotas, grandes paralisa??es de f¨¢bricas ou picos anormais de pre?os. Imediatamente antes da entrega, uma revis?o final ¨¦ realizada para incorporar as publica??es p¨²blicas mais recentes e os insumos de valida??o mais atuais.
Tamanho do mercado de farinha e ¨®leo de peixe da ºÚÁϲ»´òìÈ comparado com outras estimativas publicadas
Os n¨²meros de mercado publicados para farinha e ¨®leo de peixe podem parecer diferentes mesmo quando o tema parece o mesmo, porque cada publicador estabelece suas pr¨®prias regras sobre o que ¨¦ contabilizado e como o valor ¨¦ convertido. Na pr¨¢tica, as maiores diferen?as surgem de se os volumes derivados de subprodutos s?o tratados da mesma forma que a redu??o de peixe integral, quais usos finais s?o tratados como demanda de ingredientes, e como a precifica??o ¨¦ calculada em m¨¦dia entre graus e ciclos contratuais.
As principais lacunas geralmente aparecem no escopo e nos insumos do modelo que impulsionam pre?o e volume. Algumas estimativas incorporam ingredientes marinhos adjacentes ou valor de produto acabado, enquanto outras suavizam a precifica??o usando m¨¦dias longas que podem atenuar o impacto de choques de cotas. A dispers?o na tabela tamb¨¦m ¨¦ influenciada pela rapidez com que as premissas s?o atualizadas ap¨®s dados de desembarque, mudan?as comerciais e sinais de demanda de ra??o, e por se os rendimentos de convers?o s?o validados com processadores e formuladores, o que ¨¦ tratado de forma diferente entre publicadores e aplicado na abordagem usada pela ºÚÁϲ»´òìÈ.
Compara??o de refer¨ºncia
| Fonte | Tamanho do mercado | Lacunas na metodologia de pesquisa |
|---|---|---|
| ºÚÁϲ»´òìÈ | 10,52 bilh?es de USD (2025) | |
| Publicadora do Setor A | 10,20 bilh?es de USD (2025) | Utiliza uma constru??o de valor mais restrita, que parece se apoiar mais na demanda geral por regi?o e em uma janela de previs?o mais longa, com menos verifica??o vis¨ªvel das premissas de rendimento e da dispers?o de pre?os por grau no ano-base. |
| Consultoria Global B | 13,48 bilh?es de USD (2025) | Provavelmente inclui uma defini??o mais ampla do que conta como valor de mercado, possivelmente misturando pools de valor de ingredientes marinhos adjacentes ou aplicando premissas de precifica??o combinada mais altas entre especifica??es de ¨®leo de peixe e graus de farinha de peixe. |
No geral, a compara??o mostra que o resultado de valor se altera mais quando os limites de escopo e as escolhas de m¨¦dia de pre?os mudam, especialmente em torno da inclus?o de subprodutos e da diferencia??o por grau. Ao manter o conjunto de demanda vinculado ¨¤s vendas de ingredientes e ao validar as premissas de rendimento e precifica??o com entrevistas na cadeia de fornecimento, o n¨²mero final permanece rastre¨¢vel a uma lista curta de verifica??es repet¨ªveis.
Principais Quest?es Respondidas no Relat¨®rio
Qual ¨¦ o tamanho do mercado de farinha de peixe e ¨®leo de peixe em 2026?
Estima-se em USD 11,17 bilh?es em 2026, com trajet¨®ria para atingir USD 16,13 bilh?es at¨¦ 2031.
Qual segmento de esp¨¦cies domina a demanda por prote¨ªnas marinhas?
As ra??es para salm?o e truta det¨ºm a maior participa??o, respondendo por 28,3% da receita de 2025, pois requerem farinha e ¨®leo de alta especifica??o para a densidade de ?mega-3.
Por que a nutri??o de animais de estima??o est¨¢ emergindo como um canal de crescimento importante?
Os produtos premium para c?es e gatos utilizam ?mega-3 marinhos para alega??es de sa¨²de articular e cognitiva, impulsionando o segmento a um CAGR de 7,4% at¨¦ 2031.
Qual ¨¦ o maior mercado geogr¨¢fico para farinha de peixe e ¨®leo de peixe?
A ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç lidera com 45,2% do valor global, impulsionada pela robusta expans?o da aquicultura na China, Vietn? e ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹.
Como as certifica??es de sustentabilidade est?o influenciando os pre?os?
Os lotes certificados pela MarinTrust e pelo Marine Stewardship Council obt¨ºm pr¨ºmios de 8% a 12% na Europa e na Am¨¦rica do Norte, pois os compradores de ra??es vinculam a rastreabilidade aos compromissos de marca.
Quais riscos amea?am a estabilidade do fornecimento?
Os cortes de cotas induzidos pelo El Ni?o no Peru, os gargalos de frete nos principais canais e o aumento dos custos de seguro restringem coletivamente a disponibilidade e elevam os pre?os de entrega.
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